O Business Intelligence e o Bigdata: o novo oráculo do mundo dos negócios

Business Inteligence

O primeiro passo é entender o que o Business Intelligence é e o que não é. 

Troque a ideia de ferramenta para processo. Utilize técnicas e conceitos que entregam informações sobre o negócio e o mercado. Em vez de medir somente o desempenho passado, tenha dados estruturados que dêem suporte online às decisões para poder também prever o futuro. Você tem aí seu Business Intelligence.

Além de coletar e organizar, o BI também deve fornecer insights para os gestores.

Tudo começa pela definição dos KPIs (Key Performance Indicator, ou seja, Indicador-chave de Performance) e o planejamento de um dashboard que organize as informações. A análise dos dados deve facilitar as conclusões e o monitoramento dá suporte às decisões.

As ferramentas de BI tangibilizam de forma personalizada todas as informações necessárias para sua tomada de decisão. E o Big Data minera os dados.

Leia também: Antecipe-se aos desejos de seu cliente

Big Data e BI são a mesma coisa?

O Big Data é construído com dados originados de diversas fontes. Quanto maior volume e velocidade de atualização, melhor. O importante é a correlação entre os dados. Essa é a sacada!  Ele foca na descoberta das correlações, por isso, nem sempre saberemos os motivos delas já que mostram caminhos antes desconhecidos.

A complexidade depende da maturidade da empresa que pode usar tanto dados do ambiente interno quanto da concorrência, tendências de comportamento e perfis de público, por exemplo.

Inclui Social Data (inclui dados da internet, redes sociais, aplicativos, demográficos e comportamentais), Enterprise Data (RH, finanças, vendas, logística) e Personal Data (celulares, relógios, carros, TVs e eletrodomésticos).

Quais os principais ganhos em construir um ótimo BI e ter um Big Data juntos?

Vale a pena usar toda a tecnologia de dados a seu favor. Criando atalhos para a inovação, você coloca sua empresa no futuro.

Se ainda não começou, o importante é dar os primeiros passos, construindo sua base de dados de forma planejada e consistente.

Ao aliar BI e Big Data, seus ganhos serão muito maiores. Veja alguns deles:

  • Diminuição de custos: com decisões mais embasadas e otimização do tempo de análise
  • Maior acerto nas decisões: com relatórios otimizados de conteúdos estratégicos
  • Colabora na definição de múltiplos cenários
  • Impacta positivamente em todos os setores da empresa: maior produtividade pelo ganho de velocidade nos processos e rotinas
  • Medem retorno de campanhas e ações para inspirar melhores performances futuras
  • Faz avaliação comportamental dos públicos da empresa, impactando nas decisões sobre produtos e serviços oferecidos, assim como nos canais de venda e de contato com o cliente.

No Brasil, muitas empresas já implantaram esses conceitos e estão liderando inovações. Se você ainda não começou, ainda dá tempo. Mas não demore tanto que acabe deixando você fora do mercado.

Leia também: Realidade virtual e realidade aumentada: trazendo a imaginação para encantar a vida real

O que não muda no pós-Covid. O bom e o velho normal.

pós-Covid

Tenho lido bastante a respeito de uma nova realidade, novos comportamentos, tendências pós-covid, o tal do novo normal. Profissionais de várias áreas colocam suas mentes criativas para imaginar (e alguns, idealizar) um mundo completamente diferente.

Sim, é bastante sedutor querer forjar o futuro de acordo com nossas convicções, mas não realista. O comportamento humano é imensamente complexo e arriscar reações, atitudes, percepções e valores dos consumidores tão precipitadamente e num momento que se mostra único passa a ser mais uma tentativa de adivinhação do que um estudo de tendências. Tanto é que o comportamento tem se alterado a cada semana.

Claro que situações extremas, como crises, guerras e pandemias, mudam de forma estrutural suas épocas e que, sem dúvida, nossa vivência trágica fará parte da história (apesar de ainda não sabermos de fato como). Mas considero bem mais produtivo tratar do que é previsível por se basear na essência humana e nos conceitos válidos para qualquer cenário.

É disso que se trata: hoje nos vemos com poucas condições de fazer planos. E eles dão um baita sentido à vida: sonhar e correr atrás. Portanto, meu propósito aqui é inspirar você a pensar o futuro de nossos negócios pela perspectiva do que já conhecemos.

Se o que mais vemos são as incertezas, que tal refletir sobre o que funciona sempre em qualquer situação ou cenário? Em toda a evolução humana, a experiência ajuda a encurtar caminhos e levar adiante.

Conte com o que sempre dá certo

1. Ouça, entenda e atenda: uma premissa básica para qualquer negócio. O Covid não mudou isso e essa atitude deve permanecer como princípio. E não vou ignorar que a pandemia tenha precipitado movimentos e destroçado modelos que funcionavam bem. Sim, fez tudo isso e, ainda assim, você deve continuar a fazer o mesmo de antes: ouvir seu cliente. E, se for preciso, recomeçar. Pode ter certeza de que não será do zero, você já tem sua experiência.

2. Mostre que você se identifica com os valores do seu consumidor: pensamos que só agora vivemos no terreno da moral das virtudes, mas não, é o velho conhecimento da população que ninguém consegue sistematizar e passa a organizar as decisões na vida real. As diferentes narrativas confundem, se misturam ou se contrapõem. Mas, no final, não é nada original: é a velha conhecida covardia ou a coragem, o egoísmo ou a solidariedade, a ignorância ou do conhecimento, a incompetência ou da competência. Um clássico.

3. Mantenha a conexão com seu público:  consumir e admirar marcas é parte da vida das pessoas. Se, por um lado, as necessidades passaram a ser momentaneamente diferentes e o consumo por algum tempo pareceu ruir, as marcas que vem se mostrando empáticas, solidárias e ativas no momento de isolamento vem ganhando a simpatia do consumidor com uma forte intenção de compra.

4. Valorize o customer experience: ele continua sendo sustentado pelo tripé humanização, inovação e agilidade. Se você sempre investiu nisso, talvez esteja mais esperançoso do que a maioria.

5. Continue criando: buscar novas formas e caminhos de consumo devem ser rotinas do marketing.

6. Não desista de seu cliente: a dificuldade em fidelizar já é retórica antiga no marketing. Na escassez, o consumidor fica menos tolerante a erros e tem uma maior disposição para mudar o consumo de uma marca para outra. E isso ocorre sempre que há forte concorrência, durante crises financeiras ou até mesmo por uma pandemia que pegou todo mundo de surpresa.

7. Continue no caminho de ser um líder agile:  uma característica de liderança comum em mercados mais dinâmicos já era ensaiada também nos mais tradicionais, que é a capacidade de se adaptar muito mais rapidamente (não fazer as coisas rapidamente sem pensar). Quem ainda não tinha evoluído, teve um empurrãozinho. Era chegar ou parar.

8. Desperte emoções no universo digital: para conquistar a atenção do seu público e se conectar a ele, lembre-se de que do outro lado existe uma pessoa. A revolução digital ganhou total protagonismo na pandemia, mas só porque ela já era real e estava pronta para incluir tantos usuários como agora.

9. Mantenha sua inspiração no foco: os melhores líderes e empreendedores têm um perfil mais ousado e otimista do que a média porque enxergam oportunidades onde outros não vêem. Quando tudo está bem, é fácil se arriscar, já quando há barreiras no caminho, só quem enxerga longe pode fazer a diferença.

10.  Confie na sua jornada: se você tem feito sucesso com seu público é porque o entende e está consciente dos erros e acertos para lidar com ele. Então é melhor continuar entendendo o que seu cliente espera de você (mesmo em tempo de crise) em vez de cair em opiniões voláteis e sem sentido, aquelas que refletem a própria bolha dos analistas da crise. Lembre-se que uma boa análise é feita quando são considerados um longo período de tempo e um número de pessoas com valores e comportamentos diversos.

Para quem atua em mercados profundamente afetados, tudo isso pode parecer sem sentido, afinal portas fechadas por longo tempo com fluxo de caixa curto engessam muito uma boa ação de recuperação.

E, nesse caso, quero relembrar um ponto da Jornada do Herói, estrutura baseada no livro O Herói das Mil Faces, escrito por Joseph Campbell. É quando o herói, depois de passar por provações enormes, vencer e perder diversas batalhas, e ter conquistado recompensas, ainda vive a definitiva luta de sua vida.

O momento em que o inimigo ressurge inesperadamente e passa a ser um perigo não só pra ele, mas para todos a sua volta: família, comunidade, seu mundo comum. Se ele perder, todos sofrem. Esse momento é chamado Ressureição. Nessa última batalha, vencendo ou não o inimigo, ele renasce para uma nova vida ao superar a si mesmo e transformar a vida de todos para melhor, se consolidando, desta forma, como um verdadeiro herói.

Não deixe que a experiência com a pandemia molde o seu futuro. Ela é trágica e injusta, mas um cenário de grandes desafios como tantos outros que nossos antepassados conheceram. A jornada que te trouxe até aqui é que vai te levar adiante. De novo. Lembre-se disso.

Leia também: Omnichannel: não mais só físico, mas longe de ser exclusivamente digital

Rosana Ameixieira é CCO da Zero11, agência que fundou com seu sócio em 1991. Já criou e planejou para mais de 100 marcas do universo de educação, saúde, beleza, alimentos, franquia, pet, entre outros.

Feitos um para o outro: como escolher a agência de publicidade

agência de publicidade

Saber escolher a agência de publicidade que vai cuidar da comunicação da sua empresa é sagrado para o sucesso dos seus negócios.

Fazendo uma analogia, representa o mesmo cuidado que se deve ter ao escolher a escola dos filhos. Todo mundo quer a melhor e, no momento da seleção, percebe que há vários propósitos, metodologias e estruturas. Você acaba até questionando o que estava procurando antes.

Será que é melhor um colégio grande ou um que foque no aluno? Um que tenha por princípio a performance ou a que busca desenvolver o potencial máximo do estudante?

No mundo corporativo, não é muito diferente. Sua marca é o seu filho, que precisa de ajuda para crescer e se destacar.

Existem centenas de agências, dos mais variados tamanhos e segmentos, capazes de atender muito bem a sua marca.

Confira estas dicas para não errar na hora de escolher a sua:

1. O que realmente você precisa?

Em primeiro lugar, é preciso identificar qual ferramenta de comunicação pode ajudar melhor com seu problema e então você procurar uma agência com bons cases nisso.

Campanha na mídia? Marketing digital? Branding? Eventos? Campanha promocional? Um planejamento estratégico? Ou não tem certeza de qual ferramenta usar?

As agências que oferecem serviços multiplataforma podem começar exatamente desse ponto para atender seu problema.

2. Pesquise a agência a fundo.

Antes de contratar, é preciso fazer uma imersão nas informações da agência: conhecer seu histórico, sua expertise, clientes, cases de sucesso e acompanhar o que tem feito atualmente.

É bom também saber se ela possui especialistas em cada departamento, já que a comunicação é ultraespecializada e se não for feita por profissionais experientes sua campanha tem grandes chances de não dar certo.

Você precisa saber quem na agência vai cuidar da sua conta no dia a dia. Ter um time incrível, mas sem acesso a quem decide para sua empresa, não adianta nada.

O site é a porta de entrada, mas a conversa pessoal, insubstituível. Faça uma visita.

3. Quem você quer ser dentro da agência?

Tão importante quanto você vai investir na agência é quem da agência e quanto tempo ela vai investir na sua marca.

Analise a carteira de clientes. Se a agência tem uma carteira composta de anunciantes que fazem grandes investimentos e sua verba é sazonal ou específica para um campanha, não espere que terá a atenção do CEO, CCO ou diretor da conta do mesmo jeito. Muitas vezes, não será nem dos profissionais seniors. Por outro lado, precisa ter certeza de que a agência enxuta possa dar conta do recado.

Tem especialistas suficientes? Experiência? Está comprometida com seu resultado? O que já foi realizado pala agência? Perguntas que ajudam você a formular a resposta.

Parece óbvio, mas a prática demonstra muito anunciante escolhendo sua agência sem critérios racionais.

4. Seja prático.

Algumas marcas dividem sua conta entre várias agências ao mesmo tempo, cada uma especialista em uma ferramenta. Pode ser uma excelente opção se você faz investimento e, portanto, a capacidade de produção que precisa é muito grande. Dessa forma, terá uma entrega especializada.

Mas, se esse não for o seu caso e não quer ficar repetindo o mesmo briefing e participar de todos os processos com cada uma das empresas, você pode escolher uma agência multiplataforma.

No entanto, uma agência multiplataforma não é aquela que já te atendia super bem numa determinada ferramenta e começa a se aventurar em novas águas. É aquela que já tem casos de sucesso para contar em várias áreas de atuação.

5. O valor das ideias.

Performance e estrutura são importantes, mas nada é mais transformador do que as ideias.

Preste atenção no portfólio da agência. Verifique se as peças da campanha têm uma preocupação conceitual e estética. Ter capacidade estratégica, mas pecar na mensagem e design, é ficar no meio do caminho.

A ideia ainda é o grande diferencial que faz uma marca se destacar em relação a outra.

Difícil escolher a agência certa, né? Avaliar com critérios mais racionais vai valer a pena e trazer ótimos resultados para a sua marca. E, por falar nisso, você conhece bem a Zero11? São mais de 25 anos de entrega para os seus clientes e em várias ferramentas de comunicação. Saiba mais.

Trabalhar ou não com Digital Influencers? Eis a questão.

Influencers

Há anos, o uso de celebridades é uma das mais básicas estratégias das campanhas publicitárias. Nada mais óbvio que isso ocorresse também no meio digital.

No entanto, o que espantou muita gente foi o fato de que pessoas comuns, algumas sem talento especial, passaram a ditar regras para milhões de pessoas, simplesmente porque seu público se identificava com o que diziam.

O marketing de influência tem amadurecido.

Antes o sucesso do influenciador já era suficiente para chamar a atenção das marcas. Hoje a avaliação é estratégica e considera outros valores além dos grandes números, como reputação e integridade.

Isso não significa adotar automaticamente influencers com discursos padronizados de ativismo, como aqueles que constroem situações para divulgar um comportamento ilibado e forjar sua imagem.

Se for artificialmente construído (quase sempre é) poderá ser desmascarado mais tarde pela incoerência da sua postura.
Quando o influencer perde sua autenticidade também perderá o motivo de ter chegado onde chegou.

Como valores, é preciso levar em conta a própria postura profissional, como a veracidade dos números de seguidores e a forma de encarar o trabalho.

E o ponto de partida é sempre a identificação com o conteúdo do influenciador e a marca.

Há diversidade de perfis de influenciadores, não fique somente no ranking

Há aqueles óbvios que atingiram um papel de verdadeiras celebridades e diversos outros com voz de autoridades em diferentes áreas, tais como beleza, saúde, pet, gastronomia, moda.

É preciso lembrar que o universo digital também deu voz a profissionais que antes atuavam em nichos, como filósofos, professores e palestrantes com público bastante fiel.

Microinfluenciadores também passaram a ter voz nesse mercado e a fazer parte dos planos das campanhas.

Afinal, nem sempre é necessário investir num influenciador com um número de mais de 7 dígitos de seguidores para conseguir uma boa performance.

Vozes que gerem melhor identificação com liberdade criativa em ação espontânea conseguem mais engajamento do seu público-alvo.

Para ter sucesso no marketing de influência, entenda o que é relevante para seu público e adote influenciadores que estejam envolvidos numa comunicação recíproca com os fãs. Isso fará que o endosso da marca seja coletivo.

Antecipe-se aos desejos de seu cliente.

inbound

Como o Inbound Marketing pode ajudar você a expandir seus negócios.

Muitas empresas que querem crescer – tanto em vendas quanto em lucratividade – passaram a usar um poderosa estratégia de Marketing Digital: o Inbound Marketing.

Além de tornar a empresa competitiva, aumentando a presença no mercado, o Inbound permite criar uma bagagem valiosa sobre o comportamento dos clientes e, com isso, a empresa também economiza recursos financeiros e tempo da equipe de vendas.

Como funciona o Inbound

No planejamento, as tendências de comportamento são levantadas para conhecer a jornada de compra, desenvolver as personas e a régua de conteúdo.

Ou seja, você descobre o que seu público-alvo gosta e faz e oferece o que ele quer e precisa.

Muitas vezes, o cliente nem sabe que tem um problema e descobre com o conteúdo que é disponibilizado pelo Inbound. É aquela fase que chamamos de topo de funil.

Ela é muito importante, porque além de sua marca estar se antecipando aos concorrentes, o que ajuda a tornar você referência do público, faz a educação necessária para facilitar a conclusão do negócio posteriormente.

Como saber qual o momento correto?

Com a criação de canais de aquisição e de iscas sedutoras, os potenciais clientes são estimulados a oferecer uma contrapartida para continuar recebendo informações.

É aí que começa a jornada do Inbound Marketing, que se desenrola em fases: conteúdo de atração, de relacionamento e de solução.

As seis táticas para conquistar leads são:

– Criação de personas;

– Conteúdos incríveis desenvolvidos com técnicas de SEO;

– Táticas de Outbound (mídia digital Pay Per Click) para acelerar o ROI;

– Redes Sociais (boost e orgânicos);

– Landing Pages para hospedar materiais ricos e colher dados;

– E-mail Marketing (para relacionamento e ampliar BI);

Pelo próprio caminho do consumo de conteúdo, é possível entender os interesses e a fase das personas.

O conteúdo de fundo – sobre como resolver – estabelecerá o momento certo para fazer a abordagem mais direta.

O relacionamento depende, principalmente, da qualidade do conteúdo, do design, a roupa que veste os materiais ricos (deixe com profissionais) e da boa estratégia da régua com automação dos e-mails marketing.

O Inbound é muito utilizado em B2B, porque além de focar no alvo certo, considera as etapas da jornada de compra: primeiro quando o cliente ainda está num momento de reconhecer que existe um problema, depois que ele provavelmente tem esse problema evoluindo para as possíveis soluções.

A venda torna-se mais efetiva porque passa a considerar essa educação prévia antes de ter contato com vendas, além de se utilizar das informações do BI para potencializar o fechamento do negócio.

Ou seja, é aumento de performance e economia de tempo e recursos.

Algumas plataformas de Inbound Marketing permitem integração com as de CRM utilizadas pela equipe de vendas, o que melhora ainda mais a potencialização dos resultados.

Para conhecer alguns cases de Inbound Marketing, clique aqui.

Estar presente ou ser relevante nas mídias sociais

mídias sociais

Nos últimos anos, milhões de empresas aderiram às redes e marcaram presença.

Algumas se mantém presentes. Outras, conseguiram se tornar relevantes.

Estas entendem o retorno que o investimento em mídias sociais trouxe ao seu negócio na divulgação da marca, no engajamento da audiência, no aumento do tráfego do blog/site, na ampliação das vendas e no aumento do número de clientes.

Se sua empresa ainda não faz parte desse grupo, seu concorrente deve estar muito feliz com isso.

As mídias sociais são uma ferramenta poderosa, que além de ampliar o awareness da marca, permitem educar de forma frequente e ajudar na venda do produto.

E o melhor, elas são mensuráveis, geram aprendizado e não requerem investimentos milionários.

Mas se engana quem só enxerga a parte intuitiva das mídias sociais. Há muita tecnologia e estratégia por trás e um trabalho bem feito requer uma equipe especializada para fazer funcionar.

A falsa impressão de que administrar uma conta corporativa é tão fácil quanto uma conta pessoal tem decepcionado muita gente.

Há outros mitos que também podem por tudo a perder.

Precisamos falar mais sobre eles:

1.”O marketing em redes sociais é grátis”:

A primeira grande verdade: se o trabalho nas mídias sociais for mal feito, o preço que se paga é enorme.

Para um trabalho ser de nível profissional com resultados compatíveis, é preciso investir em desenvolvimento:

– Um bom planner que defina os KPIs, as personas e as estratégias, além de apontar as tendências e formas de abordagem.

– Uma equipe criativa de arte e texto, porque conteúdo original faz uma enorme diferença e, sem boas ideias, nada sai do lugar.

– Uma equipe de mídia/ BI para impulsionar estrategicamente os posts e analisar os indicadores chave de performance com as métricas essenciais para o negócio.

Além da equipe, tem também as plataformas de gestão que possibilitam acompanhar todas as menções e a geração de relatórios para o aprimoramento da estratégia.

E, claro, sem investir no impulsionamento dos posts, o resultado é ínfimo e não compensa o investimento mensal em desenvolvimento.

2.”A gestão é intuitiva”:

O fato de haver perfis pessoais que conseguem administrar suas próprias páginas não significa que façam isso com estratégia e atinjam seu potencial.

É preciso conhecimento de marketing digital e talento em comunicação, da criação de toda a curadoria à análise e atendimento pelo SAC. Saber lidar com crises também não é para qualquer um.

3.”Mais fãs é melhor”:

As plataformas deixaram de ser apenas uma página de relacionamento da marca já que o post orgânico não tem muita cobertura.

Com os investimentos, focados nas personas e seu comportamento, as redes sociais estão se consolidando como plataformas de mídia.

Isso significa que, ao anunciar, você pode atingir um número infinitamente superior aos fãs de sua página.

No entanto, há uma vantagem de se ter um número significativo de fãs: ao anunciar, o número do resultado orgânico cresce imensamente.

4.”Estar nas mídias sociais corre-se o risco de ter muitas reclamações”:

Não estar também corre. E o pior, você nem vai saber disso, perdendo a oportunidade de contornar o problema.

5.”Meu negócio é B2B, o meu público não está nas redes.”:

As pessoas não deixam de ser profissionais ao navegar pelas redes. 8 em 10 dizem que usam seu feed para encontrar conteúdo interessante com fins profissionais.

6.”Quanto mais posts, melhor é o resultado”:

Quantidade não é sinônimo de resultado. Você precisa se conectar com seu público, o que só ocorre com estratégias organizadas e estruturadas para gerar resultado.

Entender bem a jornada do cliente é a melhor maneira de planejar a frequência adequada com distribuição correta do conteúdo.

As redes podem ser pensadas como mídia de campanhas, com tempo determinado e foco nas personas e KPIs específicos. Ou para o tradicional relacionamento, com postagens mais regulares.

Tudo depende do seu objetivo e estratégia.

7.“São só posts em redes sociais”:

Não, não são. É uma poderosa forma de comunicação.

Quer conhecer mais sobre o trabalho da Zero11? Conheça um pouco de nosso trabalho digital aqui.

Brand Content, Content Marketing e Branded Entertainment

Brand Content

Tendência ou moda? Nenhuma das duas. Mas falar do assunto é obrigatório.

Não é nada novo fazer uso de conteúdo para vender uma ideia ou produto e ainda mudar o comportamento do público. Isso sempre existiu.

O que a internet fez foi ampliar sua importância, dando um salto na demanda por conteúdo.

Deixamos de ser passivos ao buscar as informações que queremos. Mas, com estratégias de alto nível, nos deixamos envolver pelos temas de nosso interesse.

Quando você menos percebe está lendo ou vendo algo que não previa inicialmente. Um assunto leva a outro por um caminho cuidadosamente planejado.

Mas o conteúdo não existe só no mundo digital. Muitas vezes, assuntos que bombam nas mídias sociais vem de grandes canais de massa.

A própria propaganda pode estimular o aprofundamento do assunto em outras plataformas. Você pode ler mais sobre esse assunto aqui:

O conteúdo desenvolvido com o propósito de valorizar a imagem de uma empresa ou marca, influenciar a opinião de prováveis consumidores pode ter vários formatos.

Brand Content, Content Marketing e Branded Entertainment. O que você precisa saber.

É importante saber que existe uma diferença nos objetivos e na forma de abordagem de conteúdos.

Entenda:

O Brand Content tem como ponto de partida o conteúdo que trabalha o posicionamento da marca para conquistar o consumidor.

Content Marketing requer o conhecimento sofisticado das personas para a produção de conteúdo relevante em diversos formatos e na periodicidade adequada.

Branded Entertainment usa a linguagem do entretenimento para criar e manter uma conexão emocional entre o público e a marca.

Um ponto muito importante para se desmistificar é que não basta ter um site com blog e alguns posts nas mídias sociais para que se diga que faz conteúdo.

Ele precisa chegar no público certo e conectá-lo com sua mensagem e marca, o que só ocorre com estratégias organizadas e estruturadas voltadas a resultado.

Como por exemplo, planejamento (baseado em comportamento das personas, ferramentas e decisões dos KPIs), execução (sem uma boa ideia na frequência adequada e com distribuição correta do conteúdo, nada sai do lugar) e mensuração (os KPIs – indicadores chave de performance, com as métricas que são essenciais para seu negócio).

As possibilidades de produção de conteúdo são imensas: shows, vídeos, artigos, infográficos, ebooks, posts, pesquisas, white papers, guias, webinars, quizzes, competições, virais, games, fóruns, depoimento celebridades, enfim.

Se você quer educar, ter reconhecimento, inspirar a decisão ou convencer, precisa saber o que inspira seu público.

Health care e marketing digital: tudo a ver

Health care

A cada 20 buscas no Google, uma delas é sobre algum tema relacionado a saúde.

São pessoas querendo ler a bula do remédio indicado pelo seu médico, buscando relacionar alguns sintomas de doenças ao que está sentindo, adotando um comportamento mais saudável, procurando endereços de farmácias e hospitais, ter informações sobre médicos, preços de remédios ou saber mais sobre tratamentos.

Mensalmente, representa mais de 700 milhões de buscas por termos de saúde.

No Youtube, a mais popular plataforma de vídeos, são quase 100 milhões de buscas por termos de saúde.

É uma das categorias que as pessoas gastam mais do seu tempo no celular, transformando o amado aparelhinho num guia pessoal de saúde e bem-estar.

O brand content no health care

Conteúdo sempre esteve no centro da comunicação healthcare e o mundo do marketing digital ampliou substancialmente esse potencial.

Isso significa que, se você não está no universo digital, seus concorrentes estão.

Muitas campanhas educativas começam pela mídia de massa, atraindo a atenção de milhões de pessoas para as novidades e inovações de mercado.

Se sua marca só faz um trabalho de presença, mas não de relevância de conteúdo e relacionamento, você só está na internet, mas seu concorrente pode, nesse momento, estar conquistando o coração de seu público.

Ajudam o público a saber que tem um problema, muitas vezes desconhecido, e estimulam a busca de tratamento médico.

Constroem ou divulgam a boa reputação de hospitais, laboratórios, planos de saúde e diferenciais de medicamentos MIPs (isentos de prescrição).

Você pode ler um artigo que escrevi a respeito da comunicação multiplataforma aqui.

E a propaganda digital, além de estar lá nesse momento de descoberta, ajuda a acelerar a jornada de compra.

Por meio de conteúdo e relacionamento focado no interesse de cada lead, poderá estar presente também no momento decisivo.

A capacidade de segmentação é extraordinária e a curva de aprendizado sobre o comportamento do público não para de crescer.

Acredite: a internet não é somente para leigos, muito pelo contrário.

Você pode não saber, mas seu concorrente pode estar conversando fortemente com os profissionais de saúde pela internet, um meio de alto potencial de segmentação, com soluções sob medida.

O marketing digital chegou à comunicação médica e não foi hoje.

Pesquisas do Google mostram que:

– 100% dos médicos já aderiram, usando a internet para se informar sobre boletins médicos (56%), informações sobre produtos (56%), sites de apoio ao paciente (32%) e treinamento e inovações (31%).

– 84% dos médicos já se comunicam com seus pacientes via celular. Acostumaram-se que pelo menos 3/4 de seus pacientes solicitam mudanças de medicação após pesquisa online. Mais um motivo para eles estarem bem atentos a internet.

Expertise em health care marketing

Quem é do mercado sabe que comunicar sobre cuidados com a saúde precisa de expertise.

Além de ser um segmento fortemente regulamentado, a relevância se dá pela autoridade e qualidade da informação.

O amadorismo leva a dois caminhos opostos: um da zona de conforto, com mensagens sem diferencial e, portanto, de consequente performance baixa.

E outro, com punições dos órgãos reguladores e do próprio público, seja consumidor ou influenciador.

Saber a medida certa é fundamental para o sucesso da campanha.

Rosana Ameixieira é CCO da Zero11, agência que fundou com seu sócio em 1991. Já criou e planejou para mais de 100 marcas do universo de educação, saúde, beleza, alimentos, franquia, pet, entre outros.

Por que investir na comunicação multiplataforma

multiplataforma

Comunicar com seu cliente potencial onde ele está é o motivo óbvio para planejar uma comunicação multiplataforma. Mas então por onde anda o consumidor?

A frase “não sei se funciona, por que eu não faço assim” é uma velha conhecida dos publicitários e ainda persiste, ganhando novos mitos, com o boom do marketing digital.

Quem só assiste série no Netflix diz que a TV morreu.

Quem só lê jornal impresso diz que o meio digital ainda tem muito chão pra fortalecer.

E o crescimento do livro impresso, nos últimos anos, tá aí pra confundir quem apostava só no e-book.

Aquele que vive nas redes sociais se surpreende quando esbarra com pessoas com jeito de pensar e agir diferentes do seu grupo. É a tal da bolha.

A verdade é que quem passa o dia olhando para o próprio umbigo não olha para o horizonte.

Mude sua perspectiva e entenda o comportamento do seu alvo.

Nem todo mundo é jovem ou de meia idade, nem todo mundo vive em uma família tradicional ou alternativa, nem todo mundo vai votar no fulano ou no sicrano, nem todo mundo compra só em loja física ou só pelo e-commerce.

Por isso o conceito de público-alvo é ainda mais relevante para o planejamento da comunicação. E esse é o primeiro motivo para considerar fazer a comunicação multiplataforma e não apenas focar num meio que atinja o consumidor porque você acredita mais nele.

Sim, o mundo de hoje não é o mesmo de 20 anos atrás.

E daqui a 20 anos também não vai ser o mesmo. Saímos do monólogo da comunicação para o diálogo. A viralização, o velho boca a boca, tem hoje a velocidade da luz.

O papel do meio digital ganhou relevância: permite um relacionamento com o público por um tempo maior, tanto pela linguagem quanto pelo custo.

Mas tem um teto em termos de alcance, podendo minimizar o potencial dos resultados. É incomparável o alcance e impacto que muitos meios de massa podem gerar.

Em termos básicos, o que é preciso pesar na balança, além do público, para a escolha dos meios?

– Precisa de muita cobertura ou sustentação da mensagem?

– O que muda mais pra sua marca: impacto ou frequência?

– Qual o momento da jornada de compra que seu alvo se encontra?

– Qual o problema principal que precisa resolver na sua comunicação?

Além disso, estudos mostram que mensagens publicadas em várias plataformas têm maior chance de serem assimiladas e memorizadas.
Um exemplo de formato que aumenta a eficiência da comunicação é o cross media e o transmedia.

Um outro ponto bastante importante é que nem sempre o consumidor sabe que tem um problema e, portanto, não enxerga o benefício do produto ou serviço como o melhor para ele.

Escrevemos sobre a jornada de compra do consumidor, nesse artigo aqui.

Se seu público estiver num momento inicial da jornada de compra e você tem necessidade de gerar demandas muitos grandes, é provável que o meio digital não dê conta para mudar comportamento num prazo curto, porque você precisa influenciar muito mais gente.

Para retorno rápido, a estratégia de mídia precisa de um investimento maior e, geralmente, nos meios de maior alcance. Isso vale também para conquistas agressivas de market share e share of mind.

Você também deve perguntar: em quanto tempo precisarei de retorno?

Já se pode estabelecer um retorno no longo prazo ou se o investimento é pequeno, há estratégias de alta performance no meio digital para você chegar lá.

A verdade sobre quem tem o poder de influência e compra hoje.

Se você avaliar qual é a geração no topo do consumo e das decisões aumentará mais um ponto para a comunicação multiplataforma.

Praticamente todas as gerações usam as plataformas digitais e as gerações mais jovens, que foram os grandes influenciadores até agora, deixaram de ter, portanto, seu papel de guia.

A geração de nativos, jovens de 13 a 25 anos, que transbordaram seus valores para a comunicação com estética, símbolos, e causas próprias, tiveram sua relevância superestimada pelo marketing até o momento, uma vez que ainda hoje, essa geração tem baixo potencial de consumo ou é ainda latente.

Afinal, qual é a geração mais influente hoje? Exatamente a geração mais multiplataforma de todas: a geração X.

Aqueles que nasceram no início dos anos 60 até meados de 80, são 1/4 dos brasileiros e respondem por mais da metade do consumo do país, segundo últimos dados do IBGE.

A Pesquisa Abril “O x da questão”, por exemplo, colocou luz nesta questão, revelando que é na verdade a geração que mais influencia e, principalmente, que paga a conta, além de ser também aquele que tem hoje os maiores empreendedores da atualidade.

Rapazes e meninas de 40 anos, levantem suas cabeças e se orgulhem de sua geração.

Você sabia que:

– O e-commerce é praticamente sustentado pela geração X?

– É uma geração altamente conectada, abraçando as novas plataformas, e, ao mesmo tempo, aprofundando seus conhecimentos pelos jornais, revistas e TV?

– 7 entre 10 das compras on line são realizadas por quem tem mais de 35 anos (com média de idade de 43 anos), segundo Relatório eBit Webshoppers?

– Nas plataformas tradicionais, pessoas da Geração X são os high users depois dos baby boomers?

– Também são os grandes líderes e empreendedores que revolucionaram nossos dias são exatamente dessa geração?

Expertise multiplataforma

O importante é ter certeza de que quem vai planejar e criar campanhas eficientes tenha experiência e energia criativa para dar o melhor suporte ao seu plano de marketing.

Só com boas ideias e conceitos vencedores é possível resolver problemas e abrir novas oportunidades para a marca.

Não basta apenas estar presente, é necessário marcar a diferença.

Rosana Ameixieira é CCO da Zero11, agência que fundou com seu sócio em 1991. Já criou e planejou para mais de 100 marcas do universo de educação, saúde, beleza, alimentos, franquia, pet, entre outros.

Argumentos imbatíveis para investir em Marketing Digital

Marketing Digital

Eu uso, ele usa, todos nós usamos. Só que na hora de aprovar um plano de mídia digital não é raro ouvir que isso não funciona. Pode acreditar! Ainda tem muita gente que pensa assim.

O meio digital é muito mais do que as famosas mídias sociais. É TV, rádio, jornal, mobiliário urbano. Uma infinidade de possibilidades de contato com o consumidor por meio de diversas plataformas de mídia mais precisas.

O marketing digital é uma estratégia que pode conciliar a visibilidade da marca a performance em vendas e ainda atuar em diferentes pontos da jornada do consumidor.

Vamos resumir os principais pontos do marketing digital:

A internet faz parte do dia a dia de todo mundo.

O celular vibra. Tem mensagens no WhatsApp e você não resiste a dar uma espiada.

Uma notificação aparece na tela e, quando você menos percebe, está lendo as manchetes do dia na plataforma digital de seu jornal preferido. E ainda nem levantou da cama.

Corre que já está atrasado. Espia a agenda e escolhe a roupa para reunião.

Ouve sua rádio de notícias no podcast enquanto se veste, mas hoje não. Anda meio desanimado com as más notícias e põe sua trilha preferida no Spotify.

Entra no carro, põe o endereço no Waze e espera de todo o coração um caminho mais livre de trânsito.

Escolhe uma entrevista interessante no Youtube e segue seu caminho pro trabalho.

Na empresa, checa seus e-mails e dá início ao seu dia. Faz pesquisas no Google, dá algumas espiadas no Facebook, posta uma foto da xícara de café no Instagram.

Ri das piadas postadas no grupo de amigos, não resiste e posta uma mensagem no twitter com a # que está entre os top trends.

Olha que não está nem na metade da manhã!

Você pode não ser assim tão heavy user, mas saiba que a internet já é íntima dos brasileiros. Somos 180 milhões de crianças à idosos, donas de casa e profissionais de todas as áreas, usando para trabalhar, estudar e se divertir.

O uso do meio digital vai aumentar.

Muito em breve você não irá abrir a geladeira sem usar a internet. Não vai dirigir, nem cozinhar, nem se vestir sem ela. Já ouviu falar da internet das coisas?

Quando acha que será a hora de você participar seriamente desse universo?

Porque se sua empresa não está presente, então praticamente ela não existe, é como se não tivesse endereço ou CNPJ.

Seu consumidor vai procurar por seus produtos ou serviços e só encontrará seu concorrente.

O mundo digital encurta o caminho entre sua marca e seu consumidor.

Para obter mais leads e interagir com consumidores de alto potencial de compra, o marketing digital é poderoso.

O alcance é seletivo porque a internet chega ao perfil certo de seu consumidor, disponibiliza o conteúdo que ele quer e cria um relacionamento mais próximo e frequente.

Tudo com um investimentos com menor índice de dispersão.

Acelera seus negócios na velocidade da luz.

Se estiver praticando estratégias de alto nível, o marketing digital coloca sua marca a anos-luz da concorrência.

Na internet, apesar dos custos serem mais acessíveis e ela ser bem democrática, só vencem os mais profissionais.

Se você entra numa batalha pra vencer, não deixe o brilho apagar.

Você está lá no momento da compra.

A internet oferece informações até quando seu escritório ou lojas estão fechados.

Trabalha o tempo todo pra você. São 24 horas anunciando, informando, dialogando e até vendendo.

Por isso, um bom trabalho define sua presença online, mantém ativo o relacionamento e otimiza seus investimentos.

O aprendizado é constante.

Como tudo é mensurável na internet, sua curva de aprendizado é ascendente.

As ações são direcionadas e os riscos ficam cada vez mais controláveis.

Saiba como seus leads chegam até sua marca, qual o comportamento perante o conteúdo, como eles reagem a mensagens e como buscam informações, além de saber quais são os maiores estímulos para a compra.

E, se tiver histórico, pode ainda perceber com antecedência possibilidades de mudança no negócio e ainda avaliar tendências.

Você sabe porque precisa investir na comunicação multiplataforma?

Rosana Ameixieira é CCO da Zero11, agência que fundou com seu sócio em 1991. Já criou e planejou para mais de 100 marcas do universo de educação, saúde, beleza, alimentos, franquia, pet, entre outros.