Personal trainer de bolso

Depois do boné com luz na aba (para ler à noite), da jaqueta térmica movida a energia solar e da camiseta com conexão wi-fi, outro aparato pode virar tendência no quesito “gadgets para vestir”.

Ela se chama Larklife, foi lançada na última semana no mercado americano, custa cerca de $150,00 e mede o desempenho de suas atividades físicas, calcula a frequência e satisfação do seu sono (será que dá para programar para “insuficiente forever” ?) e ainda controla sua alimentação. É praticamente um personal trainer de bolso. Tais dados são analisados e você recebe sugestões para melhorar através de um app no iPhone.

É verdade que existem outros produtos como esse no mercado, a mais famosa é a Nike+ Fuel Band , por exemplo, mas segundo a pesquisadora da Forrester Research, orgão que analisa tendências comportamentais e produtos no mercado de tecnologia, Sarah Epps. o Larklife é o produto mais inovador do ano.

“Quando eu olho o Larklife, eu vejo o início de uma nova fase na computação pessoal que irá transformar o jeito que vivemos e trabalhamos. Eu não estou exagerando – escreveu a especialista em seu blog.

O ponto que Epps levanta é justamente o do dilema de deixarmos  a tecnologia influenciar em nossas decisões. Será saudável? Esses aparelhos tem acesso ilimitado à informações sobre nosso corpo, saúde e hábitos?

Dilemas éticos e comportamentais podem (e devem) surgir com essa nova moda.

E a coisa não pára por aí:  Cerca de 14 milhões de dispositivos para vestir foram vendidos em 2011, mas esse número deverá pular para 170 milhões em 2016, segundo previsão da IMS Research. Os chamados “wearable computers” (computadores para vestir) são uma das grandes apostas da indústria de tecnologia, que tem o Google Glass, como o grande pioneiro.

E você, o que acha disso tudo?

 

 

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