O Instagram como plataforma de vendas

O Instagram como plataforma de vendas

Mesmo que, no começo, a rede social fosse limitada a fotos quadradas, com o passar dos anos, o Instagram foi expandindo as possibilidades.

São novos tamanhos e formatos: vídeos, stories, lives. Com isso, muitos criadores de conteúdo e até mesmo lojas passaram a utilizar a plataforma como “vitrine” digital.

Depois da última atualização, parece que o próprio Instagram percebeu o potencial da plataforma para vendas e remodelou toda a interface do aplicativo, enfatizando sua faceta comercial. 

O novo layout da plataforma moveu toda a parte de postagens e notificações para a parte superior da tela, enquanto deixou a barra inferior com o foco nos Reels (a tentativa da plataforma em competir com o TikTok) e na aba de vendas.

Já há algum tempo, a plataforma vem investindo em se colocar como um canal de vendas, com anúncios de posts e stories, e a opção de colocar um “botão” de venda na própria imagem, “flutuando” acima do produto. 

Assim, o usuário pode simplesmente clicar no produto para ver o preço e ser redirecionado para a loja. O próprio feed do perfil pode se tornar um portfólio também.

O Instagram consolida-se cada vez mais como um “agregador”, onde sua loja pode vender, postar conteúdo, fazer anúncios, criar catálogos.

É muito provável que, cada vez mais, a plataforma se afaste da origem de ser somente um “álbum de fotos” e expanda cada vez mais seus horizontes.

Claro que, para vender no Instagram, não basta simplesmente postar fotos dos seus produtos e torcer pelo melhor. As estratégias e a criatividade devem ser o norte para o desenvolvimento de conteúdos e anúncios. Também saber montar uma boa inteligência de dados e avaliar as métricas possibilitam cada vez melhores planejamentos no futuro. E, claro, conhecer de mídia para anunciar faz toda a diferença no sucesso de suas vendas.

É, realmente, bastante coisa para você aprender e também precisa estar de olho nas mudanças e novidades.

Ainda bem que a Zero11 pode te ajudar com isso. É só entrar em contato com a gente e aproveitar toda a experiência de quem já está há quase 30 anos no mercado.

Clubhouse: 2021 continua apontando na direção dos áudios

Clubhouse: 2021 continua apontando na direção dos áudios

A não ser que você estivesse completamente desconectado da internet na última semana, é bem provável que já ficou sabendo da nova rede social que está dando o que falar no país, o Clubhouse. Uns elogiando, outros mais céticos e muitos pedindo convite. De um jeito ou de outro, você deve ter ouvido falar e é justamente esse o diferencial do app: ouvir.

A rede social da empresa Alpha Explorations foi lançada em abril de 2020 mas, nos últimos meses, viu um crescimento absurdo de popularidade e, claro, de usuários. E não é exagero usar “crescimento absurdo” para demonstrar a popularidade da plataforma.

Em dezembro de 2020, o Clubhouse era avaliado em aproximadamente 100 milhões de dólares e contava com 600 mil usuários. Agora, em fevereiro de 2021, a plataforma já ultrapassou 6 milhões de usuários registrados (mesmo o cadastro sendo feito só após o usuário ser convidado para entrar na plataforma) e o valor de mercado já ultrapassou 1 bilhão de dólares. Usar “crescimento absurdo” não é, de jeito nenhum, um exagero.

Mas como funciona o app?

O Clubhouse, atualmente exclusivo para o sistema operacional iOS, é uma plataforma de conversas por áudio onde os assuntos são separados por tema. Assim, uma pessoa pode criar uma sala para falar, sozinha ou com outros, sobre um determinado assunto e ir recebendo ouvintes para se juntarem e, até mesmo, participarem ativamente da conversa.

A rede social já se mostrou útil para conversar com amigos, fazer palestras ou, até mesmo, gravar podcasts (embora não seja uma função nativa da plataforma, que pretende que as conversas sejam interações com começo, meio e fim, na “contramão” dos stories ou outros conteúdos que têm uma janela de tempo para serem acessados).

Clique aqui para ler um pouco mais sobre podcasts e o crescimento do conteúdo em áudio em 2020.

E será que o Clubhouse veio para ficar?

É difícil dizer, honestamente, se a plataforma é realmente a próxima grande coisa, ou se tudo isso é apenas “fogo de palha”. O hype atual em cima do aplicativo é grande, muito por conta da exclusividade que a necessidade de convite e a limitação de sistema operacional trazem (embora a versão para Android já tenha sido anunciada, nenhuma previsão de lançamento foi dada).

Além disso, é claro, outras empresas já procuram criar seus “clones” e aproveitar a onda gerada pelo app, Mark Zuckerberg e o Facebook já estão trabalhando numa plataforma similar (a mesma estratégia que “puxou” os Stories do Snapchat e os Reels do TikTok) e o Twitter, que já até divulgou o nome para a sua “versão”, o Spaces.

Bom, é difícil saber realmente o quanto tempo vai durar essa onda, mas, uma certeza é que a Zero11 já está surfando nela, adicionando mais essa plataforma na nossa lista de inovações com o expertise que já soma quase 30 anos de entrega.

Não fique mudo na ligação, entre em contato com a gente e já comece a planejar suas estratégias para fazer a sua voz ser ouvida.

Frequência de Posts: quantas vezes por semana é o “correto”?

Frequência de Posts: quantas vezes por semana é o “correto”?

Por aqui, nós já falamos um pouquinho sobre o que são os algoritmos e como as redes sociais utilizam esses algoritmos para entregar o conteúdo aos usuários, mas será que você já parou pra pensar quando a frequência dos posts é importante pra fazer com que o conteúdo apareça pra mais gente, mesmo aquelas que não seguem sua página?

É sempre bom fazer com que seu conteúdo chegue ao seu público numa frequência “adequada” para aquilo que você entrega. Postar uma vez por mês? Uma vez por semana? Diariamente? Várias vezes ao dia? Tudo isso depende de qual rede social estamos falando.

Imagine entrar numa página que você acabou de conhecer, procurando por conteúdos que te interessam, e a última postagem foi feita há vários meses, ou então, ativar as notificações de uma outra página e acabar sendo bombardeado de vários e vários posts, um atrás do outro. Nenhuma das duas parece muito boa, não é mesmo?

Entenda a plataforma em que você está postando

Já vamos tirar essa dúvida do caminho: embora a periodicidade das postagens é parte do resultado, não existe uma periodicidade correta para todas as redes sociais, a frequência de postagens deve ser pensada de acordo com a estratégia definida. A escolha da plataforma também é fundamental e depende dos objetivos e do público-alvo.

O Facebook, segundo o estudo do HubPost, demonstra experiência de queda nos números de engajamento se várias postagens são feitas no mesmo dia e a frequência que funciona melhor para as diferentes páginas é de 3 posts por semana. Por outro lado, no Twitter, por exemplo, um tweet sozinho ao dia é rapidamente soterrado por vários outros, portanto, algumas páginas sugerem a postagem de 15 a 30 tweets por dia.

Algumas outras redes, como o YouTube, por exemplo, levam a frequência de postagem bastante a sério, dando prioridade de visualização para canais que postam pelo menos três vezes por semana, e até mesmo leva em conta a duração do vídeo em seu algoritmo.

Frequência x Alcance

É verdade que a produção de conteúdo, ainda que orgânica, cria um público cativo. No entanto, campanhas de awareness, de performance ou promocionais são mais eficientes se forem estruturadas a fim de alcançar um número grande de pessoas, indo além dos seguidores da página. Nesse caso, a frequência deixa de ser um atributo de sucesso e a mensagem mais a mídia ganha o foco. Em comunicação, há vários ingredientes, só que o segredo da receita de sucesso é carregar no sabor da própria marca.

Tudo isso pode parecer meio complicado a princípio, mas você não precisa aprender tudo isso sozinho. Pode contar com uma equipe que já está há quase 30 anos fazendo a mensagem chegar até o consumidor. Mande uma mensagem pra Zero11 e confira.