Porque o valor da sua marca define o futuro do seu negócio

Valor de marca

Existe uma pergunta que quase nenhum C-level responde com precisão e, quando responde, costuma errar com convicção: qual é o valor da marca da sua empresa?

Não o seu faturamento. Não o valuation da empresa como um todo. Mas o quanto do seu valor de mercado existe exclusivamente porque o seu nome existe. É o valor da marca.

A resposta importa mais do que parece. Porque, no limite, empresas são fluxos de caixa e marcas são o que tornam esses fluxos mais previsíveis, mais resilientes e mais lucrativos. Se você ainda enxerga branding como custo, está subestimando o principal ativo estratégico do seu negócio.

O que executivos ainda não entenderam sobre marca (e deveriam)

Em muitas organizações, a marca ainda é tratada como identidade visual, campanhas ou awareness. Tudo isso importa, mas é superficial diante do que realmente está em jogo. Marca não é apenas comunicação. Marca é engenharia de percepção com impacto direto em fluxo de caixa.

Na prática, ela reduz o risco percebido pelo cliente, aumenta a capacidade de captura de valor e cria preferência recorrente. Quando esses três vetores estão funcionando, o cliente sente que erra menos ao escolher você, aceita pagar mais pelo mesmo produto e volta sem precisar ser convencido do zero. Já quando não estão, o que existe é apenas uma operação eficiente de marketing, não um ativo de marca.

Enterprise Value: onde a marca realmente entra na conta

O valor de uma empresa não está apenas no que pode ser tocado. Máquinas, estoques e infraestrutura são relevantes, mas, em boa parte dos setores, o que sustenta valuation são os ativos intangíveis. Entre eles, marca, base de clientes, propriedade intelectual, reputação e capacidade de distribuição.

O ponto negligenciado é que a marca não é apenas mais um item nessa lista. Ela é o ativo que conecta todos os outros e amplifica o valor deles. Duas empresas com estruturas semelhantes e EBITDA parecido podem ter avaliações completamente diferentes dependendo da força da marca. Isso acontece porque a marca altera a percepção de risco e de continuidade do fluxo de caixa futuro.

Brand Equity: o prêmio invisível que vira margem

Existe uma forma direta de entender o valor da sua marca: observar o quanto a mais você consegue cobrar sem perder demanda. Esse “a mais” é o Brand Equity convertido em margem. Mas ele não aparece apenas no preço. Ele se manifesta em taxas de conversão mais altas, menor dependência de estímulos promocionais, redução do custo de aquisição ao longo do tempo e aumento do valor gerado por cliente.

Quando o crescimento depende exclusivamente de descontos ou pressão comercial, o que existe é compra de demanda, não captura de valor. E isso, no longo prazo, é um modelo frágil.

A métrica que expõe a verdade: o que acontece quando você desliga o marketing?

Existe um teste simples e incômodo que expõe a realidade: o que acontece com sua receita se você interromper os investimentos em mídia por um período curto? Se o impacto for imediato e profundo, o negócio está apoiado em estímulo constante. No caso de queda, mas com alguma estabilidade, existe um ativo em construção. Agora, quando a operação continua relativamente saudável, há evidência de marca forte.

Esse raciocínio revela algo que dashboards sofisticados nem sempre mostram: marca é o que sustenta demanda na ausência de esforço ativo de aquisição.

Mas é importante observar que marcas fortes sabem a importância de continuar investindo porque isso significa construção do futuro.

As três formas de medir o valor da marca (e o que elas realmente significam)

O valuation de marca costuma parecer técnico demais, mas, na prática, ele responde a perguntas estratégicas. Pela abordagem de custo, a questão central é quanto seria necessário investir para reconstruir uma marca equivalente do zero. Isso não envolve apenas mídia, mas tempo, consistência e aprendizado acumulado. O que essa abordagem mede, de fato, é a sua barreira de entrada. Se for barato replicar sua percepção de valor, sua posição competitiva é frágil.

Na abordagem de mercado, o foco está em transações comparáveis. Observa-se por quanto marcas similares foram compradas ou vendidas. Aqui, a narrativa encontra a realidade. Não importa o quanto você acredita no valor do seu ativo; importa o quanto o mercado paga por ativos equivalentes. Se não há liquidez, o valor é questionável.

Já a abordagem de renda, conhecida como Royalty Relief, traduz a marca em fluxo de caixa. A pergunta é simples: se você não fosse dono da sua marca, quanto pagaria para usá-la? Essa lógica revela a capacidade da marca de gerar receita própria. Marcas fortes poderiam ser licenciadas com valor relevante. Quando ninguém pagaria para usar o seu nome, o mercado já está sinalizando o tamanho do ativo.

Marca como hedge: o ativo que protege sua empresa em cenários adversos

Executivos experientes sabem que crescimento não é linear. Em cenários de crise, inflação ou retração de demanda, a diferença entre empresas com e sem marca se torna evidente. Marcas fortes sustentam preço, preservam preferência e reduzem a necessidade de descontos. Conseguem atravessar momentos adversos com menor erosão de margem.

Nesse sentido, a marca funciona como um hedge. Ela não elimina o risco, mas reduz sua intensidade. Empresas sem esse ativo entram rapidamente em guerra de preço, e, nesse ambiente, margem deixa de ser estratégia e passa a ser consequência.

O impacto direto no múltiplo de venda

Um dos pontos mais subestimados é o efeito da marca no múltiplo de saída. Negócios com marca forte apresentam maior previsibilidade de receita, maior retenção de clientes e menor dependência de fatores individuais, como fundadores ou vendedores-chave. Isso reduz a percepção de risco.

E risco, no mercado, é precificado. Quanto menor o risco percebido, maior o múltiplo aplicado. É por isso que empresas com operações semelhantes podem ter avaliações tão diferentes. Uma é vista como uma engrenagem operacional. A outra, como um ativo estratégico.

O erro mais caro: confundir notoriedade com valor

Ser conhecido não é o mesmo que ser relevante. É possível ter alto nível de awareness e, ainda assim, competir por preço, depender de promoções e não gerar lealdade. Notoriedade sem diferenciação é apenas exposição.

O mercado não remunera visibilidade. O mercado remunera capacidade de capturar valor. E isso depende daquilo que sua marca representa na decisão de compra, não apenas do quanto ela é lembrada.

Construção de marca: o que realmente cria valor

Existe uma diferença importante entre ações que parecem branding e aquelas que efetivamente constroem valor. O que cria valor não são movimentos isolados, mas consistência ao longo do tempo. Não é a frequência de campanhas, mas a clareza do território competitivo. Não é o discurso, mas a coerência entre o que se promete e o que se entrega.

Construir marca exige disciplina estratégica. Exige repetição, alinhamento e diferenciação percebida. Não é sobre criatividade pontual, mas sobre construção contínua de significado.

O verdadeiro indicador de valor: o que não pode ser copiado

No final, o valor da sua marca está diretamente ligado àquilo que não pode ser replicado com facilidade. Quando a oferta pode ser copiada rapidamente, o mercado empurra o negócio para a comoditização. E, nesse cenário, o preço passa a ser o principal critério de decisão.

Marca é o que cria distância entre você e essa dinâmica. É o que sustenta margem quando tudo ao redor pressiona para baixo.

A pergunta que realmente importa

Existe uma pergunta mais estratégica do que qualquer métrica: se sua empresa desaparecesse amanhã, alguém sentiria falta?

Quando a resposta é negativa, o problema é de relevância. Quando é incerta, o ativo ainda está em construção. Quando é claramente positiva, existe marca. E marca, quando existe de fato, tem valor econômico.

Marca é sobre dinheiro

Toda discussão sobre branding converge para fluxo de caixa futuro. Marca é o que torna esse fluxo mais previsível, mais resiliente e mais rentável.

Ignorar isso é tratar o ativo mais poderoso da empresa como acessório. Em mercados cada vez mais competitivos, isso deixa de ser um erro conceitual e passa a ser uma decisão financeira equivocada.

Empresas sem marca competem por preço. Empresas com marca capturam valor. E essa diferença, no longo prazo, não é apenas relevante.

É determinante.

Branding de alimentos e bebidas: por que sabor já não é suficiente

O setor de alimentos e bebidas tem sido guiado por uma lógica aparentemente simples: vence quem entrega o melhor sabor pelo melhor preço.

Mas essa equação deixou de ser suficiente em um mercado hipercompetitivo e orientado por percepção. O branding passou a ser um dos principais ativos estratégicos das marcas de alimentos e bebidas, muitas vezes, mais determinante do que o próprio produto.

Comida não é apenas consumo funcional. É experiência, identidade, status e narrativa. E é nesse território que o branding ganha protagonismo.

Do produto ao significado: a mudança de lógica

O primeiro ponto crítico é entender que o consumo de alimentos evoluiu de necessidade para expressão. Estudos mostram que o comportamento do consumidor no setor é influenciado por múltiplos fatores além do produto em si, como imagem de marca, experiência e percepção simbólica.

Isso significa que o sabor continua sendo importante, mas deixou de ser diferencial competitivo sustentável. Ele virou pré-requisito.

O que realmente diferencia hoje é o conjunto de significados que a marca constrói.

Essa mudança fica ainda mais evidente quando analisamos o conceito de “food identity”. Pesquisas mostram que as escolhas alimentares refletem valores, estilo de vida e até posicionamentos sociais dos consumidores. Ou seja: ao escolher uma marca, o consumidor está dizendo algo sobre si.

Um bom exemplo de como branding vai além do produto é o mercado de alimentos saudáveis. Dois produtos podem ter praticamente a mesma composição nutricional (baixo teor de açúcar, ingredientes naturais, sem conservantes) mas o que define qual deles será escolhido não é a tabela nutricional, e sim a percepção construída em torno da marca.

Uma marca que comunica bem-estar, estilo de vida equilibrado e propósito (com embalagem limpa, linguagem coerente e presença digital consistente) transforma um simples snack em símbolo de autocuidado. Já outra, com o mesmo produto, mas sem narrativa clara, vira apenas “mais uma opção saudável na prateleira”. No fim, não é só sobre comer melhor, é sobre o que aquela escolha representa.

Branding como atalho cognitivo

No ponto de venda (físico ou digital), o consumidor não decide de forma totalmente racional. Ele usa atalhos mentais. E a marca é um dos mais poderosos.

Branding funciona como um sistema de redução de incerteza: ele organiza percepção, gera familiaridade e cria confiança.

Segundo estudos sobre branding de alimentos, uma das funções centrais da marca é justamente moldar o reconhecimento e influenciar preferências.

Na prática, isso explica por que:

  • Pessoas compram o mesmo produto repetidamente, mesmo com opções mais baratas
  • Marcas premium conseguem cobrar mais por produtos similares
  • Embalagens e identidade visual impactam diretamente na decisão

Aliás, até elementos aparentemente simples como cor têm impacto direto. Pesquisas mostram que determinadas paletas despertam emoções específicas e isso influencia a percepção da marca no setor de alimentos.

A estética como novo driver de consumo

Se antes o sabor guiava a escolha, hoje a estética muitas vezes vem antes, principalmente no ambiente digital.

Um estudo recente sobre o impacto das redes sociais no setor mostra que o consumo passou a ser orientado por aquilo que é “visual e compartilhável”, conceito chamado de digital aesthetic fit.

Isso muda completamente a lógica de produto e branding.

Hoje, marcas de alimentos precisam pensar em:

  • Fotogenia do produto
  • Design de embalagem
  • Experiência visual no ponto de venda
  • Potencial de viralização

A comida precisa performar bem não só no paladar, mas no feed.

E isso não é superficial: influencia diretamente a demanda. O estudo mostra que imagens, reviews e conteúdos compartilhados impactam fortemente a decisão de compra .

Branding como construção de experiência

Outro ponto-chave: no setor de alimentos e bebidas, branding vai além da comunicação: é experiência completa.

Desde o cardápio até o atendimento, passando pela ambientação e pela linguagem, tudo comunica.

Pesquisas indicam que a experiência de consumo é um dos principais fatores que influenciam comportamento no setor, junto com marca e percepção de valor .

Isso explica o crescimento de marcas que não vendem apenas produtos, mas universos:

  • Cafeterias que vendem lifestyle
  • Restaurantes que vendem pertencimento
  • Marcas de snacks que vendem propósito

Nesse contexto, branding funciona como um sistema integrado que conecta produto, ambiente e narrativa.

O papel das redes sociais na construção de marca

As redes sociais são ambientes onde o branding acontece em tempo real.

Elas transformaram o setor em três níveis principais:

1. Aceleração de tendências

Novos produtos e experiências se popularizam rapidamente, impulsionados por conteúdo viral.

2. Influência na decisão

Consumidores usam redes para descobrir, avaliar e validar escolhas.

3. Construção de comunidade

Marcas deixam de ser emissores e passam a interagir diretamente com consumidores.

Além disso, o conteúdo gerado pelos próprios usuários (reviews, fotos, comentários) virou parte essencial da construção de marca, algo que antes não existia nesse nível.

Branding como vantagem competitiva real

Em um mercado onde produtos são facilmente replicáveis, branding é uma das poucas vantagens difíceis de copiar.

Isso fica evidente até em disputas legais recentes. Casos envolvendo “dupes” (produtos visualmente semelhantes) mostram que o valor está no conjunto visual e simbólico da marca, não apenas no produto.

Quando uma marca é forte:

  • Ela cria preferência antes do contato com o produto
  • Reduz sensibilidade a preço
  • Aumenta lealdade
  • Amplifica recomendação

E isso impacta diretamente receita e margem.

A importância da consistência e do posicionamento

Segundo análises do setor, marcas que se destacam são aquelas que entendem profundamente seu público e constroem mensagens alinhadas com seus valores e expectativas .

Isso envolve:

  • Clareza de posicionamento
  • Consistência visual e verbal
  • Alinhamento entre promessa e entrega

Sem isso, o branding vira apenas estética vazia, não ativo estratégico. Ou seja, não basta ter branding, precisa ter coerência.

Tendências: para onde o branding no setor está indo

O setor de alimentos e bebidas está passando por transformações estruturais, e o branding está no centro delas.

Algumas tendências claras:

1. Transparência como valor de marca

Consumidores exigem rastreabilidade, sustentabilidade e ética. Isso virou parte do branding, não apenas da operação .

2. Marcas com propósito

Produtos precisam carregar narrativas (saúde, bem-estar, estilo, etc).

3. Hiperestetização

A dimensão visual continuará crescendo como fator de decisão.

4. Experiência omnichannel

A marca precisa ser consistente do delivery ao físico, do Instagram ao ponto de venda.

5. Micro-marcas e nichos

Com as redes, pequenas marcas conseguem competir criando identidade forte e comunidades engajadas.

Branding é ativo central, não acessório

No setor de alimentos e bebidas, o jogo mudou. Sabor continua sendo essencial, mas é apenas o ponto de partida.

O que define crescimento, diferenciação e valor de marca é o branding. Ele transforma produto em experiência. Experiência em significado. E significado em preferência.

No fim, as marcas que vencem não são apenas as que alimentam, são as que constroem conexão. E essa conexão não acontece na boca. Acontece na cabeça e, principalmente, na percepção.

Alta direção criativa no branding de alimentos e bebidas

A alta direção criativa é o ponto onde estratégia e percepção se encontram. No setor de alimentos e bebidas, isso é decisivo. Quando bem conduzida, ela transforma atributos técnicos em narrativa de valor: ingredientes viram estilo de vida, origem vira propósito, e produto vira escolha.

Em um mercado onde o sabor já é esperado, garante coerência entre branding, embalagem, comunicação, experiência e presença digital, criando marcas reconhecíveis e desejadas antes mesmo do primeiro consumo.

Esse papel exige visão sistêmica e repertório cultural. É a alta direção criativa que antecipa movimentos de comportamento e traduz tendências em posicionamento consistente, evitando que marcas entrem na guerra de preço ou se tornem commodities. Mais do que estética, trata-se de intenção: cada elemento visual, cada palavra e cada ponto de contato precisa reforçar a mesma ideia central, reduzindo ruído e aumentando valor percebido.

É nesse contexto que a Zero11 atua, conectando branding, estratégia e execução para construir marcas que vão além do produto. Ao integrar inteligência de mercado com direção criativa, a agência ajuda empresas de alimentos e bebidas a ocuparem territórios claros, diferenciarem-se de forma sustentável e transformarem percepção em resultado. No fim, não é só sobre o que se consome, mas sobre o que a marca faz o consumidor sentir e representar.

Criação de conteúdo para empresas: publicar não é suficiente

A disputa pela atenção nunca foi tão intensa. Em 2026, empresas competem não apenas com concorrentes diretos, mas com algoritmos, inteligências artificiais, creators, vídeos curtos, conteúdos automatizados e uma avalanche diária de informação consumida em poucos segundos. 

Nesse cenário, a criação de conteúdo para empresas deixou de ser apenas uma estratégia de marketing e passou a ser um ativo essencial para relevância, autoridade e geração de negócios.

O comportamento do público mudou. Hoje, as pessoas pesquisam no Google, mas também perguntam para IAs generativas, assistem reviews no TikTok, consomem conteúdos em podcasts, salvam posts no Instagram e tomam decisões baseadas na percepção construída ao longo da jornada digital. Ou seja: conteúdo não é mais somente atração. É influência sobre percepção, confiança e escolha.

Ao mesmo tempo, a facilidade de produzir conteúdo com inteligência artificial elevou drasticamente o volume de materiais publicados todos os dias. Isso criou um novo desafio para as marcas: como se destacar em um ambiente saturado por conteúdos genéricos e repetitivos?

A resposta passa por estratégia, profundidade e consistência. Mais do que publicar por publicar, empresas precisam criar conteúdos que entreguem contexto, utilidade, personalidade e experiência real para o consumidor.

Entender o público deixou de ser diferencial. Virou obrigação.

Uma estratégia eficiente de criação de conteúdo para empresas começa pelo entendimento profundo do público. Mas agora isso vai além de idade, localização ou interesses superficiais.

As marcas precisam compreender comportamento de busca, dores reais, linguagem, contexto emocional e até a forma como o consumidor interage com inteligências artificiais e plataformas digitais.

Hoje, decisões de compra são influenciadas por múltiplos pontos de contato. Um consumidor pode descobrir uma marca em um vídeo curto, pesquisar avaliações no Google, pedir opinião para uma IA generativa e só então acessar o site da empresa. Isso exige uma comunicação integrada e coerente em toda a jornada.

Ferramentas de analytics, social listening, SEO, CRM e análise de comportamento ajudam empresas a identificar padrões e oportunidades. Mas os dados sozinhos não resolvem tudo. O diferencial está na interpretação estratégica dessas informações para transformar dados em comunicação relevante.

Conteúdo relevante continua sendo o principal fator de autoridade

Mesmo com toda evolução tecnológica, uma coisa não mudou: conteúdo vazio continua sendo ignorado. A diferença é que agora isso acontece mais rápido.

Em um ambiente onde milhares de conteúdos são produzidos automaticamente todos os dias, o público desenvolveu filtros mais agressivos contra materiais superficiais. Por isso, relevância se tornou ainda mais importante.

A criação de conteúdo para empresas precisa responder perguntas reais, resolver problemas, educar, entreter ou oferecer algum tipo de valor concreto para quem consome.

Isso vale para diferentes formatos:

  • artigos de blog;
  • vídeos curtos;
  • conteúdos para redes sociais;
  • podcasts;
  • newsletters;
  • materiais ricos;
  • cases;
  • conteúdos institucionais;
  • SEO para IA e busca generativa.

Além disso, marcas que conseguem construir repertório próprio ganham vantagem competitiva. Empresas que apenas repetem tendências tendem a desaparecer no excesso de informação. Conteúdo forte é aquele que combina informação, posicionamento e identidade de marca.

SEO mudou: agora as marcas precisam ser encontradas também pelas IAs

Durante anos, o SEO foi focado principalmente no Google. Mas a ascensão das inteligências artificiais generativas mudou a lógica da descoberta digital.

Hoje, além de aparecer nos mecanismos de busca tradicionais, empresas também precisam ser compreendidas pelas IAs.

Isso significa estruturar conteúdos claros, contextualizados e semanticamente organizados para que plataformas de inteligência artificial consigam interpretar a marca como uma referência confiável em determinado assunto.

Nesse novo cenário, a criação de conteúdo para empresas passa a envolver:

  • produção de conteúdos aprofundados;
  • autoridade temática;
  • organização semântica;
  • schema markup;
  • conteúdos atualizados;
  • fortalecimento de marca;
  • presença consistente em múltiplos canais;
  • construção de repertório digital confiável.

Empresas que produzem apenas conteúdos rasos ou excessivamente promocionais tendem a perder relevância tanto no Google quanto nas respostas geradas por IA.

A tendência é clara: marcas fortes serão aquelas que conseguirem ocupar espaço na memória humana e também nos sistemas de inteligência artificial.

Conteúdo não serve apenas para vender. Serve para construir percepção.

Um dos maiores erros de muitas empresas ainda é enxergar conteúdo apenas como ferramenta de conversão imediata.

Na prática, o conteúdo atua em toda a jornada.

Ele influencia a percepção de valor, fortalece autoridade, reduz insegurança, cria reconhecimento de marca e aumenta a chance de consideração antes mesmo da decisão de compra acontecer.

Em mercados cada vez mais competitivos, muitas vezes a venda não acontece porque o consumidor nunca chegou a considerar determinada empresa como opção relevante.

É justamente aí que a criação de conteúdo para empresas se torna estratégica.

Marcas que conseguem construir presença consistente ao longo do tempo aumentam familiaridade, confiança e lembrança. E isso impacta diretamente performance, vendas e crescimento.

Inteligência artificial virou ferramenta. Não substituição.

A IA acelerou processos, aumentou produtividade e democratizou a produção de conteúdo. Mas também criou uma nova realidade: ficou mais fácil produzir conteúdo mediano.

Por isso, o diferencial passou a ser direção criativa, visão estratégica e capacidade de construir narrativas com profundidade.

Empresas que usam IA apenas para gerar volume tendem a produzir materiais parecidos com milhares de outros disponíveis na internet.

Já marcas que utilizam inteligência artificial como apoio estratégico conseguem acelerar operações sem perder identidade, consistência e inteligência de comunicação.

O conteúdo mais eficiente em 2026 é aquele que une:

  • dados;
  • criatividade;
  • repertório;
  • tecnologia;
  • contexto;
  • leitura cultural;
  • estratégia de marca.

Monitorar resultados é indispensável

Nenhuma estratégia de conteúdo funciona sem acompanhamento constante.

Analisar métricas como tráfego, retenção, tempo de permanência, taxa de conversão, compartilhamentos, alcance orgânico e comportamento do usuário ajuda empresas a entender o que realmente gera impacto.

Além disso, o monitoramento permite ajustes rápidos em um ambiente digital que muda o tempo inteiro. O que performava há seis meses pode não funcionar mais hoje.

Por isso, empresas que tratam conteúdo como processo contínuo conseguem evoluir mais rápido do que aquelas que trabalham apenas campanhas isoladas.

Conteúdo estratégico é construção de valor de longo prazo

A criação de conteúdo para empresas não é apenas sobre produzir posts ou alimentar redes sociais. É sobre construir relevância em um ambiente onde atenção, confiança e percepção se tornaram ativos extremamente valiosos.

Empresas que conseguem unir branding, conteúdo, SEO, inteligência de dados e alta direção criativa saem na frente porque deixam de disputar apenas mídia e passam a disputar significado.

Marcas memoráveis serão aquelas capazes de criar conteúdo que as pessoas realmente queiram consumir e que as inteligências artificiais reconheçam como referência.

A Zero11 atua justamente nessa construção integrada entre conteúdo, posicionamento, branding, SEO e comunicação estratégica, desenvolvendo projetos pensados para fortalecer marcas em um ambiente digital cada vez mais complexo e competitivo. Inclusive atendendo marcas que atuam em vários países da América Latina com conteúdos em português e espanhol.

Conheça também sobre o modelo de alta direção criativa.

Zero11 cria campanha de lançamento da rian care e apresenta novo olhar sobre telemedicina no Brasil

A Zero11, agência de publicidade, branding e marketing digital, desenvolveu a campanha de lançamento da rian care, um novo serviço de telemedicina criado para ampliar o acesso à saúde no Brasil por meio de consultas online, teletriagem 24 horas e uma rede nacional de especialistas. A campanha parte de um contexto concreto do país: o acesso à saúde ainda é um desafio para grande parte da população. Dados indicam que cerca de 71% dos brasileiros não possuem plano de saúde, dependendo exclusivamente da rede pública ou do pagamento direto por consultas e exames.

Nesse cenário, a telemedicina tem se consolidado como uma alternativa importante para ampliar o acesso ao cuidado, reduzir deslocamentos e facilitar o acompanhamento médico no cotidiano das pessoas. 

O desafio de acesso à saúde no Brasil

A realidade da saúde no país mostra um cenário de forte desigualdade no acesso a serviços médicos. Para milhões de brasileiros, consultas com especialistas podem significar longos deslocamentos, filas ou custos elevados.

Ao mesmo tempo, o país vive uma transformação no ecossistema de saúde digital. Impulsionada pela pandemia e fortalecida por políticas públicas de digitalização do sistema de saúde, a telemedicina deixou de ser apenas uma solução emergencial e passou a integrar a rotina de atendimento de muitos pacientes.

Hoje, diversas consultas e acompanhamentos podem ser realizados online, permitindo que mais pessoas tenham acesso a profissionais qualificados com mais rapidez e conveniência. 

A ideia criativa da campanha “Muda a Vida”

A partir desse contexto, a Zero11 desenvolveu o conceito criativo “Muda a Vida”, que orienta toda a campanha de lançamento da rian care.

A ideia parte de um princípio simples: o acesso ao cuidado no momento certo tem o poder de transformar o cotidiano das pessoas.

A campanha apresenta situações reais do dia a dia para mostrar como a telemedicina pode facilitar a vida:

  • a mãe que consulta o filho online e evita a automedicação
  • o profissional que resolve um sintoma no mesmo dia sem enfrentar filas
  • o idoso que mantém acompanhamento médico sem precisar se deslocar
  • a pessoa que mora no interior e passa a ter acesso a especialistas

Ao retratar essas histórias, a campanha reforça que a telemedicina não é apenas conveniência tecnológica. Ela representa uma mudança concreta na forma como as pessoas cuidam da própria saúde. 

Como a campanha conecta tecnologia e cuidado humano

Um dos pilares da comunicação foi apresentar a telemedicina de forma mais humana e próxima da realidade das pessoas.

A estratégia criativa evitou tratar o serviço apenas como tecnologia. Em vez disso, a campanha coloca o cuidado e a experiência do paciente no centro da narrativa.

A rian care foi estruturada para simplificar o acesso à saúde e oferecer acompanhamento contínuo.

O serviço inclui:

  • teletriagem 24 horas realizada por enfermeiros
  • consultas online com médicos generalistas e especialistas
  • orientação de autocuidado
  • descontos em medicamentos e exames
  • rede nacional de clínicas credenciadas

Esse modelo permite resolver desde situações clínicas simples até acompanhamentos recorrentes de forma prática e acessível. 

A estratégia de comunicação para o lançamento da rian care

A campanha foi concebida para posicionar a rian care como uma solução humana, acessível e integrada de cuidado em saúde.

Para isso, a comunicação trabalha três dimensões principais:

1. Impacto na vida real
Mostrar como o acesso ao cuidado pode transformar a rotina das pessoas.

2. Simplificação do acesso à saúde
Apresentar a telemedicina como uma solução prática para o dia a dia.

3. Humanização da tecnologia
Reforçar que a tecnologia deve aproximar pessoas e não substituí-las.

Essa abordagem permite traduzir um serviço digital em uma narrativa emocional e próxima da realidade das pessoas.

Telemedicina e o futuro da saúde digital

O lançamento da rian care acompanha uma tendência global de transformação dos sistemas de saúde.

Cada vez mais, o cuidado caminha para modelos híbridos e integrados, que combinam atendimento presencial e digital.

No Brasil, a telemedicina tem potencial para:

  • reduzir desigualdades de acesso
  • ampliar o acompanhamento médico
  • fortalecer a cultura de prevenção
  • facilitar diagnósticos e orientações rápidas

Plataformas digitais ajudam a levar o cuidado para mais perto da vida real das pessoas, especialmente em regiões onde o acesso a especialistas ainda é limitado. 

Como a Zero11 transforma desafios de negócio em ideias criativas

Para a Zero11, o desenvolvimento da campanha reforça sua abordagem de Alta Direção Criativa, modelo que integra estratégia, branding, conteúdo, SEO e performance para transformar desafios reais de negócio em ideias criativas relevantes.

No caso da rian care, o desafio não era apenas lançar um serviço de telemedicina, mas traduzir um modelo de saúde digital em uma narrativa próxima da vida das pessoas.

O resultado foi uma campanha que conecta tecnologia, cuidado e cotidiano por meio de uma mensagem simples e poderosa:

Quando a gente cuida do que importa, a vida muda.

Quer transformar um desafio de negócio em uma ideia criativa com impacto real?

A Zero11 é uma agência de publicidade, branding e marketing digital que atua a partir de um modelo próprio de Alta Direção Criativa, conduzindo marcas com visão estratégica e criatividade orientada a resultados. 

A agência desenvolve projetos com modelo próprio de alta direção criativa que integram publicidade, marketing digital, branding, conteúdo, SEO, dados e performance para construir comunicação relevante e gerar impacto real nos negócios.

Conheça nossos cases ou fale com a equipe da Zero11

Como a Zero11 criou a campanha “Viva de Corpo Inteiro” para Corpo a Corpo, da Davene

campanha corpo a corpo

A forma como as mulheres se relacionam com o próprio corpo mudou e o mercado de beleza precisa acompanhar essa transformação. Foi a partir dessa leitura que a agência Zero11 desenvolveu o conceito criativo “Viva de Corpo Inteiro” para a linha de hidratantes Corpo a Corpo, da Davene, conectando um clássico da hidratação a um novo repertório cultural de autocuidado, prazer e presença.

Além de comunicar as novas fragrâncias, a nova fórmula e as novas embalagens, a campanha buscou traduzir um movimento maior: o autocuidado como prática emocional, identitária e cotidiana e não mais como obrigação estética.

O novo autocuidado feminino e o mercado de beleza

Nos últimos anos, o autocuidado feminino passou por uma virada: não se trata mais de “consertar o corpo”, mas de viver melhor dentro dele. Esse movimento aparece no crescimento de produtos ligados a bem-estar, rituais, sensorialidade, fórmulas mais limpas e discursos mais humanos.

No Brasil, um dos maiores mercados de cosméticos do mundo, essa mudança é ainda mais visível. Consumidoras passaram a valorizar marcas que falam de prazer, identidade, pausa e saúde emocional, e não só de beleza idealizada. Autocuidado virou um território cultural e quem não entende isso vira commodity.

O novo autocuidado feminino já é uma força cultural. E, nesse contexto, o corpo deixa de ser algo a ser corrigido e passa a ser algo a ser vivido. É esse deslocamento cultural que a Zero11 levou para o centro da narrativa de Corpo a Corpo.

“O desafio não era apenas trazer as novidades do produto, mas reativar uma relação afetiva com milhões de mulheres que cresceram com a marca e com outras que passaram a conhecê-la agora”, explica Rosana Ameixieira, CCO da Zero11. “Era preciso preservar a memória e, ao mesmo tempo, torná-la relevante para um novo repertório cultural.”

De hidratante a território simbólico: o desafio de comunicar Corpo a Corpo em um novo cenário cultural

Corpo a Corpo é uma marca que atravessou gerações. Presente há quase 40 anos no cotidiano dos brasileiros, ela carrega memória, afeto e familiaridade. O desafio não era lançar algo novo, mas fazer essa herança conversar com o novo autocuidado.

Em um mercado dominado por marcas indie, discursos naturais e narrativas de lifestyle, comunicar Corpo a Corpo exigia sair da lógica puramente funcional e entrar em um território mais emocional, simbólico e contemporâneo, sem perder sua essência acessível e próxima.

Ao longo de quase 40 anos, Corpo a Corpo se consolidou como uma marca presente no cotidiano dos brasileiros. A campanha criada pela Zero11 atualiza esse legado ao reposicionar o hidratante dentro de um território mais amplo: o da autoexpressão, do prazer e da reconexão com o próprio corpo. 

Como nasceu o conceito “Viva de Corpo Inteiro”

O conceito “Viva de Corpo Inteiro” parte de uma pergunta simples e poderosa:
e se o autocuidado fosse um ato de viver, e não de se adequar?

A campanha propõe uma comunicação mais próxima, emocional e honesta, alinhada à forma como mulheres reais se relacionam hoje com seu corpo, seu tempo e suas escolhas. Em vez de idealização, a marca passa a trabalhar com a identificação, a vontade de querer viver por inteiro.

A Zero11 partiu de pesquisas de comportamento e tendências de consumo que mostravam uma mudança clara: o corpo deixou de ser algo a ser corrigido e passou a ser algo a ser sentido, vivido e respeitado.

Foi desse insight que nasceu o conceito “Viva de Corpo Inteiro”. A ideia propõe uma virada de chave e traduz em linguagem criativa o que já estava acontecendo: mulheres buscando menos cobrança e mais pertencimento dentro do próprio corpo.

A estratégia criativa da Zero11 para Corpo a Corpo

O papel da Zero11 foi transformar atributos de produto e mudanças de portfólio em narrativa de marca. Em vez de comunicar apenas fragrâncias, fórmulas ou embalagens, a campanha passou a comunicar sentido.

A estratégia foi construir uma plataforma criativa capaz de:

  • Gerar identificação
  • Atualizar o discurso da marca
  • Dialogar com temas contemporâneos
  • E preservar o vínculo afetivo com quem já conhecia Corpo a Corpo

O resultado é uma campanha que conecta produto, comportamento e cultura, algo cada vez mais decisivo no mercado de beleza.

Comunicação digital-first e conversa cultural

Desenvolvida com foco nos canais digitais, a campanha foi estruturada para gerar engajamento, pertencimento e construção de marca.

A linguagem visual, o tom de voz e os conteúdos refletem temas centrais do autocuidado contemporâneo:

  • Corpo real
  • Bem-estar emocional
  • Prazer cotidiano
  • Vida como ela é

O impacto da campanha no posicionamento da marca

A campanha vem ajudando a atualizar o discurso da marca sem romper com sua herança. O resultado é um posicionamento mais vivo, mais próximo e mais relevante para uma nova geração de consumidoras.

A marca passa a ser percebida não apenas como hidratante, mas como parte de um proposta de viver a vida intensamente.

A expertise da Zero11 em marcas de beleza 

O projeto de Corpo a Corpo sintetiza o modelo de atuação da Zero11: estratégia + criatividade + cultura + performance.

A agência atua na construção de narrativas que conectam marcas de beleza e autocuidado às transformações reais da sociedade, criando campanhas que não apenas comunicam produtos, mas constroem relevância cultural e valor de marca.

“A gente não trabalha para lançar produtos. Trabalhamos para construir marcas que sobrevivem ao tempo, às tendências e à guerra de preços”, afirma Rosana.

Além de Corpo a Corpo, a Zero11 passou a atender todas as linhas da Davene, reforçando sua posição como uma agência especializada no universo de higiene pessoal, beleza e bem-estar. Nessa categoria, a agência tem experiência com marcas como Merz Aesthetics®, Tacitá, Explanté, Dermocosmético ROC, Salon Line, Onodera, Farnese, Cloy, Lion, Ginger, Siluets e Mony.

Conheça também o conceito de alta direção criativa, modelo próprio da agência.

Tacitá alcança 7,5 milhões de pessoas no ambiente digital

Tacitá alcança pessoas no ambiente digital

Foi num cenário de oportunidade e alta competitividade que o marketing digital se tornou uma ferramenta poderosa de comunicação para Tacitá, levando a marca para mais de 7 milhões de pessoas no ambiente digital.

O marketing digital é essencial para alcançar públicos que estão buscando solucionar seus problemas. Com diversas possibilidades de formatos, as mensagens podem atrair tanto novos usuários com dores semelhantes quanto consumidores leais da marca ávidos por conteúdos relacionados aos temas de interesse.

Além disso, a saúde capilar desperta interesse e necessidade em um amplo público, sendo um tópico rico para envolver o consumidor. 

No entanto, com o aumento da conscientização sobre cuidados com o cabelo e a oferta crescente de produtos no mercado, a estratégia de comunicação adotada faz toda a diferença.

O Poder do Marketing Digital de Tacitá

A queda de cabelo é uma preocupação comum que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. E não é de hoje. No início do século XX, a propaganda já divulgava tônicos capilares para combater a queda de cabelos. 

Uma centena de anos depois, o problema alcançou mais cabeças e a vontade de encontrar produtos certos, também. 

A Zero11, agência responsável pela comunicação digital de Tacitá, um completo blend de ativos, vitaminas e minerais para a saúde dos cabelos e unhas, cria campanhas digitais que possam conversar com o consumidor em todas as fases da jornada de compra. 

Desde aqueles que estão começando a perceber a queda de cabelo até consumidores leais da marca são alvo das campanhas digitais de Tacitá nas redes com formatos de conteúdos diversos. Com um mix de comunicação amplo, a marca alcançou 17 milhões de pessoas só no ano passado, com previsão de aumento para esse ano.

Outro ponto muito importante é o engajamento nas redes que permitem que Tacitá se envolva ativamente com seu público. Isso não apenas ajuda a construir relacionamentos mais fortes com os consumidores, mas também permite compartilhar informações úteis sobre os benefícios do suplemento.

Construção de valor da marca por meio de vínculos com o público

Um elemento essencial para se estabelecer confiança é criar várias camadas de interação com o consumidor para além do produto. Essa interação oferece uma relevância experiencial além de aumentar a atratividade para novos públicos no ambiente digital.

Rosana Ameixieira, CCO da Zero11, conta que a interação do público com as campanhas trazem ótimos insights. “Identificando tendências de comportamento, conseguimos nos antecipar ao mercado trazendo respostas estratégicas diferenciadas e ideias novas para consolidar a marca”, explica a publicitária.

Pilares da comunicação de Tacitá no ambiente digital

As campanhas de Tacitá no ambiente digital estão baseadas em quatro pilares importantes: conteúdo de qualidade, monitoramento em tempo real, conversa constante com o público e awareness. 

1. Conteúdo de Qualidade

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As campanhas de Tacitá utilizam uma variedade de ferramentas para criar e compartilhar conteúdo de qualidade. Como, por exemplo, um hub de conteúdo da marca que despertou tanto o interesse do público fazendo crescer a base de cadastrados. Foram quase 240 mil visitas interessadas em matérias, vídeos, videocast, infográficos e diversos tipos de conteúdos que auxiliam o consumidor a entender mais sobre a saúde do cabelo e das unhas além de como o suplemento pode ajudar. 

Esse conteúdo não apenas fornece valor aos consumidores, mas também ajuda a construir a autoridade da marca no mercado. Além disso, permite que Tacitá esteja presente em toda a jornada de compra do consumidor. 

2. Monitoramento em Tempo Real

Uma das vantagens do marketing digital é a capacidade de rastrear e medir o desempenho em tempo real. Ao acessar métricas detalhadas, as campanhas de Tacitá têm estratégias rapidamente ajustadas e otimizadas para a melhora de desempenho.

3. Conversa constante com o público

Conversar começa por ouvir o consumidor. A inteligência de dados aplicada às campanhas de Tacitá também ajuda a entender o comportamento do público quanto à atratividade das mensagens e às plataformas e formatos mais eficientes. 

Além disso, as mídias sociais de Tacitá, por serem excelentes locais para responder a perguntas, fornecer suporte e recomendar conteúdos, têm um engajamento crescente. Em 2022, tivemos mais de 1.500 interações sociais entre informações, recomendações,  elogios, etc. 

4. Campanhas Awareness

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O marketing digital tem sido uma ferramenta poderosa para divulgar Tacitá. A consciência da marca e a descoberta da categoria como aliada têm crescido ano a ano. 

Foram 29 milhões de impactos só no ano passado. Direcionadas para pessoas que pesquisam ativamente soluções para a queda de cabelo, as campanhas de awareness desenvolvidas para Tacitá colocam a marca cara a cara com seu público.

Zero11 faz rebranding da Ginger para estabelecer conexões com todos os seus públicos

Zero11 faz rebranding da Ginger para estabelecer conexões com todos os seus públicos

A Ginger investe em seu branding, buscando que sua marca reflita a abrangência de seus negócios, sem perder a sua essência. 

Com sete anos de experiência no mercado de fragrâncias, a Ginger recentemente anunciou uma mudança em sua identidade de marca. Isso se deve ao crescimento que alcançou nos últimos anos, tornando o rebranding um elemento fundamental para comunicar como a empresa tem contribuído cada vez mais para o sucesso de seus clientes.

Breno Grou, CEO da Ginger, explica: “Decidimos efetuar essa mudança porque desejamos nos conectar com novos segmentos sem perder os valores que nos mantiveram consistentes ao longo desses anos, como a inspiração e o apoio aos nossos clientes.” A empresa contou com a experiência da agência multiplataforma Zero11, que possui 30 anos de atuação, para conduzir esse projeto de rebranding.

A força da credibilidade, a ousadia da criatividade e a energia da paixão pelo trabalho na marca Ginger 

O processo de rebranding levou em consideração a força da credibilidade, a audácia da criatividade e a paixão pelo trabalho.

A palavra “Ginger”, que se refere à raiz de gengibre, evoca os poderes estimulantes e terapêuticos do gengibre, bem como seu sabor e fragrância distintos. “O gengibre possui uma beleza extraordinária em sua flor. O nome traz a essência da nossa empresa, baseada na confiança, eficiência e credibilidade, e, na cultura atual, representa autenticidade”, explica Bittencourt, Gerente Geral da Ginger.

As mudanças começaram com uma definição mais ampla do que a empresa oferece. Mais do que produzir e comercializar produtos químicos, o Design de Fragrâncias da Ginger envolve o desenvolvimento de soluções complexas baseadas em estudos, técnicas, criatividade e competência.

Rodrigo Otenio, Gerente Comercial da Ginger, afirma que é fundamental compreender as necessidades de cada cliente, auxiliando na criação de fragrâncias simples ou produtos mais complexos.

A expressão “Design de Fragrâncias,” já em uso em outros países, coloca a marca no topo do mercado nacional, destacando-a dos concorrentes. Esse termo é mais moderno, sofisticado e inovador, enfatizando o novo conceito da marca e o posicionamento da empresa.

A nova identidade da marca Ginger

A identidade da marca se reflete no logotipo e no slogan. O novo logotipo, inspirado na flor de gengibre, mantém elementos da sua inspiração original, mas ganha uma nova perspectiva, tornando-se mais versátil e colorido para alcançar diversos segmentos. “O design do logotipo carrega significados simbólicos em sua ação e forma, inspirado na flor de gengibre, mas com uma nova abordagem que se encontra ao nível do olhar”, explica Ailton Godoy, CCO da Zero11.

A paleta de cores também foi aprimorada, incluindo variações de tons quentes e frios, como roxo, azul e laranja, para representar a criatividade presente nas fragrâncias da marca. “As formas coloridas e conectadas simbolizam a criatividade, responsabilidade e sustentabilidade, com o ‘G’ no centro representando a raiz em sua forma natural”, acrescenta Ailton.

A tipografia do logotipo da Ginger foi reformulada, apresentando letras minúsculas com pêndulos no ‘g’ que simbolizam raízes, conferindo mais equilíbrio à marca. A nova fonte, redesenhada para refletir a personalidade da marca, também transmite modernidade e confiança.

O slogan “Inspire e Respire” foi criado pela Zero11 para a Ginger, uma empresa que se caracteriza por sua juventude, criatividade e empatia. Este slogan comunica a importância da inovação e a tranquilidade que a empresa proporciona a seus clientes, como destaca Rafael Tomaz, Coordenador de Marketing da Ginger. Conheça outros trabalhos de branding realizados pela Zero11.

Linha Explanté conquista público com conteúdos atraentes

Linha Explanté conquista público com conteúdos atraentes

O marketing de conteúdos atraentes começa antes de mostrarmos que a marca tem bons produtos ou serviços. É útil para o consumidor descobrir algo que não sabia, aprender uma novidade e isso o atrai de forma natural. Um exemplo desse trabalho é o marketing content desenvolvido pela Zero11 para a linha Explanté, com o produto colágeno e antioxidante.  

Linha Explanté

O público é atraído pelo conteúdo nos mais diversos canais digitais e formatos. Conteúdos para posts, matérias, vídeos de receitas, de entrevistas e ação com influenciadores abraçam o interesse e a curiosidade do consumidor. Com conteúdos relevantes, a marca entrega valor e conquista a confiança do seu público tanto nas redes sociais quanto no site.

Em contrapartida, o consumidor segue os canais da marca, faz elogios, interage com a campanha ou preenche o seu e-mail para receber mais conteúdo. Tudo isso amplia a experiência com a marca que resulta numa compra natural do produto.

Quer saber como a Linha Explanté conquistou públicos com conteúdos atraentes? Então, continue lendo e confira!

Conteúdo para quem tem mais de 30 anos.

Quando se trata de envelhecimento da pele, logo se pensa em mulheres maduras. No entanto, aos 30 anos, a mulher já percebe a necessidade de repor colágeno na pele. É nessa fase também que o autocuidado aumenta e as mulheres estão mais abertas às informações de beleza. 

Nada mais natural, portanto, que trazer conteúdo para essas mulheres também. Perda de colágeno e necessidade de antioxidantes para combater os radicais livre são descobertas importantes para que essas mulheres aprendam a se prevenir desde cedo. 

Para as mulheres maduras, fica claro que informação é poder. E o público de Explanté tem gostado muito disso. 

Leia Tenho só 30 e poucos anos, mas minha pele não é mais a mesma. Isso é normal?  

Conteúdos atraentes e orientados por dados

Além de atender o objetivo do conteúdo, como, por exemplo, atrair novos consumidores, converter, otimizar o site ou nutrir o relacionamento com o público, o assunto do conteúdo deve ter uma utilidade real na vida do leitor. Por isso, a régua de conteúdo é orientada por data driven, ou seja, por dados. 

Ao descobrirmos o que o público quer e o que não quer, o que precisa e o que está aberto a aprender, encontramos insights que fazem a diferença na definição da estratégia de conteúdo.

Mas sem dúvida, o que diferencia a marca das demais é a resposta criativa aos dados. 

Identidade visual: a importância da marca para seu negócio.

A importância da marca para seu negócio.

Algumas marcas são instantaneamente reconhecidas por seus “símbolos”, quer ver só? Aquele refrigerante com a lata vermelha, o celular com a maçã atrás, o copo de café com desenho de sereia. Eu não precisei dizer quais marcas são porque, provavelmente, você sabe, mesmo sem que eu tenha de dizer seus nomes.

Essa é a principal importância de ter uma logomarca de fácil reconhecimento do público. Isso não significa que as marcas famosas começaram com símbolos tão enxutos. Na verdade, algumas delas já tiveram imagens bem mais complexas e foram se tornando mais minimalistas na medida em que foram se tornando conhecidas.

Recentemente, no começo de 2021, a Rede Globo foi mais uma empresa a atualizar a sua comunicação. A logomarca permanece bem próxima ao que sempre foi, mas, dessa vez, um pouco mais simplificada. As curvas, cores, e formas também sofreram mudanças.

Agora, essa nova identidade visual será adotada por diversas marcas do grupo, até mesmo pelos outros canais e streamings, com a intenção de tornar a “família” de produtos da emissora cada vez mais reconhecíveis como parte de uma única estrutura. Até mesmo a comunicação interna vai seguir a nova identidade visual (a exemplo dos crachás de funcionários).

Será que minha marca é reconhecível?

Criar uma identidade visual com conceito e personalidade que represente a sua marca e seja, ao mesmo tempo, simples, sem muitas informações e facilmente reconhecíveis pelo consumidor, é o alvo de toda a empresa focada em se tornar (ou se manter) relevante.

Cores, formas e símbolos são aplicados para buscar resultados de acordo com a intenção da marca. Não adianta nada, por exemplo, ser um restaurante e usar um computador. Mas é possível usar uma fruta como logomarca num computador, se carregar uma simbologia forte e expressar o que a marca faz. É preciso ter significado.

Claro que não adianta focar só em ter uma identidade visual bonita, é preciso considerar todos os aspectos da experiência do consumidor. Deve funcionar em todos os pontos de contato com a marca e se destacar na comunicação, seja numa embalagem, na mídia ou na loja.

A Zero11 tem vários cases de design e branding, dá uma olhada em nosso portfólio Zero11.

Brand Awareness: como tornar sua marca um sinônimo de qualidade

Brand Awareness: como tornar sua marca um sinônimo de qualidade.

Vamos fazer um exercício mental: “hastes de plástico com algodão nas pontas”, “palha de aço”, “buscador digital”, “refrigerante de cola”, “goma de mascar”, “lâmina de barbear”. Com certeza, mesmo que eu tenha usado as categorias dos produtos, sua mente não demorou nada para associá-los a uma marca específica, não é?

É justamente disso que se trata o conceito de Brand Awareness, ou seja, “Consciência de Marca”: o quanto a sua marca é reconhecida, o quanto o público pensa nela ao ouvir sobre o produto que você oferece.

Uma das principais vantagens de se estabelecer um forte brand awareness é a confiança que aumenta a fidelidade do consumidor, afinal de contas, a percepção quanto a qualidade está praticamente garantida. 

Ter um bom awareness não significa ser o mais lembrado, se for valorizado pelo seu público-alvo é uma conquista e tanto. Mas o Brand Awareness está diretamente relacionado ao alcance e conexão com seu público, seja ele de massa ou específico. Isso explica por que uma marca de refrigerante investe além de publicidade, no patrocínio de eventos e tem ítens com sua marca espalhados pelos mais diversos segmentos, de roupas a material escolar.

Muitas marcas têm se expandido além do negócio principal. Quando ela se torna um “selo de qualidade”, é possível levá-la para outros produtos, como é o caso da Samsung, que produz desde microchips e smartphones, até navios de carga, ou o caso da Red Bull que, além de sua linha principal de energéticos, também coloca sua marca em música (através do selo Red Bull Records) e até mesmo de seu programa aeroespacial.

Tá certo, e como eu amplio o Brand Awareness da minha marca? 

Uma marca precisa ser reconhecida pelo seu público potencial. Quando se trata de um produto para consumo de massa faz sentido ser popular nesse nível. No sentido inverso, produtos de nicho de mercado precisam ser valorizados por seu público específico. Em mercados B2B, o alvo pode ser uma agulha no palheiro.

Para cada caso, há estratégias assertivas na conquista da força da marca. Se quer atingir milhões de pessoas, as mídias de massa, como TV, rádio, OOH são o meio mais rápido e de maior impacto. A mídia digital entra como forte aliada tanto para o grande público quanto para o específico, estabelecendo um relacionamento e construindo autoridade. Patrocínios, merchandising, eventos, PR, brand content também são estratégias de sucesso usadas na construção de marcas fortes. 

Ter uma visão multiplataforma é fundamental, porque a resposta estará focada na solução de problemas e alinhamento com a expressão da marca. Ficou interessado em ampliar o potencial que sua marca tem? Então entra em contato com a Zero11 e aproveite a expertise de quase 30 anos de experiência para levar a mensagem da sua marca diretamente a quem mais importa.