Ao vivo, à distância, na hora certa: o poder das “lives”.

O poder das Lives

Nesses tempos em que estamos passando praticamente o dia inteiro dentro de casa (aqueles que têm essa possibilidade, é claro), é bem provável que a maioria das pessoas tenha assistido ou, pelo menos, tomado conhecimento de alguma live.

No Youtube, Linkedin, na Twitch, no Facebook, no Twitter, no Instagram, tanto faz, é bem capaz de que você tenha visto uma mensagem que dizia “fulano está ao vivo agora”.

Desde famosos até seus amigos e familiares, com muita gente dentro de casa, o conteúdo ao vivo acabou ganhando uma nova força, mas o que isso significa pro consumo de conteúdo?

De acordo com o Business Insider, somente no Instagram, a transmissão e o consumo de lives chegou a crescer 70% durante a pandemia (esse número representa cerca de 1 bilhão de contas na plataforma).

Mas, claro, que isso não se aplica somente às horas de lazer, o consumo profissional também precisou se render. Líderes passaram a comunicar mudanças corporativas em lives. Produtos foram lançados, debates, bate papo com especialistas e até happy hours faconteceram dessa forma.

Com muitas empresas em sistema de trabalho remoto, as chamadas em vídeo se tornaram indispensáveis, seja através de velhos conhecidos como o Skype e o Hangouts, dos novos players do mercado, como o Zoom, ou até mesmo de aplicativos que estão apostando nessa área, como o WhatsApp.

E depois que termina o “ao vivo”?

A sensação de proximidade é a principal vantagem do conteúdo ao vivo, tanto é que a maioria das plataformas providencia algum tipo de feedback imediato dos espectadores, geralmente através de comentários em tempo real.

O público se sente bem mais próximo do conteúdo apresentado, muitas vezes porque pode participar com sugestões ou perguntas.

Isso, de um jeito ou de outro, acaba demandando que o “apresentador” tenha um traquejo um pouco maior na hora de comandar a transmissão, afinal, um “filtro” para os comentários que serão lidos acaba sendo necessário.

Outro ponto que vale a pena é a duração das transmissões. São raras as lives que possuem menos de 30 minutos (muito pelo tempo necessário para juntar o público assistindo). Por isso, conteúdos que foram transmitidos ao vivo, numa versão muito maior, podem acabar sendo reeditados em diversos outros conteúdos menores, em séries de vídeo, por exemplo. Estratégia bastante utilizada por streamers de games.

Até mesmo grandes eventos se renderam ao formato de transmissão ao vivo para suprirem a falta de opção de se fazer um evento presencial de grande público, como foi o caso da San Diego Comic-Con, do evento DC Fandome (que, embora tenha sido pré-gravado, foi transmitido ao vivo para vários países, também com apresentadores brasileiros), e até mesmo a primeira edição online da CCXP, a CCXP Worlds (que, mesmo sendo um evento digital e gratuito, terá kits físicos para os fãs mais apaixonados).

O conteúdo ao vivo aparentemente veio pra ficar, mudando um pouco do formato “on demand” que vinha sendo praticado quase que exclusivamente até então. E claro, como qualquer novidade, não existe um “manual” de como se fazer uma live, existem vários jeitos diferentes, dos mais simples aos mais profissionais. 

Então, se você quiser contar com toda a expertise de quem já está há quase 30 anos fazendo o conteúdo chegar até o publico certo, é só contar com a Zero11. Entre em contato com a gente e confira.

E-commerce vê crescimento durante a pandemia

E-commerce vê crescimento durante a pandemia

Nesses tempos de pandemia, quem tem a possibilidade de ficar em casa acaba passando bastante tempo na frente das telas. Computador, televisão, tablet, celular. É bem difícil escapar disso e, claro, muito difícil de escapar dos inúmeros anúncios que acabamos sendo bombardeados.

Mas como isso é bom? Pelo menos é isso que a nova pesquisa do Google aponta: 57% dos brasileiros fizeram mais compras digitais no período de isolamento social. Mesmo sendo um período extremamente delicado de alto índice de desemprego, o comércio não parece ter desacelerado.

Esses números apontam pra uma coisa muito clara: é a hora certa de investir em e-commerces. É preciso motivar o consumidor a se interessar pelo que você tem a oferecer, no momento, de forma digital.

Por conta do fechamento de pontos de venda físicos, a alta do e-commerce ficou clara, com volumes que chegam a superar até mesmo a Black Friday de 2019, tudo isso “fora” das datas comemorativas. Isso, é claro, nos apresenta bons indícios para os números que aparecem em 2021. As pessoas já se habituaram a usar o meio digital para fazer suas compras.

Por isso, se você ainda não deu passo, está mais do que na hora de investir na sua loja virtual

E vale a pena mudar minha operação para o digital?

Qualquer mudança “radical” deve ser feita (e pensada) com bastante atenção, mas é seguro dizer que uma presença digital em 2021 é extremamente necessária. 

Mas, é claro, que isso pode ser feito de forma gradual. Já falamos aqui um pouco sobre os marketplaces e as vantagens e desvantagens de se fazer uma operação digital através de grandes lojas da internet. Seja em marketplaces ou em e-commerces próprios, é fácil dizer que vender online, hoje, é uma necessidade para quem quiser se manter relevante.

Um exemplo relevante atualmente são as livrarias, que se veem cada vez mais fechando lojas físicas e migrando para o digital, enquanto gigantes como a Amazon (que também atua como Marketplace) acabam “abocanhando” essas fatias do mercado que ficaram “para trás”.

Como sempre falamos por aqui, de estratégias campeãs, a Zero11 entende. Há quase 30 anos, fazemos a mensagem chegar diretamente ao público-alvo valorizando o que tem a oferecer. Que tal contar com a gente pra tornar sua operação digital um sucesso? Conheça mais sobre o trabalho de gestão de performance de e-commerce realizado pela Zero11 e peça uma avaliação gratuita.

Instagram continua apostando em “lives” para 2021.

Lives no Instagram

Já falamos por aqui como as lives se tornaram a sensação de 2020 quando se fala de produção de conteúdo. Muito por conta da pandemia, artistas, celebridades e, até mesmo, pessoas “comuns”, como amigos e família, começaram a se aventurar em transmissões ao vivo.

Ao Vivo, agora

Agora parece que mesmo o Instagram, plataforma responsável por um grande número dessas transmissões durante a pandemia, notou o enorme potencial que a plataforma tem em engajar audiência e e colocou ainda mais funcionalidades para ajudar quem tem produzido conteúdos ao vivo.

Até agora, os vídeos ao vivo dividiam espaço com os Stories, na parte superior da tela, no aplicativo. Agora, as transmissões vão ter um espaço próprio na plataforma.

Na aba “Live Now”, todas as transmissões de perfis que você segue estarão em destaque enquanto estiverem acontecendo e, claro, outras sugestões também serão mostradas para quem se interessar.

“Biblioteca” de transmissões

Ao contrário do YouTube ou Twitch que permitiam que os vídeos ficassem salvos, antes, as transmissões feitas no Instagram eram deletadas. Pouco tempo depois, começaram a permitir que os usuários fizessem o download de seus vídeos e, então, como “alternativa”, subiam as transmissões na aba IGTV da plataforma.

Agora isso não será necessário, pelo menos não imediatamente após as transmissões. Uma nova aba de arquivo de lives foi implantada à plataforma e permite o armazenamento de visualização dos vídeos por até 30 dias após a transmissão original.

Mais tempo de transmissão

Por último (mas não menos importante) o tempo de transmissão mudou. Até agora um dos principais pontos baixos de se transmitir via Instagram era a duração máxima que a plataforma colocava nas transmissões: uma hora. 

Por conta desse limite, muitas pessoas acabavam tendo que dividir suas lives em “partes” e, por causa dessa pausa entre uma e outra, acabavam perdendo público entre as transmissões.

Agora, o Instagram permite transmissões ao vivo com duração de até 4 horas, assim como sua plataforma “mãe”, o Facebook.

O Instagram foi um dos primeiros aplicativos a permitir a transmissão de lives sem uma “central de comando”, como o YouTube e a Twitch faziam antes. Então, chamou a atenção por ser mais inclusivo e acessível. Claro que isso acabou ajudando ainda mais no “boom” das lives durante a quarentena.

E você já sabe que, não importa se vai fazer lives com pouca, muita, ou nenhuma produção. O importante é fazer com que sua mensagem chegue, da melhor maneira até o alvo. E contar com a experiência de quem já está há quase 30 anos no mercado pode fazer a diferença.  Conte com a Zero11 para dar um “up” na sua comunicação, seja ela no Instagram ou não.

Alcance orgânico: como aumentar a visibilidade do seu conteúdo

Alcance orgânico: como aumentar a visibilidade do seu conteúdo

Você já deve ter escutado sobre alcance de postagens nas redes sociais, as diretrizes que cada uma delas têm sobre como criar as postagens, o que pode ou não ser colocado, porcentagens de texto. Enfim, existem diversas coisas para se prestar atenção na comunicação que precisa ser feita e, é claro, o melhor é fazer com que tudo isso seja orgânico, não é mesmo?

Orgânico, como assim?

Vamos trazer isso para um contexto do dia a dia: você tem seu perfil numa rede social, o Instagram, por exemplo, você tem mais de 800 seguidores em seu perfil, mas seus stories têm por volta de 100 visualizações em cada e, geralmente, sempre das mesmas pessoas. Ou o contrário também, você segue várias contas, mas acaba vendo, normalmente, conteúdo das mesmas no seu feed.

Tudo isso acontece por conta do alcance das postagens, que pode acabar ficando mais alto ou mais baixo dependendo do algoritmo da rede (que já explicamos um pouco por aqui). Existe, é claro, a opção de aumentar o alcance das suas postagens através de conteúdo pago, mas também dá pra aumentar sua visibilidade sem depender disso.

Como aumentar meu alcance orgânico?

Existem algumas maneiras de melhorar o alcance dos seus posts sem depender do alcance pago, uma delas, claro, é o planejamento,  que fica bem mais fácil de ser feito quando analisamos as métricas que as próprias redes podem te apresentar. 

Quais são os melhores horários para posta? Qual é o dia da semana em que os usuários estão mais ativos? Qual conteúdo é mais acessado em sua página? É bem importante planejar seu conteúdo para ser lançado próximo aos picos de engajamento.

Como não poderia ficar de fora, o relacionamento com a sua audiência também é uma forma fácil e bastante importante de se manter com uma visibilidade maior. No Twitter, por exemplo, a cada retweet ou resposta, é uma nova chance de o seu post original aparecer novamente na timeline de um seguidor, ou mesmo de alguém que não te segue.

A última dica (desse texto, afinal, existem diversas técnicas que podem ser colocadas em prática para aumentar o alcance orgânico) não fica nem um pouco atrás das outras em questão de importância. Lógico, o seu conteúdo é a peça chave nisso tudo.

Criar conteúdo relevante para suas mídias é o principal jeito de ter seu conteúdo em destaque para seus seguidores. É importante focar no que está dando certo, mexer no que não está, procurar sempre mostrar coisas relevantes para o seu público. Com certeza, um conteúdo de qualidade e bem planejado vai acabar atingindo mais público.

Tá bem, eu sei que disse que a dica anterior era a última, mas, que tal uma dica extra? Quer saber uma dica valiosa em fazer sua mensagem chegar pra quem precisa dela? 

A dica é: contar com a Zero11. A gente sabe direitinho o que fazer pra não dar bobeira com seu público. Mande um e-mail, solicite um orçamento, e comece já a colocar tudo isso em prática, do lado de quem já está há quase 30 anos fazendo a comunicação acontecer.

Conteúdo pago vê crescimento durante a quarentena

A quantidade de livestreams durante a quarentena cresceu exponencialmente. O YouTube apresentou um crescimento de quase 5000% no número de lives e, pelas tendências, a quantidade de transmissões não parece que vai diminuir tão cedo. 

Então você deve ter pensado: será que é possível monetizar o formato?

No começo da pandemia, diversos artistas e criadores se voltaram ao formato de conteúdo ao vivo para atingir os seguidores que, por conta da situação, não poderiam se aglomerar num show ou apresentação, por exemplo. Desta forma, podiam criar um pouco de entretenimento para as pessoas que estivessem em casa.

Os meses se passaram e, embora o volume de lives não seja mais o mesmo do começo, o formato se fixou como uma forma “normal” de conteúdo do dia a dia, então, nada mais justo que quem produzisse o conteúdo também pudesse se beneficiar disso, certo?

Disney+ e uma estratégia fora do convencional

Talvez o primeiro indício de que essa “nova onda” do conteúdo digital não permaneceria gratuita para sempre foi o lançamento de Mulan, na plataforma de streaming da Disney, o Disney+.

O filme, impossibilitado de ser lançado nos cinemas, foi exibido diretamente na plataforma por assinatura da empresa e, embora não fosse um “conteúdo ao vivo”, foi lançado com uma estratégia diferente: o filme não estava incluído no catálogo de conteúdos, além da assinatura normal, o usuário precisaria comprar um “ingresso” para poder ver o filme.

Conteúdo “exclusivo” é o novo caminho?

A exemplo do que aconteceu com Mulan, algumas outras empresas, artistas e creators, acabaram entendendo que existe a oportunidade de apresentar conteúdo exclusivo, pago, enquanto mantém o formato ao vivo.

Algumas plataformas já adotaram a opção de realizar transmissões somente para os seguidores pagantes, como o caso do YouTube (através da opção de se tornar “membro” do canal) e da Twitch (que oferece a possibilidade de transmissão somente para os subs do canal, opção que pode ser realizada diretamente pela plataforma ou atrelada à uma assinatura do streaming Amazon Prime).

Mais recentemente, até mesmo alguns artistas começaram a vender ingressos para “shows virtuais”, como o caso da mexicana RBD e da banda britânica Architects, que transmitiu um show ao vivo no Albert Hall, a casa de shows real da monarquia inglesa.

Talvez estejamos vendo uma nova onda na criação de conteúdo digital e na forma de consumo. E, de uma coisa dá pra ter certeza, dá sempre pra contar com a Zero11 para fazer seu conteúdo chegar até o alvo.

Influenciadores digitais: quem é que conversa com seu público?

Influenciadores digitais: quem é que conversa com seu público?

Por volta de 2010, os chamados “influenciadores digitais” começaram a pipocar pela internet (mesmo que, à época, não fossem chamados assim). Felipe Neto, Cauê Moura, Felipe Castanhari, Kéfera, e tantos outros nomes, alguns ainda por aí, outros “nem tanto”.

Claro que, com o alcance que essas “pessoas comuns” ganharam graças às redes sociais, diversas marcas começaram a apostar em seu potencial e criaram campanhas com os novos “famosos da internet” (ao invés de antes, quando a maior parte dos famosos, que acabavam virando porta-vozes de marcas, vinham da televisão).

No entanto, nem sempre apostar em alguém vindo da internet deu certo, é preciso sempre ter alguns cuidados para não acabar caindo na lista de parcerias que não deram certo. Confere só algumas dicas: 

Números não são tudo

De vez em quando, pode parecer que um social influencer com milhões de seguidores seja a pessoa certa para levar sua mensagem, certo?

Mas nem sempre é assim, existem algumas outras coisas além dos números que podem indicar se um influencer é bom ou não para passar a sua mensagem

Um dos indicadores para isso é: o influenciador digital conversa com seu público? Afinal de contas, não adianta muito contratar alguém que fale sobre moda para divulgar um time de esportes, por exemplo.

Além disso, um outro fator é de extrema importância: o engajamento. Os números podem ser bastante enganosos, mesmo os maiores podem não ter exatamente uma taxa de engajamento muito grande.

Outro fator nessa jogada é, desde que ser “influencer” se tornou uma profissão, também começaram algumas “artimanhas” para encurtar esse caminho. Contas vendidas com milhares de seguidores não são muito difíceis de encontrar, vale a pena pesquisar o histórico dos perfis.

Encontre alguém que tenha os mesmos valores que os seus

É sempre importante realizar um background check no influenciador que você pretende contratar para a sua campanha. Será que o perfil está alinhado com aquilo que a sua tem como valores fundamentais? 

Ninguém quer firmar uma parceria com alguma personalidade e, meses depois, ver essa reputação sendo manchada por posts ou tweets condenáveis, afinal, a internet tem se mobilizado cada vez mais contra atitudes e comentários que vão contra os ideais de respeito e, no final das contas, é o correto a se fazer, não é mesmo?

Plataforma

Por último, mas não menos importante, é sempre bom planejar qual mídia vai veicular essa parceria. Podcast? Somente um product placement em um vídeo? Um vídeo inteiro dedicado à sua mensagem? Procure por um meio que vá impactar de verdade a sua audiência.

A Zero11 já realizou diversas ações com influenciadores digitais. Numa delas, com objetivo de lançar a nova embalagem de Hirudoid, a @duplacarioca participou com stories e vídeos no feed da no Instagram, Você pode conferir mais sobre essa ação com social Influencer.

Agora que você tem essas dicas, que tal fazer o mesmo e contar com a Zero11 para criar uma campanha com algum influencer que fale a lingua da sua audiência? Entre em contato e faça sua mensagem chegar até quem precisa ouvir por meio de alguém que a influencie.

O Instagram como plataforma de vendas

O Instagram como plataforma de vendas

Mesmo que, no começo, a rede social fosse limitada a fotos quadradas, com o passar dos anos, o Instagram foi expandindo as possibilidades.

São novos tamanhos e formatos: vídeos, stories, lives. Com isso, muitos criadores de conteúdo e até mesmo lojas passaram a utilizar a plataforma como “vitrine” digital.

Depois da última atualização, parece que o próprio Instagram percebeu o potencial da plataforma para vendas e remodelou toda a interface do aplicativo, enfatizando sua faceta comercial. 

O novo layout da plataforma moveu toda a parte de postagens e notificações para a parte superior da tela, enquanto deixou a barra inferior com o foco nos Reels (a tentativa da plataforma em competir com o TikTok) e na aba de vendas.

Já há algum tempo, a plataforma vem investindo em se colocar como um canal de vendas, com anúncios de posts e stories, e a opção de colocar um “botão” de venda na própria imagem, “flutuando” acima do produto. 

Assim, o usuário pode simplesmente clicar no produto para ver o preço e ser redirecionado para a loja. O próprio feed do perfil pode se tornar um portfólio também.

O Instagram consolida-se cada vez mais como um “agregador”, onde sua loja pode vender, postar conteúdo, fazer anúncios, criar catálogos.

É muito provável que, cada vez mais, a plataforma se afaste da origem de ser somente um “álbum de fotos” e expanda cada vez mais seus horizontes.

Claro que, para vender no Instagram, não basta simplesmente postar fotos dos seus produtos e torcer pelo melhor. As estratégias e a criatividade devem ser o norte para o desenvolvimento de conteúdos e anúncios. Também saber montar uma boa inteligência de dados e avaliar as métricas possibilitam cada vez melhores planejamentos no futuro. E, claro, conhecer de mídia para anunciar faz toda a diferença no sucesso de suas vendas.

É, realmente, bastante coisa para você aprender e também precisa estar de olho nas mudanças e novidades.

Ainda bem que a Zero11 pode te ajudar com isso. É só entrar em contato com a gente e aproveitar toda a experiência de quem já está há quase 30 anos no mercado.

Clubhouse: 2021 continua apontando na direção dos áudios

Clubhouse: 2021 continua apontando na direção dos áudios

A não ser que você estivesse completamente desconectado da internet na última semana, é bem provável que já ficou sabendo da nova rede social que está dando o que falar no país, o Clubhouse. Uns elogiando, outros mais céticos e muitos pedindo convite. De um jeito ou de outro, você deve ter ouvido falar e é justamente esse o diferencial do app: ouvir.

A rede social da empresa Alpha Explorations foi lançada em abril de 2020 mas, nos últimos meses, viu um crescimento absurdo de popularidade e, claro, de usuários. E não é exagero usar “crescimento absurdo” para demonstrar a popularidade da plataforma.

Em dezembro de 2020, o Clubhouse era avaliado em aproximadamente 100 milhões de dólares e contava com 600 mil usuários. Agora, em fevereiro de 2021, a plataforma já ultrapassou 6 milhões de usuários registrados (mesmo o cadastro sendo feito só após o usuário ser convidado para entrar na plataforma) e o valor de mercado já ultrapassou 1 bilhão de dólares. Usar “crescimento absurdo” não é, de jeito nenhum, um exagero.

Mas como funciona o app?

O Clubhouse, atualmente exclusivo para o sistema operacional iOS, é uma plataforma de conversas por áudio onde os assuntos são separados por tema. Assim, uma pessoa pode criar uma sala para falar, sozinha ou com outros, sobre um determinado assunto e ir recebendo ouvintes para se juntarem e, até mesmo, participarem ativamente da conversa.

A rede social já se mostrou útil para conversar com amigos, fazer palestras ou, até mesmo, gravar podcasts (embora não seja uma função nativa da plataforma, que pretende que as conversas sejam interações com começo, meio e fim, na “contramão” dos stories ou outros conteúdos que têm uma janela de tempo para serem acessados).

Clique aqui para ler um pouco mais sobre podcasts e o crescimento do conteúdo em áudio em 2020.

E será que o Clubhouse veio para ficar?

É difícil dizer, honestamente, se a plataforma é realmente a próxima grande coisa, ou se tudo isso é apenas “fogo de palha”. O hype atual em cima do aplicativo é grande, muito por conta da exclusividade que a necessidade de convite e a limitação de sistema operacional trazem (embora a versão para Android já tenha sido anunciada, nenhuma previsão de lançamento foi dada).

Além disso, é claro, outras empresas já procuram criar seus “clones” e aproveitar a onda gerada pelo app, Mark Zuckerberg e o Facebook já estão trabalhando numa plataforma similar (a mesma estratégia que “puxou” os Stories do Snapchat e os Reels do TikTok) e o Twitter, que já até divulgou o nome para a sua “versão”, o Spaces.

Bom, é difícil saber realmente o quanto tempo vai durar essa onda, mas, uma certeza é que a Zero11 já está surfando nela, adicionando mais essa plataforma na nossa lista de inovações com o expertise que já soma quase 30 anos de entrega.

Não fique mudo na ligação, entre em contato com a gente e já comece a planejar suas estratégias para fazer a sua voz ser ouvida.

Funil de Vendas: aprenda a não “entalar” seu cliente nele

Funil de Vendas: aprenda a não “entalar” seu cliente nele

Se você trabalha com marketing e vendas, principalmente através da internet, é bem provável que já tenha ouvido falar sobre o funil de vendas.

Mas será que sabe como fazer o cliente fluir por todas as “partes” até comprar o produto? 

Em vez de “entalar” seu cliente, que tal aprender mais sobre isso?

O funil de vendas, como o próprio nome sugere, é um modelo visual de todo o “caminho” que o cliente percorre.

Ele tem o formato de um funil com uma parte maior no topo, onde um número maior de pessoas se interessa pela mensagem e, lá embaixo, uma parte menor, onde efetivamente vira seu cliente.

O formato representa esse volume natural. Do início ao fim, nem todos completam a ação imediatamente. O consumidor passa por uma jornada de compra com um tempo próprio.

E quais são as “partes” desse funil?

Existem várias “versões” do funil, com mais ou menos etapas diferentes, mas todas elas têm em comum as principais divisões de topo (onde você atrai a atenção do possível consumidor), meio (onde você apresenta alguns critérios de decisão) e fundo (onde, finalmente, a pessoa se torna cliente).

O que está no topo do funil?

O topo do funil é responsável por atrair os visitantes com ações de marketing que façam o público tomar conhecimento de que ele tem um problema a ser resolvido, é onde ele faz uma descoberta.  

Matérias e artigos para blogs, vídeos, podcasts, posts para social media são alguns exemplos do que pode atrair as pessoas. 

Geralmente, aqui se fala pouco sobre a marca e mais sobre a necessidade do público. Mesmo que seja um conteúdo de marca, ela aparece como patrocinador, não como publicidade, onde se fala abertamente sobre os benefícios do produto.

O importante é ser relevante para que o público deseje receber novos conteúdos. O próximo passo é oferecer formatos mais sofisticados como e-books, testes, infográficos ou cupons de desconto e promoções para que seu público ofereça uma contrapartida social, que é o contato ou dados solicitados. Assim ele se torna um lead qualificado.

Certo, chegaram novas pessoas, e agora?

O meio do funil é onde a pessoa é impactada com critérios de escolha e consegue enxergar como oportunidade o fato de se tornar cliente/ consumidor do seu produto. 

Nesta fase, o que vale são os argumentos e comparações. Podem ser usados os mesmos formatos do topo de funil, mas o conteúdo é que se torna mais persuasivo. 

É isto, agora é só fechar o negócio, não é? 

O fundo do funil é onde as vendas realmente acontecem: a pessoa que, lá atrás, estava apenas aprendendo por que ela pode precisar de você e quais os critérios importantes para a escolha, agora ela vai entender o que você tem a oferecer de valioso. Aqui acontece a decisão de compra.

Então para que a venda ocorra, ele já deve ter compreendido que precisa da sua marca e até comparado com outros produtos. 

Algumas ações de marketing são de fundo de funil. Um exemplo são os buscadores, por isso, a conversão é mais rápida.

O fundo do funil não é o final do caminho. Na verdade, quando o consumidor chega aí, o seu trabalho é fazer com que ele fique em um “loop” do fundo ao meio para estimular a recompra e também torná-lo um advogado da sua marca. 

Conheça aqui alguns tipos de conteúdos que você pode desenvolver para fazer o funil fluir.

Ter um site ainda faz sentido em 2021?

Ter um site ainda faz sentido em 2021?

Com tantas redes sociais onde é possível chamar a atenção do público, construir uma boa imagem, vender diferenciais de produto e conversar diretamente com o público, por que tantas marcas têm seu próprio site ou loja virtual?

Essa é uma questão que surgiu com o próprio sucesso das redes sociais. Mas antes, bem no começo da internet, ter um site já era sinônimo de presença digital.

No início, muitos sites eram voltados ao B2B – Business to Business, empresas se apresentando para empresas. Depois de alguns anos, os blogs começaram a dar essa mesma voz aos usuários.

Por fim, a revolução veio através das redes sociais, que “democratizaram” o acesso dando o mesmo espaço para empresas e usuários.

Você mesmo já deve ter pensando alguma vez que um dia seria desnecessário ter seu próprio site ou e-commerce. Mas, acredite, existem vantagens incomparáveis de ter seu próprio site.

Fortaleça sua marca

Quando um cliente não encontra seu site é como se a empresa não existisse.

Para mais de 80% das pessoas que buscam serviços nos buscadores, as empresas melhor posicionadas são as mais confiáveis. Então, lembre-se que além de ter um site, você precisa investir em SEO. 

Ofereça informação de qualidade

Da história da empresa a lista de produtos ou serviços oferecidos, Da missão, visão e valores às informações práticas como localização e preço.

Quando o cliente tem acesso informações completas, tende a confiar mais na empresa e se sente seguro para comprar e indicar porque sabe como você trabalha e como age.

Seja o dono do seu próprio conteúdo

Com o passar dos anos, tem ficado claro que as redes sociais estão em constante mudança de público e regras de utilização.

Ter seu site significa ser dono do seu conteúdo, você pode usar as redes sociais como mídia para chegar no público que quiser, na frequência e investimentos desejados.

É melhor investir a energia de desenvolvimento de conteúdos no seus objetivos e não das plataformas. E seu site pode se integrar com todas elas.

Além disso, seu site pode ser moldado do jeito que a sua necessidade pede,  com linguagem própria que demonstra a personalidade da sua marca, diferente das redes que apresentam uma comunicação visual limitada com espaços customizáveis.

Tenha controle do seu negócio

A inteligência de negócio é tão importante quanto as soluções. Obter informações dos públicos que visitam sua página, utilizar técnicas do “funil de vendas”, poder aumentar a conversão são estratégias valiosas demais.

Ter um site próprio te permite um controle muito maior de todas as métricas.

Aprimoramento

Se você tem controle da informação, pode compreender muito melhor seu público alvo, podendo adequar melhor os seus produtos às necessidades dos seus clientes.

Otimize resultados de comunicação

Os custos de mídias digitais são muito mais acessíveis do que das mídias convencionais. Com seu próprio site, você poderá ter uma base de conteúdo (site, blog ou loja) para desenvolver anúncios mais rentáveis, colocando seus produtos e serviços em destaque. 

Se você ficou tentado a ter um site, temos uma última dica importante: comece do jeito certo. Não basta estar presente, seu site tem que ser relevante e adequando a sua marca. 

A escolha do parceiro que vai desenvolver e cuidar do seu site é decisiva para o sucesso.