Trabalhar ou não com Digital Influencers? Eis a questão.

Trabalhar ou não com Digital Influencers? Eis a questão.

Há anos, o uso de celebridades é uma das mais básicas estratégias das campanhas publicitárias. Nada mais óbvio que isso ocorresse também no meio digital.

No entanto, o que espantou muita gente foi o fato de que pessoas comuns, algumas sem talento especial, passaram a ditar regras para milhões de pessoas, simplesmente porque seu público se identificava com o que diziam.

O marketing de influência tem amadurecido.

Antes o sucesso do influenciador já era suficiente para chamar a atenção das marcas. Hoje a avaliação é estratégica e considera outros valores além dos grandes números, como reputação e integridade.

Isso não significa adotar automaticamente influencers com discursos padronizados de ativismo, como aqueles que constroem situações para divulgar um comportamento ilibado e forjar sua imagem.

Se for artificialmente construído (quase sempre é) poderá ser desmascarado mais tarde pela incoerência da sua postura.
Quando o influencer perde sua autenticidade também perderá o motivo de ter chegado onde chegou.

Como valores, é preciso levar em conta a própria postura profissional, como a veracidade dos números de seguidores e a forma de encarar o trabalho.

E o ponto de partida é sempre a identificação com o conteúdo do influenciador e a marca.

Há diversidade de perfis de influenciadores, não fique somente no ranking

Há aqueles óbvios que atingiram um papel de verdadeiras celebridades e diversos outros com voz de autoridades em diferentes áreas, tais como beleza, saúde, pet, gastronomia, moda.

É preciso lembrar que o universo digital também deu voz a profissionais que antes atuavam em nichos, como filósofos, professores e palestrantes com público bastante fiel.

Microinfluenciadores também passaram a ter voz nesse mercado e a fazer parte dos planos das campanhas.

Afinal, nem sempre é necessário investir num influenciador com um número de mais de 7 dígitos de seguidores para conseguir uma boa performance.

Vozes que gerem melhor identificação com liberdade criativa em ação espontânea conseguem mais engajamento do seu público-alvo.

Para ter sucesso no marketing de influência, entenda o que é relevante para seu público e adote influenciadores que estejam envolvidos numa comunicação recíproca com os fãs. Isso fará que o endosso da marca seja coletivo.

Antecipe-se aos desejos de seu cliente.

Inbound marketing: antecipe-se aos desejos do cliente

Como o Inbound Marketing pode ajudar você a expandir seus negócios.

Muitas empresas que querem crescer – tanto em vendas quanto em lucratividade – passaram a usar um poderosa estratégia de Marketing Digital: o Inbound Marketing.

Além de tornar a empresa competitiva, aumentando a presença no mercado, o Inbound permite criar uma bagagem valiosa sobre o comportamento dos clientes e, com isso, a empresa também economiza recursos financeiros e tempo da equipe de vendas.

Como funciona o Inbound

No planejamento, as tendências de comportamento são levantadas para conhecer a jornada de compra, desenvolver as personas e a régua de conteúdo.

Ou seja, você descobre o que seu público-alvo gosta e faz e oferece o que ele quer e precisa.

Muitas vezes, o cliente nem sabe que tem um problema e descobre com o conteúdo que é disponibilizado pelo Inbound. É aquela fase que chamamos de topo de funil.

Ela é muito importante, porque além de sua marca estar se antecipando aos concorrentes, o que ajuda a tornar você referência do público, faz a educação necessária para facilitar a conclusão do negócio posteriormente.

Como saber qual o momento correto?

Com a criação de canais de aquisição e de iscas sedutoras, os potenciais clientes são estimulados a oferecer uma contrapartida para continuar recebendo informações.

É aí que começa a jornada do Inbound Marketing, que se desenrola em fases: conteúdo de atração, de relacionamento e de solução.

As seis táticas para conquistar leads são:

– Criação de personas;

– Conteúdos incríveis desenvolvidos com técnicas de SEO;

– Táticas de Outbound (mídia digital Pay Per Click) para acelerar o ROI;

– Redes Sociais (boost e orgânicos);

– Landing Pages para hospedar materiais ricos e colher dados;

– E-mail Marketing (para relacionamento e ampliar BI);

Pelo próprio caminho do consumo de conteúdo, é possível entender os interesses e a fase das personas.

O conteúdo de fundo – sobre como resolver – estabelecerá o momento certo para fazer a abordagem mais direta.

O relacionamento depende, principalmente, da qualidade do conteúdo, do design, a roupa que veste os materiais ricos (deixe com profissionais) e da boa estratégia da régua com automação dos e-mails marketing.

O Inbound é muito utilizado em B2B, porque além de focar no alvo certo, considera as etapas da jornada de compra: primeiro quando o cliente ainda está num momento de reconhecer que existe um problema, depois que ele provavelmente tem esse problema evoluindo para as possíveis soluções.

A venda torna-se mais efetiva porque passa a considerar essa educação prévia antes de ter contato com vendas, além de se utilizar das informações do BI para potencializar o fechamento do negócio.

Ou seja, é aumento de performance e economia de tempo e recursos.

Algumas plataformas de Inbound Marketing permitem integração com as de CRM utilizadas pela equipe de vendas, o que melhora ainda mais a potencialização dos resultados.

Para conhecer alguns cases de Inbound Marketing, clique aqui.

Estar presente ou ser relevante nas mídias sociais

Estar presente ou ser relevante nas mídias sociais

Nos últimos anos, milhões de empresas aderiram às redes e marcaram presença.

Algumas se mantém presentes. Outras, conseguiram se tornar relevantes.

Estas entendem o retorno que o investimento em mídias sociais trouxe ao seu negócio na divulgação da marca, no engajamento da audiência, no aumento do tráfego do blog/site, na ampliação das vendas e no aumento do número de clientes.

Se sua empresa ainda não faz parte desse grupo, seu concorrente deve estar muito feliz com isso.

As mídias sociais são uma ferramenta poderosa, que além de ampliar o awareness da marca, permitem educar de forma frequente e ajudar na venda do produto.

E o melhor, elas são mensuráveis, geram aprendizado e não requerem investimentos milionários.

Mas se engana quem só enxerga a parte intuitiva das mídias sociais. Há muita tecnologia e estratégia por trás e um trabalho bem feito requer uma equipe especializada para fazer funcionar.

A falsa impressão de que administrar uma conta corporativa é tão fácil quanto uma conta pessoal tem decepcionado muita gente.

Há outros mitos que também podem por tudo a perder.

Precisamos falar mais sobre eles:

1.”O marketing em redes sociais é grátis”:

A primeira grande verdade: se o trabalho nas mídias sociais for mal feito, o preço que se paga é enorme.

Para um trabalho ser de nível profissional com resultados compatíveis, é preciso investir em desenvolvimento:

– Um bom planner que defina os KPIs, as personas e as estratégias, além de apontar as tendências e formas de abordagem.

– Uma equipe criativa de arte e texto, porque conteúdo original faz uma enorme diferença e, sem boas ideias, nada sai do lugar.

– Uma equipe de mídia/ BI para impulsionar estrategicamente os posts e analisar os indicadores chave de performance com as métricas essenciais para o negócio.

Além da equipe, tem também as plataformas de gestão que possibilitam acompanhar todas as menções e a geração de relatórios para o aprimoramento da estratégia.

E, claro, sem investir no impulsionamento dos posts, o resultado é ínfimo e não compensa o investimento mensal em desenvolvimento.

2.”A gestão é intuitiva”:

O fato de haver perfis pessoais que conseguem administrar suas próprias páginas não significa que façam isso com estratégia e atinjam seu potencial.

É preciso conhecimento de marketing digital e talento em comunicação, da criação de toda a curadoria à análise e atendimento pelo SAC. Saber lidar com crises também não é para qualquer um.

3.”Mais fãs é melhor”:

As plataformas deixaram de ser apenas uma página de relacionamento da marca já que o post orgânico não tem muita cobertura.

Com os investimentos, focados nas personas e seu comportamento, as redes sociais estão se consolidando como plataformas de mídia.

Isso significa que, ao anunciar, você pode atingir um número infinitamente superior aos fãs de sua página.

No entanto, há uma vantagem de se ter um número significativo de fãs: ao anunciar, o número do resultado orgânico cresce imensamente.

4.”Estar nas mídias sociais corre-se o risco de ter muitas reclamações”:

Não estar também corre. E o pior, você nem vai saber disso, perdendo a oportunidade de contornar o problema.

5.”Meu negócio é B2B, o meu público não está nas redes.”:

As pessoas não deixam de ser profissionais ao navegar pelas redes. 8 em 10 dizem que usam seu feed para encontrar conteúdo interessante com fins profissionais.

6.”Quanto mais posts, melhor é o resultado”:

Quantidade não é sinônimo de resultado. Você precisa se conectar com seu público, o que só ocorre com estratégias organizadas e estruturadas para gerar resultado.

Entender bem a jornada do cliente é a melhor maneira de planejar a frequência adequada com distribuição correta do conteúdo.

As redes podem ser pensadas como mídia de campanhas, com tempo determinado e foco nas personas e KPIs específicos. Ou para o tradicional relacionamento, com postagens mais regulares.

Tudo depende do seu objetivo e estratégia.

7.“São só posts em redes sociais”:

Não, não são. É uma poderosa forma de comunicação.

Quer conhecer mais sobre o trabalho da Zero11? Conheça um pouco de nosso trabalho digital aqui.

Brand Content, Content Marketing e Branded Entertainment

Brand Content, Content Marketing e Branded Entertainment

Tendência ou moda? Nenhuma das duas. Mas falar do assunto é obrigatório.

Não é nada novo fazer uso de conteúdo para vender uma ideia ou produto e ainda mudar o comportamento do público. Isso sempre existiu.

O que a internet fez foi ampliar sua importância, dando um salto na demanda por conteúdo.

Deixamos de ser passivos ao buscar as informações que queremos. Mas, com estratégias de alto nível, nos deixamos envolver pelos temas de nosso interesse.

Quando você menos percebe está lendo ou vendo algo que não previa inicialmente. Um assunto leva a outro por um caminho cuidadosamente planejado.

Mas o conteúdo não existe só no mundo digital. Muitas vezes, assuntos que bombam nas mídias sociais vem de grandes canais de massa.

A própria propaganda pode estimular o aprofundamento do assunto em outras plataformas. Você pode ler mais sobre esse assunto aqui:

O conteúdo desenvolvido com o propósito de valorizar a imagem de uma empresa ou marca, influenciar a opinião de prováveis consumidores pode ter vários formatos.

Brand Content, Content Marketing e Branded Entertainment. O que você precisa saber.

É importante saber que existe uma diferença nos objetivos e na forma de abordagem de conteúdos.

Entenda:

O Brand Content tem como ponto de partida o conteúdo que trabalha o posicionamento da marca para conquistar o consumidor.

Content Marketing requer o conhecimento sofisticado das personas para a produção de conteúdo relevante em diversos formatos e na periodicidade adequada.

Branded Entertainment usa a linguagem do entretenimento para criar e manter uma conexão emocional entre o público e a marca.

Um ponto muito importante para se desmistificar é que não basta ter um site com blog e alguns posts nas mídias sociais para que se diga que faz conteúdo.

Ele precisa chegar no público certo e conectá-lo com sua mensagem e marca, o que só ocorre com estratégias organizadas e estruturadas voltadas a resultado.

Como por exemplo, planejamento (baseado em comportamento das personas, ferramentas e decisões dos KPIs), execução (sem uma boa ideia na frequência adequada e com distribuição correta do conteúdo, nada sai do lugar) e mensuração (os KPIs – indicadores chave de performance, com as métricas que são essenciais para seu negócio).

As possibilidades de produção de conteúdo são imensas: shows, vídeos, artigos, infográficos, ebooks, posts, pesquisas, white papers, guias, webinars, quizzes, competições, virais, games, fóruns, depoimento celebridades, enfim.

Se você quer educar, ter reconhecimento, inspirar a decisão ou convencer, precisa saber o que inspira seu público.

Marca online: 5 formas de melhorar

Marca online: 5 formas de melhorar

A marca online esta se tornando mais importantes para o sucesso do marketing digital de uma empresa. Como o marketing digital se transforma em um ambiente móvel, fácil de usar, você precisa melhorar a sua marca.

Como fazer isso? Dê uma olhada nesta lista de Neil Patel, contribuidor da Forbes, e aplique as dicas em sua marca online.

1. Crescer sua presença nas mídias sociais.

Menção de marcas devem ter um lugar nas mídias sociais. Plataformas sociais compreendem uma vasta paisagem de interações digitais. Quanto mais as pessoas estão comentando, fazendo referência e discutindo sobre sua marca, há uma grande probabilidade de crescimento de menções de sua marca.

2. Construa sua marca pessoal.

As empresas são construídas nas costas de pessoas, empresários que trabalham duro, empregados leais e fãs apaixonados. A partir deste grupo de pessoas, os fundadores de uma empresa se destacam como os mais significativos para impactar e crescer a reputação da marca.

Mencionar o nome da empresa em outros contextos, o seu blog pessoal, convidados, menções offline etc. irá percorrer um longo caminho para melhorar o alcance da marca. A marca comercial e a marca pessoal podem se complementar de uma forma mútua. Cresça um e você crescerá o outro.

3. Falar em eventos.

Eu me pergunto se vale a pena ou não falar em conferências. Enquanto o ROI nas conferências não é tão grande como a recompensa de blogs, eu ainda recomendo. Por quê? Porque há menções de marca. As conferências são uma fonte potencial de menções de marca.

Como os participantes tuítam, postam nos blogs e cobrem a conferência em suas plataformas digitais, as menções de sua marca decolam. Como mencionado acima, a marca pessoal é uma característica fundamental de ganhar menções. Falando em eventos, é uma das formas de melhorar a sua marca pessoal e a sua marca de negócios.

4. Blogs

Uma maneira brilhante para construir sua marca online é através de blogs. Blogs são frequentemente vistos como uma maneira dissimulada de construção de links. Na realidade, blogs continuam a ser uma força poderosa para o marketing de conteúdo inteligente. A recompensa real do visitante do blog não é o link, em muitos casos um link pode até ser removido pelo editor.

O verdadeiro valor de blogs é satisfazer as necessidades, ajudando os outros e fornecendo informações de alto nível. Blogs em geral não possuem uma ligação envolvida, mas também ajudam a aumentar a menção da marca. Quanto mais sua marca é mencionada, melhor ela irá se destacar no digital.

5. Interagir em fóruns.

Fóruns parecem um método antigo de marketing, mas eles ainda estão em alta. Olhe o Reddit, por exemplo, uma das plataformas mais populares no estilo de fóruns. O LinkedIn e seus grupos são um outro exemplo de fórum com um enorme potencial de marketing. Essas plataformas de discussão online são uma das melhores maneiras de melhorar as menções de marca.

Por um lado, eles lhe dão a oportunidade de mencionar, mas eles fornecem um outro ângulo. Fóruns permitem que os participantes discutam a marca. A discussão é um sinal que a marca é mais do que uma estatística, é uma presença orgânica que garante o interesse de um público amplo. “As marcas têm, de fato, uma mão na criação de um novo formato de anúncio que coloca a voz do cliente em exposição.”

Já sabe como melhorar a sua marca online? Não? Entre em contato conosco.