Autenticidade: a responsabilidade da marca deve ir além das palavras.

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Com todo mundo sempre (e cada vez mais) conectado, seja no celular, no computador, na televisão, ou até mesmo em geladeiras (sim, geladeiras), é praticamente uma briga para se destacar em meio a tantas marcas que oferecem produtos ou serviços similares. 

Além de se destacar através de diferenciais do produto, preço adequado e boa comunicação, outro ponto-chave que vem ganhando a admiração dos consumidores é a autenticidade.

A autenticidade é um qualidade da personalidade bastante reconhecida, afinal, quem é que não quer ser a pessoa lembrada por se manter fiel aos seus valores, aquela que tem convicções e demonstra com ações aquilo que acredita? Nada mais óbvio que isso também se aplique às marcas.

Muitos influenciadores conquistaram seu público por demonstrar autenticidade.

Logo que o “boom” dos influenciadores digitais começou, várias marcas começaram a correr atrás de parcerias com os chamados “influencers”. Com o passar do tempo, as “regras do jogo” foram tomando forma e, como falamos aqui, o alcance deixou de ser o principal ponto e a identificação do influenciador com a marca passou a ser um dos fatores decisivos. 

Boa parte do sucesso desses influenciadores aconteceu pela percepção de que são “gente de verdade”, o que comprova o valor da autenticidade. Mas alguns foram mudando de caminho para atender ao variado perfil de seguidor. É aí está uma armadilha: quando o influenciador perde autenticidade em nome do seu sucesso. Ao tentar atender demandas de  públicos tão diferentes entre si – sem que isso faça parte da sua essência – o influenciador passa a ficar vulnerável. Isso afetou muitas marcas que se aliaram a alguns deles pensando só na quantidade de seguidores (lembrando que apesar do número mantido, muitos fãs deixaram de se engajar de forma positiva após mudanças de posicionamento). 

Para profissionais conscientes, fica cada vez mais claro que o influenciador deve ter identificação real com os ideais da marca. 

Autenticidade é o oposto a seguir as narrativas da moda

Ainda que o apoio a certas causas seja bem-vindo, o discurso sem autenticidade revela oportunismo. Por exemplo, se sua marca carrega uma bandeira de sustentabilidade, é importante mostrar que isso não se resume às palavras, mas se traduz em ações. Também não adianta nada ter discursos bonitos e produtos ruins.

É importante que o consumidor sempre perceba que o posicionamento da sua empresa não é só “da boca pra fora”. Confiança é difícil de conquistar, mas ainda mais difícil de reconquistar.

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