Influenciadores digitais: quem é que conversa com seu público?

Influenciadores digitais: quem é que conversa com seu público?

Por volta de 2010, os chamados “influenciadores digitais” começaram a pipocar pela internet (mesmo que, à época, não fossem chamados assim). Felipe Neto, Cauê Moura, Felipe Castanhari, Kéfera, e tantos outros nomes, alguns ainda por aí, outros “nem tanto”.

Claro que, com o alcance que essas “pessoas comuns” ganharam graças às redes sociais, diversas marcas começaram a apostar em seu potencial e criaram campanhas com os novos “famosos da internet” (ao invés de antes, quando a maior parte dos famosos, que acabavam virando porta-vozes de marcas, vinham da televisão).

No entanto, nem sempre apostar em alguém vindo da internet deu certo, é preciso sempre ter alguns cuidados para não acabar caindo na lista de parcerias que não deram certo. Confere só algumas dicas: 

Números não são tudo

De vez em quando, pode parecer que um social influencer com milhões de seguidores seja a pessoa certa para levar sua mensagem, certo?

Mas nem sempre é assim, existem algumas outras coisas além dos números que podem indicar se um influencer é bom ou não para passar a sua mensagem

Um dos indicadores para isso é: o influenciador digital conversa com seu público? Afinal de contas, não adianta muito contratar alguém que fale sobre moda para divulgar um time de esportes, por exemplo.

Além disso, um outro fator é de extrema importância: o engajamento. Os números podem ser bastante enganosos, mesmo os maiores podem não ter exatamente uma taxa de engajamento muito grande.

Outro fator nessa jogada é, desde que ser “influencer” se tornou uma profissão, também começaram algumas “artimanhas” para encurtar esse caminho. Contas vendidas com milhares de seguidores não são muito difíceis de encontrar, vale a pena pesquisar o histórico dos perfis.

Encontre alguém que tenha os mesmos valores que os seus

É sempre importante realizar um background check no influenciador que você pretende contratar para a sua campanha. Será que o perfil está alinhado com aquilo que a sua tem como valores fundamentais? 

Ninguém quer firmar uma parceria com alguma personalidade e, meses depois, ver essa reputação sendo manchada por posts ou tweets condenáveis, afinal, a internet tem se mobilizado cada vez mais contra atitudes e comentários que vão contra os ideais de respeito e, no final das contas, é o correto a se fazer, não é mesmo?

Plataforma

Por último, mas não menos importante, é sempre bom planejar qual mídia vai veicular essa parceria. Podcast? Somente um product placement em um vídeo? Um vídeo inteiro dedicado à sua mensagem? Procure por um meio que vá impactar de verdade a sua audiência.

A Zero11 já realizou diversas ações com influenciadores digitais. Numa delas, com objetivo de lançar a nova embalagem de Hirudoid, a @duplacarioca participou com stories e vídeos no feed da no Instagram, Você pode conferir mais sobre essa ação com social Influencer.

Agora que você tem essas dicas, que tal fazer o mesmo e contar com a Zero11 para criar uma campanha com algum influencer que fale a lingua da sua audiência? Entre em contato e faça sua mensagem chegar até quem precisa ouvir por meio de alguém que a influencie.

O Instagram como plataforma de vendas

utilizar o Instagram para vendas

Quando o Instagram surgiu, era apenas uma rede social para postagem de fotos quadradas, mas, de lá pra cá, muita coisa mudou. Formatos, orientações, espaços, stories, lojas. Hoje em dia, a rede é um canal fortíssimo para branding, estilo e storytelling. Mas desde a introdução das funcionalidades de e-commerce, como a integração de catálogos, as mudanças na plataforma foram um pouco mais radicais do que muita gente se dá conta.

Essa transição marcou a ascensão do “social commerce”: uma fusão entre entretenimento, comunidade e transações. Hoje, os usuários vão além de somente descobrir produtos no feed ou nos stories, muitos compram direto ali, sem nem sair da plataforma. Esse é um movimento particularmente relevante para empresas que buscam simplificar ainda mais a jornada de compra e reduzir as barreiras para o consumidor.

Claro, o Instagram se adaptou: de canal de reconhecimento de marcas, passou a atuar como canal de conversão. E para as marcas seriamente comprometidas com a performance e com resultados, se tornou numa plataforma que definitivamente não pode ser ignorada.

O crescimento do Social Commerce e as mudanças no comportamento do consumidor

O crescimento do Social Commerce e as mudanças no comportamento do consumidor

A adoção de compras via redes sociais cresce globalmente e nacionalmente. No Brasil, uma pesquisa realizada pela Ayden concluiu que 65% dos consumidores já utilizam as redes sociais para fazer suas compras online e, entre esses, o Instagram lidera a preferência com cerca de 61%, bastante à frente de outras plataformas.

Mas se engana quem acha que esse comportamento é exclusivo do Brasil. Globalmente, as estatísticas só reforçam esse crescimento do Social Commerce como uma tendência cada vez mais dominante.

Social Commerce impulsiona receitas e influência de marcas

De acordo com dados recentes, o comércio através do Instagram movimentou mais de 37 bilhões de dólares em 2024. Além disso, estimam que mais de 1,7 bilhão de pessoas já usam o Instagram para buscar produtos, marcas ou interagir com empresas.

Outro dado relevante é o de que 83% dos usuários afirmaram que procuram por novas marcas na rede, evidenciando o caráter de canal de descoberta que vem se consolidando cada vez mais.

Para empresas de médio ou grande porte, isso significa que o Instagram não é mais só um canal de comunicação, mas um ponto estratégico de conversão, branding e de crescimento de receita.

Quais funcionalidades do Instagram ajudam a potencializar as vendas?

Claro que isso não é um passe de mágica. Não é só criar o perfil que as vendas aparecem do nada. A plataforma tem suas mecânicas e ferramentas que ajudam a construir isso, como por exemplo: 

  • Instagram Shopping e posts com produtos marcados:

Com a criação da ferramenta de “loja” dentro do app e a possibilidade de marcar produtos direto em posts ou stories, o processo do seu consumidor em descobrir esses produtos ficou muito mais fluido. O usuário encontra o produto, clica, visualiza preços e detalhes e é direcionado para a página de compra, tudo isso de uma forma muito mais intuitiva.
Essa integração reduz bastante o atrito na jornada de compra e tende a aumentar a conversão;

  • Conteúdo em vídeo e interativo: lives, reels e stories:

Vídeos curtos e dinâmicos, especialmente os reels, e as lives no instagram com call-to-action para compras ou links diretos têm se mostrado formatos de alto impacto. São formas de conteúdo que combinam a atração visual com o engajamento e a urgência (ingredientes essenciais e ideais para a conversão).
Além disso, como muitos consumidores pesquisam e avaliam os produtos direto na plataforma, esse tipo de conteúdo ajuda a construir uma credibilidade e um desejo de compra.

  • Integração com e-commerce e automações:

Empresas que combinam o instagram diretamente com seus sistemas de e-commerce, CRM ou de automações, têm um diferencial competitivo importante. Isso permite rastrear o comportamento do usuário, desde a descoberta até a compra, e personalizar ainda mais essa experiência.
Para marcas que visam resultados consistentes, essa integração transforma o instagram em um canal ainda mais poderoso e profissional para as vendas.

  • Parcerias com creators, influencers e UGC:

Colaborar com criadores, influenciadores digitais ou incentivar reviews e conteúdos atraentes dos seus próprios consumidores é uma estratégia que traz uma “prova social”, um fator decisivo para a conversão, especialmente para compras “influenciadas” pelas redes sociais. É uma via que une alcance orgânico, engajamento e conversão.

Quais funcionalidades do Instagram ajudam a potencializar as vendas

Conteúdo como motor de conversão: estratégias que funcionam

Transformar audiência em engajamento, e engajamento em vendas é algo que exige mais do que publicidade: precisa de estratégia de conteúdo e, nisso, algumas práticas se destacam.

Narrativas humanizadas e autênticas, por exemplo, tendem a construir confiança. Mostrando os bastidores da empresa, apresentando o time, os valores, o propósito. Para públicos corporativos ou sofisticados, isso ressalta bastante a credibilidade e a reputação.

Além disso, consistência e frequência são chave. Postar regularmente, alternando formatos e dando dinamismo, sempre com foco em agregar valor, não somente nas vendas. Isso ajuda a manter a marca no imaginário do seu cliente e aumentar o seu alcance na rede.

Criar conteúdos educativos e que agreguem valor, como demonstrações, ter calls-to-action claros e direcionados e, não menos importante, reviews e conteúdo gerados por consumidores também são ótimas estratégias para influenciar a jornada de compra de quem pode estar em dúvida. 

Você pode gostar também: melhor horário para postar no twitter.

Qual é o papel da gestão estratégica?

Qual é o papel da gestão estratégica

Para aproveitar o Instagram com um potencial pleno, não basta apenas “existir” por lá. A gestão estratégica precisa de alguns pontos essenciais.

  • Planejamento de mídia e conteúdos: definir calendários, mesclar formatos, segmentar a audiência e otimizar para a conversão;
  • Mensuração e análise dos resultados: acompanhar métricas como engajamento, conversão, ticket médio, ROI, CPA, retenção e, claro, ajustar a estratégia com base nesses dados;
  • Integração com sistemas internos: para garantir que o caminho entre o clique e a compra seja o mais fluido possível;
  • Capacidade de escalonar e adaptar: reagir rapidamente às mudanças no algoritmo, no comportamento do consumidor, nas tendências de conteúdo, é algo que exige expertise e monitoramento constante.

Para empresas de qualquer porte, trabalhar com uma agência capacitada faz toda a diferença. Pode ser a chave para transformar público e seguidores em receita, e trazer ainda mais visibilidade em posicionamento a longo prazo.

Conheça a Zero11

Com mais de 30 anos de experiência em publicidade, a Zero11 tem uma vasta expertise em fazer a sua mensagem chegar a quem realmente importa: o seu cliente. Por isso, que tal marcar uma reunião e descobrir mais sobre o que o nosso time pode fazer por você e pela sua rede?

Se você busca transformar seguidores em clientes, visibilidade em vendas, e marca em autoridade de mercado, você precisa de uma estratégia robusta e integrada: exatamente o que a Zero11 pode te oferecer. 

E se quiser continuar recebendo novidades do mercado e insights valiosos, não deixe de se inscrever para receber nossas newsletters.

Funil de Vendas: aprenda a não “entalar” seu cliente nele

Funil de Vendas: aprenda a não “entalar” seu cliente nele

Se você trabalha com marketing e vendas, principalmente através da internet, é bem provável que já tenha ouvido falar sobre o funil de vendas.

Mas será que sabe como fazer o cliente fluir por todas as “partes” até comprar o produto? 

Em vez de “entalar” seu cliente, que tal aprender mais sobre isso?

O funil de vendas, como o próprio nome sugere, é um modelo visual de todo o “caminho” que o cliente percorre.

Ele tem o formato de um funil com uma parte maior no topo, onde um número maior de pessoas se interessa pela mensagem e, lá embaixo, uma parte menor, onde efetivamente vira seu cliente.

O formato representa esse volume natural. Do início ao fim, nem todos completam a ação imediatamente. O consumidor passa por uma jornada de compra com um tempo próprio.

E quais são as “partes” desse funil?

Existem várias “versões” do funil, com mais ou menos etapas diferentes, mas todas elas têm em comum as principais divisões de topo (onde você atrai a atenção do possível consumidor), meio (onde você apresenta alguns critérios de decisão) e fundo (onde, finalmente, a pessoa se torna cliente).

O que está no topo do funil?

O topo do funil é responsável por atrair os visitantes com ações de marketing que façam o público tomar conhecimento de que ele tem um problema a ser resolvido, é onde ele faz uma descoberta.  

Matérias e artigos para blogs, vídeos, podcasts, posts para social media são alguns exemplos do que pode atrair as pessoas. 

Geralmente, aqui se fala pouco sobre a marca e mais sobre a necessidade do público. Mesmo que seja um conteúdo de marca, ela aparece como patrocinador, não como publicidade, onde se fala abertamente sobre os benefícios do produto.

O importante é ser relevante para que o público deseje receber novos conteúdos. O próximo passo é oferecer formatos mais sofisticados como e-books, testes, infográficos ou cupons de desconto e promoções para que seu público ofereça uma contrapartida social, que é o contato ou dados solicitados. Assim ele se torna um lead qualificado.

Certo, chegaram novas pessoas, e agora?

O meio do funil é onde a pessoa é impactada com critérios de escolha e consegue enxergar como oportunidade o fato de se tornar cliente/ consumidor do seu produto. 

Nesta fase, o que vale são os argumentos e comparações. Podem ser usados os mesmos formatos do topo de funil, mas o conteúdo é que se torna mais persuasivo. 

É isto, agora é só fechar o negócio, não é? 

O fundo do funil é onde as vendas realmente acontecem: a pessoa que, lá atrás, estava apenas aprendendo por que ela pode precisar de você e quais os critérios importantes para a escolha, agora ela vai entender o que você tem a oferecer de valioso. Aqui acontece a decisão de compra.

Então para que a venda ocorra, ele já deve ter compreendido que precisa da sua marca e até comparado com outros produtos. 

Algumas ações de marketing são de fundo de funil. Um exemplo são os buscadores, por isso, a conversão é mais rápida.

O fundo do funil não é o final do caminho. Na verdade, quando o consumidor chega aí, o seu trabalho é fazer com que ele fique em um “loop” do fundo ao meio para estimular a recompra e também torná-lo um advogado da sua marca. 

Conheça aqui alguns tipos de conteúdos que você pode desenvolver para fazer o funil fluir.

Você sabe o que é um Marketplace?

Você sabe o que é um Marketplace? Descubra aqui

Imagine um lugar, um único lugar, onde várias marcas e lojas existem, e você pode comprar quase qualquer coisa que você quiser: comida, roupas, eletrônicos, calçados, livros.

Se você pensou imediatamente em um shopping center, você não errou, essa descrição é perfeita. Mas, agora, imagine que tudo isso é digital, dentro do seu computador, 100% virtual.

Agora, sim, você pensou no que é um Marketplace.

Provavelmente você lembrou de algo como Mercado Livre, que é um dos marketplaces mais antigos e conhecidos do Brasil, mas diversas outras marcas já adotaram esse modelo. Amazon, Americanas, Magazine Luiza são apenas alguns dos nomes que já trabalham com essa forma de vendas.

Mas o que isso traz de bom?

Quais são as vantagens de se estar num Marketplace?

Algumas das principais vantagens do Marketplace, principalmente para quem ainda está começando, são: facilidade (afinal, é muito mais fácil vender um produto que já está debaixo do “guarda-chuva” de uma marca com mais reconhecimento) e, é claro, ter uma infraestrutura que já está pronta, ao invés de ter que montar toda uma operação do zero.

Além disso, é claro, seu produto acaba ganhando no curto prazo em SEO (por estar vinculado a um nome maior) e pode acabar aparecendo nos anúncios de quem está pesquisando por algo parecido.

Mas, é claro, não existem somente vantagens em se colocar dentro de um marketplace, dá só uma olhada:

E as desvantagens?

Como nem tudo são flores, uma loja dentro de um marketplace pode acabar sendo afetada de outras formas.

Uma delas é o reconhecimento. Geralmente, quando um produto é comprado num desses sites, quem comprou sempre acaba se referindo ao maior: “comprei na Amazon” não é uma frase difícil de ser ouvida, mesmo que, muitas vezes, o “vendido e entregue por” não seja lembrado.

Além disso, não podemos esquecer de que sempre há um custo para se operar dentro de um marketplace, seja esse custo fixo ou de acordo com as vendas, uma parte sempre vai para o “condomínio” da sua loja.

Além disso, você desconhece a jornada de compra de seu cliente e não tem o controle de todo o processo, o que poderia aumentar muito as suas vendas no  médio e longo prazo.

A concorrência dentro do market place também é fortíssima e, muitas vezes, as vendas caem com o tempo.

Mas, e então, é melhor estar dentro ou fora de um marketplace?

Tudo depende das suas necessidades, possibilidades de investimento e aonde quer chegar. Você pode escolher começar num marketplace e depois migrar para sua própria loja, ou não entrar em um marketplace, ou até mesmo em usar as duas opções ao mesmo tempo. 

A loja própria traz vantagens de retorno, mas requer investimentos em desenvolvimento e marketing de performance.

Se está pronto para crescer com sua loja virtual e quer saber como fazer isso, entre em contato com a Zero11. Nossa experiência vai te ajudar a começar do jeito certo e encurtar o caminho para se obter os melhores resultados. 

Frequência de Posts: quantas vezes por semana é o “correto”?

Frequência de Posts: quantas vezes por semana é o “correto”?

Por aqui, nós já falamos um pouquinho sobre o que são os algoritmos. E também como as redes sociais utilizam esses algoritmos para entregar o conteúdo aos usuários.

No entanto, você já parou pra pensar quando a frequência dos posts é importante pra fazer com que o conteúdo apareça pra mais gente? Até mesmo para aquelas pessoas que não seguem sua página?

É sempre bom fazer com que seu conteúdo chegue ao seu público numa frequência “adequada” para aquilo que você entrega. Postar uma vez por mês? Uma vez por semana? Diariamente? Várias vezes ao dia? Tudo isso depende de qual rede social estamos falando.

Imagine entrar numa página que você acabou de conhecer e a última postagem foi feita há vários meses.

Ou então, você ativa as notificações de uma outra página e acabar sendo bombardeado de vários e vários posts, um atrás do outro.

Nenhuma das duas parece muito boa, não é mesmo?

Entenda a plataforma em que você está postando

Já vamos tirar essa dúvida do caminho. Embora a periodicidade das postagens é parte do resultado, não existe uma periodicidade correta para todas as redes sociais.

A frequência de postagens deve ser pensada de acordo com a estratégia definida. Assim como a escolha da plataforma também é fundamental e depende dos objetivos e do público-alvo.

O Facebook, segundo o estudo do HubPost, demonstra experiência de queda no número de engajamento se várias postagens são feitas no mesmo dia.

No Facebook, a frequência que funciona melhor para as diferentes páginas é de 3 posts por semana.

Por outro lado, no Twitter, um tweet sozinho ao dia é rapidamente soterrado por vários outros, portanto, algumas páginas sugerem a postagem de 15 a 30 tweets por dia.

Algumas outras redes, como o YouTube, levam a frequência de postagem bastante a sério. O YouTube dá prioridade de visualização para canais que postam pelo menos três vezes por semana. Também leva em conta a duração do vídeo em seu algoritmo.

Frequência x Alcance

É verdade que a produção de conteúdo, ainda que orgânica, cria um público cativo.

No entanto, as campanhas de awareness, as de performance ou promocionais são bem eficientes quando estruturadas para alcançar um número grande de pessoas, além dos seguidores da página.

Nesse caso, a frequência deixa de ser um atributo de sucesso e a mensagem mais a mídia ganha o foco. Em comunicação, há vários ingredientes, só que o segredo da receita de sucesso é carregar no sabor da própria marca.

Tudo isso pode parecer meio complicado a princípio, mas você não precisa aprender tudo isso sozinho. Pode contar com uma equipe que já está há quase 30 anos fazendo a mensagem chegar até o consumidor. Mande uma mensagem pra Zero11 e confira.

Algoritmo: o que é e por que é tão importante

Algoritmo: o que é e por que é tão importante

Algoritmo. A palavra pode parecer um bicho de sete cabeças, mas não temos pra onde fugir, faz parte do nosso dia a dia, de um jeito ou de outro. Anúncios no Facebook. “Dar certo” no Youtube, apesar do algoritmo. Ou, até mesmo, a recente polêmica envolvendo um “preconceito” do algoritmo do Twitter. Aparentemente, o algoritmo está presente em tudo na internet mas, afinal de contas, o que é esse tal de algoritmo e pra que ele serve?

Certo, de onde surgiram esses algoritmos?

Embora sejam muito utilizados hoje em dia, principalmente nas programações do mundo digital, os algoritmos surgiram na Babilônia e são, essencialmente, sequências, de instruções, operações, ações, para chegar em algum tipo de resultado. 

Ainda achou complicado? Certo, então vamos simplificar: o algoritmo é como se fosse uma tarefa, por exemplo, acender uma lâmpada de casa: você precisa se levantar, ir até o interruptor, acionar e, pronto, a lâmpada está acesa. Mas e se a lâmpada que está no teto estiver queimada? Você precisa pegar uma lâmpada nova, uma escada, subir na escada, substituir a lâmpada queimada pela nova, descer, descartar a queimada, apertar o interruptor e, ufa, aí sim, a lâmpada vai estar acesa.

Esse é justamente o trabalho do algoritmo, pegar os dados de entrada e fornecer um resultado mas, para isso, ele precisa ter uma base de dados com todos os caminhos possíveis pra te dar o resultado que você precisa (e é por isso que, às vezes, os programas que usamos acabam travando: por algum tipo de erro, a informação acaba não sendo reconhecida pelo banco de dados do algoritmo e o programa não sabe mais como se comportar).

E por que entender tudo isso é importante pra minha marca?

Como eu falei lá no começo, hoje em dia tudo é baseado em algoritmo. Já se perguntou por que, mesmo com vários amigos, inscritos e seguidores, nem todos veem suas postagens (não importa em qual rede social)? 

Isso acontece porque, mesmo que seu conteúdo seja de qualidade, bem produzido, necessário, importante, se o algoritmo “decidir” que não é relevante para um grupo de pessoas, é bem capaz de que essa parcela do seu público acabe nem sabendo que você publicou algum tipo de novo conteúdo. (Daí o famoso “sininho de notificações” presente em algumas redes sociais).

É pra isso que existem equipes de pessoas que te ajudam não só a produzir conteúdo de qualidade, como fazer com que esse conteúdo passe direito pelo algoritmo e chegue até o público-alvo. Quer um bom marketing digital? Então entra em contato com a Zero11 e aproveita o conhecimento de quem já está há quase 30 anos fazendo com que a mensagem chegue até quem precisa.

Drops: futuro do conteúdo é em “pílulas”?

Drops: futuro do conteúdo é em “pílulas”?

Vivemos na era do conteúdo, não tem como negar isso. Criadores de conteúdo, vloggers, influencers, já são profissões reais e que, 15 ou 20 anos atrás eram inexistentes. Não é difícil perguntar a uma criança o que ela quer ser quando crescer e ouvir “YouTuber” como resposta. 

Vivemos numa era onde todos querem produzir e consumir conteúdo e, por isso, acaba ficando cada vez mais difícil prender a atenção do espectador médio por muito tempo. Talvez essa seja justamente a questão-chave: e se não for necessário prender por mais tempo e sim pelo tempo suficiente, mesmo que esse tempo seja somente um minuto?

Alguns anos atrás, a rede social Vine deu voz para vários criadores de conteúdo, mas com um diferencial: os vídeos tinham, no máximo, sete segundos. A limitação de tempo, embora parecesse restritiva, forçava os criadores a fazerem o melhor trabalho possível com o que tinham disponível. Embora não esteja mais operacional, a rede abriu caminho para outras plataformas que seguem o mesmo caminho de conteúdos curtos.

Atualmente, o TikTok já se tornou uma das redes sociais mais fortes, atraindo a atenção de grandes players do mercado, como a Microsoft (que teve sua oferta de compra recusada), enquanto o Instagram investe em sua própria versão, o Reels.

Certo, e qual é a vantagem de produzir conteúdos mais curtos?

Existem diferentes possibilidades para os conteúdos curtos. Se seu conteúdo só precisar de 1 minuto para chamar a atenção, ótimo, já é parte do caminho andado mas, e quando o valor é explorar justamente uma forma mais longa de comunicação? O que fazer?

Você com certeza já foi ao cinema e assistiu aos trailers dos próximos lançamentos, certo? Os trailers são edições curtas do material do filme, de preferência, vendendo o que vem pela frente, sem “estragar” a experiência do espectador. Claro que isso pode ser aplicado nos seus conteúdos.

Se seu conteúdo principal é um vídeo de mais de 1h, por exemplo, fica difícil chamar a atenção do usuário que está “só rolando” a timeline do Facebook, por exemplo. Ou então aquele vídeo que chega por WhatsApp, dificilmente alguém vai parar pra ver 1h de conteúdo recebido em uma mensagem.

Substituindo esses conteúdos grandes por “drops”, sejam eles feitos propositalmente para isso, ou edições curtas de um tópico específico abordado durante uma conversa maior, nos moldes adotados pelo podcast Flow, por exemplo, fica muito mais fácil de prender a atenção por um tempo mais curto e, consequentemente, mostrar que existe um conteúdo mais completo, além dos poucos minutos mostrados.

Claro que, não é por ser curto que o conteúdo pode ser feito “de qualquer jeito”, não é mesmo? Passar uma ideia em pouco tempo é até muito mais difícil. O formato padrão dos comerciais de TV é em 30 segundos, por exemplo, por isso o mais importante neles é a própria ideia. Geralmente, é preciso usar mais criatividade em comerciais de 30” do que em vídeos de mais de 2 minutos. 

Conheça alguns conteúdos no portfólio da Zero11.

Gostou deste texto? Quer saber como uma agência especializada em marketing digital pode ajudar a sua empresa a encontrar o equilíbrio entre a aquisição de clientes e o fechamento de contratos? Fale com a equipe da Zero11.

Marketing voltado para restaurante: como fazer?

Marketing voltado para restaurante: como fazer?

Você sabe como trabalhar o marketing voltado para restaurante? Se o seu negócio está precisando de novos clientes e de ganhar um fôlego financeiro, então precisa aprender como usar as ferramentas publicitárias a seu favor. Afinal, essa é a única maneira de conseguir novos clientes para o seu estabelecimento.

Atualmente, o marketing voltado para restaurante está mais importante do que nunca. Afinal, a pandemia do novo coronavírus mudou completamente o mercado e acabou com os hábitos antigos dos consumidores. Agora, é como se as empresas entrassem em uma nova fase do jogo, sem levar os clientes que tinham antigamente.

Dessa forma, o marketing para restaurante ganhou importância essencial, especialmente considerando o fato de que surgiram novas formas de vender produtos e serviços alimentícios. Quer saber como usá-lo da maneira correta? Então siga a leitura abaixo!

Entenda os principais conceitos do marketing voltado para restaurante

Para poder usar adequadamente o marketing para restaurantes, é essencial entender quais são os conceitos por trás desse tipo de recurso. Afinal, o segmento alimentício não é o mesmo que o setor de entretenimento ou de vestuário e, portanto, não deve fazer uma publicidade igual a das empresas desses segmentos.

No setor alimentício, existem dois principais fatores trabalhando para que um cliente decida comprar em um determinado restaurante. O primeiro é o desejo do consumidor, que deve ser despertado através de uma série de possibilidades.

Já o segundo é a acessibilidade ao restaurante. Ou seja: quando o cliente tem o seu desejo despertado e encontra os caminhos para satisfazê-lo, muito provavelmente ele irá comer no seu restaurante. Portanto, ao dominar esses conceitos, ficará mais fácil propor ações de marketing para o seu negócio.

Explore as múltiplas possibilidades de lucro com o seu negócio

A principal fonte de renda de um restaurante são os clientes que vão até o seu estabelecimento para comer. No entanto, existem muitas possibilidades diferentes para lucrar que devem ser exploradas.

Por exemplo, que tal estar presente nos principais aplicativos de delivery? Isso permitirá alcançar um público muito maior, especialmente agora na pandemia do novo coronavírus, em que os apps de entrega de comida aumentaram o faturamento em 103%.

No entanto, caso você não queira focar em vender os seus pratos pode delivery, pode pensar em outras possibilidades. Por exemplo, que tal colocar suas bebidas em Rappi? Pode ser os seus drinks únicos e especiais, inclusive marcas próprias do seu restaurante. O mesmo vale para kits para montar os seus pratos em casa, algum muito popular atualmente.

Não esqueça de vender cursos sobre o seu estilo culinário, ebook com receitas e muito mais tipos de produtos que podem aumentar a lucratividade do seu restaurante.

Invista em receber avaliações positivas na Internet

Os principais sistemas de divulgação na Internet, como os algoritmos de aplicativos de delivery, as redes sociais ou o Google, funcionam através de mecanismos de avaliação. Ou seja: quanto melhor for a avaliação de um conteúdo online, mais ele será recomendado para outras pessoas.

Dessa forma, o seu restaurante precisa se esforçar para receber avaliações positivas na Internet, de modo a expandir o seu alcance e conseguir novos clientes através da busca orgânica nessas plataformas.

Uma maneira de conseguir essas avaliações é prestar um serviço excelente para os seus clientes. Isso, por si só, já aumenta bastante as chances de receber essas avaliações. No entanto, também envie uma nota aos clientes, seja por delivery, seja por uma mensagem na mesa ou em algum ponto de contato com o consumidor, para que ele deixe uma avaliação positiva. Isso aumentará suas avaliações e melhorará o seu alcance.

Invista em influenciadores para promover o seu restaurante

O uso de influenciadores é cada vez mais comum na publicidade e não seria diferente no marketing voltado para restaurante. No entanto, é importante saber como usar essa ferramenta do jeito certo.

Para encontrar o influenciador ideal para o seu negócio, comece a pesquisa definindo quem é o seu público-alvo. Ou seja: quem você quer chamar para o seu restaurante.

Com base nisso, busque por influenciadores cujo público seja composto do tipo de pessoas que você quer colocar em seu estabelecimento. Dentre as muitas opções disponíveis, veja aqueles que se posicionam realmente como autoridade e, portanto, contam com poder de influência significativo. Isso porque não adianta nada trazer um influenciador que tem 1 milhão de seguidores, se essa pessoa não converterá ninguém para o seu negócio. Nesse caso, pode ser mais interessante buscar alguém com 5 mil ou 10 mil seguidores, mas que todos sejam da sua cidade e que tenham o interesse de ir no seu estabelecimento.

Com essas ferramentas e pensamentos de marketing voltado para restaurante, ficará muito mais fácil para o seu negócio conseguir novos clientes. Afinal, agora você terá uma estrutura básica, mas sólida, para atrair consumidores e vender mais. Não esqueça de pegar o lucro obtido e reinvestir em marketing para ter mais retorno depois.

Gostou do conteúdo? Então comente abaixo com sua opinião!

Leia também: SEO local: estratégia para atrair clientes organicamente

Não é só desenhar um site bonito: uma breve introdução a UX Design

Não é só desenhar um site bonito: uma breve introdução a UX Design

O comportamento do consumidor muda constantemente. Não é de hoje, inclusive, que as empresas e agências precisam se adaptar a essas mudanças. Mas, o que mais mudou, na era dos produtos digitais, é o consumo atrelado ao valor e experiência. Ou seja, cada vez mais as pessoas buscam produtos e serviços que sejam simples de usar e que gerem valor ao serem utilizados.

O centro de tudo, por isso, é o que chamamos de experiência do usuário, frase que virou uma buzzword. Dentro das empresas, é moda dizer que pensa em seu usuário e que se criam produtos, sites e aplicativos com foco em UX. Mas poucas pessoas entendem, de fato, o que isso significa. Afinal, o que é UX Design além de tela bonitas?

Antes de tudo, para melhor compreensão, vamos começar pelo termo UX Design, que foi cunhado por Don Norman, considerado o grande nome da área, na década de 90. O significado, em tradução livre, é Design de Experiência do Usuário. E, saindo um pouco do senso comum, design é muito mais que layout, é concepção de serviços e produto, sejam eles físicos ou digitais, pensando, especialmente, em sua forma física, funcionalidade e percepção. Com isso, recorro novamente a Don Norman para nos explicar o restante do termo: “Tudo é experiência do usuário.”.

Bom, partindo para uma abordagem mais prática, UX Design é aquilo que foi criado, por meio de estratégias, metodologias e processos de design, para ser desejável, útil e usável.

Mas como se faz essa tal de UX?

Antes de tudo, vale dizer que não é por meio de epifanias que nascem experiências como a da Netflix ou Amazon. É com muito estudo, processos e, sim, criatividade. Para conseguir, de fato, fazer uma entrega de valor para o usuário, o UX Designer precisa de um processo. O mais conhecido e adotado, é o design thinking, que consiste em quatro etapas para alcançar um objetivo: empatizar, definir, idear e prototipar.

Além deles, não podemos nos esquecer o teste, que não é considerado uma etapa do processo por estar diretamente relacionada à prototipar. Isso por que uma solução só pode ser centrada no usuário se for validada com ele. O design de experiência do usuário, inclusive, só tem valor se o usuário for envolvido no processo como um todo.

Com o Design Thinking, existe o conceito do duplo diamante, que nada mais é o fato de você divergir em informações, fazendo uma imersão e pesquisas sobre o assunto para expandir seu conhecimento e depois convergir, fazendo uma síntese e definindo qual caminho seguir, assim, formando o primeiro diamante. Depois disso, você diverge novamente em uma concepção irrestrita de ideias e converge no desenvolvimento da solução a ser testada, formando o segundo diamante.

Esse processo não necessariamente tem fim. Você pode empatizar, definir, idear, prototipar e, quando testar, descobrir que precisa começar tudo de novo. Além disso, podemos percorrer vários duplos diamantes para alcançar um objetivo.

Mas, o mais importante é não trabalhar em função do Design Thinking (ou qualquer processo ou metodologia), mas usar ele a seu benefício, adequado a sua realidade. A essência é um trabalho colaborativo, envolvendo stakeholders e usuários, para entregar uma solução que faça sentido para o cliente, seja benéfico para a empresa e, ao mesmo tempo, viável (tecnicamente, logisticamente, legalmente…). Explore sua criatividade para adaptar processos e metodologias.

Tá, mas quem é esse tal de UX Designer?

O UX Designer é um grande guarda-chuva, que abrange diversas especialidades, como UX Research, UX Writing, Design de Interface e mais. Mas, no geral, o UX Designer é aquele que realiza análises de métricas, pesquisas, workshops, testes, protótipos e, entre outras coisas, também, telas bonitas. Um papel fundamental, além desses, é fazer com que experiência do usuário seja muito mais do que uma pessoa ou um time, mas uma cultura. É aquele que dissemina conhecimento, capacita pessoas e age como uma consultor e porta-voz do usuário dentro da empresa.

O UX Designer, também, atua além da tangibilização de telas, como, por exemplo, na elaboração de estratégias de mídia. Trazendo um exemplo prático e real de como isso pode acontecer, analisando métricas de landing pages de campanha, identificando um problema nelas, gerando uma hipótese de melhoria nesse fluxo, o UX Designer é capaz de aumentar 300% a taxa de conversão em campanhas de lançamento de produto, otimizando o investimento em mídia online. O UX Designer pode, também, atuar além dos produtos digitais e, por exemplo, elaborar estratégias de produtos físicos, construir uma marca e criar e repensar serviços e métodos de trabalho.

Uma breve introdução

Tudo isso foi apenas uma breve introdução. Explicar no detalhe todos os processos, especialidades e atuações de UX em um único texto é uma missão impossível. A ideia central era passar uma noção do que é essa profissão da moda e por que ela é tão importante. E, se você quer começar na área ou quer aplicar um pouco de UX em seu trabalho, foque no problema a ser resolvido não na solução. Foque em evidências, não em subjetividade. E, o mais importante, foque no usuário e não em seus anos de experiência com o público.

E lembre-se, “tudo é experiência do usuário“.

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Fernando é UX Designer e trabalha no entendimento do comportamento, necessidades e motivações do usuário. Trabalhou por três anos no Itaú Unibanco e atualmente está no Grupo Boticário. Atuando em duas das maiores empresas do Brasil, já entregou soluções para e-commerces, sites institucionais, inteligência artificial e produtos digitais. Além disso, é apaixonado pela arte de contar histórias.

2020: será mesmo o ano do Podcast no Brasil?

2020: será mesmo o ano do Podcast no Brasil?

“Esse vai ser o ano do podcast no Brasil”. Essa frase, já usada até mesmo com um tom de brincadeira pelos produtores e ouvintes, é dita em todos os anos. Mas mesmo sem nunca ter tido um “boom” de audiência, a mídia vem, ano a ano, pouco a pouco, tendo um crescimento de ouvintes.

Tá, mas o que, exatamente, é um podcast?

Em pleno 2020, com podcasts produzidos pela Rede Globo, ações no metrô de São Paulo, é bem difícil que alguém não tenha, pelo menos, ouvido falar na palavra podcast, mas, supondo que você tenha caído aqui de paraquedas: o podcast é, basicamente, um programa de rádio, mas que pode ser ouvido à qualquer hora, sob demanda, pelo celular ou computador.

Tudo bem, essa explicação foi uma grande simplificação do que realmente é um podcast. Notícias, música, críticas, bate-papo, narrações, audio-dramas. Todos cabem dentro do podcast. Os temas são variados, da mesma forma que a sua disponibilidade em ouvir em cada programa de podcast.

Não importa se é uma pessoa só, gravando com seu celular, ou se várias, dentro de um estúdio com uma super produção. Todos têm seu espaço.

E qual é a grande vantagem de se ter um podcast?

A principal vantagem da mídia é sua “portabilidade”. O fato de não ser uma mídia física (como um livro), nem visual, faz com que o podcast possa ser consumido em conjunto com alguma outra atividade do dia a dia. No trajeto casa para o trabalho, lavando a louça e praticando atividades físicas foram as opções mais marcadas pelos ouvintes de podcast na PodPesquisa 2019.

Além disso, o podcast conta com uma base de ouvintes com grande fidelidade (segundo a mesma pesquisa, a maioria dos ouvintes é consumidor do formato há mais de 5 anos) e que vem ganhando ainda mais espaço. Graças aos novos investimentos de gigantes apostando na mídia, como Google, Amazon e Spotify (esse último que vem criando, até mesmo, programas exclusivos para sua plataforma).

Já como ferramenta de propaganda, a mídia também não fica atrás. Ainda segundo a PodPesquisa, mais de 60% dos ouvintes responderam que já compraram pelo menos um produto anunciado em algum podcast, enquanto mais de 80% respondeu que sempre presta atenção nos anúncios dos episódios, principalmente quando têm a ver com o tema (uma excelente opção para ações com branded content).

Mas, o que mudou em 2020?

Principalmente por conta da quarentena e do distanciamento social, o número de produtores e ouvintes de podcast aumentou consideravelmente nesse ano.

Segundo o Spotify, o app tem mais de 65 milhões de ouvintes de podcast (aproximadamente 21% de toda sua base de usuários) e já conta com mais de 1 milhão de programas cadastrados na plataforma.

Se mesmo com todos esses números você ainda tem dúvidas de que vale a pena produzir (ou anunciar) em podcasts, fale com a gente. Temos o ótimas ideias pra sua marca mergulhar de cabeça nessa mídia.

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