Redes sociais mais usadas no Brasil em 2026: quais são e como aproveitá-las

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As redes sociais fazem parte da rotina, da informação e das decisões de compra de milhões de brasileiros. Para empresas, elas deixaram de ser apenas vitrines: hoje também funcionam como canais de descoberta, atendimento, relacionamento, geração de leads e vendas.

O cenário é amplo. Segundo o relatório Digital 2026: Brazil, da DataReportal, o Brasil registrava 150 milhões de identidades de usuários de redes sociais no fim de 2025 (o equivalente a 70,4% da população). É importante observar que esse número não representa necessariamente pessoas únicas, já que um mesmo indivíduo pode manter contas em mais de uma plataforma.

A média de tempo diário que o brasileiro passa na internet é de 9 horas e 13 minutos. Apenas nas redes sociais são 3h32, cerca de 50% acima da média global, segundo dados divulgados no Digital 2025: Brazil e no relatório global de 2025.

Quais são as redes sociais mais usadas no Brasil?

Não existe um ranking único e definitivo: cada plataforma divulga métricas diferentes, como alcance publicitário, membros cadastrados ou contas elegíveis para anúncios. Por isso, os números abaixo devem ser lidos como estimativas de alcance, e não como total de usuários ativos mensais.

PlataformaAlcance estimado no Brasil*Como pode ajudar uma empresa
YouTube150 milhõesConteúdo educativo, autoridade, tutoriais e busca
Instagram147 milhõesMarca, comunidade, Reels, Stories e relacionamento
TikTok131 milhões de adultosDescoberta, entretenimento, criadores e vendas
Facebook109 milhõesPúblico amplo, comunidades locais e mídia paga
LinkedIn90 milhões de membrosB2B, reputação, recrutamento e geração de leads
Messenger46,9 milhõesAtendimento e relacionamento
Pinterest42,2 milhõesReferências, intenção de compra e tráfego para sites
Reddit19,9 milhõesNichos, conversas especializadas e pesquisa de público
X17,1 milhõesAssuntos em tempo real, opinião e cobertura de eventos

*Dados do relatório Digital 2026: Brazil, com referências de outubro e do fim de 2025. No caso do TikTok, a estimativa se refere a usuários com 18 anos ou mais. O LinkedIn contabiliza membros cadastrados, portanto não deve ser comparado diretamente às demais redes.

O WhatsApp merece uma menção à parte. Embora não divulgue uma estimativa aberta e diretamente comparável de alcance publicitário no Brasil, continua sendo um dos canais mais importantes para conversas, atendimento, pós-venda e relacionamento com clientes.

O que mudou nas redes sociais nos últimos anos?

Redes sociais também são canais de venda

Uma das mudanças mais relevantes é o avanço do social commerce: a jornada de compra acontece cada vez mais dentro das próprias plataformas. O TikTok Shop chegou ao Brasil em 2025, permitindo que marcas, vendedores e criadores apresentem produtos e concluam compras sem tirar o usuário do aplicativo. Entenda o TikTok Shop.

Na prática, isso amplia a importância de conteúdos que demonstram produtos, respondem dúvidas reais e mostram usos cotidianos. Vídeos curtos, transmissões ao vivo, avaliações e conteúdos de criadores podem aproximar a marca da decisão de compra.

WhatsApp vai além do atendimento

O WhatsApp segue essencial para negócios, mas seu papel está se ampliando. A Meta anunciou recursos como Canais promovidos e anúncios no Status, concentrados na aba Atualizações, sem interferir nas conversas pessoais, que continuam protegidas por criptografia de ponta a ponta. Veja os recursos anunciados pela Meta.

Para pequenas empresas, a melhor prática continua sendo simples: usar o WhatsApp para facilitar a vida do cliente, com respostas rápidas, catálogo organizado, mensagens úteis e comunicação feita com consentimento.

Conteúdo genérico perde espaço

Ferramentas de inteligência artificial aceleraram a produção de textos, imagens e vídeos. Ao mesmo tempo, aumentaram o volume de conteúdo repetitivo e pouco útil. Para se destacar, uma marca precisa oferecer algo que não seja apenas “mais um post”: experiência, repertório, opinião, dados confiáveis, bastidores e respostas claras para dúvidas do público.

A IA pode ajudar a pesquisar pautas, organizar ideias e criar variações de texto. Mas o direcionamento criativo humano, a checagem de informações e uma voz de marca reconhecível continuam indispensáveis.

Criadores e clientes viraram parte da estratégia

As colaborações continuam relevantes, mas o foco deixou de ser apenas alcance. Microcriadores, especialistas de nicho, clientes reais e programas de afiliados podem trazer mais confiança e proximidade do que campanhas genéricas.

O conteúdo gerado por usuários, conhecido como UGC, também permanece valioso. Reposts de clientes, depoimentos, avaliações e demonstrações de uso ajudam a criar prova social. O ideal é sempre pedir autorização para reutilizar o material e identificar com clareza conteúdos patrocinados ou feitos em parceria.

Proteção de menores é responsabilidade das marcas

O Estatuto Digital da Criança e do Adolescente, conhecido como ECA Digital, está em vigor desde março de 2026. A legislação traz regras para proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais, incluindo limites ao perfilamento comportamental e à publicidade direcionada a esse público. Confira as orientações do Ministério da Justiça.

Empresas devem revisar a segmentação de anúncios, a coleta de dados, a linguagem das campanhas e os conteúdos que possam atingir menores de idade.

Como usar as redes sociais para impulsionar o seu negócio?

Escolha a rede certa para cada objetivo

Não é necessário estar em todas as plataformas. O mais importante é entender onde está o seu público e qual resultado a empresa quer alcançar.

  • Instagram e TikTok funcionam bem para descoberta, demonstração e construção de marca.
  • YouTube é forte para conteúdos duradouros, tutoriais e presença nas buscas.
  • LinkedIn é estratégico para empresas B2B, profissionais e geração de autoridade.
  • Pinterest pode ser útil para moda, decoração, gastronomia, beleza, arquitetura e projetos visuais.
  • WhatsApp é ideal para atendimento, orçamento, pós-venda e relacionamento.

Produza conteúdo que responda a perguntas reais

Pense nas dúvidas que seus clientes fazem antes de comprar. Elas podem se transformar em posts, vídeos, carrosséis, artigos e roteiros de Stories.

Em vez de publicar apenas “conheça nosso produto”, experimente conteúdos como:

  • “Como escolher o melhor [produto] para [necessidade]?”
  • “Erros comuns ao contratar [serviço]”
  • “Antes e depois de um projeto”
  • “Quanto custa e o que está incluído?”
  • “Dúvidas frequentes de nossos clientes”

Esse formato melhora a utilidade do conteúdo para o público, favorece buscas dentro das plataformas e aumenta a chance de a marca ser citada em respostas de mecanismos de IA.

Use palavras-chave com naturalidade

SEO não é exclusivo de sites. Nos perfis sociais, vale usar termos que o público realmente pesquisa no nome do perfil, na bio, em títulos de vídeos, nas legendas e nos textos exibidos na tela.

Uma loja de móveis planejados, por exemplo, pode trabalhar expressões como “móveis planejados em [cidade]”, “cozinha pequena planejada” e “projeto de apartamento compacto”. O objetivo não é repetir palavras-chave sem contexto, mas deixar claro o tema, o serviço e a região atendida.

Meça o que realmente importa

Curtidas e visualizações ajudam a entender o interesse do público, mas não devem ser as únicas métricas. Acompanhe também:

  • Tráfego qualificado: visitas ao site, landing page, catálogo ou WhatsApp vindas das redes sociais;
  • Taxa de conversão: percentual de visitantes ou contatos que se tornam leads, orçamentos ou clientes;
  • Leads qualificados e custo por lead (CPL): volume de oportunidades com potencial real e investimento necessário para gerá-las;
  • Receita atribuída às redes sociais: vendas e faturamento originados ou influenciados pelas campanhas;
  • Retorno sobre investimento em mídia (ROAS): receita gerada para cada real investido em anúncios;
  • Custo de aquisição de cliente (CAC): quanto a empresa investe, em média, para conquistar um novo cliente;
  • Taxa e tempo de primeira resposta: velocidade e eficiência no atendimento por comentários, direct e WhatsApp;
  • Taxa de engajamento qualificado: proporção de comentários, compartilhamentos e salvamentos em relação ao alcance;
  • Retenção e conclusão de vídeo: quanto tempo as pessoas assistem e quantas chegam ao final do conteúdo;
  • Fidelização: taxa de recompra, valor do cliente ao longo do tempo (LTV), satisfação e recomendação.

A frequência de publicação também importa, mas não porque exista uma regra fixa de algoritmo. A consistência ajuda a empresa a criar expectativa no público, testar formatos e identificar o que gera resultado.

Como uma agência pode ajudar?

Uma estratégia de redes sociais envolve conteúdo, direção de arte, mídia paga, análise de dados, SEO, atendimento e posicionamento de marca. Na Zero11, reunimos essas frentes para ajudar empresas a transformar presença digital em relacionamento e resultado.

Para acompanhar mais conteúdos sobre marketing, comunicação e negócios, visite o blog da Zero11.

Melhores estratégias nas redes sociais para campanhas

Uma campanha nas redes sociais pode até alcançar milhares de pessoas, mas isso não significa, necessariamente, que ela vai gerar resultados. Afinal, qual é a melhor estratégia nas redes sociais: investir em anúncios, apostar em influenciadores, publicar todos os dias ou priorizar conteúdos mais criativos? E como saber qual rede social realmente faz sentido para cada negócio?

Em meio a métricas, tendências e formatos que mudam o tempo todo, muitas marcas ainda cometem o mesmo erro: entrar nas redes sem um plano claro. Nesta matéria, vamos reunir as principais dúvidas sobre campanhas digitais e mostrar quais decisões podem transformar curtidas em alcance, engajamento e vendas. Afinal, a melhor estratégia talvez não seja a mais óbvia e entender isso pode mudar completamente os resultados da sua próxima campanha.

Defina seus objetivos (e o seu público)

Antes de sequer pensar em clicar naquele botãozinho de “publicar”, você precisa demarcar bem alguns pontos importantes, como o seu objetivo. Ele é:

  • Awareness: a conscientização da marca, busca gerar alcance e impressões;
  • Engajamento: a geração de curtidas, comentários e compartilhamentos;
  • Conversão: gera tráfego ao seu site e gera vendas.

Mapeie qual é o seu público: a faixa etária, quais são os hábitos e quais são os interesses deles, se eles estão em redes sociais (e quais redes usam) já ajuda bastante, afinal de contas, as redes costumam ter ferramentas para te ajudar com os dados (como o Google Analytics, Facebook Insights ou as páginas de métricas do LinkedIn). Essa é uma ótima forma de mapear e entender o seu público e o que ele quer.

Escolha as plataformas certas

Definir a melhor estratégia para uma campanha nas redes sociais não é apenas escolher onde publicar: é entender o papel que cada plataforma pode desempenhar na jornada do público. Uma marca que busca visibilidade rápida, por exemplo, não precisa usar os mesmos formatos de outra que quer gerar autoridade, educar potenciais clientes ou fortalecer uma comunidade.

Instagram e TikTok

No Instagram e no TikTok, o maior diferencial está na descoberta. Vídeos curtos, trends, memes e conteúdos espontâneos podem alcançar pessoas que ainda não seguem a marca, principalmente quando unem entretenimento, identificação e uma mensagem simples. O Instagram também favorece a construção de uma identidade visual consistente e a proximidade diária por meio de Stories, enquanto o TikTok costuma premiar a criatividade, a autenticidade e a participação em conversas culturais do momento.

YouTube

O YouTube, por sua vez, é uma plataforma de atenção e profundidade. Tutoriais, comparativos, demonstrações de produto, entrevistas e storytelling permitem explicar assuntos complexos e aumentar a confiança do público antes de uma decisão de compra. Como os vídeos podem continuar sendo encontrados em pesquisas de meses (ou até anos) depois da publicação, a rede também é uma oportunidade para criar conteúdo duradouro, e não apenas acompanhar tendências passageiras.

LinkedIn

No LinkedIn, o foco é reputação profissional. É o espaço mais indicado para empresas B2B compartilharem conhecimento, análises de mercado, cases, dados, conteúdos educacionais e bastidores de inovação. Mais do que vender diretamente, uma boa estratégia na plataforma ajuda a empresa a se tornar referência para clientes, parceiros e talentos, algo especialmente valioso em ciclos de venda mais longos.

Facebook

Já o Facebook mantém força na criação de relacionamento contínuo, sobretudo entre públicos mais maduros e em nichos com forte senso de comunidade. Grupos, eventos, transmissões ao vivo e publicações que incentivam comentários podem transformar seguidores em participantes ativos. Para negócios locais, serviços e marcas que dependem de confiança e indicação, essa troca frequente pode ser tão importante quanto o alcance de uma campanha.

Mas como decidir quais canais merecem investimento? Vale adaptar a mesma ideia para todas as redes ou criar conteúdos específicos? E qual equilíbrio entre conteúdo de entretenimento, informação e conversão gera resultados de verdade? Bom, pra ser bem claro: depende de seu mercado, público e jornada do cliente.

Como apontado pela Vogue Business, marcas de beleza, por exemplo, precisam adaptar seus conteúdos entre o TikTok, o Instagram e o YouTube, afinal, cada plataforma exige um formato e um tom diferente.

Produza um conteúdo relacionável e autêntico

Autenticidade gera confiança quando falamos em termos de redes sociais. Por isso, ela segue sendo essencial e ajudando a disparar o engajamento. 

O relançamento da linha de hidratantes Corpo a Corpo Davene, com campanha criada e produzida pela Zero11, é um bom exemplo disso. Trouxe o conceito “Viva de Corpo Inteiro” para a campanha a fim de modernizar a narrativa da marca. Em vez de seguir o que tanta gente faz como se apegar às novidades funcionais da linha, no caso era uma nova fórmula, novas fragrâncias e novas embalagens, a Zero11 embrulhou tudo num conceito que faz sentido para um novo público, mais exigente e engajado. 

Equilibre consistência e criatividade

Publicar todos os dias pode aumentar a presença da marca, mas frequência, sozinha, não garante resultado. Quando o conteúdo é repetitivo, pouco relevante ou feito apenas para “não deixar o perfil parado”, o público tende a ignorar ou até deixar de seguir a página. 

Nas redes sociais, atenção é um recurso disputado: mais importante do que ocupar todos os espaços é oferecer um motivo para que as pessoas parem, assistam, comentem ou compartilhem.

Uma marca pode manter uma rotina de publicações simples e úteis, como dicas, bastidores e respostas a dúvidas frequentes, e reservar mais tempo para conteúdos com maior potencial de impacto: vídeos bem construídos, campanhas temáticas, narrativas que despertam emoção ou formatos que participam de conversas do momento. O ponto não é escolher entre quantidade e qualidade, mas criar uma frequência que seja sustentável sem abrir mão de relevância.

A pergunta mais importante, portanto, não é “quantas vezes por semana devemos publicar?”, mas “o que cada publicação entrega para o público?”. Se o conteúdo informa, entretém, resolve um problema ou reforça uma conexão com a marca, ele tem mais chances de gerar resultado, mesmo que a empresa publique menos do que seus concorrentes.

Incentive o UGC como parte da sua estratégia nas redes sociais

Não tem como ser mais autêntico do que com o conteúdo que o próprio usuário gera para a sua marca (o famoso UGC, ou, User Generated Content). Segundo a Network Solutions, o UGC constrói confiança, incentiva o engajamento e ajuda a criar comunidade.

Isso é relativamente fácil de ser integrado às suas estratégias de algumas formas:

  • Encoraje os seus seguidores a postarem fotos ou vídeos usando seu produto, com alguma hashtag cativante;
  • Realize concursos de UGC (foto do mês, história inspiradora ou mais criativa, por exemplo);
  • Reposte os melhores conteúdos (seus seguidores se sentem valorizados e orgulhosos de estarem participando).

No entanto, nem o UGC nem os influenciadores são o verdadeiro porta-voz da sua marca. Você é. Por isso, por mais que os parceiros estejam bem brifados e sejam bons no que fazem, você precisa de conteúdos próprios que falem sobre seus diferenciais com um ótimo conceito da marca. Nunca se esqueça disso. 

Colabore com influenciadores

Influencers ajudam a gerar confiança e alcance. O marketing de influenciadores (especialmente os micro-influenciadores, que costumam ter uma base mais engajada) segue firme e forte para os próximos anos.

Algumas boas dicas são: 

  • Passe bons briefings que considerem boa parte dos do´s e don´ts, mas dê liberdade criativa para que os influenciadores usem sua própria linguagem
  • Escolher influenciadores que tenham alinhamento com a sua marca;
  • Buscar parcerias genuínas, que criem conteúdos reais e transparentes;
  • Procurar por influenciadores que apresentem um público mais engajado, por mais que não seja tão grande assim.

Acelere os resultados das suas estratégias nas redes sociais

Os anúncios permitem alcançar pessoas que ainda não conhecem a marca e, portanto, acelerar resultados. Com segmentações por localização, interesses, comportamento e perfil profissional, as campanhas pagas podem ser direcionadas para objetivos específicos, como aumentar visitas a um site, divulgar um lançamento, gerar contatos ou impulsionar vendas. O investimento faz ainda mais sentido quando existe uma oferta clara e uma página ou canal preparado para receber esse público.

O conteúdo orgânico é essencial para construir uma presença consistente, fortalecer a identidade da marca e criar confiança ao longo do tempo. É por meio de publicações úteis, criativas e alinhadas aos interesses da audiência que a empresa estimula comentários, compartilhamentos e uma comunidade realmente engajada. 

O erro é tratar o orgânico como gratuito e os anúncios como uma solução automática. Conteúdo orgânico exige planejamento, tempo e criatividade. Mídia paga exige estratégia, testes e acompanhamento de resultados. Quando os dois trabalham juntos, a marca usa o orgânico para criar relacionamento e identifica os conteúdos que mais interessam ao público — depois, utiliza anúncios para ampliar o alcance do que já demonstrou potencial.

A inteligência artificial mudou o jogo

A IA não substitui a criatividade humana, mas ela é uma ótima potencializadora de resultados, podendo te ajudar no agendamento de postagens, na produção de vídeos, com os  chatbots para resposta imediata e até na segmentação e previsão dos comportamentos da sua audiência. Empresas que combinam as funcionalidades da IA com o diferencial humano acabam ganhando uma vantagem competitiva.

Interatividade

Segundo o FasterCapital, investir em conteúdo interativo pode até mesmo duplicar o seu engajamento. Alguns já realizados que sempre funcionam:

  • Enquetes nos stories;
  • Quizzes divertidos;
  • Filtros de Instagram ou de TikTok.

Crie comunidades fortes

Redes sociais vão muito além de posts, elas possibilitam o surgimento de comunidades que você pode engajar através de grupos exclusivos no Facebook ou no Telegram, por exemplo, ou através de lives para membros. Oferecer conteúdos exclusivos para seguidores fiéis aumenta esse senso de comunidade.

Aposte em vendas

Se sua marca vende algum produto, estar nas redes sociais e não aproveitar isso para vender é desperdício. Social Shopping é uma tendência forte desde 2025, integrando compras e conteúdo. Lives com links, tags em publicações, promoções relâmpago com CTAs chamativos. O céu é o limite.

Mensure e ajuste constantemente

Estratégia sem análise não é estratégia, é chute. Por isso, fique sempre de olho nas métricas de alcance, engajamento, compartilhamentos, seguidores, taxa de conversão e CTR, por exemplo. 

O ideal é seguir num ciclo constante de planejamento, publicação, análise e otimização. Refinar a sua estratégia é o que vai separar um bom conteúdo de um conteúdo excelente.

Combine esses elementos para atingir o potencial máximo

Todos esses pontos são ótimos para melhorar a sua comunicação através das redes sociais: objetivo claro, público mapeado, plataformas adequadas, conteúdo adequado, parcerias, uso inteligente de IA e, por último mas não menos importante, a mensuração e ajuste.

Mas a verdade verdadeira é que você não precisa se preocupar com tudo isso sozinho quando pode contar com o profissionalismo de uma agência para te entregar tudo isso e, melhor, uma agência com muita experiência.

A Zero11 está pronta para te receber para uma reunião, te mostrar o que nossa equipe de profissionais pode fazer, além de definir e implementar estratégias que vão fazer a sua comunicação sair do zero e chegar ao 11.

Performance digital e o contexto emocional de cada rede

Performance digital e emoções nas redes

Durante muito tempo, o debate sobre performance digital nas redes sociais foi simplificado a uma ideia quase automática: os algoritmos determinam o que sentimos. Essa explicação, apesar de popular, é incompleta e, para quem trabalha com marketing digital e comunicação, pode ser até prejudicial. Ela desloca o foco do que realmente importa.

Na prática, as emoções predominantes em cada plataforma não nascem do código. Elas emergem do comportamento coletivo das pessoas que utilizam esses espaços. O algoritmo entra depois, como um sistema que observa padrões, aprende com eles e amplifica aquilo que já está acontecendo.

Esse movimento ajuda a explicar um fenômeno cada vez mais evidente: um mesmo tema pode gerar reações completamente diferentes dependendo da rede social em que circula. Mais do que isso, ele revela uma mudança importante na forma como campanhas publicitárias precisam ser pensadas. Não basta definir uma boa mensagem. É necessário entender o contexto emocional em que ela será recebida.

Emoção nas redes é coletiva

Vamos considerar um tema que começa a circular em uma rede social, sem carregar uma emoção definida. Ele funciona como um ponto de partida aberto, sujeito à interpretação coletiva. O que vai determinar o tom dominante não é o conteúdo em si, mas a forma como as pessoas começam a reagir a ele.

Se as primeiras interações são críticas, o debate tende a seguir um caminho mais confrontativo. Se surgem respostas bem-humoradas, o conteúdo pode rapidamente se transformar em algo leve ou irônico. Quando há identificação, a conversa ganha um caráter mais empático.

Esse comportamento está diretamente ligado ao conceito de contágio emocional, amplamente estudado na psicologia social. Acesse aqui um dos estudos mais conhecidos sobre o tema: Emotional contagion in social networks (PNAS)

O ponto central é simples, mas poderoso: as pessoas não reagem apenas ao conteúdo, elas reagem à reação das outras pessoas. Esse efeito cria uma dinâmica em que emoções se reforçam e se espalham, formando rapidamente um padrão dominante.

É nesse momento que um tema deixa de ser neutro e passa a carregar uma identidade emocional dentro daquela rede.

Cada plataforma tem uma lógica de interação própria

Se a emoção nas redes é construída coletivamente, surge uma pergunta inevitável: por que ela varia tanto de uma plataforma para outra? A resposta está na forma como cada ambiente digital organiza a interação entre usuários.

Cada rede social incentiva comportamentos específicos. Plataformas com foco em texto tendem a estimular opinião, debate e posicionamento mais explícito. Ambientes visuais incentivam estética, aspiração e comparação. Já plataformas baseadas em vídeos curtos priorizam entretenimento, estímulo rápido e respostas mais imediatas.

Essas diferenças estruturais moldam o tipo de comportamento predominante e, consequentemente, as emoções mais frequentes. E isso contextualiza o perfil dos usuários e a maneira como consomem as redes.

Com o tempo, cada plataforma também desenvolve normas invisíveis. São regras não escritas que definem o que é valorizado, o que gera resposta e o que tende a ser ignorado. Os usuários aprendem essas normas rapidamente, muitas vezes sem perceber.

O resultado é que o mesmo tema entra em contextos culturais diferentes dentro de cada rede. E contexto, nesse caso, muda tudo.

Engajamento não é só métrica, é sinal social

No marketing, o engajamento costuma ser tratado como um indicador de performance digital. Curtidas, comentários e compartilhamentos são vistos como métricas de sucesso. Mas essa leitura é limitada.

Na prática, o engajamento funciona como um sinal social. Ele não apenas mede relevância, mas também influencia comportamento.

Quando um conteúdo começa a receber um tipo específico de reação, isso orienta a forma como outras pessoas vão interagir. Esse fenômeno está ligado ao conceito de prova social. Explore com mais profundidade aqui: Social proof explanation (Simply Psychology)

O processo acontece de forma progressiva. Um conteúdo é publicado, as primeiras reações começam a aparecer e definem um tom inicial. A partir daí, outras pessoas tendem a seguir esse padrão. Com o tempo, esse comportamento se consolida.

Isso significa que o engajamento não apenas reflete a emoção predominante. Ele ajuda a construí-la.

O papel do algoritmo no desempenho digital: amplificar, não criar

Depois que uma emoção começa a se formar, entra o algoritmo. Mas é importante ajustar a expectativa sobre seu papel. O algoritmo não cria emoções. Ele amplifica padrões.

Sistemas de recomendação são projetados para identificar conteúdos que geram mais interação e aumentar sua distribuição. Entenda com mais detalhe esse funcionamento neste guia: How social media algorithms work (Hootsuite)

O ciclo é relativamente simples. Pessoas reagem a um tema, uma emoção começa a dominar, o engajamento sinaliza relevância e o algoritmo amplia o alcance desse conteúdo. Com mais alcance, mais pessoas entram em contato com aquele mesmo tom emocional, reforçando ainda mais o padrão.

Esse ciclo de amplificação explica por que determinados temas rapidamente ganham uma “cara emocional” dentro de uma plataforma.

Nesse contexto, a síntese desse processo revela uma ideia central: a plataforma não escolhe a emoção, ela escala a emoção que venceu.

Por que o mesmo tema gera emoções diferentes em cada rede?

Se emoções são construídas coletivamente e amplificadas por algoritmos, a variação entre plataformas deixa de ser um mistério e passa a ser consequência.

Alguns fatores ajudam a explicar essa diferença. O perfil do público é um deles. Idade, repertório cultural e interesses influenciam diretamente a forma como um tema é interpretado. A intenção de uso também pesa. Algumas redes são utilizadas para informação, outras para entretenimento, outras para expressão pessoal.

O ritmo de consumo é outro elemento relevante. Conteúdos rápidos tendem a gerar respostas mais impulsivas, enquanto formatos mais longos permitem reflexão. Além disso, o tipo de interação influencia o comportamento. Ambientes mais públicos incentivam performance, enquanto espaços mais fechados favorecem autenticidade.

Encontre um panorama mais amplo dessas dinâmicas neste relatório global: Digital 2025 Global Overview Report (DataReportal)

O ponto mais importante, no entanto, é conceitual. O tema assume a emoção do ambiente em que é discutido. Por isso, ele pode ter melhor ou pior desempenho digital.

O impacto direto na performance digital

Para marcas, essa dinâmica muda completamente a lógica de planejamento. Um dos erros mais comuns ainda é tratar plataformas diferentes como se fossem apenas canais de distribuição.

Replicar o mesmo criativo em múltiplas redes, sem adaptação, ignora um fator essencial: o estado emocional do público não é o mesmo em todos os ambientes.

O contexto altera a interpretação da mensagem. A emoção dominante influencia diretamente a recepção. Estudos sobre eficácia publicitária, como The role of context in advertising effectiveness (Think with Google) analisaram esse impacto.

Na prática, isso significa que a percepção de uma mesma campanha pode ser completamente diferentes. Em um ambiente, ela pode soar inspiradora. Em outro, pode parecer forçada ou até gerar rejeição. Em um terceiro, a interpretação pode ser com ironia.

Nada disso exige necessariamente mudança na mensagem. Apenas no contexto.

Leia também: Como uma agência pode transformar a comunicação corporativa em ativo estratégico.

Como adaptar a estratégia de conteúdo para melhorar a performance digital

Diante desse cenário, adaptar a estratégia deixa de ser opcional e passa a ser necessário. O primeiro passo é a leitura do ambiente. Antes de publicar qualquer conteúdo, é fundamental entender qual emoção domina aquele tema dentro da plataforma, como as pessoas estão reagindo e que tipo de linguagem está funcionando.

Essa análise vai além do formato. Não se trata apenas de transformar um post em vídeo ou adaptar uma imagem para outro layout. O ajuste precisa ser emocional. Envolve intensidade, linguagem e abordagem narrativa.

Sob essa perspectiva, existe também uma decisão estratégica importante. A marca pode optar por entrar na emoção dominante e se alinhar ao contexto ou pode tensionar esse ambiente e trazer um novo olhar. Nenhuma das duas abordagens é, por si só, melhor. O que faz diferença é a consciência da escolha.

Território emocional como ativo de marca

Esse cenário abre espaço para uma camada mais sofisticada de estratégia: o território emocional. Mais do que definir posicionamento, marcas passam a escolher em quais estados emocionais querem atuar.

Isso exige consistência ao longo do tempo, clareza sobre como desejam ser percebidas e capacidade de adaptação sem perder identidade. Não se trata apenas de estar presente em uma plataforma, mas de entender em qual tipo de experiência emocional a marca está se inserindo.

A implicação é direta: presença digital não é apenas distribuição de conteúdo. É participação em dinâmicas coletivas de emoção.

As emoções não sao impostas pelos algoritmos

O comportamento e a performance digital nas redes sociais revela algo que o marketing digital, por muito tempo, tentou simplificar demais. Emoções não são impostas por algoritmos. Elas são construídas pelas pessoas e amplificadas pela tecnologia.

Esse entendimento muda a forma como interpretamos o impacto de conteúdos e campanhas. Explica por que o mesmo tema pode gerar reações opostas em diferentes ambientes digitais e mostra que contexto não é detalhe, é parte central da estratégia.

Para marcas, a implicação é clara. Além de pensar na mensagem, é importante entender o ambiente emocional em que ela será recebida. Porque o impacto de uma campanha depende também do que as pessoas estão sentindo quando entram em contato com ela.

Descubra o melhor horário para ganhar engajamento na rede social X, antigo Twitter

melhor horário para postar no twitter

Se sua empresa está desbravando as redes sociais por conta própria, a postagem dos conteúdos, o engajamento e a experiência do usuário podem acompanhar muitas dúvidas. Uma muito comum é o horário da postagem, principalmente em uma plataforma em que o engajamento é um forte impulsionador de alcance. 

A resposta curta é: vai muito além de somente um “quando der tempo”. Por isso, entender melhor os hábitos dos usuários, e quais são os horários de pico na rede, pode transformar a sua estratégia de conteúdo para melhor, e ampliar significativamente o alcance dos seus perfis. 

Essa matéria vai ajudar você a entender melhor tudo isso. 

Por que o X é diferente?

Por que o X é diferente

Antes conhecido como Twitter, após a compra pelo Elon Musk a rede social ganhou o nome de X, fez um rebranding e passou a oferecer mais serviços, como vídeos longos (até 2h) direto no feed, espaços de áudio estilo podcasts ao vivo, assinaturas para criadores com monetização real (inclusive no Brasil), além de análises aprofundadas de engajamento para perfis verificados. 

É uma plataforma muito mais dinâmica e real-time do que as outras. O X segue como a rede social nº 1 para acompanhar eventos em tempo real no Brasil, de eleições a tragédias naturais. É insubstituível inclusive no jornalismo para apuração em tempo real.

As conversas acontecem a todo momento mas, diferentemente das outras redes como o Facebook e o Instagram, os Posts (antes tweets) têm uma vida útil muito mais curta. E é exatamente por isso que é essencial acertar o timing das postagens se você procura maximizar o seu engajamento.

X tem audiência influente e ativa no Brasil

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O X foi a rede que mais cresceu em acessos no Brasil em 2024. Segundo a Semrush, a plataforma teve um aumento de +462,8% nas visitas em relação ao ano anterior, superando Instagram, Facebook e TikTok.

Usuários do X no Brasil tendem a ser mais escolarizados, urbanos e interessados em atualidades, política e inovação. Isso torna a rede ideal para posicionamento de marca, pauta institucional ou conteúdo de assuntos diversos.

Um estudo da própria plataforma X sobre o perfil dos usuários no Brasil aponta:

  • 89% dos usuários gostam de dar opinião sobre assuntos que conhecem ou têm interesse (contra 86% na população online geral).
  • 80% afirmam que amigos/família pedem opinião deles antes de comprar algo (versus. 72% da população online).
  • No Brasil, 85% publicam opiniões sobre produtos/marcas e 91% leem a opinião de outros antes da compra

Com um perfil opinativo e alto grau de influência social, os usuários brasileiros do X moldam conversas. Tendem a ocupar posições de formadores de opinião tanto dentro da plataforma quanto em seus círculos offline, funcionando como vetores naturais de disseminação de ideias, produtos e marcas.

Estudos mostram que esse público tem maior propensão a compartilhar recomendações de forma espontânea, especialmente quando se identifica com os valores da marca ou percebe qualidade no produto. Esse comportamento faz com que o engajamento com conteúdo patrocinado ou orgânico vá além do clique: ele se converte em confiança, viralização e construção de reputação.

Na prática, isso representa uma oportunidade valiosa para campanhas voltadas a segmentos aspiracionais ou de alto envolvimento, como inovação, política, saúde, beleza e educação. Para as marcas, é o cenário ideal para conquistar credibilidade e relevância em um ambiente onde a opinião ainda é moeda forte.

X tem audiência influente e ativa no Brasil

Aposta em IA e pagamentos digitais 

Na busca por posicionar a plataforma como uma “super app”, o X vem acelerando investimentos em inteligência artificial (IA) e meios de pagamento digitais. Nos Estados Unidos, a empresa lançou o X Payments (ou X Money Account), uma conta digital integrada a serviços financeiros, com testes já em andamento em mercados estratégicos como Brasil e Índia.

A inovação não para por aí. A plataforma também vem incorporando recursos de IA generativa para refinar a experiência do usuário e aumentar a transparência. Um exemplo são as Community Notes, que contam agora com o suporte de algoritmos para sugerir contextualizações em posts polêmicos, mantendo, no entanto, a validação humana. A empresa também testa resumos automáticos de threads e conteúdos atraentes e extensos, oferecendo uma curadoria inteligente de informações em tempo real.

Essas atualizações reforçam a intenção de transformar o X em uma ferramenta multifuncional que vai além da rede social para operar como ambiente de transações, informação e conteúdo confiável. O movimento coloca a plataforma em rota de concorrência direta com fintechs, apps de conteúdo e até marketplaces.

Quais são os melhores horários para postar no Twitter?

De acordo com o SocialPilot, com base numa pesquisa feita com mais de 50 mil contas, os principais horários para se postar com máximo engajamento no Twitter são os dias úteis, principalmente entre 9h e 16h (com um destaque especial para as sextas-feiras, às 15h).

Em razão dos acontecimentos, esses períodos costumam coincidir com os momentos em que os usuários estão mais ativos e, portanto, mais propensos a interagir com o seu conteúdo.

sucesso nas redes sociais

Comparativo com as outras redes sociais

Entender melhor os horários mais ativos de cada rede pode ser um grande suporte na hora de alinhar sua estratégia de conteúdo multicanais:

  • Instagram: os principais horários de atividade são de segunda a quinta-feira, das 10h às 15h;
  • Facebook: o pico do engajamento na rede fica entre 9h e 12h, de segunda a sexta-feira;
  • TikTok: terças e quintas, principalmente entre 10h e 18h são os principais horários para maximizar o engajamento.

Cada plataforma, é bom lembrar, possui suas particularidades, por isso, adaptar o seu conteúdo e o seu timing de acordo com as preferências dos seus seguidores é crucial para ter os melhores números nas suas métricas.

Como saber se você está aproveitando o engajamento do X ao máximo?

Como saber se você está aproveitando o engajamento do X ao máximo
  1. Consistência é chave: manter uma frequência de posts regular possibilita a manter o público engajado e a aumentar a visibilidade em meio à torrente de pequenas postagens na rede;
  2. Usar hashtags relevantes: apesar de não serem mais necessárias para indexar o conteúdo, ainda são costumeiras na rede. Incorporar hashtags populares e pertinentes ao seu conteúdo pode ampliar o seu alcance a atrair novos seguidores;
  3. Interação com o público: um perfil sem interações é como aqueles filmes de velho-oeste onde vemos bolas de feno rolando por cidades paradas. Responder comentários e mencionar outros perfis incentiva a interação e fortalece a comunidade em torno da sua marca;
  4. Apostar em conteúdo visual: posts (ou tweets para os saudosos) com imagens, vídeos e GIFs tendem a receber mais engajamento do que aqueles com texto puro;
  5. Analisar os resultados: é muito importante utilizar as ferramentas de análise disponíveis para monitorar constantemente as postagens e ajustar sua estratégia conforme a necessidade.

Tentativa e Erro: a chave do sucesso

Cada público tem suas motivações para o uso das redes, por isso, o que funciona para uma pode não ser o indicado para outra. Há muitas maneiras de fazer análises de sua estratégia, inclusive o melhor momento para postar, como testes A/B, experimentar diferentes horários e ter vários tipos de conteúdos para observar o que gera mais engajamento com a sua audiência. Com o tempo, é possível compreender mais profundamente o que ressoa melhor com o seu público e o comportamento dele em cada rede.

Aproveitar os melhores horários para postar no X ou em qualquer outra rede social e aplicar as melhores estratégias de engajamento pode transformar a sua presença online da água para o vinho. 

Lembre-se de que a chave está em conhecer o seu público e ser autêntico, além de estar disposto a mexer na sua abordagem de acordo com os dados que receber.

Para ter certeza de que a sua estratégia está no caminho certo, é mais confiável ter um parceiro que já conhece as melhores rotas. Pode ter certeza, a Zero11 sabe como fazer isso muito bem.

Com dedicação, análise contínua e a nossa expertise de mais de 30 anos em comunicação, você estará no caminho certo para alcançar resultados ainda mais significativos para a sua marca.

Entre em contato com a Zero11 e vamos juntos fazer a diferença.

Alcance orgânico: como aumentar a visibilidade do seu conteúdo

Alcance orgânico: como aumentar a visibilidade do seu conteúdo

Você já deve ter escutado sobre alcance de postagens nas redes sociais, as diretrizes que cada uma delas têm sobre como criar as postagens, o que pode ou não ser colocado, porcentagens de texto. Enfim, existem diversas coisas para se prestar atenção na comunicação que precisa ser feita e, é claro, o melhor é fazer com que tudo isso seja orgânico, não é mesmo?

Orgânico, como assim?

Vamos trazer isso para um contexto do dia a dia: você tem seu perfil numa rede social, o Instagram, por exemplo, você tem mais de 800 seguidores em seu perfil, mas seus stories têm por volta de 100 visualizações em cada e, geralmente, sempre das mesmas pessoas. Ou o contrário também, você segue várias contas, mas acaba vendo, normalmente, conteúdo das mesmas no seu feed.

Tudo isso acontece por conta do alcance das postagens, que pode acabar ficando mais alto ou mais baixo dependendo do algoritmo da rede (que já explicamos um pouco por aqui). Existe, é claro, a opção de aumentar o alcance das suas postagens através de conteúdo pago, mas também dá pra aumentar sua visibilidade sem depender disso.

Como aumentar meu alcance orgânico?

Existem algumas maneiras de melhorar o alcance dos seus posts sem depender do alcance pago, uma delas, claro, é o planejamento,  que fica bem mais fácil de ser feito quando analisamos as métricas que as próprias redes podem te apresentar. 

Quais são os melhores horários para posta? Qual é o dia da semana em que os usuários estão mais ativos? Qual conteúdo é mais acessado em sua página? É bem importante planejar seu conteúdo para ser lançado próximo aos picos de engajamento.

Como não poderia ficar de fora, o relacionamento com a sua audiência também é uma forma fácil e bastante importante de se manter com uma visibilidade maior. No Twitter, por exemplo, a cada retweet ou resposta, é uma nova chance de o seu post original aparecer novamente na timeline de um seguidor, ou mesmo de alguém que não te segue.

A última dica (desse texto, afinal, existem diversas técnicas que podem ser colocadas em prática para aumentar o alcance orgânico) não fica nem um pouco atrás das outras em questão de importância. Lógico, o seu conteúdo é a peça chave nisso tudo.

Criar conteúdo relevante para suas mídias é o principal jeito de ter seu conteúdo em destaque para seus seguidores. É importante focar no que está dando certo, mexer no que não está, procurar sempre mostrar coisas relevantes para o seu público. Com certeza, um conteúdo de qualidade e bem planejado vai acabar atingindo mais público.

Tá bem, eu sei que disse que a dica anterior era a última, mas, que tal uma dica extra? Quer saber uma dica valiosa em fazer sua mensagem chegar pra quem precisa dela? 

A dica é: contar com a Zero11. A gente sabe direitinho o que fazer pra não dar bobeira com seu público. Mande um e-mail, solicite um orçamento, e comece já a colocar tudo isso em prática, do lado de quem já está há quase 30 anos fazendo a comunicação acontecer.

O Instagram como plataforma de vendas

utilizar o Instagram para vendas

Quando o Instagram surgiu, era apenas uma rede social para postagem de fotos quadradas, mas, de lá pra cá, muita coisa mudou. Formatos, orientações, espaços, stories, lojas. Hoje em dia, a rede é um canal fortíssimo para branding, estilo e storytelling. Mas desde a introdução das funcionalidades de e-commerce, como a integração de catálogos, as mudanças na plataforma foram um pouco mais radicais do que muita gente se dá conta.

Essa transição marcou a ascensão do “social commerce”: uma fusão entre entretenimento, comunidade e transações. Hoje, os usuários vão além de somente descobrir produtos no feed ou nos stories, muitos compram direto ali, sem nem sair da plataforma. Esse é um movimento particularmente relevante para empresas que buscam simplificar ainda mais a jornada de compra e reduzir as barreiras para o consumidor.

Claro, o Instagram se adaptou: de canal de reconhecimento de marcas, passou a atuar como canal de conversão. E para as marcas seriamente comprometidas com a performance e com resultados, se tornou numa plataforma que definitivamente não pode ser ignorada.

O crescimento do Social Commerce e as mudanças no comportamento do consumidor

O crescimento do Social Commerce e as mudanças no comportamento do consumidor

A adoção de compras via redes sociais cresce globalmente e nacionalmente. No Brasil, uma pesquisa realizada pela Ayden concluiu que 65% dos consumidores já utilizam as redes sociais para fazer suas compras online e, entre esses, o Instagram lidera a preferência com cerca de 61%, bastante à frente de outras plataformas.

Mas se engana quem acha que esse comportamento é exclusivo do Brasil. Globalmente, as estatísticas só reforçam esse crescimento do Social Commerce como uma tendência cada vez mais dominante.

Social Commerce impulsiona receitas e influência de marcas

De acordo com dados recentes, o comércio através do Instagram movimentou mais de 37 bilhões de dólares em 2024. Além disso, estimam que mais de 1,7 bilhão de pessoas já usam o Instagram para buscar produtos, marcas ou interagir com empresas.

Outro dado relevante é o de que 83% dos usuários afirmaram que procuram por novas marcas na rede, evidenciando o caráter de canal de descoberta que vem se consolidando cada vez mais.

Para empresas de médio ou grande porte, isso significa que o Instagram não é mais só um canal de comunicação, mas um ponto estratégico de conversão, branding e de crescimento de receita.

Quais funcionalidades do Instagram ajudam a potencializar as vendas?

Claro que isso não é um passe de mágica. Não é só criar o perfil que as vendas aparecem do nada. A plataforma tem suas mecânicas e ferramentas que ajudam a construir isso, como por exemplo: 

  • Instagram Shopping e posts com produtos marcados:

Com a criação da ferramenta de “loja” dentro do app e a possibilidade de marcar produtos direto em posts ou stories, o processo do seu consumidor em descobrir esses produtos ficou muito mais fluido. O usuário encontra o produto, clica, visualiza preços e detalhes e é direcionado para a página de compra, tudo isso de uma forma muito mais intuitiva.
Essa integração reduz bastante o atrito na jornada de compra e tende a aumentar a conversão;

  • Conteúdo em vídeo e interativo: lives, reels e stories:

Vídeos curtos e dinâmicos, especialmente os reels, e as lives no instagram com call-to-action para compras ou links diretos têm se mostrado formatos de alto impacto. São formas de conteúdo que combinam a atração visual com o engajamento e a urgência (ingredientes essenciais e ideais para a conversão).
Além disso, como muitos consumidores pesquisam e avaliam os produtos direto na plataforma, esse tipo de conteúdo ajuda a construir uma credibilidade e um desejo de compra.

  • Integração com e-commerce e automações:

Empresas que combinam o instagram diretamente com seus sistemas de e-commerce, CRM ou de automações, têm um diferencial competitivo importante. Isso permite rastrear o comportamento do usuário, desde a descoberta até a compra, e personalizar ainda mais essa experiência.
Para marcas que visam resultados consistentes, essa integração transforma o instagram em um canal ainda mais poderoso e profissional para as vendas.

  • Parcerias com creators, influencers e UGC:

Colaborar com criadores, influenciadores digitais ou incentivar reviews e conteúdos atraentes dos seus próprios consumidores é uma estratégia que traz uma “prova social”, um fator decisivo para a conversão, especialmente para compras “influenciadas” pelas redes sociais. É uma via que une alcance orgânico, engajamento e conversão.

Quais funcionalidades do Instagram ajudam a potencializar as vendas

Conteúdo como motor de conversão: estratégias que funcionam

Transformar audiência em engajamento, e engajamento em vendas é algo que exige mais do que publicidade: precisa de estratégia de conteúdo e, nisso, algumas práticas se destacam.

Narrativas humanizadas e autênticas, por exemplo, tendem a construir confiança. Mostrando os bastidores da empresa, apresentando o time, os valores, o propósito. Para públicos corporativos ou sofisticados, isso ressalta bastante a credibilidade e a reputação.

Além disso, consistência e frequência são chave. Postar regularmente, alternando formatos e dando dinamismo, sempre com foco em agregar valor, não somente nas vendas. Isso ajuda a manter a marca no imaginário do seu cliente e aumentar o seu alcance na rede.

Criar conteúdos educativos e que agreguem valor, como demonstrações, ter calls-to-action claros e direcionados e, não menos importante, reviews e conteúdo gerados por consumidores também são ótimas estratégias para influenciar a jornada de compra de quem pode estar em dúvida. 

Você pode gostar também: melhor horário para postar no twitter.

Qual é o papel da gestão estratégica?

Qual é o papel da gestão estratégica

Para aproveitar o Instagram com um potencial pleno, não basta apenas “existir” por lá. A gestão estratégica precisa de alguns pontos essenciais.

  • Planejamento de mídia e conteúdos: definir calendários, mesclar formatos, segmentar a audiência e otimizar para a conversão;
  • Mensuração e análise dos resultados: acompanhar métricas como engajamento, conversão, ticket médio, ROI, CPA, retenção e, claro, ajustar a estratégia com base nesses dados;
  • Integração com sistemas internos: para garantir que o caminho entre o clique e a compra seja o mais fluido possível;
  • Capacidade de escalonar e adaptar: reagir rapidamente às mudanças no algoritmo, no comportamento do consumidor, nas tendências de conteúdo, é algo que exige expertise e monitoramento constante.

Para empresas de qualquer porte, trabalhar com uma agência capacitada faz toda a diferença. Pode ser a chave para transformar público e seguidores em receita, e trazer ainda mais visibilidade em posicionamento a longo prazo.

Conheça a Zero11

Com mais de 30 anos de experiência em publicidade, a Zero11 tem uma vasta expertise em fazer a sua mensagem chegar a quem realmente importa: o seu cliente. Por isso, que tal marcar uma reunião e descobrir mais sobre o que o nosso time pode fazer por você e pela sua rede?

Se você busca transformar seguidores em clientes, visibilidade em vendas, e marca em autoridade de mercado, você precisa de uma estratégia robusta e integrada: exatamente o que a Zero11 pode te oferecer. 

E se quiser continuar recebendo novidades do mercado e insights valiosos, não deixe de se inscrever para receber nossas newsletters.

Frequência de Posts: quantas vezes por semana é o “correto”?

Frequência de Posts: quantas vezes por semana é o “correto”?

Por aqui, nós já falamos um pouquinho sobre o que são os algoritmos. E também como as redes sociais utilizam esses algoritmos para entregar o conteúdo aos usuários.

No entanto, você já parou pra pensar quando a frequência dos posts é importante pra fazer com que o conteúdo apareça pra mais gente? Até mesmo para aquelas pessoas que não seguem sua página?

É sempre bom fazer com que seu conteúdo chegue ao seu público numa frequência “adequada” para aquilo que você entrega. Postar uma vez por mês? Uma vez por semana? Diariamente? Várias vezes ao dia? Tudo isso depende de qual rede social estamos falando.

Imagine entrar numa página que você acabou de conhecer e a última postagem foi feita há vários meses.

Ou então, você ativa as notificações de uma outra página e acabar sendo bombardeado de vários e vários posts, um atrás do outro.

Nenhuma das duas parece muito boa, não é mesmo?

Entenda a plataforma em que você está postando

Já vamos tirar essa dúvida do caminho. Embora a periodicidade das postagens é parte do resultado, não existe uma periodicidade correta para todas as redes sociais.

A frequência de postagens deve ser pensada de acordo com a estratégia definida. Assim como a escolha da plataforma também é fundamental e depende dos objetivos e do público-alvo.

O Facebook, segundo o estudo do HubPost, demonstra experiência de queda no número de engajamento se várias postagens são feitas no mesmo dia.

No Facebook, a frequência que funciona melhor para as diferentes páginas é de 3 posts por semana.

Por outro lado, no Twitter, um tweet sozinho ao dia é rapidamente soterrado por vários outros, portanto, algumas páginas sugerem a postagem de 15 a 30 tweets por dia.

Algumas outras redes, como o YouTube, levam a frequência de postagem bastante a sério. O YouTube dá prioridade de visualização para canais que postam pelo menos três vezes por semana. Também leva em conta a duração do vídeo em seu algoritmo.

Frequência x Alcance

É verdade que a produção de conteúdo, ainda que orgânica, cria um público cativo.

No entanto, as campanhas de awareness, as de performance ou promocionais são bem eficientes quando estruturadas para alcançar um número grande de pessoas, além dos seguidores da página.

Nesse caso, a frequência deixa de ser um atributo de sucesso e a mensagem mais a mídia ganha o foco. Em comunicação, há vários ingredientes, só que o segredo da receita de sucesso é carregar no sabor da própria marca.

Tudo isso pode parecer meio complicado a princípio, mas você não precisa aprender tudo isso sozinho. Pode contar com uma equipe que já está há quase 30 anos fazendo a mensagem chegar até o consumidor. Mande uma mensagem pra Zero11 e confira.

Drops: futuro do conteúdo é em “pílulas”?

Drops: futuro do conteúdo é em “pílulas”?

Vivemos na era do conteúdo, não tem como negar isso. Criadores de conteúdo, vloggers, influencers, já são profissões reais e que, 15 ou 20 anos atrás eram inexistentes. Não é difícil perguntar a uma criança o que ela quer ser quando crescer e ouvir “YouTuber” como resposta. 

Vivemos numa era onde todos querem produzir e consumir conteúdo e, por isso, acaba ficando cada vez mais difícil prender a atenção do espectador médio por muito tempo. Talvez essa seja justamente a questão-chave: e se não for necessário prender por mais tempo e sim pelo tempo suficiente, mesmo que esse tempo seja somente um minuto?

Alguns anos atrás, a rede social Vine deu voz para vários criadores de conteúdo, mas com um diferencial: os vídeos tinham, no máximo, sete segundos. A limitação de tempo, embora parecesse restritiva, forçava os criadores a fazerem o melhor trabalho possível com o que tinham disponível. Embora não esteja mais operacional, a rede abriu caminho para outras plataformas que seguem o mesmo caminho de conteúdos curtos.

Atualmente, o TikTok já se tornou uma das redes sociais mais fortes, atraindo a atenção de grandes players do mercado, como a Microsoft (que teve sua oferta de compra recusada), enquanto o Instagram investe em sua própria versão, o Reels.

Certo, e qual é a vantagem de produzir conteúdos mais curtos?

Existem diferentes possibilidades para os conteúdos curtos. Se seu conteúdo só precisar de 1 minuto para chamar a atenção, ótimo, já é parte do caminho andado mas, e quando o valor é explorar justamente uma forma mais longa de comunicação? O que fazer?

Você com certeza já foi ao cinema e assistiu aos trailers dos próximos lançamentos, certo? Os trailers são edições curtas do material do filme, de preferência, vendendo o que vem pela frente, sem “estragar” a experiência do espectador. Claro que isso pode ser aplicado nos seus conteúdos.

Se seu conteúdo principal é um vídeo de mais de 1h, por exemplo, fica difícil chamar a atenção do usuário que está “só rolando” a timeline do Facebook, por exemplo. Ou então aquele vídeo que chega por WhatsApp, dificilmente alguém vai parar pra ver 1h de conteúdo recebido em uma mensagem.

Substituindo esses conteúdos grandes por “drops”, sejam eles feitos propositalmente para isso, ou edições curtas de um tópico específico abordado durante uma conversa maior, nos moldes adotados pelo podcast Flow, por exemplo, fica muito mais fácil de prender a atenção por um tempo mais curto e, consequentemente, mostrar que existe um conteúdo mais completo, além dos poucos minutos mostrados.

Claro que, não é por ser curto que o conteúdo pode ser feito “de qualquer jeito”, não é mesmo? Passar uma ideia em pouco tempo é até muito mais difícil. O formato padrão dos comerciais de TV é em 30 segundos, por exemplo, por isso o mais importante neles é a própria ideia. Geralmente, é preciso usar mais criatividade em comerciais de 30” do que em vídeos de mais de 2 minutos. 

Conheça alguns conteúdos no portfólio da Zero11.

Gostou deste texto? Quer saber como uma agência especializada em marketing digital pode ajudar a sua empresa a encontrar o equilíbrio entre a aquisição de clientes e o fechamento de contratos? Fale com a equipe da Zero11.