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Mundo Digital

Estar presente ou ser relevante nas mídias sociais

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Rosana Ameixieira CCO e Owner Zero11

Nos últimos anos, milhões de empresas aderiram às redes e marcaram presença.

Algumas se mantém presentes. Outras, conseguiram se tornar relevantes.

Estas entendem o retorno que o investimento em mídias sociais trouxe ao seu negócio na divulgação da marca, no engajamento da audiência, no aumento do tráfego do blog/site, na ampliação das vendas e no aumento do número de clientes.

Se sua empresa ainda não faz parte desse grupo, seu concorrente deve estar muito feliz com isso.

As mídias sociais são uma ferramenta poderosa, que além de ampliar o awareness da marca, permitem educar de forma frequente e ajudar na venda do produto.

E o melhor, elas são mensuráveis, geram aprendizado e não requerem investimentos milionários.

Mas se engana quem só enxerga a parte intuitiva das mídias sociais. Há muita tecnologia e estratégia por trás e um trabalho bem feito requer uma equipe especializada para fazer funcionar.

A falsa impressão de que administrar uma conta corporativa é tão fácil quanto uma conta pessoal tem decepcionado muita gente.

Há outros mitos que também podem por tudo a perder.

Precisamos falar mais sobre eles:

1.”O marketing em redes sociais é grátis”:

A primeira grande verdade: se o trabalho nas mídias sociais for mal feito, o preço que se paga é enorme.

Para um trabalho ser de nível profissional com resultados compatíveis, é preciso investir em desenvolvimento:

– Um bom planner que defina os KPIs, as personas e as estratégias, além de apontar as tendências e formas de abordagem.

– Uma equipe criativa de arte e texto, porque conteúdo original faz uma enorme diferença e, sem boas ideias, nada sai do lugar.

– Uma equipe de mídia/ BI para impulsionar estrategicamente os posts e analisar os indicadores chave de performance com as métricas essenciais para o negócio.

Além da equipe, tem também as plataformas de gestão que possibilitam acompanhar todas as menções e a geração de relatórios para o aprimoramento da estratégia.

E, claro, sem investir no impulsionamento dos posts, o resultado é ínfimo e não compensa o investimento mensal em desenvolvimento.

2.”A gestão é intuitiva”:

O fato de haver perfis pessoais que conseguem administrar suas próprias páginas não significa que façam isso com estratégia e atinjam seu potencial.

É preciso conhecimento de marketing digital e talento em comunicação, da criação de toda a curadoria à análise e atendimento pelo SAC. Saber lidar com crises também não é para qualquer um.

3.”Mais fãs é melhor”:

As plataformas deixaram de ser apenas uma página de relacionamento da marca já que o post orgânico não tem muita cobertura.

Com os investimentos, focados nas personas e seu comportamento, as redes sociais estão se consolidando como plataformas de mídia.

Isso significa que, ao anunciar, você pode atingir um número infinitamente superior aos fãs de sua página.

No entanto, há uma vantagem de se ter um número significativo de fãs: ao anunciar, o número do resultado orgânico cresce imensamente.

4.”Estar nas mídias sociais corre-se o risco de ter muitas reclamações”:

Não estar também corre. E o pior, você nem vai saber disso, perdendo a oportunidade de contornar o problema.

5.”Meu negócio é B2B, o meu público não está nas redes.”:

As pessoas não deixam de ser profissionais ao navegar pelas redes. 8 em 10 dizem que usam seu feed para encontrar conteúdo interessante com fins profissionais.

6.”Quanto mais posts, melhor é o resultado”:

Quantidade não é sinônimo de resultado. Você precisa se conectar com seu público, o que só ocorre com estratégias organizadas e estruturadas para gerar resultado.

Entender bem a jornada do cliente é a melhor maneira de planejar a frequência adequada com distribuição correta do conteúdo.

As redes podem ser pensadas como mídia de campanhas, com tempo determinado e foco nas personas e KPIs específicos. Ou para o tradicional relacionamento, com postagens mais regulares.

Tudo depende do seu objetivo e estratégia.

7.“São só posts em redes sociais”:

Não, não são. É uma poderosa forma de comunicação.

Quer conhecer mais sobre o trabalho da Zero11? Conheça um pouco de nosso trabalho digital aqui.

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