Como uma agência pode transformar a comunicação corporativa em ativo estratégico

A comunicação corporativa nunca foi tão determinante para o sucesso de uma empresa e, ao mesmo tempo, tão subaproveitada.

Enquanto algumas empresas conseguem transformar sua forma de se comunicar em vantagem competitiva clara, outras ainda operam com discursos fragmentados, pouco estratégicos e desconectados dos objetivos de negócio.

O que diferencia essas empresas não é apenas o que elas dizem, mas como estruturam, integram e direcionam sua comunicação.

É nesse cenário que a atuação de uma agência ganha relevância: ao organizar narrativas, alinhar posicionamento e traduzir estratégia em consistência, a comunicação deixa de ser tática e passa a atuar como um verdadeiro ativo estratégico.

Ao longo deste conteúdo, você vai entender como essa transformação acontece na prática e por que uma agência pode ser o ponto de virada para diferenciar empresas que apenas se comunicam daquelas que realmente constroem valor.

O que é Comunicação Corporativa?

Antes de tudo, precisamos alinhar o entendimento: a comunicação corporativa se utiliza de um conjunto de estratégias para dialogar com os públicos que ela precisa atingir: clientes, funcionários, investidores, imprensa, consumidores e até mesmo os próprios players do setor. 

Uma boa comunicação é uma ferramenta poderosa para construir uma reputação da empresa, melhorar o clima organizacional e fortalecer a presença no mercado.

Um processo que vai muito, mas muito mesmo, além de só criar um feed com posts bonitinhos para o público externo, ou mensagens internas numa identidade visual organizada.

Ele envolve planejamento estratégico, gestão de marca, ideias de impacto, cultura organizacional (alinhando os colaboradores com a cultura da empresa e melhorando o clima entre as pessoas) e, em certos casos, até gerenciamento de crises. É garantir que a comunicação realize transformações e esteja alinhada, independente do meio ou do público que queira atingir.

Agora que explicamos o que a Comunicação Corporativa pode fazer por você e pela sua empresa, vamos aos principais pontos que explicam por que uma agência faz tanta diferença:

1. Expertise em cada uma das áreas

Agências de comunicação, seja de publicidade, marketing digital ou branding, são formadas por profissionais altamente especializados (esquece aquele negócio do “menino do design” que entende de tudo).

Nelas você encontra profissionais de branding, de planejamento, da criação, de produção de conteúdo, de SEO, de mídia, enfim, gente com um baita repertório para valorizar sua marca.

Cada profissional tem conhecimento técnico da sua respectiva área, quem é fera de criação, por exemplo, não sabe executar um plano de mídia e vice versa.

Contar com uma agência nesse processo permite que a comunicação corporativa seja de alto padrão profissional e isso, com certeza, dá mais resultado do que você achar que um time interno dá conta. 

2. Tempo é dinheiro (e uma boa agência te ajuda a economizar os dois)

Vamos ser sinceros aqui? Cuidar da comunicação corporativa de uma empresa requer tempo, equipe e conhecimento.

Faz sentido a empresa ter um gestor da marca corporativa, mas não faz criar campanhas porque acaba sendo um desvio de foco que atrapalha outras atividades essenciais. 

Contratar um designer não vai atender todos os processos necessários para o desempenho de uma boa comunicação estratégica. Ele precisará de tudo que vem antes, durante e depois, do planejamento à mensuração do BI.

Além disso, tanto a contratação de cada um dos especialistas quanto a integração de todo o ecossistema requer muita experiência em comunicação para eliminar barreiras que possam economizar recursos valiosos para a empresa. 

As melhores agências oferecem maior qualidade, agilidade e produtividade para deixar sua equipe livre para cuidar do que realmente precisa da atenção, impulsionando o crescimento da empresa. 

 3. Acesso a ferramentas de ponta

Nada é de improviso numa boa agência que desenvolve uma comunicação corporativa de alto impacto.

A agência tem o know-how para te ajudar a alcançar os melhores resultados com o investimento certo. E é muito melhor que sua equipe possa ter acesso a ferramentas de última geração.

São ferramentas para entender o mercado e comportamento, para transformar estratégia em operação consistente, para o arsenal criativo, para escalar e distribuir e também para transformar comunicação em resultado contínuo e elas estão nas melhores agências de publicidade e marketing digital.

Ao contratar uma agência, sua empresa não precisa fazer grandes investimentos, ganhando acesso imediato a essas tecnologias. Isso garante que suas campanhas sejam mais impactantes, mensuráveis e alinhadas com as últimas inovações do mercado.

As melhores agências se mantêm atualizadas com as principais tendências e ferramentas do mercado e são craques em garantir que estão executando campanhas mais competitivas e com dados que justifiquem cada ação tomada.

4. Um olhar externo soma valor estratégico

Quem está dentro, muitas vezes, já não enxerga com clareza o que precisa ser ajustado. A rotina, os vieses internos e até o envolvimento emocional com a marca acabam limitando a capacidade de análise e é aí que o olhar externo entra como ativo estratégico.

Uma agência traz distanciamento crítico. Isso permite identificar inconsistências de discurso, oportunidades não exploradas e até ruídos que passam despercebidos no dia a dia.

Mais do que apontar problemas, esse olhar reorganiza a comunicação a partir de uma lógica orientada a negócio, não apenas à operação.

Além disso, existe o repertório. Ao atuar com diferentes mercados, marcas e desafios, uma agência acumula referências que ampliam o campo de possibilidades, conectando soluções que dificilmente surgiriam em um ambiente fechado. É a combinação entre visão fresca e bagagem estratégica.

No fim, o valor está na capacidade de transformar percepção em direção: sair do “sempre foi assim” para construir uma comunicação intencional, coerente e alinhada ao crescimento da marca.

5. Ambiente criativo estimulante

Criatividade, quando vira rotina, tende a se acomodar e uma agência é estruturada justamente para evitar isso.

O ambiente de agência é, por natureza, diverso e dinâmico. Profissionais de diferentes áreas (estratégia, criação, mídia, dados, conteúdo) trabalham juntos, trocando referências e tensionando ideias o tempo todo. Esse choque de perspectivas cria um terreno fértil para insights mais originais e soluções menos óbvias.

Além disso, existe uma cultura orientada à provocação. Briefings desafiadores, prazos curtos e a necessidade constante de inovar fazem com que a equipe esteja sempre em estado de alerta criativo. Não é só sobre ter boas ideias, mas sobre evoluí-las rapidamente e com consistência.

Outro ponto-chave é o repertório. Agências vivem expostas a tendências, cases, linguagens e movimentos culturais de diferentes mercados. Isso alimenta o processo criativo com inputs variados, evitando soluções repetitivas e ampliando o potencial de diferenciação.

No fim, esse ambiente não surge por acaso, ele é construído para gerar desconforto produtivo, acelerar conexões e transformar criatividade em resultado de negócio.

6. Um salva-vidas na turbulência

Assim como cair num mar revolto, ninguém quer ter uma crise nas mãos, mas se (ou quando) acontecer, é melhor ter um salva-vidas bem criativo a postos.

É aí que as agências sabem exatamente como agir, minimizando os danos e controlando a narrativa nesses momentos mais delicados. Uma resposta rápida, afiada e estratégica pode salvar a reputação de uma marca, e até mesmo virar o jogo ao seu favor.

Um bom exemplo disso foi quando a empresa de jogos EA foi criticada por um erro no jogo de golfe onde Tiger Woods ficava de pé na água para dar a tacada. A empresa estava sendo criticada por falta de polimento e de atenção na criação do jogo.

A resposta? Um vídeo com o verdadeiro Tiger andando sobre as águas para fazer a jogada e a frase “não é um erro, ele é realmente bom”. Nem precisamos dizer que o viral é, até hoje, lembrado como uma das melhores jogadas da empresa.

7. Comunicação de amplo alcance

Tendo os dados e as segmentações bem definidas, a agência está pronta para criar as mensagens específicas para os diferentes públicos, deixando a sua comunicação mais próxima, humana e efetiva. É essa personalização que aumenta as suas chances de conversão e engajamento, tornando público em clientes fiéis.

Uma agência de comunicação amplia o alcance da marca ao ativar diferentes canais de forma integrada (redes sociais, blogs, newsletters e imprensa), garantindo presença consistente em múltiplos pontos de contato.

Quando esses canais são orquestrados por uma estratégia clara, o resultado é um ganho real de engajamento, com mensagens mais relevantes e maior conexão com o público.

Além disso, a agência traz acesso a influenciadores e veículos de mídia, potencializando a distribuição e aumentando a precisão da entrega, para que a comunicação chegue a quem realmente importa.

8. Monitoramento e Análise de Resultados

Se você não mede, não evolui. E o trabalho da agência passa por acompanhar bem de perto os resultados, cada interação e cada ação.

Interpretar as métricas e sugerir melhorias com base nos dados reais é a análise que permite identificar o que funciona, ajustar o que pode ser melhor e potencializar ainda mais aquilo que já está dando certo.

9. Visão de longo prazo  

A verdade é que as equipes internas das empresas costumam estar absorvidas pelas urgências do dia a dia, já uma agência consegue operar com foco estratégico e visão de longo prazo.

Esse olhar permite estruturar um plano de comunicação que resolve demandas imediatas sem perder de vista a construção contínua da marca.

Na prática, isso se traduz em campanhas de branding mais consistentes, conteúdos com vida útil mais longa e uma presença sólida e coerente no mercado ao longo do tempo.

Ter essa visão estratégica de longo prazo é crucial para as empresas que não querem apenas disputar a atenção do consumidor, mas também construir reputação de longo prazo. 

10. Identidade de marca forte

Um dos maiores ganhos ao contar com uma agência está no fortalecimento da identidade da marca. O trabalho é garantir consistência em todos os pontos de contato, do visual ao tom de voz, criando uma comunicação alinhada, reconhecível e fácil de memorizar.

Esse alinhamento constrói uma percepção mais sólida no mercado, aumenta a conexão com o público e contribui para gerar valor e lealdade ao longo do tempo. Com direção especializada, a marca deixa de ser apenas presente e passa a ser relevante.

Mas entender a importância de uma comunicação estratégica é só o começo. O que realmente faz diferença é ter ao lado um parceiro capaz de transformar intenção em execução, alguém que organize a complexidade, encontre oportunidades e traduza tudo isso em crescimento concreto.

Com repertório, método e domínio das ferramentas certas, uma agência não só sustenta a presença da marca, como amplia seu potencial em um ambiente cada vez mais competitivo.

11. Alta direção criativa na comunicação corporativa

Chegamos ao nível onze, onde você vai conhecer uma agência com mais de trinta anos de experiência no mercado de grande expertise em comunicação corporativa, o coração da imagem da sua empresa. 

Com um modelo próprio de Alta Direção Criativa, uma forma mais estratégica, integrada e responsável, a Zero11 é responsável por conduzir marcas com resultados de impacto. 

Com uma atuação que integra branding, publicidade, marketing digital, SEO, conteúdo, dados e performance, operando tudo como um único ecossistema, o vasto portfólio diz muito sobre como levar sua comunicação do 0 ao 11. 

Se você ainda está tentando fazer muita coisa internamente, que tal marcar um cafezinho por aqui e descobrir mais sobre como a gente pode transformar sua comunicação? E se quiser ficar por dentro de conteúdos que falam sobre diversas áreas da comunicação, fique de olho no nosso blog.

Zero11 anuncia chegada de novo sócio

Zero11 anuncia chegada de novo sócio

Algumas decisões mudam o jogo. Outras, também o jeito de jogar. É com esse espírito que a a agência de publicidade, branding e marketing digital Zero11 anuncia a chegada de Fernando Godoy como novo sócio e Chief Creative Officer (CCO).

Zero11 anuncia chegada de novo sócio

A movimentação marca um novo capítulo na trajetória da agência de publicidade e reforça sua aposta na Alta Direção Criativa, modelo que conecta estratégia, dados e criatividade para gerar impacto concreto, do tipo que resolve problemas reais de negócio e entrega resultado.

Com 10 anos de experiência, Fernando construiu sua carreira em ambientes de alta complexidade, passando por empresas como Itaú, Grupo Boticário e a startup Noverde. Ao longo desse percurso, ficou conhecido por transformar desafios difíceis em decisões claras, produtos funcionais e campanhas que performam, sempre com foco em eficiência e crescimento sustentável.

Formado em Publicidade e Propaganda pela ESPM, Fernando já liderou projetos nas áreas de inteligência artificial, marketing, e-commerce, B2B, produtos internos e venda direta. Seu trabalho é guiado por uma forte base em design de produto, pesquisa e análise de dados, aliada a uma compreensão profunda do comportamento do consumidor.

Na prática, sua abordagem parte do entendimento estratégico que vira direção, da direção que conduz a criatividade, e de ideias que se traduzem em impacto real para marcas e negócios. Um modelo de atuação que dialoga diretamente com o momento da agência Zero11, cada vez mais focada em unir visão criativa, inteligência e performance.

Segundo Rosana Ameixieira, sócia da agência, a chegada de Fernando representa mais do que uma mudança de estrutura: é um passo consistente na evolução da Zero11. “É um momento importante da história da agência, que completou 34 anos em novembro e aposta na Alta Direção Criativa, conectando estratégia, dados e criatividade para gerar impacto concreto”, afirma.

Rosana Ameixieira, sócia da agência

Com a nova composição societária e criativa, a Zero11 reforça seu posicionamento como uma agência que não apenas acompanha as transformações do mercado, mas ajuda a redefinir o jeito de jogar.

Omnichannel: não mais só físico, nem exclusivamente digital (e vende!)

Omnichannel

O avanço do comércio eletrônico não dispensa um bom trabalho de ponto de venda para uma estratégia de varejo omnichannel eficaz.

Em 2019, éramos 30 milhões de brasileiros fazendo compras online, sendo 5 milhões com sua primeira experiência no comércio eletrônico. Cinco anos depois, em 2024, passamos a 73 milhões de brasileiros realizando compras online, representando 46% da população do país, sendo que 6 milhões fizeram sua primeira compra online nesse período. O mais curioso é que 42% dos consumidores pesquisam informações sobre produtos em seus smartphones enquanto estão dentro de lojas físicas. ​

Isso nos leva a pensar: o tradicionalíssimo ponto de venda estaria então com os dias contatos? Ou em breve ele será um mero depósito, onde o consumidor apenas retirará uma compra já decidida no universo online?

A resposta é: não. Hoje, o e-commerce representa aproximadamente 9% das vendas totais do varejo brasileiro, indicando que a maioria das compras ainda ocorre em lojas físicas.

E é difícil imaginar as pessoas abandonando de vez o hábito de ir a uma loja, deixando de provar uma roupa ou um sapato, ignorando completamente características sensoriais – tátil, visual, olfativa -, dos produtos.

Portanto, uma estratégia de varejo agora precisa permitir ao cliente valer-se simultaneamente dos vários canais, todos eles integrados, em uma estratégia conhecida como ‘varejo omnichannel’ (que de certa forma replica no universo do varejo os preceitos da comunicação multiplataforma).

Mas, o que é omnichannel e como aplicá-lo na prática? É o que vamos analisar no post a seguir. Continue conosco e confira.

O que é o conceito de omnichannel?

O conceito de omnichannel diz respeito a uma estratégia que tem como objetivo integrar diferentes canais de contato de uma empresa. Um conceito válido para, praticamente todo tipo de negócio, incluindo lojas virtuais, lojas físicas, redes sociais, sites etc.

A ideia é que o consumidor tenha uma experiência diferenciada, seja de compra ou atendimento. Com canais unificados, a estratégia de omnichannel tende a trazer menor impacto para o cliente na sua interação com a empresa.

É a unificação dos diversos canais da empresa para uma experiência personalizada para o cliente.

O que é o conceito de omnichannel

Qual é um exemplo de meta omnichannel?

Exemplo de meta omnichannel é a aplicação prática do conceito. Ou seja, quando o cliente interage realmente utilizando diferentes canais do seu negócio. Por exemplo, um atendimento iniciado pelo telefone, que segue nas redes sociais e é concluído na loja física.

A quantidade de canais não é o cerne do meta omnichannel, mas sim a eficiência da sua empresa em garantir que a conexão entre eles e o atendimento de qualidade ao cliente.

Mas, o meta omnichannel se restringe a um único atendimento. Por exemplo, depois de uma compra realizada fisicamente, o canal de pós venda no site mantém a interação com o cliente quando necessário, contanto que esteja atualizado com a jornada dele até aquele momento.

Qual é um exemplo de meta omnichannel

O valor da experiência do consumidor

Quem comeu em um restaurante do qual gostou, por exemplo, certamente pensará nele na hora de fazer um pedido através de um aplicativo. E nos mais diversos mercados – moda, eletroeletrônicos, artigos esportivos e de lazer, entre inúmeros outros -, uma experiência prazerosa anterior favorecerá a uma marca na hora de uma busca ou uma compra online.

O ponto de venda mantém-se importante não apenas por ainda gerar vendas relevantes, mas também por influenciar nas compras online.

Daí a importância de seguir trabalhando cuidadosamente a loja física, dotando-a de uma identidade própria e tornando-a espaço de experiências agradáveis. E, como pode-se ver na sequência, agora também integrando-a ao e-commerce.

Em qualquer canal, a marca é sempre a mesma, e uma ação em um deles certamente impacta os demais pontos de contato com o consumidor. A divulgação do e-commerce, por exemplo, ao estimular o desejo do consumo pode ampliar também o movimento nas lojas físicas, atraindo compradores que preferem a compra pessoal ao comércio eletrônico.

Integrando universos omnichannel

O ponto de venda precisa hoje ser linkado à agilidade e à comodidade próprias dos canais digitais.  Essa integração deve fundamentar-se em ferramentas que permitam o acompanhamento em tempo real de todos os setores da empresa, como vendas, entregas, estoque e atendimento. E pode assumir diversas formas. Algumas delas:

  • reserva online e compra na loja física, podendo o consumidor escolher em qual loja retirará o produto;
  • também é possível fazer o contrário: compra na loja física e entrega em casa;
  • a gôndola infinita integra o ponto de venda aos sistemas de estoque da rede e da loja virtual. Assim, caso na loja o cliente se interesse por um calçado – ou outro tipo de produto -, mas não encontre o número ou a cor que deseja, ele pode fechar a compra ali mesmo e receber o produto em sua casa, pois ele está disponível nos estoques;
  • permita a troca de um produto através de qualquer canal;
  • quiosques digitais podem integrar as lojas físicas às virtuais;
  • estimule quem for à loja a fazer check-in – e até postar fotos -, ajudando a divulgar a marca.

Essas marcas, na verdade, trabalham não apenas um varejo omnichannel, mas também uma comunicação multiplataforma, que vale-se de diversos canais – on e offline -, na busca pelo contato com seus públicos.

É essa, atualmente, a melhor estratégia para um consumidor que pode escolher onde, quando e como irá contatar ou adquirir um produto ou serviço. Entre em contato e saiba o que uma agência de e-commerce especializada pode fazer por você.

Relevância ou resistência da publicidade tradicional na era digital?

Relevância ou resistência da publicidade tradicional na era digital?

Passamos anos (por que não décadas?) trazendo para os anunciantes dados de comportamento e tendências que mostravam que a mídia digital chegou para ficar e iria dominar a comunicação. Então por que diabos agora que esse fato é largamente aceito, estamos aqui para falar sobre a relevância da publicidade tradicional na era digital?

Em uma era, onde as redes sociais e o marketing online são as estrelas dos orçamentos de publicidade e, no Brasil, quase ultrapassam a TV, seria fácil assumir que a publicidade tradicional – aquela que engloba TV, rádio, outdoor (OOH), revista e jornal – está se tornando obsoleta. 

No entanto, essa suposição não apenas ignora as complexidades do comportamento do consumidor, mas também subestima o poder de resistência dessas mídias tradicionais. 

É sobre isso que vamos falar: por que, mesmo no século XXI, a publicidade tradicional funciona tão bem e é essencial para uma estratégia de comunicação de impacto.

O que é Publicidade Tradicional

Primeiro, precisamos entender o contexto em que a publicidade tradicional traz resultados incomparáveis. Diferentemente do ambiente digital, onde a saturação de anúncios pode levar à fadiga entre os consumidores, os canais tradicionais oferecem uma oportunidade para alcançar o público em um ambiente menos congestionado. 

Isso significa menos competição por atenção e, muitas vezes, uma audiência mais engajada. Além disso, cada meio possui características únicas que podem ser extremamente vantajosas dependendo do público-alvo e do objetivo da campanha.

Vejamos o rádio: o motorista ouve seu programa predileto para se distrair do trânsito e nos intervalos comerciais está atento a marca sem dispersão. Bingo. Alvo alcançado.

Ou esse mesmo motorista, no seu caminho do trabalho para casa, vê uma mensagem num outdoor ou relógio e lembra que sua cerveja acabou, precisa passar no supermercado. Pronto, já tá no caminho.

Depois do jantar, liga a TV, acompanha as notícias para saber do que acontece no mundo além da sua própria rotina. O comercial traz um conceito memorável para uma certa marca que deve durar mais do que apenas um impulso de compra. 

Sempre haverá meios que nos acompanham na nossa vida diária. Seja na TV, na rua, no computador ou celular. Na mídia de massa, a mensagem parte do consenso, daquilo que a maioria aceita, como se comporta, como gosta. Existe muito poder nesse rastreamento.

Vantagens da mídia tradicional

Há várias vantagens das mídias tradicionais e incluí-las no plano de mídia impulsiona os resultados:

  • Alcance Ampliado: A televisão e o rádio, por exemplo, continuam a ter um alcance massivo. Ainda é considerada uma fonte confiável de informação e entretenimento, capaz de alcançar diversas demografias em uma escala que poucas plataformas online podem igualar.
  • Credibilidade: Anúncios em jornais e revistas tendem a ser vistos como mais confiáveis ​​pelos consumidores. A tangibilidade de um anúncio impresso, juntamente com a reputação do jornal ou revista, pode aumentar a percepção de legitimidade e qualidade de uma marca.
  • Impacto Visual e Auditivo: OOH, como outdoors e publicidade em transporte público, oferece visibilidade prolongada. Um outdoor bem posicionado pode impactar o mesmo espectador várias vezes ao dia, reforçando a mensagem. Da mesma forma, anúncios de rádio podem criar uma conexão íntima e direta com o ouvinte através do poder do áudio.
  • Emoção: Com comerciais emotivos, diversas marcas famosas utilizam a televisão para transmitir mensagens universais que ressoam globalmente. Suas campanhas são frequentemente centradas em temas de união, alegria ou humor, criando uma forte conexão emocional com os espectadores.
  • Ação: Tanto o OOH quanto o rádio são usados por marcas para direcionar tráfego para lojas, especialmente durante as horas de pico. Com campanhas projetadas para lembrança e, muitas vezes, destacando promoções ou novos produtos.
  • Recall: campanhas criativas são mais lembradas. Marcas que demonstram visualmente sua funcionalidade, por exemplo, ampliam as chances de memorização. A tal da sacada faz diferença, viu?
sucesso nas redes sociais

Afinal, a publicidade tradicional ainda funciona

Investir em publicidade tradicional não significa rejeitar as novas formas de mídia. Pelo contrário, trata-se de reconhecer que a integração de canais tradicionais e digitais pode proporcionar uma estratégia de marketing mais robusta e abrangente. 

A publicidade tradicional oferece uma dimensão de tangibilidade, credibilidade e alcance que complementa as táticas online. Além disso, em uma paisagem onde muitos estão virando quase exclusivamente para o digital, a mídia tradicional oferece uma oportunidade de se destacar e ser memorável.

Portanto, para marcas que buscam maximizar sua visibilidade e impacto, considerar seriamente os canais tradicionais significa não apenas ser prudente, mas potencialmente transformador.

 A chave é entender o seu público e utilizar cada meio pelo seu ponto forte, garantindo assim uma comunicação eficaz que atravessa barreiras digitais e físicas, alcançando consumidores em todos os aspectos de suas vidas.

Continue acompanhando o blog da Zero11 para mais inspirações sobre publicidade e marketing digital.

Vantagens da Comunicação Multiplataforma

Vantagens da Comunicação Multiplataforma

A comunicação multiplataforma envolve o uso de vários canais para alcançar e envolver audiências diversas, incluindo tanto mídias offline quanto online, bem como a integração delas com o cross-media e o transmedia. E a maior vantagem é que a estratégia multiplataforma dá mais resultado.

Veja essa campanha da Farnese para entender melhor.

Um adulto que trabalha, por exemplo, num único dia, é exposto a uma variedade de mídias. A jornada pode iniciar com a visualização de um programa de TV e a leitura do jornal pela manhã. Ele segue sintonizado no rádio do carro, quando também é impactado no trajeto até o trabalho pela mídia out of home (OOH). Ao chegar no escritório, olha a tela do elemídia no elevador. A internet está presente durante o dia inteiro. E a televisão ainda ocupa um lugar de destaque à noite.

Essa jornada diária ocorre de acordo com o perfil do público. O YouTube e os streamings também podem aparecer na jornada, assim como placas de estrada, busdoor ou comunicação no metrô.

Não há um momento claro em que o consumidor decide fazer uma compra, nem uma jornada de consumo de mídia idêntica para todos. Diante dessa realidade, uma abordagem de comunicação multiplataforma possibilita estabelecer uma conexão mais profunda com o consumidor. Aproveitando as peculiaridades de cada meio de comunicação, a frequência da mensagem e o momento do consumidor, é possível modelar a mensagem para enriquecer o discurso da marca.

Comunicação Multiplataforma

Marcando presença na vida do consumidor 

As marcas mais valiosas compreendem a importância de estarem presente junto ao público-alvo em diversos momentos. De acordo com o estudo Inside Advertising, da Kantar IBOPE Media, elas usaram, em média, 6,5 meios de comunicação nas suas campanhas publicitárias. Metade delas divulgaram, ao mesmo tempo, na televisão, rádio, internet, jornal, revista, cinema e mídia externa. Tudo junto.

Essa estratégia garante que as Top10 marcas permaneçam na mente das pessoas constantemente e vá aprofundando sua relação com elas.

Outro ponto a favor da estratégia multiplataforma reside no fato de que nem todos os indivíduos consomem todas as formas de mídia da mesma maneira. Por exemplo, pode haver potenciais clientes mais inclinados a assistir televisão do que a utilizar a internet, e vice-versa. Uma abordagem de comunicação multiplataforma, capaz de abranger uma ampla gama de canais, atrai ambos os grupos de consumidores. 

Vídeos, por exemplo, são o conteúdo muito consumidos pelos brasileiros, segundo o Inside Videos, da Kantar. Mas isso não ocorre apenas na TV Linear, o sistema tradicional com grade de programação. Hoje é possível assistí-lo na TV Conectada (Xbox, PlayStation, Roku, Amazon Fire TV, Apple TV, entre outros) ou na OTT, Over The Top, (entrega de conteúdo de TV e vídeo diretamente na internet), onde o usuário pode assistir acessando diretamente a internet pelo celular, computador, tablet ou mesmo pela televisão. A Netflix, a Amazon Prime, a Disney+, a Hulu e várias mídias de massa também estão nos serviços OTT, assim como a GloboPlay.

Uso simultâneo de multitelas

Brasileiro gosta de tela e mais de uma ao mesmo tempo. Somos um povo multitela. Pesquisa da Ipsos, O Novo Universo Multitelas, mostra que 68% dos brasileiros acessam TV + smartphone. Metade da população on-line também está assistindo TV.  

O conteúdo amplificado pelo consumo de telas simultâneas facilitou que as marcas sejam descobertas. Além disso, ao ver um comercial ou merchandising na TV, o consumidor tem mais facilidade de consultar os canais digitais e dar início a jornada de compra. 

As pessoas se envolvem mais quando são impactadas por comunicação multiplataforma

Se há alguma dúvida de que seja irritante ver uma campanha em várias plataformas, saiba que a resposta é não. A concentração intensa num único lugar, pelo contrário, pode sim gerar fadiga ou, simplesmente, passar batido após uma enorme frequência.

Um estudo da Spectrum Reach comparou o impacto da publicidade em telas de mídia única versus múltiplas. 

Ao testar combinações de televisão linear, televisão conectada e dispositivos móveis, os pesquisadores descobriram que uma abordagem de múltiplas telas aumenta a atenção, a retenção e a intenção de compra dos consumidores.

O awareness aumentou com as combinações de mídia, mas a memorização foi maior quando veio da TV conectada e a TV linear. Além disso, ao assistirem comerciais na tela grande, as pessoas ficaram mais interessadas em ouvir sobre a marca depois e aumentaram sua intenção de compra.

O estudo também descobriu que as métricas de topo de funil, como atenção e conscientização da marca, como esta campanha da Ginger, superaram em dois dígitos com as campanhas de múltiplas telas em comparação com o uso de uma única plataforma. E, claro, que isso tem impacto no fundo de funil, onde está a intenção de compra, uma vez que a base de interessados é bem maior.

campanha em várias plataformas

Outras descobertas adicionais

  • 41% dos entrevistados disseram lembrar melhor da campanha quando viam tanto na televisão linear, quanto na TV Conectada e nos dispositivos móveis.
  • Quando consumidores viam a campanha em três plataformas, 81% disseram que a mensagem foi comunicada claramente e 39% que os anúncios trouxeram novas informações. 
  • A intenção de compra aumentou 13% ao combinar diferentes formas de mídia.
  • Começar com a televisão linear em uma campanha multiplataforma, por exemplo, aumentou a intenção de compra em 25%, enquanto começar com streaming resultou em um aumento de 14% e iniciar pelos dispositivos móveis resultou em 4%.  

Leia também: Ainda tem gente que não sabe aproveitar o marketing digital ao máximo.

Vantagens da comunicação multiplataforma

  1. Alcance ampliado: ao adotar uma estratégia multiplataforma, as empresas podem expandir significativamente o alcance de um público mais diversificado e também em momentos diferentes da jornada do consumidor.
  2. Maior clareza: cada meio tem uma característica e, portanto, as mensagens são transmitidas de forma diferente. Por exemplo, enquanto a TV e o cinema provocam mais emoção e impacto com a mensagem, a mídia impressa agrega credibilidade e o ambiente digital permite explorar o conteúdo com muito mais detalhe. Portanto, com a comunicação multiplataforma, a mensagem é transmitida com maior clareza.
  3. Engajamento superior: com uma campanha integrada nas mídias offline e online, há um aumento do engajamento do público. Por exemplo, uma campanha de publicidade tradicional que combina anúncios impressos com interações online, como códigos QR ou hashtags específicas, pode incentivar a participação ativa do público em várias plataformas.
  4. Consistência de mensagem: a comunicação multiplataforma permite manter uma mensagem frequente por mais tempo. Isso é essencial para garantir que a identidade da marca seja preservada e que a mensagem-chave seja comunicada de maneira eficaz.
  5. Adaptabilidade: Uma abordagem multiplataforma atende muito mais às preferências do público e às tendências emergentes. As empresas podem utilizar uma variedade de meios de comunicação com um mix voltado ao público-alvo, como comerciais de TV, mídias sociais, e-mail marketing e eventos presenciais, para alcançar seu público de maneira eficaz.
  6. Análise de dados aprimorada: ao integrar mídias offline e online, as empresas têm acesso a uma ampla gama de dados e métricas para análise. Isso permite uma compreensão mais completa do comportamento do público e do desempenho das campanhas de comunicação, facilitando a identificação de áreas de melhoria e o ajuste de estratégias futuras.

Em suma, quanto mais abrangente, maior o alcance, a memorização e o engajamento da campanha. No entanto, a estratégia multiplataforma passa pela avaliação do investimento.

Nem sempre a verba permite fazer um mix ideal com métricas mínimas que possibilitem avançar nos objetivos estabelecidos. Muitas vezes, nesses casos, a concentração em meios pode ser a melhor estratégia para a campanha.

Entre em contato com a equipe da Zero11 e saiba como alcançar novos resultados para a sua empresa com uma comunicação multiplataforma.

Como anda a experiência do seu consumidor?

Como anda a experiência do seu consumidor?

Já falamos antes por aqui sobre Brand Persona e a comunicação que sua marca deve ter com ela, também escrevemos uma matéria sobre o funil de vendas e todo o processo que o consumidor passa, desde ouvir falar da sua marca pela primeira vez, até realmente se tornar um cliente. 

Mas existe uma forma de unir tudo isso e facilitar bastante esse processo. Estudar a experiência do usuário, o famoso UX, é importante para desenvolver soluções que fazem a diferença. Já escrevemos um artigo sobre introdução ao UX design, onde você pode entender melhor sobre o assunto.

A conclusão é sempre a mesma: se a experiência for boa e seu público se sentir confortável, você só tem a ganhar. Já se estiver sendo ruim, bem, vamos aproveitar a oportunidade de melhorar, não é mesmo? 

Um bom exemplo é quando focamos muitos esforços para deixar o site, página, newsletter com um design atraente, mas esquecemos de avaliar como o consumidor pensa, lida com a informação, escolhe, faz a compra e usa o produto. Por isso, é tão importante pesquisar e entender o comportamento do seu consumidor.

A experiência do usuário abrange todos os pontos de contato com a marca. Do site à loja, das redes sociais ao evento. 

Temos aqui três dicas para aplicar no marketing digital que fazem muita diferença na experiência do seu público:

Pense como o consumidor

As próprias redes sociais são um exemplo disso. Será que estou postando demais? A frequência da minha newsletter está muito alta? Meus posts estão difíceis de entender? As imagens estão carregadas de informação? Será que esse conteúdo tem engajamento? A linguagem está alinhada com o perfil do público?

Todas essas perguntas (e algumas outras) servem para “calibrar” o seu conteúdo de acordo com o que funciona para quem consome. Buscar o equilíbrio entre a funcionalidade e relevância é um ótimo caminho a seguir.

Crie conteúdos diversos para melhorar a experiência do usuário

Faça com que seu consumidor possa ter acesso a sua marca de diversas formas diferentes: vídeos, fotos, gifs, textos, etc. Crie conteúdos que chamem a atenção do seu cliente, onde quer que ele esteja.

Claro, continue sempre de olho nas métricas, aposte no que está dando certo e tente melhorar o que não está. 

Atenda seu cliente de forma personalizada, na medida do possível.

Quem é que não gosta de ser bem tratado? Faça um acompanhamento com seu cliente, seguindo as etapas do funil. Responda comentários sempre tratando pelo nome. Analise as etapas do funil, se alguém não foi até o final, mande uma mensagem para saber o que houve.

Mesmo quando a pessoa, de fato, chegou ao fundo do funil, já passaram alguns meses? Até um simples e-mail com alguma vantagem ou promoção pode fazer com que seu cliente se sinta especial e tenha vontade de retornar.

Torne sempre o seu “ambiente” (mesmo que virtual) o mais aconchegante o possível para o seu cliente. Quando a experiência é boa, mais provável de que o cliente volte e, quem sabe, não traga mais possíveis clientes com ele?

Gostou dessas dicas? Quer saber mais sobre isso? Então siga a Zero11 e continue se aprofundando, somos especialistas em fazer as mensagens chegarem no alvo de forma criativa e estratégica há quase 30 anos.

Marketing Humanizado: muito além das curtidas.

Marketing Humanizado: muito além das curtidas.

Você abre diariamente as páginas das redes sociais da sua marca, confere mensagens da timeline e no inbox, responde a todas, distribui likes nos comentários para mostrar sua presença, dialoga com sua rede, mostra que eles não passam despercebidos e que você se importa com o que eles pensam.

Bom, para começo de conversa: parabéns, você está no caminho certo, mas acho que sou obrigado a te contar que existe bastante coisa ainda que você pode fazer pra tornar a sua comunicação mais eficiente e próxima do seu público. Dá só uma olhada.

Nós já falamos por aqui sobre Personas, tanto as de seus potenciais consumidores, quanto a Brand Persona, que é a “cara” que sua marca vai adotar nas redes sociais (dê uma olhadinha, se ainda não leu). 

Então aqui vai o próximo passo:

Conheça o seu público

Fica extremamente mais fácil com a definição correta das personas, mas precisa do comprometimento de estar, cada vez mais, adequando o que você pensou à realidade. Com o passar do tempo, existe a possibilidade de que seu público vá mudando, mesmo que aos poucos.

É o caso, por exemplo, da série de livros famosa, embora não seja uma comunicação de marca, é importante que o autor conheça o público para qual está escrevendo. J.K. Rowling começou escrevendo para um público, porém, conforme o tempo foi passando, o personagem e os leitores foram crescendo, então, a linguagem e os acontecimentos se tornaram cada vez mais voltados para um público de faixa etária maior.

Entenda como atender

Conhecendo seu público, agora é hora de estar pronto para responder às interações feitas. Comentários, mensagens, e-mails, tweets, não importa: seja acessível. Procure tratar seu consumidor como um outro ser humano, não somente com mais uma interação.

Isso é marketing humanizado.

É importante ter um Community Manager especializado que vá direcionar as respostas e entender que, no momento em que estamos, a relação com os clientes é bastante diferente do que era lá atrás. Estamos na era do SAC 3.0 e o contato precisa ser bem mais “próximo” do que antigamente.

Evolução do SAC: do 1.0 ao 3.0

A autonomia do próprio consumidor é a responsável pela mudanças nas “eras de serviço de atendimento”.

Entenda:

O SAC 1.0 surgiu para resolver problemas que não eram solucionados nas lojas físicas. 

O SAC 2.0 para monitorar as redes sociais e se destacou pela agilidade e conquista de simpatia.

O SAC 3.0 passou a focar na experiência do cliente antes mesmo de ser ativado pelo consumidor ou anterior ao momento da compra. Todos os processos passaram a ser monitorados para evitar insatisfações e conquistar cada vez mais fãs para as marcas. É a voz da marca nas redes, propondo sugestões, dando dicas, sugerindo conteúdos. 

Cada vez mais, o atendimento ao consumidor pode contar com as novas tecnologias.

O chatbot, por exemplo, garante atendimento simultâneo e ininterrupto. Se for ágil o bastante para resolver as dores dos clientes contribuirá muito com a experiência do usuário.

Só não pode ser uma simples barreira entre o atendimento humano e o cliente. Por isso, tem que ser muito bem planejado e desenvolvido. Leia aqui uma matéria que escrevemos sobre chatbot.

Sabemos que é bastante difícil estar sempre presente na vida dos consumidores, mas existem diversas ações que podem te ajudar bastante.

Uma delas, é claro, é contar com a expertise da Zero11 no mundo digital, até mesmo te dando outras mãozinhas na hora de conversar com seu cliente.

Não deixe pra depois para melhorar ainda mais sua comunicação, entre em contato com a gente, vamos ter o maior prazer em te ajudar.

Autenticidade: a responsabilidade da marca deve ir além das palavras

Autenticidade: a responsabilidade da marca deve ir além das palavras.

Com todo mundo sempre (e cada vez mais) conectado, seja no celular, no computador, na televisão, ou até mesmo em geladeiras (sim, geladeiras), é praticamente uma briga para se destacar em meio a tantas marcas que oferecem produtos ou serviços similares. 

Além de se destacar através de diferenciais do produto, preço adequado e boa comunicação, outro ponto-chave que vem ganhando a admiração dos consumidores é a autenticidade.

A autenticidade é um qualidade da personalidade bastante reconhecida. Afinal, quem é que não quer ser a pessoa lembrada por se manter fiel aos seus valores, aquela que tem convicções e demonstra com ações aquilo que acredita? Nada mais óbvio que isso também se aplique às marcas.

Muitos influenciadores conquistaram seu público por demonstrar autenticidade.

Logo que o “boom” dos influenciadores digitais começou, várias marcas começaram a correr atrás de parcerias com os chamados “influencers”.

Com o passar do tempo, as “regras do jogo” foram tomando forma e, como falamos de digital influencers, o alcance deixou de ser o principal ponto e a identificação do influenciador com a marca passou a ser um dos fatores decisivos. 

Boa parte do sucesso desses influenciadores aconteceu pela percepção de que são “gente de verdade”, o que comprova o valor da autenticidade. Mas alguns foram mudando de caminho para atender ao variado perfil de seguidor.

É aí está uma armadilha: quando o influenciador perde autenticidade em nome do seu sucesso. Ao tentar atender demandas de  públicos tão diferentes entre si – sem que isso faça parte da sua essência – o influenciador passa a ficar vulnerável.

Isso afetou muitas marcas que se aliaram a alguns deles pensando só na quantidade de seguidores (lembrando que apesar do número mantido, muitos fãs deixaram de se engajar de forma positiva após mudanças de posicionamento). 

Para profissionais conscientes, fica cada vez mais claro que o influenciador deve ter identificação real com os ideais da marca. 

Autenticidade é o oposto a seguir as narrativas da moda

Ainda que o apoio a certas causas seja bem-vindo, o discurso sem autenticidade revela oportunismo. Por exemplo, se sua marca carrega uma bandeira de sustentabilidade, é importante mostrar que isso não se resume às palavras, mas se traduz em ações. Também não adianta nada ter discursos bonitos e produtos ruins.

É importante que o consumidor sempre perceba que o posicionamento da sua empresa não é só “da boca pra fora”. Confiança é difícil de conquistar, mas ainda mais difícil de reconquistar.

Continue no blog da Zero11 para mais conteúdo sobre o mercado publicitário.

Brand Persona: criando o tom de voz (virtual) da sua empresa

Brand Persona: criando o tom de voz virtual da sua empresa

Se você é um usuário assíduo de redes sociais, provavelmente já conhece o jeito despojado que algumas marcas respondem, desde posts próprios até respostas para clientes e outras marcas. Caso não seja assíduo, mesmo assim, é capaz de ter sido impactado pela comunicação de algumas empresas com esse tipo de Brand Persona.

Colocando em uma linguagem bem simples, a Brand Persona é a “cara” que a sua empresa vai ter na comunicação, o estilo que vai adotar, o tom, a linguagem. Basicamente, “quem” é a sua marca.

Claro que uma Brand Persona não é algo que aparece “do nada”, sua marca não pode estar alegre e fazendo piadas num dia e, no outro, se tornar mais sisuda e séria. Uma Brand Persona precisa ser pensada (e seguida!) muito bem, afinal de contas, ela vai passar o “sentimento” que seu cliente deve ter com sua marca.

Como começo a pensar na minha Brand Persona?

Você já ouviu falar em RPG? Isso mesmo, o famoso “Role Playing Game”, pode ser o clássico Dungeons and Dragons, o GURPS, ou até mesmo Tormenta, o cenário 100% nacional. O que todos eles têm em comum é a forma de jogo baseada em criar um personagem, com trejeitos, traços de caráter, ambições, modos e, é claro, na interpretação desses personagens no andamento da história.

Criar uma brand persona é uma tarefa semelhante a montar a ficha do seu personagem de RPG. Criar a história de seu personagem, o que o define, quais são seus trejeitos, os objetivos, o que gosta (ou desgosta), como trata as pessoas. Lógico que você não vai seguir exatamente uma ficha de RPG, mas é bom ter o sua persona muito bem formulada.

Por outro lado, existem empresas que mergulham fundo na criação de sua Brand Persona, onde os atendimentos digitais, respostas em redes sociais, e até os posts, são feitos por uma personagem virtual que tem até mesmo um “corpo” (através de computação gráfica).

Enfim, podemos notar que existem algumas maneiras diferentes de se criar uma brand persona, mas que todas elas têm algo em comum: são pensadas em como humanizar sua comunicação e, assim, ficar mais próximo do consumidor.

Uma dica de ouro para construir uma Brand Persona é confiar num time que já tem toda a expertise necessária para te ajudar a trabalhar sua marca e chegar num resultado que personifique o que a sua empresa representa, da melhor maneira possível. Já sabe, né? É só contar com a Zero11.

Conheça 11 gatilhos mentais relacionados a lógica e a confiança

Conheça 11 gatilhos mentais relacionados a lógica e a confiança

A quantidade de escolhas que fazemos diariamente gera muito estresse. Até mesmo na hora das compras, estudos mostram que paralisamos diante de uma grande oferta de produtos.

Por isso, produtos são apresentados em categorias nos supermercados, filmes e séries são organizados por gênero no streaming e o mesmo ocorre com livros nas livrarias. Também prova o sucesso dos algoritmos e dos gatilhos mentais, que facilitam as decisões no piloto automático.

Pra você ter uma ideia de como os gatilhos funcionam, vamos listar aqui os que estão relacionados a confiança e com apelo à lógica:

Facilite a escolha: entenda o que o cliente quer e mostre uma oferta de cada vez, não todos os produtos/ serviços que vende, organize por categorias/ perfil. Evite que o cliente se perca na quantidade de produtos/ serviços que você oferece ou em vez de ser um diferencial, pode ser um tiro no pé.

Diminua o Risco: tirar o peso da decisão imediata aumenta as vendas. Isso ocorre quando dá garantias de longo prazo, oferece a possibilidade de experimentação ou faz devoluções caso esteja insatisfeito. O pós-venda tem um peso importante nesse gatilho.

Mostre o contraste: além de estar diminuindo as opções e facilitando a decisão, você pode levar o cliente a uma escolha lógica, considerando que ele tenha uma vantagem na escolha. Quando se usa uma referência de preço alto, por exemplo, é um tipo de contraste. Lembre-se que ele precisa ser verossímil. Cliente que se sente enganado é perdido pra sempre.

Justifique:  tire os obstáculos da frente do seu cliente explicando os motivos dele comprar. Isso tem um poder muito grande na escolha.

Simplifique sua comunicação: o que a complexidade de termos e de argumentos faz é vender enrolação. Explicações simples são mais acessíveis e passam mais confiança.

Apelo a lógica: se você chegou até aqui é porque está interessado em aprender. Esse é um exemplo de apelo à lógica. Ao usar essa formulação, desde que faça sentido para o consumidor, você está ajudando-o a fazer a escolha.

Mostre sua autoridade:  quem parece ter maior autoridade possui mais chances de ser escolhido. Títulos, realizações, premiações, tempo de experiência, número de seguidores, postura pessoal, tudo conta. O peso de cada um depende da área de negócio.

Seja mais específico:  quando você mostra dados precisos e detalhados, além de chamar mais a atenção, também desperta a confiança nas pessoas.

Prova Social: depoimentos de clientes, recomendações, avaliações, número de pessoas atendidas são exemplos de que a prova social é um gatilho de confiança. Por isso que muitos e-commerces indicam “pessoas que compraram isso também compraram aquilo”.

Escassez: é aquele empurrãozinho que faltava pra decidir, porque ativa o sentimento de perda. Mas só deve ser usado com inteligência, porque o uso banal – como desconto permanente que promete acabar esta semana – vai prejudicar sua credibilidade. Alguns exemplos de escassez: venda de ingressos com tempo limitado, informações só para quem for cliente, uma nova turma aberta com número limitado de pessoas.

Urgência: é a escassez com timer. É muito usado na hotelaria quando se apresenta o número de quartos restantes disponíveis ou em e-commerces que mostram produtos esgotados.

Leia também: Novas nuances na jornada de compra