Marketing voltado para restaurante: como fazer?

Marketing voltado para restaurante: como fazer?

Você sabe como trabalhar o marketing voltado para restaurante? Se o seu negócio está precisando de novos clientes e de ganhar um fôlego financeiro, então precisa aprender como usar as ferramentas publicitárias a seu favor. Afinal, essa é a única maneira de conseguir novos clientes para o seu estabelecimento.

Atualmente, o marketing voltado para restaurante está mais importante do que nunca. Afinal, a pandemia do novo coronavírus mudou completamente o mercado e acabou com os hábitos antigos dos consumidores. Agora, é como se as empresas entrassem em uma nova fase do jogo, sem levar os clientes que tinham antigamente.

Dessa forma, o marketing para restaurante ganhou importância essencial, especialmente considerando o fato de que surgiram novas formas de vender produtos e serviços alimentícios. Quer saber como usá-lo da maneira correta? Então siga a leitura abaixo!

Entenda os principais conceitos do marketing voltado para restaurante

Para poder usar adequadamente o marketing para restaurantes, é essencial entender quais são os conceitos por trás desse tipo de recurso. Afinal, o segmento alimentício não é o mesmo que o setor de entretenimento ou de vestuário e, portanto, não deve fazer uma publicidade igual a das empresas desses segmentos.

No setor alimentício, existem dois principais fatores trabalhando para que um cliente decida comprar em um determinado restaurante. O primeiro é o desejo do consumidor, que deve ser despertado através de uma série de possibilidades.

Já o segundo é a acessibilidade ao restaurante. Ou seja: quando o cliente tem o seu desejo despertado e encontra os caminhos para satisfazê-lo, muito provavelmente ele irá comer no seu restaurante. Portanto, ao dominar esses conceitos, ficará mais fácil propor ações de marketing para o seu negócio.

Explore as múltiplas possibilidades de lucro com o seu negócio

A principal fonte de renda de um restaurante são os clientes que vão até o seu estabelecimento para comer. No entanto, existem muitas possibilidades diferentes para lucrar que devem ser exploradas.

Por exemplo, que tal estar presente nos principais aplicativos de delivery? Isso permitirá alcançar um público muito maior, especialmente agora na pandemia do novo coronavírus, em que os apps de entrega de comida aumentaram o faturamento em 103%.

No entanto, caso você não queira focar em vender os seus pratos pode delivery, pode pensar em outras possibilidades. Por exemplo, que tal colocar suas bebidas em Rappi? Pode ser os seus drinks únicos e especiais, inclusive marcas próprias do seu restaurante. O mesmo vale para kits para montar os seus pratos em casa, algum muito popular atualmente.

Não esqueça de vender cursos sobre o seu estilo culinário, ebook com receitas e muito mais tipos de produtos que podem aumentar a lucratividade do seu restaurante.

Invista em receber avaliações positivas na Internet

Os principais sistemas de divulgação na Internet, como os algoritmos de aplicativos de delivery, as redes sociais ou o Google, funcionam através de mecanismos de avaliação. Ou seja: quanto melhor for a avaliação de um conteúdo online, mais ele será recomendado para outras pessoas.

Dessa forma, o seu restaurante precisa se esforçar para receber avaliações positivas na Internet, de modo a expandir o seu alcance e conseguir novos clientes através da busca orgânica nessas plataformas.

Uma maneira de conseguir essas avaliações é prestar um serviço excelente para os seus clientes. Isso, por si só, já aumenta bastante as chances de receber essas avaliações. No entanto, também envie uma nota aos clientes, seja por delivery, seja por uma mensagem na mesa ou em algum ponto de contato com o consumidor, para que ele deixe uma avaliação positiva. Isso aumentará suas avaliações e melhorará o seu alcance.

Invista em influenciadores para promover o seu restaurante

O uso de influenciadores é cada vez mais comum na publicidade e não seria diferente no marketing voltado para restaurante. No entanto, é importante saber como usar essa ferramenta do jeito certo.

Para encontrar o influenciador ideal para o seu negócio, comece a pesquisa definindo quem é o seu público-alvo. Ou seja: quem você quer chamar para o seu restaurante.

Com base nisso, busque por influenciadores cujo público seja composto do tipo de pessoas que você quer colocar em seu estabelecimento. Dentre as muitas opções disponíveis, veja aqueles que se posicionam realmente como autoridade e, portanto, contam com poder de influência significativo. Isso porque não adianta nada trazer um influenciador que tem 1 milhão de seguidores, se essa pessoa não converterá ninguém para o seu negócio. Nesse caso, pode ser mais interessante buscar alguém com 5 mil ou 10 mil seguidores, mas que todos sejam da sua cidade e que tenham o interesse de ir no seu estabelecimento.

Com essas ferramentas e pensamentos de marketing voltado para restaurante, ficará muito mais fácil para o seu negócio conseguir novos clientes. Afinal, agora você terá uma estrutura básica, mas sólida, para atrair consumidores e vender mais. Não esqueça de pegar o lucro obtido e reinvestir em marketing para ter mais retorno depois.

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2020: será mesmo o ano do Podcast no Brasil?

2020: será mesmo o ano do Podcast no Brasil?

“Esse vai ser o ano do podcast no Brasil”. Essa frase, já usada até mesmo com um tom de brincadeira pelos produtores e ouvintes, é dita (quase religiosamente) em todos os anos. Mas mesmo sem nunca ter tido um “boom” de audiência, a mídia vem, ano a ano, pouco a pouco, tendo um crescimento de ouvintes.

Tá mas o que, exatamente, é um podcast?

Em pleno 2020, com podcasts produzidos pela Rede Globo, ações no metrô de São Paulo, é bem difícil que alguém não tenha, pelo menos, ouvido falar na palavra podcast, mas, supondo que você tenha caído aqui de paraquedas: podcast é, basicamente, um programa de rádio, mas que pode ser ouvido à qualquer hora, sob demanda.

Tudo bem, essa explicação foi uma grande simplificação do que realmente é um podcast. Notícias, música, críticas, bate-papo, narrações, audio-dramas. Todos cabem dentro do podcast. Não existe certo ou errado na mídia. Não importa se é uma pessoa só, gravando com seu celular, ou se várias, dentro de um estúdio com uma super produção. Todos têm seu espaço.

E qual é a grande vantagem de se ter um podcast?

A principal vantagem da mídia é sua “portabilidade”. O fato de não ser uma mídia física (como um livro), nem visual, faz com que o podcast possa ser consumido em conjunto com alguma outra atividade do dia-a-dia. “No trajeto casa/trabalho”, “lavando a louça” e “praticando atividades físicas” foram as opções mais marcadas pelos ouvintes de podcast na PodPesquisa 2019.

Além disso, o podcast possui uma base de ouvintes com grande fidelidade (segundo a mesma pesquisa, a maioria dos ouvintes é consumidor do formato há mais de 5 anos) e que vem ganhando ainda mais espaço, graças aos novos investimentos de gigantes apostando na mídia, como Google, Amazon e Spotify (esse último que vem criando, até mesmo, programas exclusivos para sua plataforma, como o caso recente do podcast de Michelle Obama, ex-primeira dama dos Estados Unidos).

Já como ferramenta de propaganda, a mídia também não fica atrás. Ainda segundo a PodPesquisa, mais de 60% dos ouvintes responderam que já compraram pelo menos um produto anunciado em algum podcast, enquanto mais de 80% respondeu que sempre presta atenção nos anúncios dos episódios, principalmente quando têm a ver com o tema (uma excelente opção para ações com branded content).

Mas o que mudou em 2020?

Principalmente por conta da quarentena e do distanciamento social, o número de produtores e ouvintes de podcast aumentou consideravelmente nesse ano.

Segundo o Spotify, o app tem mais de 65 milhões de ouvintes de podcast (aproximadamente 21% de toda sua base de usuários) e já conta com mais de 1 milhão de programas cadastrados na plataforma.

Se mesmo com todos esses números você ainda tem dúvidas de que vale a pena produzir (ou anunciar) em podcasts, fale com a gente. Temos o ótimas ideias pra sua marca mergulhar de cabeça nessa mídia.

Leia também: Fale com seu público -literalmente -, valendo-se do áudio marketing

Chatbots: muito mais do que “só uma mãozinha”

Chatbots: muito mais do que “só uma mãozinha”

Vamos fazer um “exercício de imaginação” aqui: você tem uma dúvida, crítica, ou sugestão a ser feita para alguma marca que conheça. Aí escreve uma mensagem, sela sua carta e envia, esperando pelas próximas semanas por uma resposta. Nada de “errado” com isso, mas, venhamos e convenhamos, isso não serve mais pra o mundo de hoje porque temos pressa.

Mas, mesmo que estejamos sempre conectados, é um tanto quanto difícil (pra não dizer impossível) ficar sempre de frente a uma tela pronto para responder toda mensagem e comentário, não é mesmo? Ainda bem que com os avanços tecnológicos uma ferramenta vem ajudando muito ao responder com agilidade de forma automatizada: os chatbots.

O que é um Chatbot, e como assim “automatizada”?

Simplificando, o chatbot pode ser “traduzido” como um assistente automático. Ter um chatbot pode trazer várias vantagens ao seu negócio, sendo a mais clara a rapidez nas respostas.

No entanto, a assertividade dependerá do profissional (humano!😁) que fará o planejamento e a implementação do chatbot. Ele precisa compreender o motivo de sua necessidade e o comportamento do seu consumidor para criar uma base de informacões. Só assim o chatbot “ganha vida”.

Quanta informação precisa ter nessa base?

Agora vem a parte boa: essa base de informações pode ser tão simples ou tão complexa quanto você precisar que ela seja.

Seja nas redes sociais, aplicativos de mensagem, e-mails, lojas virtuais, seu chatbot pode ser simples, como uma “secretária eletrônica”, previamente programada, que só avisa que “nenhuma pessoa está online no momento e a mensagem será encaminhada assim que alguém estiver disponível”.

Ou pode ser um chatbot com incontáveis informações em sua base de dados, construído de forma roteirizada com diálogos pré-estruturados e respostas escolhidas por meio de árvore de decisão.

Também pode ser uma voz para “conversar”, como é o caso da Siri, da Cortana, do Google, e de tantos outros assistentes dos celulares que, em sua base, são essencialmente chatbots extremamente potentes.

Na grande maioria dos negócios, chatbots simples com respostas estruturadas tem custos acessíveis e já ajudam em mais de 90% das solicitações dos usuários. São feitos “sob medida” para o perfil do consumidor e no tom de voz da marca, levando em conta também a jornada do cliente.

A empresa também pode contar com chatbots baseados em inteligência artificial, que “aprende” e se aprimora a cada novo contato, expandindo sua capacidade a cada nova interação. Claro que esses são mais caros e fazem sentido quando o negócio atende a milhares de pessoas com uma variedade de assuntos significativos.

Mas por que o meu negócio precisaria de um chatbot?

Como falamos antes, a rapidez por si só já é um fator importante dos chatbots. Seu cliente não quer mais ter que esperar horas ou dias até que seja respondido, e o chatbot não se limita por uma sala, por horas do dia ou semana, por número de atendentes ou por disposição em atender ao chamado. Ele responde a todos simultaneamente, evitando filas de espera e reduzindo bastante o custo de atendimento.

Os chatbots ainda podem ser programados para expandir sua base de leads, responder questionamentos e dúvidas mais frequentes, sugerir conteúdos, realizar atendimentos, agendamentos, pesquisas, o que for necessário.

É claro que, por enquanto, não é possível deixar tudo nas mãos dos bots, de vez em quando, alguma solicitação pode não ser interpretada corretamente ou estar além da capacidade de interação por se tratar de algo muito específico. Nesses casos, é possível programar o chatbot para encaminhar o contato para um ser humano. Por mais que não seja (ainda) 100% perfeito, é bem mais do que “só uma mãozinha”.

Como não poderia deixar de ser, se você precisar de um chatbot (ou dos humanos que entendem disso), dá sempre pra contar com a Zero11.

Leia também: Antecipe-se aos desejos de seu cliente

O marketing digital no pós-coronavírus

O marketing digital no pós-coronavírus

Indicações, Whatsapp e conteúdos mais extensos são tendências que devem ganhar força no marketing online posterior à pandemia.

A intensificação do uso dos canais digitais acelerou ainda mais com o advento do coronavírus. Obrigadas a se distanciarem fisicamente, mais pessoas passaram a se valer frequentemente desses canais. E recorreram a eles para praticamente todas as atividades: contatos cotidianos, tarefas profissionais, comemorações, acesso a conteúdos e a entretenimento, compras, compras, relacionamento com marcas.

No “novo normal”, que se imagina seguirá a pandemia, as pessoas certamente voltarão a se encontrar presencialmente, irão a shows, viajarão, participarão de eventos. Também irão a lojas e centros comerciais, o que indica desde já a grande quantidade de consumidores que rapidamente se aglomerou a cada anúncio de reabertura de lojas e shopping centers.

Mas elas não se esquecerão das funcionalidades e comodidades percebidas quando dependiam quase exclusivamente de celulares e computadores para suas tarefas e suas atividades. Resultado: crescerá ainda mais a relevância do marketing digital. É, portanto, fundamental visualizar já as tendências e ferramentas que devem ganhar força nesse universo do marketing.

Eis algumas delas:

Marketing de Indicação

É bem conhecido o valor de uma indicação de alguém no processo de decisão de compra; da mesma forma, sabe-se que as mídias digitais conferiram escala muito maior a esse tipo de influência pessoal.

Com as pessoas comunicando-se mais pelos canais online, e usando-os também para as compras, pode ser uma boa apostar no Referral Marketing, como é designada a estratégia de aproveitamento de quem já é cliente para alavancar mais vendas (ou ao menos mais leads).

Um jeito de implementar essa estratégia é criar um programa que incentive quem já usa seu produto ou serviço a indicá-lo para familiares e amigos, recompensando as indicações, ou criando concursos para estimulá-las.   

Marketing de Influência

Paralelamente ao fortalecimento da indicação, deve seguir em alta a utilização dos influenciadores, que, também eles, recomendam marcas, produtos e serviços.

Estudo realizado pela FAAP (Faculdade Armando Alvares Penteado), em parceria com a plataforma Socialbakers, referenda essa expansão da relevância dos influencers mostrando que no primeiro trimestre deste ano cresceu significativos 17,3% a quantidade média de seguidores de celebridades e influenciadores digitais no Instagram, relativamente ao trimestre anterior.

Mas é preciso muito critério na escolha de um influenciador, pois qualquer atitude de um deles pode respingar na marca que a ele se associa. Não à toa, grandes marcas logo deixaram de patrocinar alguns conhecidos influencers brasileiros, que tiveram atitudes aparentemente triviais – como um simples encontro entre amigos -, mas pouco condizentes com as normas impostas pelo combate à pandemia do coronavírus.

Marketing de conteúdo

Já há tempos um dos pilares básicos de uma eficaz estratégia de relacionamento, o conteúdo deve tornar-se ainda mais importante em um contexto no qual as pessoas, obrigadas a restringir contatos pessoais e atividades presenciais, têm mais tempo para acessar informações, e mais disposição para buscar o que realmente lhes seja relevante.

Uma boa estratégia de conteúdo permite otimizar estratégias de SEO, criar base estáveis de relacionamento, reduzir custos (relativamente às ações pagas nas principais plataformas de mídia digital).

E, com as pessoas permanecendo mais tempo em casa, pode até haver espaço para conteúdos mais vastos, tipo: um canal no YouTube, ou um ebook mais alentado. Para públicos mais interativos, pode-se pensar em alguma espécie de conteúdo colaborativo; em ações voltadas a perfis mais profissionais, talvez caibam webinários.

Inbound Marketing e Relacionamento

Por si só, o conteúdo é um importante instrumento de relacionamento entre marca e público. Mas é através de uma estratégia de Inbound Marketing que ele pode fazer esse relacionamento crescer de forma gradativa, porém duradoura.

No Inbound Marketing, um conteúdo deve ser pensado não apenas para gerar melhor posicionamento em buscas – ou mesmo vendas imediatas -, mas principalmente como meio de geração de novos leads, e de alimentação do relacionamento com os leads já presentes na base de dados (e, obviamente, também como um trabalho de branding). Com certeza, em algum momento isso resultará em vendas.

Audio Marketing

Seguirá crescendo o uso do áudio como ferramenta de diferenciação e comunicação no universo digital. E isso nas mais diferentes formas: podcasts, áudios em messengers e em redes sociais, audiobooks, entre outros formatos de disponibilização de conteúdo que caem cada vez mais no gosto dos consumidores, na medida em que permitem acesso fácil nas atividades diárias, nos exercícios físicos, no trânsito.

Mas também devem expandir-se as buscas por voz, que segundo pesquisas já são feitas por pelo menos metade dos usuários brasileiros de smartphones. Isso exige que se considere também os comandos de voz nas estratégias de SEO.

Marketing no WhatsApp

Se já era uma ferramenta usual no dia a dia dos brasileiros, o Whatsapp consolidou-se de vez também como ferramenta de negócios para empresas dos mais diversos portes, das grandes multinacionais a um pequeno estabelecimento de bairro. Afinal, muitas empresas teriam ainda mais dificuldades se durante a pandemia não tivessem disponibilizado um número de Whatsapp para o contato com seus públicos, e até mesmo para vendas.

Divulgada recentemente, a pesquisa Panorama da Mensageria mostrou que ele já está presente na quase totalidade – mais exatamente, em 99% -, dos smartphones brasileiros; e 76% deles usam esse app para comunicar-se com marcas.

Com o Whatsapp Business pode-se ter nessa riquíssima plataforma um canal oficial da marca, e com ele enviar mensagens, fazer pesquisas rápidas, atender ao consumidor.

E recentemente o Whatsapp anunciou uma funcionalidade que permite realizar ali mesmo o pagamento por produtos e serviços. Abre assim a possibilidade para um ciclo totalmente fechado, que começa em um primeiro contato em busca de informações, e pode chegar até à efetivação da venda.

A geolocalização no marketing digital

Também deve ganhar espaço o uso das ferramentas de geolocalização: afinal, pode-se presumir que, saindo de casa apenas para as atividades básicas – ao menos por algum tempo -, as pessoas talvez sintam-se mais atraídas por informações referentes a locais próximos de onde estão. E, no ambiente certamente mais concorrido que certamente se instalará no marketing digital, ganharão força as estratégias de remarketing, que permitem a continuidade do contato com alguém que já demonstrou interesse em um produto ou serviço.

Mas, além de conhecer tendências e identificar movimentações, é preciso ter agora uma certeza: mais nenhum negócio, qualquer que seja seu ramo ou porte, poderá ficar à margem do marketing digital. Várias empresas constataram essa verdade na prática, ao perceber que sem canais digitais durante a pandemia teriam ficado muito mais distantes dos consumidores.

Leia também: Saiba determinar os melhores canais de aquisição de clientes

Marketing para academias: como fazer durante a pandemia?

Marketing para academias: como fazer durante a pandemia?

A pandemia causada pelo novo coronavírus vem trazendo diversos desafios para vários setores da economia. As academias são um dos negócios mais atingidos, por serem um ambiente com risco de contaminação. 

Dessa forma, apostar em uma boa política de marketing é uma estratégia excelente para recuperar o seu negócio. Confira agora como fazer o marketing da sua academia em tempos de pandemia:

Academia fechada x academia aberta 

São dois grandes desafios que atingem as academias e precisam ser enfrentados. Primeiro os decretos que proíbem a abertura dos espaços e, superado isso, a insegurança dos clientes e funcionários para voltarem a frequentar.

As estratégias de marketing precisam ser diferentes nesses dois momentos também. Com o ambiente 100% fechado, é preciso focar em manter o laço com os clientes e trazer novas opções de treino. 

Já com a academia funcionando, é preciso garantir o máximo de segurança para os frequentadores. Respeitando suas inseguranças e propondo medidas confortáveis para todos. 

Entretanto, o pilar do seu marketing durante a pandemia de coronavírus deve permanecer o mesmo: reinvenção e adaptação do seu negócio. Veja dicas incríveis que separamos para você alcançar esse objetivo: 

5 dicas para um marketing de sucesso

1) Invista em lives 

Divulgar seu serviço através de lives em diferentes plataformas e redes sociais é um caminho excelente em meio a pandemia. Disponibilizar, de forma gratuita, pequenos treinos e aulas tende a trazer novos clientes para seu negócio e também manter o vínculo com os que já frequentavam o espaço. 

Peça para os profissionais da academia produzirem essas lives com diferentes tipos de aula, conforme o perfil do espaço. Aulas de musculação com equipamentos que todos tem em casa (garrafas cheias, cadeiras, sacos de comida), aulas de dança, yoga. Quanto mais diversificadas forem as atividades, mais pessoas você atingirá. 

Essas lives são uma abertura ótima para você conseguir comercializar um novo serviço: treinos virtuais. 

2) Incentive planos virtuais

A pandemia mostrou que treinar em casa é uma opção viável. Então seja para os períodos em que seu espaço estará fechado ou para atingir os clientes que preferem permanecer em distanciamento, ofertar planos de treino virtuais é uma ótima ideia. 

Enviar para seu cliente planos personalizados de treinos para serem feitos em casa mostra toda a capacidade de reinvenção da sua academia. Esse é um novo tipo de prestação de serviço que tende a se manter em alta mesmo depois da pandemia. 

Organize esses treinos, ofereça eles para seus clientes e divulgue muito através das suas redes sociais.

Leia também: Afinal, por que meu e-commerce não vende?

3) Trabalhe com planos de vantagens

Além de se preocupar com uma estratégia de marketing que salve seu negócio durante a pandemia, é essencial ter um plano para voltar com tudo em um cenário pós-crise.

Para isso, trabalhe com planos que prendam seus clientes para quando sua academia voltar a abrir ou para quando eles se sentirem seguros em voltar a frequentar os seus espaços.

Você pode bolar promoções em que os clientes que participam das lives ou adquiram planos virtuais, acumulem pontos que podem ser trocados por benefícios. 

Esses benefícios pode ser um produto da sua academia (squezzes, toalhas, suplementos) ou até mesmo uma aula gratuita quando for possível. O importante é usar essas vantagens como estratégias para manter o cliente ligado ao seu negócio. 

4) Divulgue um novo produto

Tendo como objetivo manter esse elo com os seus alunos e também gerar uma renda extra para a academia, a dica é investir na comercialização de um novo produto. Não ficando preso apenas na prestação de serviços. 

Foque em produtos que o cliente pode receber em casa, sem necessidade de deslocamento. Mas, que também tenha ligação com o seu espaço. 

Você pode comercializar roupas próprias para atividade física, equipamentos básicos de academia ou até mesmo iniciar uma loja de suplementos junto ao seu negócio. São estratégias excelentes que conquistarão o público e salvarão a academia da crise. 

5) Respeite o seu cliente

Ao pensar em qualquer maneira de fazer marketing mediante uma pandemia tão catastrófica, você deve acima de tudo respeitar o seu cliente. Respeitar seu desejo e suas inseguranças e também olhar com empatia para o momento que o país vive. 

O marketing não deve ser comemorativo, nem insistente. É preciso ter muito cuidado ao incentivar o cliente a voltar a frequentar sua academia. 

Reforce, dentro da sua estratégia, todas as medidas preventivas que você está tomando (e realmente tome esse cuidado): distanciamento e higienização dos aparelhos, uso obrigatório de máscara, capacidade reduzida, etc. 

Também acolha os clientes que preferem manter-se em isolamento. Continue fornecendo opções de treinos para serem feitos em casa.

Dentro do momento em que estamos vivendo, um bom marketing precisa ser capaz de conciliar o reconhecimento dos perigos do vírus com a necessidade de manter seu negócio vivo.

Com isso em mente, coloque nossas dicas em prática agora mesmo. Alavanque sua academia com um marketing coerente e planejado! 

Leia também: Marketing Digital fortalece empresas durante pandemia: saiba como

Conheça 11 gatilhos mentais relacionados a lógica e a confiança

Conheça 11 gatilhos mentais relacionados a lógica e a confiança

A quantidade de escolhas que fazemos diariamente gera muito estresse. Até mesmo na hora das compras, estudos mostram que paralisamos diante de uma grande oferta de produtos.

Por isso, produtos são apresentados em categorias nos supermercados, filmes e séries são organizados por gênero no streaming e o mesmo ocorre com livros nas livrarias. Também prova o sucesso dos algoritmos e dos gatilhos mentais, que facilitam as decisões no piloto automático.

Pra você ter uma ideia de como os gatilhos funcionam, vamos listar aqui os que estão relacionados a confiança e com apelo à lógica:

Facilite a escolha: entenda o que o cliente quer e mostre uma oferta de cada vez, não todos os produtos/ serviços que vende, organize por categorias/ perfil. Evite que o cliente se perca na quantidade de produtos/ serviços que você oferece ou em vez de ser um diferencial, pode ser um tiro no pé.

Diminua o Risco: tirar o peso da decisão imediata aumenta as vendas. Isso ocorre quando dá garantias de longo prazo, oferece a possibilidade de experimentação ou faz devoluções caso esteja insatisfeito. O pós-venda tem um peso importante nesse gatilho.

Mostre o contraste: além de estar diminuindo as opções e facilitando a decisão, você pode levar o cliente a uma escolha lógica, considerando que ele tenha uma vantagem na escolha. Quando se usa uma referência de preço alto, por exemplo, é um tipo de contraste. Lembre-se que ele precisa ser verossímil. Cliente que se sente enganado é perdido pra sempre.

Justifique:  tire os obstáculos da frente do seu cliente explicando os motivos dele comprar. Isso tem um poder muito grande na escolha.

Simplifique sua comunicação: o que a complexidade de termos e de argumentos faz é vender enrolação. Explicações simples são mais acessíveis e passam mais confiança.

Apelo a lógica: se você chegou até aqui é porque está interessado em aprender. Esse é um exemplo de apelo à lógica. Ao usar essa formulação, desde que faça sentido para o consumidor, você está ajudando-o a fazer a escolha.

Mostre sua autoridade:  quem parece ter maior autoridade possui mais chances de ser escolhido. Títulos, realizações, premiações, tempo de experiência, número de seguidores, postura pessoal, tudo conta. O peso de cada um depende da área de negócio.

Seja mais específico:  quando você mostra dados precisos e detalhados, além de chamar mais a atenção, também desperta a confiança nas pessoas.

Prova Social: depoimentos de clientes, recomendações, avaliações, número de pessoas atendidas são exemplos de que a prova social é um gatilho de confiança. Por isso que muitos e-commerces indicam “pessoas que compraram isso também compraram aquilo”.

Escassez: é aquele empurrãozinho que faltava pra decidir, porque ativa o sentimento de perda. Mas só deve ser usado com inteligência, porque o uso banal – como desconto permanente que promete acabar esta semana – vai prejudicar sua credibilidade. Alguns exemplos de escassez: venda de ingressos com tempo limitado, informações só para quem for cliente, uma nova turma aberta com número limitado de pessoas.

Urgência: é a escassez com timer. É muito usado na hotelaria quando se apresenta o número de quartos restantes disponíveis ou em e-commerces que mostram produtos esgotados.

Leia também: Novas nuances na jornada de compra

Personas: imaginando o consumidor ideal (e como usar isso ao seu favor)

Personas: imaginando o consumidor ideal (e como usar isso ao seu favor)

Provavelmente, você já viu por aí várias coisas sobre público-alvo, personas e segmentação com objetivo de focar melhor suas campanhas de marketing e vendas, certo? Mas o que é tudo isso, como isso vai te ajudar?

Se você está na “estrada” da comunicação e do marketing há algum tempo (ou mesmo que esteja começando), provavelmente, já sabe que não vale a pena gastar tempo, dinheiro e disposição pra apresentar um produto pra quem não tem interesse nele.

Mas, provavelmente, um dia achou tentador responder que seu produto é pra todo mundo, assim não perderia nenhuma oportunidade. O caso do pão é um bom exemplo. Geralmente, a família toda consome, certo? Então, você responde que seu público é A,B,C,D,E, de toda as idades, qualquer sexo e região? Mas quem vai na padaria comprar? Essa pessoa é também influenciadora ou há alguém que prefere o pão mais crocante ou outra que quer evitar o glúten? Essas questões ajudam a definir o público e a persona da marca.

Leia também: Aprenda em 5 passos como fazer seu e-commerce decolar

O marketing há décadas já provou que a definição do público-alvo é um passo importante para conquistar resultado, afinal de contas, é assim que você vai selecionar a “fatia” pra qual o seu produto ou serviço fará maior sentido ou terá relevância.

Conhecer o perfil de seu consumidor permite criar a identidade e linguagem da marca, saber que tipo de produto vai desenvolver ou quais alterações e melhorias pode oferecer, direcionar a mensagem aos meios de comunicação certos e criar estratégias de preço e distribuição.

O público-alvo envolve:

  • Perfil demográfico: gênero, idade, renda, nível de educação e estado civil
  • Geração: Baby Boomers, Geração X, Geração Y, Geração Z, Millenials, Alpha.
  • Geografia: o local onde vive/ compra
  • Perfil psicológico: fatores determinantes para a compra
  • Momento de vida: prestando vestibular, gravidez, casando

Se eu já segmentei meu público-alvo, pra que é a tal Persona?

Você já tem um público-alvo e isso já é um passo importantíssimo, mas agora vem “um degrau acima” nessa escada: o seu “consumidor ideal”.

Vamos imaginar que você produza tênis confortáveis para skatistas. Não significa que somente pessoas que andam de skate vão comprar os seus produtos, às vezes entusiastas, ou até mesmo pessoas que não têm nada a ver com o mundo do skate, acabam se interessando por usar o tênis, mesmo que não usem todas as funcionalidades e benefícios que sua empresa projetou para serem de utilidade enquanto se anda de skate.

Mas quem foi a pessoa idealizada na ideia inicial? Quem seria o “consumidor perfeito” na essência do que você criou?

“Jonas, 23 anos. Mora em São Paulo com os pais, escreve como freelancer para uma revista de esportes e, à noite, faz faculdade. Nas horas vagas, Jonas anda de skate, hobby que começou aos 13 anos. Antes de forma amadora, hoje se prepara para participar de competições, por isso, procura calçados que protejam seus pés e, ao mesmo tempo, sejam confortáveis. Gosta de Rock e procura roupas que expressem seu estilo.”

Isso é uma persona. Basicamente, a personificação de um “consumidor perfeito” para o produto que você vai entregar. É aí que entram as vantagens de se ter a persona de sua marca. Se “Jonas” é o consumidor perfeito pro seu produto, é nele que você deve focar sua publicidade. O que Jonas gostaria de ler? Como faço para chamar a atenção dele?

Lógico que a influência do seu produto vai “respingar” além da persona, em outras pessoas que não são exatamente como ela. No entanto, as pessoas que vão querer comprar costumam valorizar essa persona, provavelmente, se projetam nela como estilo.

Crie suas personas iniciais, tanto a Buyer Persona, aquela do seu comprador, quanto a Brand Persona, aquela que é a personificação da sua marca (continue de olho por aqui que, vem mais conteúdo sobre isso por aí) e acompanhe se suas vendas estão correspondendo ao perfil traçado.

Você pode identificar outros perfis que veriam vantagem em comprar sua marca e, então, decidir expandir a linha ou lançar uma marca totalmente nova. Veja aqui um case de descoberta de um novo perfil.

Conheça também os influenciadores que podem ser porta-vozes da sua marca e os advogados, aqueles que vão recomendar e defender pro-ativamente sua marca.  

Vivemos a era dos dados, use-os ao seu favor para, cada vez mais, acertar direitinho a sua persona. Ah, e como sempre, não custa lembrar: se precisar de uma ajudinha, estamos aqui pra isso, conte com que tem já tem quase 30 anos de experiência em fazer a mensagem chegar, do jeito certo, pra quem importa.

Leia também: Não mais só físico, mas longe de ser exclusivamente digital

Afinal, por que meu e-commerce não vende?

Afinal, por que meu e-commerce não vende?

O que pode estar prejudicando as vendas na sua loja virtual.

O e-commerce é como qualquer outro negócio: precisa de um bom plano, estratégia e uma equipe talentosa para fazer a gestão. 

Mas percebemos que, no geral, as razões que explicam “por que meu e-commerce não vende” são facilmente solucionadas por especialistas. Olhar com cuidado pra alguns erros básicos pode mudar a trajetória da sua loja on line.

Vamos conhecer os cinco principais fatores que impedem seu e-commerce de vender.

1. Falta tráfego no seu e-commerce

E como conseguir isso?

Mesmo que você tenha desenvolvido um ótimo e-commerce e tenha produtos atraentes com bons preços, não vai vender se os clientes não chegarem até você. Essa é a primeira grande regra: é preciso atrair um grande número de visitantes para que uma parte deles se converta em cliente. No Brasil, a taxa de conversão média está entre 0,5 a 1% dos visitantes.

Para aumentar o número de pessoas que chegam até a sua loja, você precisa investir em marketing digital.

Para resultados de curto prazo, campanhas de performance com estratégias precisas fazem com que o cliente tenha consciência do seu produto e visite seu site. É possível no planejamento estimar o alcance da campanha, o tráfego no seu site e até a compra do produto, segundo taxas médias de mercado.

O SEO otimizado para cada produto também trará visita orgânica (não paga) para sua loja. Apesar do resultado ser de longo prazo, ele tem uma vida mais longa nas buscas.

Campanhas promocionais e campanhas de recuperação de cliente também são fundamentais para garantir o crescimento de vendas.

2. Você não conhece tudo que precisa do seu cliente

Para um grande varejista online ou e-commerce de marcas conhecidas, saber quem é seu cliente e como ele consome os meios digitais é um assunto primordial. Isso significa conhecer seus perfil demográfico, seus hábitos e comportamentos.

Para os pequenos e médios, torna-se o principal fator de sobrevivência, afinal o diferencial competitivo será a forma como a loja atende aos interesses de seu público. Vender tudo para todo mundo não é uma opção. A segmentação pode ajudar no diferencial competitivo diante das concorrentes.

Olhar para o que é oferecido em seu site ajuda a entender que tipo de pessoa pode se interessar pelos seus produtos. Crie a persona do seu consumidor para definir todas as estratégias de comunicação e marketing. Isso também ajudará você a melhorar seu mix de produtos e agregar serviços que possam criar seu diferencial competitivo.

No seu próprio e-commerce, você tem métricas importantes que ajudam a construir a base desse perfil. Conforme sua loja vai crescendo, você irá confirmar se a persona definida continua alinhada com a proposta do seu e-commerce ou poderá repensar várias estratégias.

Você também pode fazer uma pesquisa online para descobrir informações relevantes do seu público. Vale a pena incluir isso no seu planejamento.

Quanto melhor a qualificação do público que chega no site site, maiores as chances de aumentar a taxa de conversão.

3. Produtos sem informações completas

Sabia que bons títulos e boas descrições de produtos ajudam a alavancar a busca e a conversão? Mas é preciso uma boa redação que considere o ponto de vista do consumidor. Usar informações genéricas do fabricantes pode não estimular o desejo de comprar o produto. Quanto mais persuasivo o texto, maior a chance do cliente concluir a compra na sua loja.

As fotos também são fundamentais, porque dão aos consumidores maiores garantias de ser o produto que ele está procurando. Lembre-se que na internet há a impossibilidade do consumidor experimentar ou pegar o produto. Por isso, é tão importante ter fotos de boa qualidade em diversos ângulos.

A categorização além de organizar a loja ajuda o cliente a encontrar o produto caso ele tenha esquecido o nome ou quando quer comparar itens similares. Também é importante para atrair a atenção para a compra de outros produtos. A categorização deve ser facilmente compreendida pelo consumidor e facilitar a navegabilidade dentro do seu e-commerce. Caso tenha muitas opções de produto, vale a pena criar uma árvore de produtos, com subcategorias que dividam a quantidade de produtos em cada uma. Isso ocorre para facilitar a decisão. Variedade em excesso pode mais atrapalhar do que ajudar na conclusão da compra.

Se você acha que seu conteúdo não é tão profissional e pode estar atrapalhando suas vendas, esse é um passo importante a considerar.

4. Preços não competitivos

A precificação de produtos é muito importante em todo o varejo, mas no e-commerce ganha um valor adicional: a comparação instantânea entre os produtos.

Por isso, não funciona simplesmente repetir os preços aplicado nas suas lojas físicas. Os grandes varejos já sabem disso. O valor no e-commerce é menor porque é fácil comparar, há menos impostos e menor custo operacional, mas há um custo logístico de entrega.

Apesar de uma estratégia de menor preço ser tentadora, não pode ser feita sem antes avaliar vários fatores que garantam que você tenha lucro. O CAC (o custo de aquisição do cliente) é um exemplo. O preço do frete também é decisivo no fechamento da compra, um dos maiores motivos para abandono do carrinho. Você pode oferecer frete grátis a partir de um determinado volume de compras.

5. Loja que não passa credibilidade

Se sua marca ainda não é conhecida, uma aparência mais profissional é o primeiro passo para que sua loja tenha credibilidade perante seu público. Quando o consumidor entra na sua loja, ele questiona se deve ou não comprar lá, se o e-commerce é confiável ou não. E os consumidores online são bem mais impacientes, eles têm alguns segundos para tomar a decisão e, portanto, a primeira impressão vai ter um peso decisivo nesse início.

O que deve saber sobre a aparência do seu site:

  • Avalie se o layout da sua loja atende o perfil do seu público. Você pode comparar com alguns concorrentes ou até mesmo realizar uma breve pesquisa com seus clientes sobre o assunto.
  • Sua loja oferece um boa experiência de compra? O processo de compra é simples e prático? O cliente encontra as informações adequadas sobre os produtos? O cadastro é prático? Ele funciona bem tanto em computadores, quanto em celulares e tablets?

Se a resposta for não para a maioria das perguntas, investir na profissionalização do seu site, ter um bom layout com técnicas de UX, é indispensável.

Um outro ponto a considerar é o depoimento de clientes. Muitas pessoas terão mais confiança ao lerem depoimento de outras pessoas. Você pode fazer isso,  incluindo um espaço para comentários.

O pós-venda no e-commerce também é fundamental para ampliar sua credibilidade. Se a experiência do consumidor for boa, a chance é grande dele repetir a compra ou indica sua loja para sua rede de amigos. Pense em canais abertos com seu público, seja por telefone, chat, e-mail ou redes sociais.

Para implementar as sugestões acima, você pode aprender tudo sobre marketing digital, ter uma equipe completa de alto nível ou contratar uma agência especializada.

Leia também: Poderosas no varejo físico, muito atentas ao e-commerce

Saiba determinar os melhores canais de aquisição de clientes

Saiba determinar os melhores canais de aquisição de clientes

Para consolidar ou expandir negócios é preciso definir o mix de canais mais eficazes para a conquista de novos consumidores

Conseguir novos clientes é tarefa indispensável para qualquer marca. Seja ela já bem estabelecida – que assim expande suas vendas, ou ao menos mantém seu share -, seja outra que apenas ingressa em um mercado, e que somente angariando clientes conseguirá estabelecer-se.

Atualmente, existe um vasto acervo de canais de aquisição de clientes, cada um deles mais ou menos adequado a um posicionamento de marca, ao perfil de seu público, ao estágio do relacionamento entre ambos.

Considerando esses e outros fatores, é importante então definir quais deles mostram-se mais capazes de atingir os objetivos visados por uma ação, ou mesmo para fundamentar uma estratégia mais perene.

A hora da buyer persona

Teoricamente, qualquer ação pode resultar na aquisição de um novo cliente. Afinal, alguém pode decidir comprar algo apenas porque viu-o anunciado em uma ocasião e em um meio qualquer, ou ouviu algum amigo falar sobre aquilo.

Mas, como marca nenhuma tem poder para estar continuamente em todos os meios, nem pode simplesmente esperar que os consumidores apareçam, é necessário montar uma estratégia mais assertiva, fundamentada no conjunto de canais com maior potencial de atrair clientes.

A figura central dessa estratégia deve ser o buyer persona: em outras palavras, um personagem que sintetize o máximo possível das informações típicas dos clientes, reais e potenciais, de uma marca.

É uma representação fictícia, porém baseada em informações bem concretas, provenientes de diversas fontes: pesquisas de mercado, equipes de vendas, canais de atendimento, dados referentes aos clientes mais habituais e mais rentáveis.

A persona da marca deve ter uma realidade pessoal baseada em dados como idade, profissão, hábitos, influências e desejos, preferências de consumo de produtos, serviços e informações.

A partir dessa figura do cliente típico, ficará mais fácil saber como chegar a novos consumidores: até porque os canais aos quais ela mais recorre devem fazer parte das informações componentes da buyer persona.

Possibilidades diversas

A aquisição de clientes não é uma atividade que se encerra em si mesma: deve, sempre, constituir, uma etapa de um ciclo composto pela integração das diversas ferramentas integrantes do marketing e a comunicação. E é importante realimentar esse processo com as informações geradas pelos novos clientes, valiosos subsídios para a conquista de outros (sem contar que cada cliente conquistado deve ser trabalhado de forma a ser fidelizado).

Entre os diversos canais de aquisição de clientes atualmente disponíveis, se destacam:

  • Marketing digital – SEM (Search Engine Marketing), SEO (Search Engine Optimization), Social Ads: certamente conquista-se clientes com estratégias bem elaboradas, definidas a partir de uma precisa definição das personas, de links patrocinados, de otimização de conteúdos para os rankings dos buscadores, de publicidade nas redes sociais.
  • Marketing de Conteúdo: conteúdos em blogs, e em outros ambientes, permitem desenvolver um processo de aquisição de clientes que, valendo-se dos preceitos do Inbound Marketing, fornece conteúdos distintos para cada momento da jornada de compra do cliente, ampliando as chances de conduzi-lo até a compra.
  • Relações Públicas: inserindo informações de interesse da empresa ou marca, essa ferramenta entrega informações capazes de iniciar um relacionamento que pode conduzir ao consumo.
  • E-mail marketing e newsletter: quem assina uma newsletter, ou aceita receber e-mails – especialmente trazendo conteúdos relevantes, e apresentados de forma personalizada -, tem mais chances de adquirir os produtos ou serviços da marca autora dessas ações.
  • Eventos on e offline: não é de hoje que a presença em eventos – próprios ou de terceiros -, constitui excelente canal de atração de clientes (ou ao menos de prospects). E essa potencialidade ganhou ainda alcance maior com a possibilidade de realização de lives, fóruns, e outros gêneros de eventos online.
  • Comunidades: uma comunidade estabelecida a partir de um interesse comum entre a marca e seu público tanto aprofunda o relacionamento com quem já é cliente quanto pode ajudar a trazer mais gente para esse relacionamento (e posteriormente gerar consumo).
  • Indicações e parcerias com outras empresas: recompensar quem indica um novo cliente, e aliar-se a empresas que tenham alguma afinidade com seu público – tipo: “Adquirindo algo de minha empresa, você terá benefícios em outras empresas” -, podem ser alternativas bem interessantes para trazer novos usuários para seus produtos e serviços.
  • Vendas: parece totalmente redundante dizer que os canais de vendas constituem canais de aquisição de clientes. Mas é preciso pensar que através deles pode-se manter, com quem já é cliente, um relacionamento que leve à ampliação dos tíquetes médios de compras, e gere a compra de outros produtos e serviços da empresa ou marca. Até mesmo no e-commerce, o pós-venda é fundamental.

Medir e experimentar

Como já foi dito, a correta definição dos melhores canais de aquisição de clientes tem relação muito direta com a marca, com seu público, com seu modelo de negócios, com seu estágio de desenvolvimento.

Para um produto novo, cujos benefícios precisam ser demonstrados, talvez seja interessante uma estratégia de conteúdo capaz de detalhar as informações relacionadas a seu uso e a suas vantagens. Já uma marca bem estabelecida, que deseja atingir um grupo de consumidores com o qual realiza poucos negócios, pode obter bons resultados com eventos destinados a esse perfil de público.

E é preciso utilizar métricas que avaliem continuamente o retorno proporcionado por cada canal. Mensure não apenas a quantidade de clientes trazida por um canal, mas também o custo de aquisição referente a cada um deles, e os valores que os clientes que eles trazem geram para a empresa.

Mas as indispensáveis métricas não devem inibir a busca por novas possibilidades: teste, experimente, busque outros caminhos para chegar ao consumidor que pretende atingir, enquanto segue utilizando os canais que estão trazendo resultados. A ousadia e inovação também podem constituir importantes atributos para uma marca que pretende conquistar novos clientes.

Leia também: Novas nuances na jornada de compra

Drive to Store: canais digitais impulsionam as vendas presenciais

Drive to Store: canais digitais impulsionam as vendas presenciais

Meios online ajudam a gerar negócios nas lojas físicas, ainda muito relevantes para as estratégias comerciais

Uma análise superficial pode supor que brevemente os canais digitais extinguirão as lojas físicas na grande maioria dos mercados (ou pelo menos reduzirão sua importância a níveis bastante secundários.). Por isso, seria necessário caminhar no sentido de destinar ao comércio eletrônico quantidades crescentes de esforços e das verbas, abandonando gradativamente os demais canais de vendas.

Uma estratégia desse gênero pode porém ser extremamente prejudicial, e não só porque, além de ainda extremamente relevante, o comércio físico não dá nenhum sinal de desaparecimento.

Pelo contrário: mesmo marcas que tornaram-se  gigantescas atuando apenas no universo digital começam a perceber seu valor. Caso da Amazon, que recentemente abriu suas primeiras lojas físicas nos Estados Unidos. Lojas repletas de recursos tecnológicos, é verdade, mas onde há também contato humano e possibilidade de experiências sensoriais e físicas.

E entrar em uma loja que oferece uma experiência agradável pode constituir uma bem-vinda pausa no atribulado corre-corre das atividades que obrigam as pessoas a saírem frequentemente às ruas. Além de gerar negócios imediatos, essa experiência prazerosa certamente terá impactos positivos em futuras vendas online, e nas buscas relacionadas a produtos e serviços dos mercados nos quais atua a marca.

Potencialidades integradas

O movimento de revalorização dos pontos físicos deu origem ao conceito drive to store (dirija-se até a loja’, em tradução livre), que vê nos canais digitais instrumentos capazes de ampliar a presença do público nesses estabelecimentos.

Entre as práticas próprias desse conceito, uma das mais básicas é a realização, nos canais digitais – redes sociais e aplicativos de mensagens, entre outros -, de promoções concedendo benefícios a pessoas que se dirigirem a lojas da marca (pode-se inclusive estimulá-las a levar consigo algum conhecido, que também será premiado).

Vouchers emitidos digitalmente comprovarão que os consumidores chegaram atraídos pelas ações online (e ao mesmo tempo permitem a mensuração de seus resultados). Aplicativos de localização indicando como chegar às lojas devem ações desse gênero.

Mas hoje é preciso também associar os estabelecimentos físicos a instrumentos que proporcionem alguns dos benefícios da tecnologia online, como a conveniência e o acesso a um leque mais vasto de informações.

Uma das maneiras de implementar essa associação é instalar, dentro das lojas ou em suas possibilidades, totens e quiosques digitais entro das lojas físicas, ou em suas proximidades. Outras, são a entrega a domicílio de uma compra feita na loja, e a permissão de realizar trocas em qualquer canal (físico ou virtual).

O consumidor é único

Além da chegada da Amazon ao comércio físico, outros movimentos avalizam o tradicional ponto de venda como componente que deve seguir valorizado nas estratégias do varejo, às quais podem agregar não apenas vendas, mas também imagem de marca.

Caso das guide shops, em expansão em vários países (inclusive aqui no Brasil). Essa modalidade de varejo inclui lojas nas quais os consumidores podem experimentar produtos e serem atendidos pessoalmente; mas as compras são posteriormente concretizadas via canais digitais, e os produtos entregues a domicílio.

Ao menos dois fatores explicam essa revalorização do varejo físico. Um deles, a constatação de que ele mantém-se quantitativamente relevante para as vendas da enorme maioria das marcas, e assim devem permanecer por muito tempo. Outro, a percepção do consumidor como um ser único, que deseja uma interação positiva em todos os pontos de sua jornada, virtuais ou não. 

Sem contar que, hoje submetido a uma torrente de conteúdos e informações, esse consumidor pode muito bem conceder valor diferenciado a uma experiência mais envolvente e imersiva, que somente uma loja física, ao oferecer contato humano e estímulos a todos os nossos sentidos, é capaz de proporcionar.