E-commerce vê crescimento durante a pandemia

E-commerce vê crescimento durante a pandemia

Nesses tempos de pandemia, quem tem a possibilidade de ficar em casa acaba passando bastante tempo na frente das telas. Computador, televisão, tablet, celular. É bem difícil escapar disso e, claro, muito difícil de escapar dos inúmeros anúncios que acabamos sendo bombardeados.

Mas como isso é bom? Pelo menos é isso que a nova pesquisa do Google aponta: 57% dos brasileiros fizeram mais compras digitais no período de isolamento social. Mesmo sendo um período extremamente delicado de alto índice de desemprego, o comércio não parece ter desacelerado.

Esses números apontam pra uma coisa muito clara: é a hora certa de investir em e-commerces. É preciso motivar o consumidor a se interessar pelo que você tem a oferecer, no momento, de forma digital.

Por conta do fechamento de pontos de venda físicos, a alta do e-commerce ficou clara, com volumes que chegam a superar até mesmo a Black Friday de 2019, tudo isso “fora” das datas comemorativas. Isso, é claro, nos apresenta bons indícios para os números que aparecem em 2021. As pessoas já se habituaram a usar o meio digital para fazer suas compras.

Por isso, se você ainda não deu passo, está mais do que na hora de investir na sua loja virtual

E vale a pena mudar minha operação para o digital?

Qualquer mudança “radical” deve ser feita (e pensada) com bastante atenção, mas é seguro dizer que uma presença digital em 2021 é extremamente necessária. 

Mas, é claro, que isso pode ser feito de forma gradual. Já falamos aqui um pouco sobre os marketplaces e as vantagens e desvantagens de se fazer uma operação digital através de grandes lojas da internet. Seja em marketplaces ou em e-commerces próprios, é fácil dizer que vender online, hoje, é uma necessidade para quem quiser se manter relevante.

Um exemplo relevante atualmente são as livrarias, que se veem cada vez mais fechando lojas físicas e migrando para o digital, enquanto gigantes como a Amazon (que também atua como Marketplace) acabam “abocanhando” essas fatias do mercado que ficaram “para trás”.

Como sempre falamos por aqui, de estratégias campeãs, a Zero11 entende. Há quase 30 anos, fazemos a mensagem chegar diretamente ao público-alvo valorizando o que tem a oferecer. Que tal contar com a gente pra tornar sua operação digital um sucesso? Conheça mais sobre o trabalho de gestão de performance de e-commerce realizado pela Zero11 e peça uma avaliação gratuita.

Instagram continua apostando em “lives” para 2021.

Lives no Instagram

Já falamos por aqui como as lives se tornaram a sensação de 2020 quando se fala de produção de conteúdo. Muito por conta da pandemia, artistas, celebridades e, até mesmo, pessoas “comuns”, como amigos e família, começaram a se aventurar em transmissões ao vivo.

Ao Vivo, agora

Agora parece que mesmo o Instagram, plataforma responsável por um grande número dessas transmissões durante a pandemia, notou o enorme potencial que a plataforma tem em engajar audiência e e colocou ainda mais funcionalidades para ajudar quem tem produzido conteúdos ao vivo.

Até agora, os vídeos ao vivo dividiam espaço com os Stories, na parte superior da tela, no aplicativo. Agora, as transmissões vão ter um espaço próprio na plataforma.

Na aba “Live Now”, todas as transmissões de perfis que você segue estarão em destaque enquanto estiverem acontecendo e, claro, outras sugestões também serão mostradas para quem se interessar.

“Biblioteca” de transmissões

Ao contrário do YouTube ou Twitch que permitiam que os vídeos ficassem salvos, antes, as transmissões feitas no Instagram eram deletadas. Pouco tempo depois, começaram a permitir que os usuários fizessem o download de seus vídeos e, então, como “alternativa”, subiam as transmissões na aba IGTV da plataforma.

Agora isso não será necessário, pelo menos não imediatamente após as transmissões. Uma nova aba de arquivo de lives foi implantada à plataforma e permite o armazenamento de visualização dos vídeos por até 30 dias após a transmissão original.

Mais tempo de transmissão

Por último (mas não menos importante) o tempo de transmissão mudou. Até agora um dos principais pontos baixos de se transmitir via Instagram era a duração máxima que a plataforma colocava nas transmissões: uma hora. 

Por conta desse limite, muitas pessoas acabavam tendo que dividir suas lives em “partes” e, por causa dessa pausa entre uma e outra, acabavam perdendo público entre as transmissões.

Agora, o Instagram permite transmissões ao vivo com duração de até 4 horas, assim como sua plataforma “mãe”, o Facebook.

O Instagram foi um dos primeiros aplicativos a permitir a transmissão de lives sem uma “central de comando”, como o YouTube e a Twitch faziam antes. Então, chamou a atenção por ser mais inclusivo e acessível. Claro que isso acabou ajudando ainda mais no “boom” das lives durante a quarentena.

E você já sabe que, não importa se vai fazer lives com pouca, muita, ou nenhuma produção. O importante é fazer com que sua mensagem chegue, da melhor maneira até o alvo. E contar com a experiência de quem já está há quase 30 anos no mercado pode fazer a diferença.  Conte com a Zero11 para dar um “up” na sua comunicação, seja ela no Instagram ou não.

Alcance orgânico: como aumentar a visibilidade do seu conteúdo

Alcance orgânico: como aumentar a visibilidade do seu conteúdo

Você já deve ter escutado sobre alcance de postagens nas redes sociais, as diretrizes que cada uma delas têm sobre como criar as postagens, o que pode ou não ser colocado, porcentagens de texto. Enfim, existem diversas coisas para se prestar atenção na comunicação que precisa ser feita e, é claro, o melhor é fazer com que tudo isso seja orgânico, não é mesmo?

Orgânico, como assim?

Vamos trazer isso para um contexto do dia a dia: você tem seu perfil numa rede social, o Instagram, por exemplo, você tem mais de 800 seguidores em seu perfil, mas seus stories têm por volta de 100 visualizações em cada e, geralmente, sempre das mesmas pessoas. Ou o contrário também, você segue várias contas, mas acaba vendo, normalmente, conteúdo das mesmas no seu feed.

Tudo isso acontece por conta do alcance das postagens, que pode acabar ficando mais alto ou mais baixo dependendo do algoritmo da rede (que já explicamos um pouco por aqui). Existe, é claro, a opção de aumentar o alcance das suas postagens através de conteúdo pago, mas também dá pra aumentar sua visibilidade sem depender disso.

Como aumentar meu alcance orgânico?

Existem algumas maneiras de melhorar o alcance dos seus posts sem depender do alcance pago, uma delas, claro, é o planejamento,  que fica bem mais fácil de ser feito quando analisamos as métricas que as próprias redes podem te apresentar. 

Quais são os melhores horários para posta? Qual é o dia da semana em que os usuários estão mais ativos? Qual conteúdo é mais acessado em sua página? É bem importante planejar seu conteúdo para ser lançado próximo aos picos de engajamento.

Como não poderia ficar de fora, o relacionamento com a sua audiência também é uma forma fácil e bastante importante de se manter com uma visibilidade maior. No Twitter, por exemplo, a cada retweet ou resposta, é uma nova chance de o seu post original aparecer novamente na timeline de um seguidor, ou mesmo de alguém que não te segue.

A última dica (desse texto, afinal, existem diversas técnicas que podem ser colocadas em prática para aumentar o alcance orgânico) não fica nem um pouco atrás das outras em questão de importância. Lógico, o seu conteúdo é a peça chave nisso tudo.

Criar conteúdo relevante para suas mídias é o principal jeito de ter seu conteúdo em destaque para seus seguidores. É importante focar no que está dando certo, mexer no que não está, procurar sempre mostrar coisas relevantes para o seu público. Com certeza, um conteúdo de qualidade e bem planejado vai acabar atingindo mais público.

Tá bem, eu sei que disse que a dica anterior era a última, mas, que tal uma dica extra? Quer saber uma dica valiosa em fazer sua mensagem chegar pra quem precisa dela? 

A dica é: contar com a Zero11. A gente sabe direitinho o que fazer pra não dar bobeira com seu público. Mande um e-mail, solicite um orçamento, e comece já a colocar tudo isso em prática, do lado de quem já está há quase 30 anos fazendo a comunicação acontecer.

Influenciadores digitais: quem é que conversa com seu público?

Influenciadores digitais: quem é que conversa com seu público?

Por volta de 2010, os chamados “influenciadores digitais” começaram a pipocar pela internet (mesmo que, à época, não fossem chamados assim). Felipe Neto, Cauê Moura, Felipe Castanhari, Kéfera, e tantos outros nomes, alguns ainda por aí, outros “nem tanto”.

Claro que, com o alcance que essas “pessoas comuns” ganharam graças às redes sociais, diversas marcas começaram a apostar em seu potencial e criaram campanhas com os novos “famosos da internet” (ao invés de antes, quando a maior parte dos famosos, que acabavam virando porta-vozes de marcas, vinham da televisão).

No entanto, nem sempre apostar em alguém vindo da internet deu certo, é preciso sempre ter alguns cuidados para não acabar caindo na lista de parcerias que não deram certo. Confere só algumas dicas: 

Números não são tudo

De vez em quando, pode parecer que um social influencer com milhões de seguidores seja a pessoa certa para levar sua mensagem, certo?

Mas nem sempre é assim, existem algumas outras coisas além dos números que podem indicar se um influencer é bom ou não para passar a sua mensagem

Um dos indicadores para isso é: o influenciador digital conversa com seu público? Afinal de contas, não adianta muito contratar alguém que fale sobre moda para divulgar um time de esportes, por exemplo.

Além disso, um outro fator é de extrema importância: o engajamento. Os números podem ser bastante enganosos, mesmo os maiores podem não ter exatamente uma taxa de engajamento muito grande.

Outro fator nessa jogada é, desde que ser “influencer” se tornou uma profissão, também começaram algumas “artimanhas” para encurtar esse caminho. Contas vendidas com milhares de seguidores não são muito difíceis de encontrar, vale a pena pesquisar o histórico dos perfis.

Encontre alguém que tenha os mesmos valores que os seus

É sempre importante realizar um background check no influenciador que você pretende contratar para a sua campanha. Será que o perfil está alinhado com aquilo que a sua tem como valores fundamentais? 

Ninguém quer firmar uma parceria com alguma personalidade e, meses depois, ver essa reputação sendo manchada por posts ou tweets condenáveis, afinal, a internet tem se mobilizado cada vez mais contra atitudes e comentários que vão contra os ideais de respeito e, no final das contas, é o correto a se fazer, não é mesmo?

Plataforma

Por último, mas não menos importante, é sempre bom planejar qual mídia vai veicular essa parceria. Podcast? Somente um product placement em um vídeo? Um vídeo inteiro dedicado à sua mensagem? Procure por um meio que vá impactar de verdade a sua audiência.

A Zero11 já realizou diversas ações com influenciadores digitais. Numa delas, com objetivo de lançar a nova embalagem de Hirudoid, a @duplacarioca participou com stories e vídeos no feed da no Instagram, Você pode conferir mais sobre essa ação com social Influencer.

Agora que você tem essas dicas, que tal fazer o mesmo e contar com a Zero11 para criar uma campanha com algum influencer que fale a lingua da sua audiência? Entre em contato e faça sua mensagem chegar até quem precisa ouvir por meio de alguém que a influencie.

O Instagram como plataforma de vendas

O Instagram como plataforma de vendas

Mesmo que, no começo, a rede social fosse limitada a fotos quadradas, com o passar dos anos, o Instagram foi expandindo as possibilidades.

São novos tamanhos e formatos: vídeos, stories, lives. Com isso, muitos criadores de conteúdo e até mesmo lojas passaram a utilizar a plataforma como “vitrine” digital.

Depois da última atualização, parece que o próprio Instagram percebeu o potencial da plataforma para vendas e remodelou toda a interface do aplicativo, enfatizando sua faceta comercial. 

O novo layout da plataforma moveu toda a parte de postagens e notificações para a parte superior da tela, enquanto deixou a barra inferior com o foco nos Reels (a tentativa da plataforma em competir com o TikTok) e na aba de vendas.

Já há algum tempo, a plataforma vem investindo em se colocar como um canal de vendas, com anúncios de posts e stories, e a opção de colocar um “botão” de venda na própria imagem, “flutuando” acima do produto. 

Assim, o usuário pode simplesmente clicar no produto para ver o preço e ser redirecionado para a loja. O próprio feed do perfil pode se tornar um portfólio também.

O Instagram consolida-se cada vez mais como um “agregador”, onde sua loja pode vender, postar conteúdo, fazer anúncios, criar catálogos.

É muito provável que, cada vez mais, a plataforma se afaste da origem de ser somente um “álbum de fotos” e expanda cada vez mais seus horizontes.

Claro que, para vender no Instagram, não basta simplesmente postar fotos dos seus produtos e torcer pelo melhor. As estratégias e a criatividade devem ser o norte para o desenvolvimento de conteúdos e anúncios. Também saber montar uma boa inteligência de dados e avaliar as métricas possibilitam cada vez melhores planejamentos no futuro. E, claro, conhecer de mídia para anunciar faz toda a diferença no sucesso de suas vendas.

É, realmente, bastante coisa para você aprender e também precisa estar de olho nas mudanças e novidades.

Ainda bem que a Zero11 pode te ajudar com isso. É só entrar em contato com a gente e aproveitar toda a experiência de quem já está há quase 30 anos no mercado.

Funil de Vendas: aprenda a não “entalar” seu cliente nele

Funil de Vendas: aprenda a não “entalar” seu cliente nele

Se você trabalha com marketing e vendas, principalmente através da internet, é bem provável que já tenha ouvido falar sobre o funil de vendas.

Mas será que sabe como fazer o cliente fluir por todas as “partes” até comprar o produto? 

Em vez de “entalar” seu cliente, que tal aprender mais sobre isso?

O funil de vendas, como o próprio nome sugere, é um modelo visual de todo o “caminho” que o cliente percorre.

Ele tem o formato de um funil com uma parte maior no topo, onde um número maior de pessoas se interessa pela mensagem e, lá embaixo, uma parte menor, onde efetivamente vira seu cliente.

O formato representa esse volume natural. Do início ao fim, nem todos completam a ação imediatamente. O consumidor passa por uma jornada de compra com um tempo próprio.

E quais são as “partes” desse funil?

Existem várias “versões” do funil, com mais ou menos etapas diferentes, mas todas elas têm em comum as principais divisões de topo (onde você atrai a atenção do possível consumidor), meio (onde você apresenta alguns critérios de decisão) e fundo (onde, finalmente, a pessoa se torna cliente).

O que está no topo do funil?

O topo do funil é responsável por atrair os visitantes com ações de marketing que façam o público tomar conhecimento de que ele tem um problema a ser resolvido, é onde ele faz uma descoberta.  

Matérias e artigos para blogs, vídeos, podcasts, posts para social media são alguns exemplos do que pode atrair as pessoas. 

Geralmente, aqui se fala pouco sobre a marca e mais sobre a necessidade do público. Mesmo que seja um conteúdo de marca, ela aparece como patrocinador, não como publicidade, onde se fala abertamente sobre os benefícios do produto.

O importante é ser relevante para que o público deseje receber novos conteúdos. O próximo passo é oferecer formatos mais sofisticados como e-books, testes, infográficos ou cupons de desconto e promoções para que seu público ofereça uma contrapartida social, que é o contato ou dados solicitados. Assim ele se torna um lead qualificado.

Certo, chegaram novas pessoas, e agora?

O meio do funil é onde a pessoa é impactada com critérios de escolha e consegue enxergar como oportunidade o fato de se tornar cliente/ consumidor do seu produto. 

Nesta fase, o que vale são os argumentos e comparações. Podem ser usados os mesmos formatos do topo de funil, mas o conteúdo é que se torna mais persuasivo. 

É isto, agora é só fechar o negócio, não é? 

O fundo do funil é onde as vendas realmente acontecem: a pessoa que, lá atrás, estava apenas aprendendo por que ela pode precisar de você e quais os critérios importantes para a escolha, agora ela vai entender o que você tem a oferecer de valioso. Aqui acontece a decisão de compra.

Então para que a venda ocorra, ele já deve ter compreendido que precisa da sua marca e até comparado com outros produtos. 

Algumas ações de marketing são de fundo de funil. Um exemplo são os buscadores, por isso, a conversão é mais rápida.

O fundo do funil não é o final do caminho. Na verdade, quando o consumidor chega aí, o seu trabalho é fazer com que ele fique em um “loop” do fundo ao meio para estimular a recompra e também torná-lo um advogado da sua marca. 

Conheça aqui alguns tipos de conteúdos que você pode desenvolver para fazer o funil fluir.

Crescimento das compras online na pandemia

Crescimento das compras online na pandemia

Que atire a primeira pedra quem não tiver feito alguma comprinha online em 2020, durante a pandemia. Acho difícil ter alguém. Roupas, livros, jogos, decoração, comida, até mesmo celulares e equipamento de microfone profissional.

Essas foram algumas das coisas que chegaram por aqui graças ao e-commerce durante o isolamento e, é claro, eu não fui o único que aproveitou as facilidades de comprar online.

Ficar dentro de casa, para aqueles que tiveram essa opção, trouxe a necessidade de fazer com que o mercado se adequasse ao que os consumidores precisassem.

E o que muita gente precisava era poder fazer compras online com entregas em sua casa. Por isso, o consumo online explodiu, principalmente com a entrada de consumidores que não tinham o costume de comprar via internet.

Uma onda sem sinais de cansaço

De acordo com uma pesquisa realizada pela Criteo, cerca de 56% dos consumidores entrevistados afirmaram que realizaram compras online pela primeira vez durante o isolamento. Um movimento que, em circunstâncias normais, provavelmente demoraria anos para atingir esse nível e acabou forçado a uma mudança radical.

Nós já falamos sobre a importância de se ter uma presença de vendas na internet, seja ela em um e-commerce próprio ou debaixo do guarda-chuva de uma empresa maior, mas vale reforçar essa dica, principalmente por causa do outro dado que essa pesquisa mostrou: desses 56%, 98% pretendem continuar comprando online, mesmo depois do “fim” da pandemia, ou quando esse fim chegar.

Tendência para 2021

Não dá mais para fugir. Se é que alguém ainda estava relutante em ter uma operação online, é claro. É preciso atualizar as estratégias e buscar uma solução para as vendas em tempos de isolamento.

2020 foi um ano complicado, mas que demonstrou que muitas interações podem ser simplificadas. A popularização ainda que tardia do QR Code (que, finalmente, emplacou depois de tantos anos como promessa) e a vinda do Pix para facilitar as transações são só alguns exemplos de mudanças de paradigma que mostram que, cada vez mais, nossas compras serão fechadas através das telas.

Claro que existem várias maneiras de se começar sua operação de vendas digital, o que não dá mais é para ficar sem ter uma. A competição é cada vez mais acirrada e, por isso, você precisa contar com quem tem quase 30 anos de experiência em mostrar sua marca para os clientes. 

A Zero11 tem o time certo para te ajudar a não só começar a vender pela internet, como também a anunciar sua marca e fazer com que ela seja reconhecida.

Entre em contato com a gente e veja as estratégias que podemos fazer juntos.

Você sabe o que é um Marketplace?

Você sabe o que é um Marketplace? Descubra aqui

Imagine um lugar, um único lugar, onde várias marcas e lojas existem, e você pode comprar quase qualquer coisa que você quiser: comida, roupas, eletrônicos, calçados, livros.

Se você pensou imediatamente em um shopping center, você não errou, essa descrição é perfeita. Mas, agora, imagine que tudo isso é digital, dentro do seu computador, 100% virtual.

Agora, sim, você pensou no que é um Marketplace.

Provavelmente você lembrou de algo como Mercado Livre, que é um dos marketplaces mais antigos e conhecidos do Brasil, mas diversas outras marcas já adotaram esse modelo. Amazon, Americanas, Magazine Luiza são apenas alguns dos nomes que já trabalham com essa forma de vendas.

Mas o que isso traz de bom?

Quais são as vantagens de se estar num Marketplace?

Algumas das principais vantagens do Marketplace, principalmente para quem ainda está começando, são: facilidade (afinal, é muito mais fácil vender um produto que já está debaixo do “guarda-chuva” de uma marca com mais reconhecimento) e, é claro, ter uma infraestrutura que já está pronta, ao invés de ter que montar toda uma operação do zero.

Além disso, é claro, seu produto acaba ganhando no curto prazo em SEO (por estar vinculado a um nome maior) e pode acabar aparecendo nos anúncios de quem está pesquisando por algo parecido.

Mas, é claro, não existem somente vantagens em se colocar dentro de um marketplace, dá só uma olhada:

E as desvantagens?

Como nem tudo são flores, uma loja dentro de um marketplace pode acabar sendo afetada de outras formas.

Uma delas é o reconhecimento. Geralmente, quando um produto é comprado num desses sites, quem comprou sempre acaba se referindo ao maior: “comprei na Amazon” não é uma frase difícil de ser ouvida, mesmo que, muitas vezes, o “vendido e entregue por” não seja lembrado.

Além disso, não podemos esquecer de que sempre há um custo para se operar dentro de um marketplace, seja esse custo fixo ou de acordo com as vendas, uma parte sempre vai para o “condomínio” da sua loja.

Além disso, você desconhece a jornada de compra de seu cliente e não tem o controle de todo o processo, o que poderia aumentar muito as suas vendas no  médio e longo prazo.

A concorrência dentro do market place também é fortíssima e, muitas vezes, as vendas caem com o tempo.

Mas, e então, é melhor estar dentro ou fora de um marketplace?

Tudo depende das suas necessidades, possibilidades de investimento e aonde quer chegar. Você pode escolher começar num marketplace e depois migrar para sua própria loja, ou não entrar em um marketplace, ou até mesmo em usar as duas opções ao mesmo tempo. 

A loja própria traz vantagens de retorno, mas requer investimentos em desenvolvimento e marketing de performance.

Se está pronto para crescer com sua loja virtual e quer saber como fazer isso, entre em contato com a Zero11. Nossa experiência vai te ajudar a começar do jeito certo e encurtar o caminho para se obter os melhores resultados. 

Algoritmo: o que é e por que é tão importante

Algoritmo: o que é e por que é tão importante

Algoritmo. A palavra pode parecer um bicho de sete cabeças, mas não temos pra onde fugir, faz parte do nosso dia a dia, de um jeito ou de outro. Anúncios no Facebook. “Dar certo” no Youtube, apesar do algoritmo. Ou, até mesmo, a recente polêmica envolvendo um “preconceito” do algoritmo do Twitter. Aparentemente, o algoritmo está presente em tudo na internet mas, afinal de contas, o que é esse tal de algoritmo e pra que ele serve?

Certo, de onde surgiram esses algoritmos?

Embora sejam muito utilizados hoje em dia, principalmente nas programações do mundo digital, os algoritmos surgiram na Babilônia e são, essencialmente, sequências, de instruções, operações, ações, para chegar em algum tipo de resultado. 

Ainda achou complicado? Certo, então vamos simplificar: o algoritmo é como se fosse uma tarefa, por exemplo, acender uma lâmpada de casa: você precisa se levantar, ir até o interruptor, acionar e, pronto, a lâmpada está acesa. Mas e se a lâmpada que está no teto estiver queimada? Você precisa pegar uma lâmpada nova, uma escada, subir na escada, substituir a lâmpada queimada pela nova, descer, descartar a queimada, apertar o interruptor e, ufa, aí sim, a lâmpada vai estar acesa.

Esse é justamente o trabalho do algoritmo, pegar os dados de entrada e fornecer um resultado mas, para isso, ele precisa ter uma base de dados com todos os caminhos possíveis pra te dar o resultado que você precisa (e é por isso que, às vezes, os programas que usamos acabam travando: por algum tipo de erro, a informação acaba não sendo reconhecida pelo banco de dados do algoritmo e o programa não sabe mais como se comportar).

E por que entender tudo isso é importante pra minha marca?

Como eu falei lá no começo, hoje em dia tudo é baseado em algoritmo. Já se perguntou por que, mesmo com vários amigos, inscritos e seguidores, nem todos veem suas postagens (não importa em qual rede social)? 

Isso acontece porque, mesmo que seu conteúdo seja de qualidade, bem produzido, necessário, importante, se o algoritmo “decidir” que não é relevante para um grupo de pessoas, é bem capaz de que essa parcela do seu público acabe nem sabendo que você publicou algum tipo de novo conteúdo. (Daí o famoso “sininho de notificações” presente em algumas redes sociais).

É pra isso que existem equipes de pessoas que te ajudam não só a produzir conteúdo de qualidade, como fazer com que esse conteúdo passe direito pelo algoritmo e chegue até o público-alvo. Quer um bom marketing digital? Então entra em contato com a Zero11 e aproveita o conhecimento de quem já está há quase 30 anos fazendo com que a mensagem chegue até quem precisa.

Afinal, por que meu e-commerce não vende?

Afinal, por que meu e-commerce não vende?

O que pode estar prejudicando as vendas na sua loja virtual.

O e-commerce é como qualquer outro negócio: precisa de um bom plano, estratégia e uma equipe talentosa para fazer a gestão. 

Mas percebemos que, no geral, as razões que explicam “por que meu e-commerce não vende” são facilmente solucionadas por especialistas. Olhar com cuidado pra alguns erros básicos pode mudar a trajetória da sua loja on line.

Vamos conhecer os cinco principais fatores que impedem seu e-commerce de vender.

1. Falta tráfego no seu e-commerce

E como conseguir isso?

Mesmo que você tenha desenvolvido um ótimo e-commerce e tenha produtos atraentes com bons preços, não vai vender se os clientes não chegarem até você. Essa é a primeira grande regra: é preciso atrair um grande número de visitantes para que uma parte deles se converta em cliente. No Brasil, a taxa de conversão média está entre 0,5 a 1% dos visitantes.

Para aumentar o número de pessoas que chegam até a sua loja, você precisa investir em marketing digital.

Para resultados de curto prazo, campanhas de performance com estratégias precisas fazem com que o cliente tenha consciência do seu produto e visite seu site. É possível no planejamento estimar o alcance da campanha, o tráfego no seu site e até a compra do produto, segundo taxas médias de mercado.

O SEO otimizado para cada produto também trará visita orgânica (não paga) para sua loja. Apesar do resultado ser de longo prazo, ele tem uma vida mais longa nas buscas.

Campanhas promocionais e campanhas de recuperação de cliente também são fundamentais para garantir o crescimento de vendas.

2. Você não conhece tudo que precisa do seu cliente

Para um grande varejista online ou e-commerce de marcas conhecidas, saber quem é seu cliente e como ele consome os meios digitais é um assunto primordial. Isso significa conhecer seus perfil demográfico, seus hábitos e comportamentos.

Para os pequenos e médios, torna-se o principal fator de sobrevivência, afinal o diferencial competitivo será a forma como a loja atende aos interesses de seu público. Vender tudo para todo mundo não é uma opção. A segmentação pode ajudar no diferencial competitivo diante das concorrentes.

Olhar para o que é oferecido em seu site ajuda a entender que tipo de pessoa pode se interessar pelos seus produtos. Crie a persona do seu consumidor para definir todas as estratégias de comunicação e marketing. Isso também ajudará você a melhorar seu mix de produtos e agregar serviços que possam criar seu diferencial competitivo.

No seu próprio e-commerce, você tem métricas importantes que ajudam a construir a base desse perfil. Conforme sua loja vai crescendo, você irá confirmar se a persona definida continua alinhada com a proposta do seu e-commerce ou poderá repensar várias estratégias.

Você também pode fazer uma pesquisa online para descobrir informações relevantes do seu público. Vale a pena incluir isso no seu planejamento.

Quanto melhor a qualificação do público que chega no site site, maiores as chances de aumentar a taxa de conversão.

3. Produtos sem informações completas

Sabia que bons títulos e boas descrições de produtos ajudam a alavancar a busca e a conversão? Mas é preciso uma boa redação que considere o ponto de vista do consumidor. Usar informações genéricas do fabricantes pode não estimular o desejo de comprar o produto. Quanto mais persuasivo o texto, maior a chance do cliente concluir a compra na sua loja.

As fotos também são fundamentais, porque dão aos consumidores maiores garantias de ser o produto que ele está procurando. Lembre-se que na internet há a impossibilidade do consumidor experimentar ou pegar o produto. Por isso, é tão importante ter fotos de boa qualidade em diversos ângulos.

A categorização além de organizar a loja ajuda o cliente a encontrar o produto caso ele tenha esquecido o nome ou quando quer comparar itens similares. Também é importante para atrair a atenção para a compra de outros produtos. A categorização deve ser facilmente compreendida pelo consumidor e facilitar a navegabilidade dentro do seu e-commerce. Caso tenha muitas opções de produto, vale a pena criar uma árvore de produtos, com subcategorias que dividam a quantidade de produtos em cada uma. Isso ocorre para facilitar a decisão. Variedade em excesso pode mais atrapalhar do que ajudar na conclusão da compra.

Se você acha que seu conteúdo não é tão profissional e pode estar atrapalhando suas vendas, esse é um passo importante a considerar.

4. Preços não competitivos

A precificação de produtos é muito importante em todo o varejo, mas no e-commerce ganha um valor adicional: a comparação instantânea entre os produtos.

Por isso, não funciona simplesmente repetir os preços aplicado nas suas lojas físicas. Os grandes varejos já sabem disso. O valor no e-commerce é menor porque é fácil comparar, há menos impostos e menor custo operacional, mas há um custo logístico de entrega.

Apesar de uma estratégia de menor preço ser tentadora, não pode ser feita sem antes avaliar vários fatores que garantam que você tenha lucro. O CAC (o custo de aquisição do cliente) é um exemplo. O preço do frete também é decisivo no fechamento da compra, um dos maiores motivos para abandono do carrinho. Você pode oferecer frete grátis a partir de um determinado volume de compras.

5. Loja que não passa credibilidade

Se sua marca ainda não é conhecida, uma aparência mais profissional é o primeiro passo para que sua loja tenha credibilidade perante seu público. Quando o consumidor entra na sua loja, ele questiona se deve ou não comprar lá, se o e-commerce é confiável ou não. E os consumidores online são bem mais impacientes, eles têm alguns segundos para tomar a decisão e, portanto, a primeira impressão vai ter um peso decisivo nesse início.

O que deve saber sobre a aparência do seu site:

  • Avalie se o layout da sua loja atende o perfil do seu público. Você pode comparar com alguns concorrentes ou até mesmo realizar uma breve pesquisa com seus clientes sobre o assunto.
  • Sua loja oferece um boa experiência de compra? O processo de compra é simples e prático? O cliente encontra as informações adequadas sobre os produtos? O cadastro é prático? Ele funciona bem tanto em computadores, quanto em celulares e tablets?

Se a resposta for não para a maioria das perguntas, investir na profissionalização do seu site, ter um bom layout com técnicas de UX, é indispensável.

Um outro ponto a considerar é o depoimento de clientes. Muitas pessoas terão mais confiança ao lerem depoimento de outras pessoas. Você pode fazer isso,  incluindo um espaço para comentários.

O pós-venda no e-commerce também é fundamental para ampliar sua credibilidade. Se a experiência do consumidor for boa, a chance é grande dele repetir a compra ou indica sua loja para sua rede de amigos. Pense em canais abertos com seu público, seja por telefone, chat, e-mail ou redes sociais.

Para implementar as sugestões acima, você pode aprender tudo sobre marketing digital, ter uma equipe completa de alto nível ou contratar uma agência especializada.

Leia também: Poderosas no varejo físico, muito atentas ao e-commerce