Verde mesmo é o quiabo.

RADARZ

Sustentabilidade, consumo consciente, responsabilidade social. Que as marcas tem adotado discursos cada vez mais ‘verdes’ isso já não é nenhuma novidade.

A Apple, por exemplo, não é uma marca vanguardista nesses quesitos e só começou a repensar os seus processos após inúmeras críticas recebidas. Ainda assim, Jobs conseguiu deixar a sua marca entre os primeiros lugares do ranking do Greenpeace das empresas sustentáveis e uma imagem de responsabilidade forte por conta das mudanças promovidas.

Agora, está circulando por aí um infográfico do Ipad questionando o quão ‘green’ este produto é.

E o mais interessante disso é olhar para essas informações sob diferentes pontos de vista.

A Zero11, por exemplo, atende o segmento Health e tem visto cada vez mais o esforço e o investimento dos laboratórios a favor do uso dos Ipads para a exposição de seus materiais. Já imaginaram quantos Visual Aids em papel deixarão de ser impressos?

E os livros e músicas online? Economia de papel ou mais baterias sendo carregadas, compradas, trocadas?

Mas o ponto mais importante que questionamentos complexos como esses trazem, é o exercício do olhar crítico a respeito do que as marcas tem feito e do que ainda tem para melhorar. Afinal, a direção já está apontada.

 

 

 

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