Marketing Agro: a inteligência estratégica  está redefinindo o crescimento no agronegócio

O agronegócio brasileiro deixou de ser apenas um motor de produção para se tornar um ambiente cada vez mais orientado por inteligência estratégica.

Nesse contexto, o marketing agro evoluiu rapidamente: saiu do papel de suporte e passou a atuar diretamente como um dos principais motores de crescimento, influência e tomada de decisão no setor.

Durante muitos anos, a comunicação no campo esteve fortemente ligada à presença em feiras, ao relacionamento próximo e à força do time comercial. Esses elementos continuam sendo relevantes, mas já não sustentam, sozinhos, o crescimento em um mercado que se tornou mais complexo e competitivo.

Hoje, as empresas que realmente avançam no agronegócio são aquelas capazes de integrar dados, tecnologia, conteúdo e relacionamento em uma estratégia unificada e orientada por resultados.

Diante disso, a discussão já não gira em torno da importância do marketing agro. A questão central passou a ser o nível de profundidade estratégica com que ele é aplicado — e o quanto isso impacta, de fato, o desempenho do negócio.

O que é marketing agro e por que a definição evoluiu

A definição tradicional de marketing agro, baseada apenas na promoção de produtos e serviços do setor, tornou-se limitada frente à nova realidade do agronegócio. Hoje, o conceito é mais amplo e estratégico.

O marketing agro pode ser entendido como um sistema que conecta dados, comportamento do produtor rural, timing agrícola e inteligência de mercado para influenciar decisões que envolvem alto impacto financeiro.

Essa mudança de perspectiva é fundamental, especialmente porque o contexto do agro impõe características únicas: decisões de compra mais racionais, ciclos longos, alto risco e consequências que podem comprometer uma safra inteira.

Nesse cenário, não há espaço para ações superficiais. Estratégia deixou de ser diferencial e passou a ser requisito básico.

O novo perfil do agronegócio: mais digital, técnico e orientado por dados

O Brasil já é reconhecido como uma potência global do agronegócio. No entanto, o que realmente impulsiona o setor hoje não é apenas a escala produtiva, mas o nível de sofisticação dos seus agentes.

O produtor rural evoluiu. Ele utiliza plataformas digitais, acompanha indicadores de produtividade, consome conteúdo técnico com frequência e participa de comunidades online. Além disso, compara fornecedores com base em dados de performance e resultados concretos.

Essa mudança de comportamento exige um novo tipo de marketing agro. Além de gerar visibilidade, invista em conteúdos, demonstrando valor de forma prática e construindo confiança ao longo do tempo. E isso só é possível com estratégia bem estruturada.

O erro mais comum no marketing agro

Um dos equívocos mais recorrentes no setor é tratar o agro como um público homogêneo. Na prática, isso não existe.

O agronegócio é formado por diferentes perfis, como pequenos produtores, grandes grupos agrícolas, cooperativas, agroindústrias e empresas de insumos. Cada um desses segmentos possui necessidades, ciclos produtivos e níveis de maturidade distintos, além de processos de decisão próprios.

Ignorar essa diversidade compromete a eficiência das ações de marketing agro e resulta, na maioria das vezes, em desperdício de investimento. A segmentação estratégica, portanto, é um dos pilares para alcançar melhores resultados.

A jornada de compra no agro e a importância do timing

Diferentemente de outros mercados, no agronegócio o tempo tem um peso decisivo na performance das estratégias. A jornada de compra está diretamente ligada ao calendário agrícola, o que torna o timing um fator crítico.

Por exemplo: plantio, desenvolvimento da lavoura, colheita e planejamento da próxima safra são etapas que influenciam diretamente o comportamento de compra. Uma campanha fora desse contexto dificilmente gera impacto relevante.

Além disso, o processo de decisão costuma envolver análise técnica, validação de resultados e recomendação de especialistas. Por isso, o marketing agro eficiente não tenta acelerar artificialmente a venda, mas acompanha o ritmo natural da decisão, atuando de forma consistente ao longo de todo o ciclo.

Comunicação no marketing agro: clareza, contexto e credibilidade

Se o marketing agro evoluiu, a comunicação dentro dele precisou acompanhar esse movimento. E esse é um dos pontos mais críticos para o sucesso das estratégias no agronegócio.

A comunicação no marketing agro envolve construção de imagem, relacionamento e estratégia de mercado. É criar uma ponte com o público, reduzindo incertezas na decisão do produtor, traduzindo informação técnica em valor percebido, respeitando o contexto, o timing e o nível de conhecimento de quem está do outro lado. O produtor rural não responde a promessas genéricas, mas à consistência, lógica e evidência.

Por isso, a comunicação no marketing agro precisa criar reputação, educar, provar e reduzir risco ao longo de toda a jornada.

Um dos principais desafios está no equilíbrio entre profundidade técnica e clareza. O conteúdo precisa ter base agronômica sólida, apresentar dados reais e, ao mesmo tempo, ser compreensível e aplicável. Não se trata de simplificar demais, mas de comunicar melhor. E o design ajuda no entendimento e na construção da imagem de marca.

Outro fator decisivo é o alinhamento com o ciclo de produção. Cada mensagem precisa chegar no momento certo para aumentar o engajamento e fortalecer a tomada de decisão.

A escolha dos canais também faz diferença. No agro, a comunicação tende a ser mais próxima e consultiva. Ferramentas como o WhatsApp assumem um papel relevante, permitindo conversas diretas, envio de informações técnicas e acompanhamento contínuo do produtor.

No fim, tudo converge para a construção de confiança. E, no agronegócio, confiança não se constrói com campanhas pontuais, mas com consistência ao longo do tempo.

Alguns exemplos de comunicação no agronegócio

  1. Marketing de conteúdo: educar para vender

Nada melhor do que informar para conquistar, não é mesmo? O marketing de conteúdo é uma das estratégias mais eficazes para se aplicar no agromarketing. Criar artigos, vídeos, podcasts e materiais educativos que respondam às dúvidas do produtor rural, por exemplo, podem ajudar a gerar uma confiança e autoridade maior.

Por exemplo, uma empresa que vende fertilizante pode criar um blog com dicas sobre tipos de solo, técnicas para melhorar a produtividade, falar sobre novidades do mercado, etc… Isso não só atrai visitantes, mas também posiciona a marca como referência;

  1. Mídia digital: te conectando com o público certo

Nem mesmo na tranquilidade do campo podemos ignorar as redes sociais. Facebook, Instagram, WhatsApp e até o TikTok já fazem parte da rotina. Para usar as redes sociais, é preciso criar um conteúdo que dialogue com o universo do seu público. Histórias de sucesso, vídeos curtos, lançamentos de produtos e até memes. 

Lembrando que hoje o universo digital também engloba as TVs conectadas, permitindo um nível de segmentação muito mais avançado do que a TV tradicional. As TVs conectadas operam de forma parecida com o digital. Plataformas de streaming e dispositivos conectados coletam dados (de forma agregada) sobre comportamento, consumo de conteúdo e até perfil do usuário. 

Com isso, é possível segmentar campanhas com base em: localização geográfica (inclusive regiões agrícolas específicas), interesses e hábitos de consumo de conteúdo, dados demográficos, comportamento de navegação (em alguns casos, integrado a outros dispositivos)

  1. Participação em feiras e eventos

Nada substitui o contato pessoal, aquele aperto de mão firme e o olho no olho. As feiras agropecuárias como a Agrishow, Expointer e a Feira do Produtor são ótimas oportunidades para apresentar produtos, fazer demonstrações e fortalecer as suas relações.

Além disso, esses eventos ajudam a ficar de olho e entender as tendências do mercado e o que os seus concorrentes estão fazendo, dando insights de valor para as suas estratégias de agromarketing;

  1. Parcerias e Networking

No agronegócio, parcerias fazem toda a diferença. As empresas que colaboram conseguem alcançar mais clientes e oferecer soluções mais completas. Por exemplo, uma cooperativa pode fazer parcerias com fabricantes de máquinas, empresas de assistência e afins, e criar pacotes com valor agregado.

Networking e relacionamento são as palavras-chave aqui, e o agromarketing pode ajudar a consolidar esses laços através de eventos, campanhas e ações conjuntas de relacionamento.

Estratégias de marketing agro que geram resultado

No cenário atual, algumas abordagens se destacam por sua capacidade de gerar impacto real no agronegócio. O conteúdo técnico, por exemplo, assume um papel central. Diferente de outros setores, aqui ele funciona como ferramenta de decisão. Comparativos de produtividade, estudos de caso, análises de solo e demonstrações práticas ajudam a construir autoridade e confiança, elementos essenciais para a escolha do produtor.

Outro ponto fundamental é a prova prática. No agro, a evidência vale mais do que qualquer discurso. Ações como dias de campo, testes comparativos e validações técnicas não são apenas iniciativas comerciais. São estratégias de marketing de alta performance, onde branding e resultado caminham juntos.

A influência também segue uma lógica própria. Quem realmente impacta decisões são agrônomos, veterinários, consultores e produtores de referência. A credibilidade técnica desses profissionais acelera a confiança, reduz objeções e fortalece a percepção de valor.

No campo do relacionamento, o WhatsApp se consolidou como um dos principais canais do marketing agro. Mais do que uma ferramenta de suporte, ele funciona como uma verdadeira infraestrutura de comunicação, sendo utilizado para negociação, envio de propostas e acompanhamento técnico. Empresas que estruturam esse canal de forma estratégica conseguem encurtar ciclos de venda e aumentar taxas de conversão.

Por trás de tudo isso, estão os dados. O marketing agro moderno depende da análise de comportamento, histórico de compra, desempenho de campanhas e indicadores de produtividade. Essas informações permitem personalizar a comunicação, prever demandas e melhorar o retorno sobre investimento. Sem dados, qualquer estratégia se torna apenas uma aposta.

Outro aspecto cada vez mais relevante é a sustentabilidade. No agronegócio atual, ela deixou de ser apenas uma questão de reputação e passou a ser um fator de competitividade. Exigências como rastreabilidade, redução de emissões e certificações estão abrindo portas para novos mercados. O papel do marketing agro, nesse contexto, é traduzir essas práticas em valor percebido pelo cliente.

Como medir resultados no marketing agro

A mensuração de resultados no agronegócio exige métricas mais profundas do que aquelas utilizadas em outros setores. Indicadores genéricos não são suficientes para avaliar o impacto real das estratégias.

O que realmente importa é o efeito direto no negócio, considerando fatores como custo por visita qualificada, taxa de recompra por safra, lifetime value do produtor e tempo médio de decisão. Também ganham relevância métricas relacionadas à participação dentro da propriedade e ao retorno sobre investimento ao longo do ciclo agrícola.

Esses indicadores permitem uma visão mais clara sobre crescimento sustentável e previsível, que é o grande objetivo das empresas no setor.

O futuro do marketing agro

As transformações no marketing agro já estão em curso e tendem a se intensificar nos próximos anos. Tecnologias como inteligência artificial aplicada à recomendação agrícola, automação baseada em ciclos de safra e integração entre marketing, vendas e operação estão redefinindo a forma como as empresas atuam.

Além disso, o avanço de marketplaces e fintechs especializadas reforça a tendência de digitalização do setor. O agronegócio está migrando de um modelo baseado em tradição para um modelo orientado por dados e isso exige uma nova mentalidade estratégica.

Marketing agro como estratégia de crescimento

O ponto central é claro: marketing agro não é apenas comunicação. É estratégia de crescimento.

Empresas que ainda tratam o marketing como um apoio secundário tendem a perder espaço em um mercado cada vez mais competitivo. Hoje, ele é responsável por gerar demanda qualificada, influenciar decisões técnicas, reduzir o ciclo de vendas, aumentar o valor percebido e construir vantagem competitiva.

A olhar da Zero11 no marketing agro

O agronegócio brasileiro já ocupa uma posição de destaque global, mas o próximo salto será impulsionado pela estratégia, não apenas pela produção. Nesse cenário, o marketing agro se consolida como uma das principais alavancas de crescimento.

Empresas que estruturarem suas estratégias com base em dados, inteligência de mercado e compreensão profunda do produtor rural terão mais capacidade de crescer de forma consistente, tomar decisões mais assertivas e construir marcas fortes.

As demais continuarão dependentes exclusivamente da força comercial. Um modelo que, diante da nova realidade do agronegócio, já não se mostra suficiente.

Na Zero11, o marketing agro não é um conjunto de ações isoladas. Ele funciona como um sistema que conecta inteligência de mercado, comportamento do produtor, dados de negócio, estratégia de comunicação e performance.

Além de gerar visibilidade, o papel da Zero11 é gerar impacto real. Porque no agro, marketing que não gera resultado não é custo, é prejuízo. E quem entende isso, joga em outro nível.

“Experimento do Origami: por que valorizamos mais o que fazemos”

O chamado experimento do origami, que deu origem ao conceito conhecido como “IKEA Effect”, é um daqueles estudos que parecem simples, quase banais, mas que revelam algo profundamente contraintuitivo sobre o comportamento humano. Ele ajuda a explicar por que valorizamos certas coisas de forma desproporcional e, principalmente, por que o esforço pessoal muda completamente a percepção de valor.

Como o experimento do origami foi estruturado

O estudo foi conduzido por Michael Norton, Daniel Mochon e Dan Ariely, e publicado em 2012 com o título “The IKEA Effect: When Labor Leads to Love”. A proposta dos pesquisadores era investigar uma hipótese simples: será que as pessoas atribuem mais valor a algo apenas porque participaram da sua construção?

Para testar isso, eles criaram uma série de experimentos controlados, sendo o mais famoso o do origami. Nele, os participantes recebiam instruções padronizadas para montar figuras simples de papel, como sapos ou tsurus. Não havia nenhum tipo de treinamento prévio, e a maioria das pessoas claramente não tinha habilidade com a técnica. O resultado, como era de se esperar, eram peças imperfeitas, muitas vezes mal executadas, bem distantes de qualquer padrão estético mais refinado.

Depois de concluírem suas criações, os participantes eram convidados a responder quanto estariam dispostos a pagar por aquele objeto. Esse momento é o ponto de virada do experimento do origami. Mesmo diante de um resultado visivelmente amador, as pessoas atribuíam valores significativamente mais altos às próprias criações. Não se tratava apenas de um pequeno viés, a diferença era expressiva.

Para aprofundar a análise, os pesquisadores introduziram uma comparação essencial. Um segundo grupo de pessoas, que não havia participado da construção dos origamis, foi convidado a avaliar os mesmos objetos. Além disso, também foram apresentados origamis feitos por especialistas, com acabamento técnico e estética muito superiores. O contraste foi claro: enquanto os criadores viam suas peças como valiosas e, em alguns casos, quase equivalentes às profissionais, os observadores externos avaliavam os origamis amadores como objetos de baixo valor.

Esse descompasso revela algo importante: o valor percebido não está apenas no resultado final, mas no processo envolvido. Em alguns casos, os participantes chegaram a atribuir valores até cinco vezes maiores às próprias criações em comparação com o quanto terceiros estariam dispostos a pagar pelos mesmos objetos. Mais curioso ainda é que eles acreditavam que outras pessoas concordariam com essa avaliação, o que indica que não se trata apenas de apego emocional, mas de uma distorção cognitiva mais profunda.

Por que as pessoas supervalorizam o que criam

O que está por trás desse comportamento pode ser explicado por alguns mecanismos psicológicos conhecidos. O primeiro deles é o senso de autoria. Quando uma pessoa cria algo, mesmo que de forma limitada, aquilo deixa de ser um objeto qualquer e passa a ser percebido como uma extensão de si mesma. Existe uma transferência simbólica de identidade, o que naturalmente eleva o valor percebido.

Outro fator relevante é a necessidade de justificar o próprio esforço. O cérebro humano tem dificuldade em aceitar que investiu tempo e energia em algo sem valor. Para reduzir essa tensão, conhecida como dissonância cognitiva , ele ajusta a percepção e conclui que o resultado precisa ser bom, justamente porque exigiu esforço. É uma forma de manter coerência interna.

Além disso, há um componente de competência envolvido. Completar uma tarefa, mesmo simples, ativa uma sensação de realização. Esse sentimento não está necessariamente ligado à qualidade do resultado, mas ao fato de ter conseguido chegar até o fim. Isso contribui para uma percepção mais positiva do objeto criado.

Um detalhe importante do experimento, que muitas vezes passa despercebido, é que esse efeito só acontece quando a tarefa é concluída. Em variações do estudo, quando os participantes eram impedidos de terminar o origami ou tinham seu trabalho desfeito, o aumento de valor desaparecia. Isso indica que não é apenas o esforço que importa, mas a sensação de conclusão. Sem ela, não há construção de valor.

O que o comportamento no experimento revela sobre o consumidor

Esse conjunto de descobertas tem implicações diretas e profundas para marcas, produtos e estratégias de marketing. Durante muito tempo, a lógica dominante foi a de maximizar valor na entrega final: criar produtos melhores, mais eficientes, mais bonitos, mais completos. Embora isso continue sendo relevante, o experimento do origami sugere que existe uma outra dimensão igualmente poderosa: a participação do consumidor no processo.

Quando uma pessoa se envolve na construção de algo, o vínculo com aquele objeto ou marca muda de natureza. Ela deixa de ser apenas consumidora e passa a se sentir, em algum nível, coautora. Isso altera não apenas a percepção de valor, mas também o nível de engajamento, lealdade e até disposição a pagar.

Esse princípio ajuda a explicar o sucesso de modelos que, à primeira vista, parecem exigir mais esforço do usuário. Produtos que precisam ser montados, experiências que demandam interação, plataformas que estimulam personalização ou co-criação, tudo isso ativa o mesmo mecanismo identificado no experimento do origami. Não se trata de conveniência máxima, mas de envolvimento significativo.

Existe, no entanto, um ponto de equilíbrio delicado. Esforço em excesso gera frustração e abandono. Esforço insuficiente gera indiferença. O valor percebido cresce quando o nível de participação é suficiente para criar envolvimento, mas não tão alto a ponto de se tornar um obstáculo. Esse ajuste fino é, hoje, um dos grandes desafios estratégicos para marcas.

Como as marcas podem aplicar o princípio do Experimento do Origami

Do ponto de vista prático, isso significa repensar a jornada do consumidor. Em vez de eliminar todo atrito, pode ser mais inteligente introduzir pequenas etapas de construção, decisão ou personalização. Permitir que o usuário faça escolhas, contribua, molde ou influencie o resultado final pode ser mais valioso do que simplesmente entregar algo pronto e perfeito.

No fim, o experimento do origami revela uma mudança de perspectiva importante. Valor não é apenas algo que se entrega, é algo que se constrói em conjunto. E, quando as pessoas sentem que participaram dessa construção, elas não apenas valorizam mais o resultado, como também se conectam de forma mais profunda com aquilo.

Essa talvez seja a principal lição para marcas: não basta ter um bom produto pra vender. É preciso fazer o consumidor sentir que, de alguma forma, aquilo também é dele.

Como uma agência pode transformar a comunicação corporativa em ativo estratégico

A comunicação corporativa nunca foi tão determinante para o sucesso de uma empresa e, ao mesmo tempo, tão subaproveitada.

Enquanto algumas empresas conseguem transformar sua forma de se comunicar em vantagem competitiva clara, outras ainda operam com discursos fragmentados, pouco estratégicos e desconectados dos objetivos de negócio.

O que diferencia essas empresas não é apenas o que elas dizem, mas como estruturam, integram e direcionam sua comunicação.

É nesse cenário que a atuação de uma agência ganha relevância: ao organizar narrativas, alinhar posicionamento e traduzir estratégia em consistência, a comunicação deixa de ser tática e passa a atuar como um verdadeiro ativo estratégico.

Ao longo deste conteúdo, você vai entender como essa transformação acontece na prática e por que uma agência pode ser o ponto de virada para diferenciar empresas que apenas se comunicam daquelas que realmente constroem valor.

O que é Comunicação Corporativa?

Antes de tudo, precisamos alinhar o entendimento: a comunicação corporativa se utiliza de um conjunto de estratégias para dialogar com os públicos que ela precisa atingir: clientes, funcionários, investidores, imprensa, consumidores e até mesmo os próprios players do setor. 

Uma boa comunicação é uma ferramenta poderosa para construir uma reputação da empresa, melhorar o clima organizacional e fortalecer a presença no mercado.

Um processo que vai muito, mas muito mesmo, além de só criar um feed com posts bonitinhos para o público externo, ou mensagens internas numa identidade visual organizada.

Ele envolve planejamento estratégico, gestão de marca, ideias de impacto, cultura organizacional (alinhando os colaboradores com a cultura da empresa e melhorando o clima entre as pessoas) e, em certos casos, até gerenciamento de crises. É garantir que a comunicação realize transformações e esteja alinhada, independente do meio ou do público que queira atingir.

Agora que explicamos o que a Comunicação Corporativa pode fazer por você e pela sua empresa, vamos aos principais pontos que explicam por que uma agência faz tanta diferença:

1. Expertise em cada uma das áreas

Agências de comunicação, seja de publicidade, marketing digital ou branding, são formadas por profissionais altamente especializados (esquece aquele negócio do “menino do design” que entende de tudo).

Nelas você encontra profissionais de branding, de planejamento, da criação, de produção de conteúdo, de SEO, de mídia, enfim, gente com um baita repertório para valorizar sua marca.

Cada profissional tem conhecimento técnico da sua respectiva área, quem é fera de criação, por exemplo, não sabe executar um plano de mídia e vice versa.

Contar com uma agência nesse processo permite que a comunicação corporativa seja de alto padrão profissional e isso, com certeza, dá mais resultado do que você achar que um time interno dá conta. 

2. Tempo é dinheiro (e uma boa agência te ajuda a economizar os dois)

Vamos ser sinceros aqui? Cuidar da comunicação corporativa de uma empresa requer tempo, equipe e conhecimento.

Faz sentido a empresa ter um gestor da marca corporativa, mas não faz criar campanhas porque acaba sendo um desvio de foco que atrapalha outras atividades essenciais. 

Contratar um designer não vai atender todos os processos necessários para o desempenho de uma boa comunicação estratégica. Ele precisará de tudo que vem antes, durante e depois, do planejamento à mensuração do BI.

Além disso, tanto a contratação de cada um dos especialistas quanto a integração de todo o ecossistema requer muita experiência em comunicação para eliminar barreiras que possam economizar recursos valiosos para a empresa. 

As melhores agências oferecem maior qualidade, agilidade e produtividade para deixar sua equipe livre para cuidar do que realmente precisa da atenção, impulsionando o crescimento da empresa. 

 3. Acesso a ferramentas de ponta

Nada é de improviso numa boa agência que desenvolve uma comunicação corporativa de alto impacto.

A agência tem o know-how para te ajudar a alcançar os melhores resultados com o investimento certo. E é muito melhor que sua equipe possa ter acesso a ferramentas de última geração.

São ferramentas para entender o mercado e comportamento, para transformar estratégia em operação consistente, para o arsenal criativo, para escalar e distribuir e também para transformar comunicação em resultado contínuo e elas estão nas melhores agências de publicidade e marketing digital.

Ao contratar uma agência, sua empresa não precisa fazer grandes investimentos, ganhando acesso imediato a essas tecnologias. Isso garante que suas campanhas sejam mais impactantes, mensuráveis e alinhadas com as últimas inovações do mercado.

As melhores agências se mantêm atualizadas com as principais tendências e ferramentas do mercado e são craques em garantir que estão executando campanhas mais competitivas e com dados que justifiquem cada ação tomada.

4. Um olhar externo soma valor estratégico

Quem está dentro, muitas vezes, já não enxerga com clareza o que precisa ser ajustado. A rotina, os vieses internos e até o envolvimento emocional com a marca acabam limitando a capacidade de análise e é aí que o olhar externo entra como ativo estratégico.

Uma agência traz distanciamento crítico. Isso permite identificar inconsistências de discurso, oportunidades não exploradas e até ruídos que passam despercebidos no dia a dia.

Mais do que apontar problemas, esse olhar reorganiza a comunicação a partir de uma lógica orientada a negócio, não apenas à operação.

Além disso, existe o repertório. Ao atuar com diferentes mercados, marcas e desafios, uma agência acumula referências que ampliam o campo de possibilidades, conectando soluções que dificilmente surgiriam em um ambiente fechado. É a combinação entre visão fresca e bagagem estratégica.

No fim, o valor está na capacidade de transformar percepção em direção: sair do “sempre foi assim” para construir uma comunicação intencional, coerente e alinhada ao crescimento da marca.

5. Ambiente criativo estimulante

Criatividade, quando vira rotina, tende a se acomodar e uma agência é estruturada justamente para evitar isso.

O ambiente de agência é, por natureza, diverso e dinâmico. Profissionais de diferentes áreas (estratégia, criação, mídia, dados, conteúdo) trabalham juntos, trocando referências e tensionando ideias o tempo todo. Esse choque de perspectivas cria um terreno fértil para insights mais originais e soluções menos óbvias.

Além disso, existe uma cultura orientada à provocação. Briefings desafiadores, prazos curtos e a necessidade constante de inovar fazem com que a equipe esteja sempre em estado de alerta criativo. Não é só sobre ter boas ideias, mas sobre evoluí-las rapidamente e com consistência.

Outro ponto-chave é o repertório. Agências vivem expostas a tendências, cases, linguagens e movimentos culturais de diferentes mercados. Isso alimenta o processo criativo com inputs variados, evitando soluções repetitivas e ampliando o potencial de diferenciação.

No fim, esse ambiente não surge por acaso, ele é construído para gerar desconforto produtivo, acelerar conexões e transformar criatividade em resultado de negócio.

6. Um salva-vidas na turbulência

Assim como cair num mar revolto, ninguém quer ter uma crise nas mãos, mas se (ou quando) acontecer, é melhor ter um salva-vidas bem criativo a postos.

É aí que as agências sabem exatamente como agir, minimizando os danos e controlando a narrativa nesses momentos mais delicados. Uma resposta rápida, afiada e estratégica pode salvar a reputação de uma marca, e até mesmo virar o jogo ao seu favor.

Um bom exemplo disso foi quando a empresa de jogos EA foi criticada por um erro no jogo de golfe onde Tiger Woods ficava de pé na água para dar a tacada. A empresa estava sendo criticada por falta de polimento e de atenção na criação do jogo.

A resposta? Um vídeo com o verdadeiro Tiger andando sobre as águas para fazer a jogada e a frase “não é um erro, ele é realmente bom”. Nem precisamos dizer que o viral é, até hoje, lembrado como uma das melhores jogadas da empresa.

7. Comunicação de amplo alcance

Tendo os dados e as segmentações bem definidas, a agência está pronta para criar as mensagens específicas para os diferentes públicos, deixando a sua comunicação mais próxima, humana e efetiva. É essa personalização que aumenta as suas chances de conversão e engajamento, tornando público em clientes fiéis.

Uma agência de comunicação amplia o alcance da marca ao ativar diferentes canais de forma integrada (redes sociais, blogs, newsletters e imprensa), garantindo presença consistente em múltiplos pontos de contato.

Quando esses canais são orquestrados por uma estratégia clara, o resultado é um ganho real de engajamento, com mensagens mais relevantes e maior conexão com o público.

Além disso, a agência traz acesso a influenciadores e veículos de mídia, potencializando a distribuição e aumentando a precisão da entrega, para que a comunicação chegue a quem realmente importa.

8. Monitoramento e Análise de Resultados

Se você não mede, não evolui. E o trabalho da agência passa por acompanhar bem de perto os resultados, cada interação e cada ação.

Interpretar as métricas e sugerir melhorias com base nos dados reais é a análise que permite identificar o que funciona, ajustar o que pode ser melhor e potencializar ainda mais aquilo que já está dando certo.

9. Visão de longo prazo  

A verdade é que as equipes internas das empresas costumam estar absorvidas pelas urgências do dia a dia, já uma agência consegue operar com foco estratégico e visão de longo prazo.

Esse olhar permite estruturar um plano de comunicação que resolve demandas imediatas sem perder de vista a construção contínua da marca.

Na prática, isso se traduz em campanhas de branding mais consistentes, conteúdos com vida útil mais longa e uma presença sólida e coerente no mercado ao longo do tempo.

Ter essa visão estratégica de longo prazo é crucial para as empresas que não querem apenas disputar a atenção do consumidor, mas também construir reputação de longo prazo. 

10. Identidade de marca forte

Um dos maiores ganhos ao contar com uma agência está no fortalecimento da identidade da marca. O trabalho é garantir consistência em todos os pontos de contato, do visual ao tom de voz, criando uma comunicação alinhada, reconhecível e fácil de memorizar.

Esse alinhamento constrói uma percepção mais sólida no mercado, aumenta a conexão com o público e contribui para gerar valor e lealdade ao longo do tempo. Com direção especializada, a marca deixa de ser apenas presente e passa a ser relevante.

Mas entender a importância de uma comunicação estratégica é só o começo. O que realmente faz diferença é ter ao lado um parceiro capaz de transformar intenção em execução, alguém que organize a complexidade, encontre oportunidades e traduza tudo isso em crescimento concreto.

Com repertório, método e domínio das ferramentas certas, uma agência não só sustenta a presença da marca, como amplia seu potencial em um ambiente cada vez mais competitivo.

11. Alta direção criativa na comunicação corporativa

Chegamos ao nível onze, onde você vai conhecer uma agência com mais de trinta anos de experiência no mercado de grande expertise em comunicação corporativa, o coração da imagem da sua empresa. 

Com um modelo próprio de Alta Direção Criativa, uma forma mais estratégica, integrada e responsável, a Zero11 é responsável por conduzir marcas com resultados de impacto. 

Com uma atuação que integra branding, publicidade, marketing digital, SEO, conteúdo, dados e performance, operando tudo como um único ecossistema, o vasto portfólio diz muito sobre como levar sua comunicação do 0 ao 11. 

Se você ainda está tentando fazer muita coisa internamente, que tal marcar um cafezinho por aqui e descobrir mais sobre como a gente pode transformar sua comunicação? E se quiser ficar por dentro de conteúdos que falam sobre diversas áreas da comunicação, fique de olho no nosso blog.

Zero11 anuncia chegada de novo sócio

Zero11 anuncia chegada de novo sócio

Algumas decisões mudam o jogo. Outras, também o jeito de jogar. É com esse espírito que a a agência de publicidade, branding e marketing digital Zero11 anuncia a chegada de Fernando Godoy como novo sócio e Chief Creative Officer (CCO).

Zero11 anuncia chegada de novo sócio

A movimentação marca um novo capítulo na trajetória da agência de publicidade e reforça sua aposta na Alta Direção Criativa, modelo que conecta estratégia, dados e criatividade para gerar impacto concreto, do tipo que resolve problemas reais de negócio e entrega resultado.

Com 10 anos de experiência, Fernando construiu sua carreira em ambientes de alta complexidade, passando por empresas como Itaú, Grupo Boticário e a startup Noverde. Ao longo desse percurso, ficou conhecido por transformar desafios difíceis em decisões claras, produtos funcionais e campanhas que performam, sempre com foco em eficiência e crescimento sustentável.

Formado em Publicidade e Propaganda pela ESPM, Fernando já liderou projetos nas áreas de inteligência artificial, marketing, e-commerce, B2B, produtos internos e venda direta. Seu trabalho é guiado por uma forte base em design de produto, pesquisa e análise de dados, aliada a uma compreensão profunda do comportamento do consumidor.

Na prática, sua abordagem parte do entendimento estratégico que vira direção, da direção que conduz a criatividade, e de ideias que se traduzem em impacto real para marcas e negócios. Um modelo de atuação que dialoga diretamente com o momento da agência Zero11, cada vez mais focada em unir visão criativa, inteligência e performance.

Segundo Rosana Ameixieira, sócia da agência, a chegada de Fernando representa mais do que uma mudança de estrutura: é um passo consistente na evolução da Zero11. “É um momento importante da história da agência, que completou 34 anos em novembro e aposta na Alta Direção Criativa, conectando estratégia, dados e criatividade para gerar impacto concreto”, afirma.

Rosana Ameixieira, sócia da agência

Com a nova composição societária e criativa, a Zero11 reforça seu posicionamento como uma agência que não apenas acompanha as transformações do mercado, mas ajuda a redefinir o jeito de jogar.

Omnichannel: não mais só físico, nem exclusivamente digital (e vende!)

Omnichannel

O avanço do comércio eletrônico não dispensa um bom trabalho de ponto de venda para uma estratégia de varejo omnichannel eficaz.

Em 2019, éramos 30 milhões de brasileiros fazendo compras online, sendo 5 milhões com sua primeira experiência no comércio eletrônico. Cinco anos depois, em 2024, passamos a 73 milhões de brasileiros realizando compras online, representando 46% da população do país, sendo que 6 milhões fizeram sua primeira compra online nesse período. O mais curioso é que 42% dos consumidores pesquisam informações sobre produtos em seus smartphones enquanto estão dentro de lojas físicas. ​

Isso nos leva a pensar: o tradicionalíssimo ponto de venda estaria então com os dias contatos? Ou em breve ele será um mero depósito, onde o consumidor apenas retirará uma compra já decidida no universo online?

A resposta é: não. Hoje, o e-commerce representa aproximadamente 9% das vendas totais do varejo brasileiro, indicando que a maioria das compras ainda ocorre em lojas físicas.

E é difícil imaginar as pessoas abandonando de vez o hábito de ir a uma loja, deixando de provar uma roupa ou um sapato, ignorando completamente características sensoriais – tátil, visual, olfativa -, dos produtos.

Portanto, uma estratégia de varejo agora precisa permitir ao cliente valer-se simultaneamente dos vários canais, todos eles integrados, em uma estratégia conhecida como ‘varejo omnichannel’ (que de certa forma replica no universo do varejo os preceitos da comunicação multiplataforma).

Mas, o que é omnichannel e como aplicá-lo na prática? É o que vamos analisar no post a seguir. Continue conosco e confira.

O que é o conceito de omnichannel?

O conceito de omnichannel diz respeito a uma estratégia que tem como objetivo integrar diferentes canais de contato de uma empresa. Um conceito válido para, praticamente todo tipo de negócio, incluindo lojas virtuais, lojas físicas, redes sociais, sites etc.

A ideia é que o consumidor tenha uma experiência diferenciada, seja de compra ou atendimento. Com canais unificados, a estratégia de omnichannel tende a trazer menor impacto para o cliente na sua interação com a empresa.

É a unificação dos diversos canais da empresa para uma experiência personalizada para o cliente.

O que é o conceito de omnichannel

Qual é um exemplo de meta omnichannel?

Exemplo de meta omnichannel é a aplicação prática do conceito. Ou seja, quando o cliente interage realmente utilizando diferentes canais do seu negócio. Por exemplo, um atendimento iniciado pelo telefone, que segue nas redes sociais e é concluído na loja física.

A quantidade de canais não é o cerne do meta omnichannel, mas sim a eficiência da sua empresa em garantir que a conexão entre eles e o atendimento de qualidade ao cliente.

Mas, o meta omnichannel se restringe a um único atendimento. Por exemplo, depois de uma compra realizada fisicamente, o canal de pós venda no site mantém a interação com o cliente quando necessário, contanto que esteja atualizado com a jornada dele até aquele momento.

Qual é um exemplo de meta omnichannel

O valor da experiência do consumidor

Quem comeu em um restaurante do qual gostou, por exemplo, certamente pensará nele na hora de fazer um pedido através de um aplicativo. E nos mais diversos mercados – moda, eletroeletrônicos, artigos esportivos e de lazer, entre inúmeros outros -, uma experiência prazerosa anterior favorecerá a uma marca na hora de uma busca ou uma compra online.

O ponto de venda mantém-se importante não apenas por ainda gerar vendas relevantes, mas também por influenciar nas compras online.

Daí a importância de seguir trabalhando cuidadosamente a loja física, dotando-a de uma identidade própria e tornando-a espaço de experiências agradáveis. E, como pode-se ver na sequência, agora também integrando-a ao e-commerce.

Em qualquer canal, a marca é sempre a mesma, e uma ação em um deles certamente impacta os demais pontos de contato com o consumidor. A divulgação do e-commerce, por exemplo, ao estimular o desejo do consumo pode ampliar também o movimento nas lojas físicas, atraindo compradores que preferem a compra pessoal ao comércio eletrônico.

Integrando universos omnichannel

O ponto de venda precisa hoje ser linkado à agilidade e à comodidade próprias dos canais digitais.  Essa integração deve fundamentar-se em ferramentas que permitam o acompanhamento em tempo real de todos os setores da empresa, como vendas, entregas, estoque e atendimento. E pode assumir diversas formas. Algumas delas:

  • reserva online e compra na loja física, podendo o consumidor escolher em qual loja retirará o produto;
  • também é possível fazer o contrário: compra na loja física e entrega em casa;
  • a gôndola infinita integra o ponto de venda aos sistemas de estoque da rede e da loja virtual. Assim, caso na loja o cliente se interesse por um calçado – ou outro tipo de produto -, mas não encontre o número ou a cor que deseja, ele pode fechar a compra ali mesmo e receber o produto em sua casa, pois ele está disponível nos estoques;
  • permita a troca de um produto através de qualquer canal;
  • quiosques digitais podem integrar as lojas físicas às virtuais;
  • estimule quem for à loja a fazer check-in – e até postar fotos -, ajudando a divulgar a marca.

Essas marcas, na verdade, trabalham não apenas um varejo omnichannel, mas também uma comunicação multiplataforma, que vale-se de diversos canais – on e offline -, na busca pelo contato com seus públicos.

É essa, atualmente, a melhor estratégia para um consumidor que pode escolher onde, quando e como irá contatar ou adquirir um produto ou serviço. Entre em contato e saiba o que uma agência de e-commerce especializada pode fazer por você.

Relevância ou resistência da publicidade tradicional na era digital?

Relevância ou resistência da publicidade tradicional na era digital?

Passamos anos (por que não décadas?) trazendo para os anunciantes dados de comportamento e tendências que mostravam que a mídia digital chegou para ficar e iria dominar a comunicação. Então por que diabos agora que esse fato é largamente aceito, estamos aqui para falar sobre a relevância da publicidade tradicional na era digital?

Em uma era, onde as redes sociais e o marketing online são as estrelas dos orçamentos de publicidade e, no Brasil, quase ultrapassam a TV, seria fácil assumir que a publicidade tradicional – aquela que engloba TV, rádio, outdoor (OOH), revista e jornal – está se tornando obsoleta. 

No entanto, essa suposição não apenas ignora as complexidades do comportamento do consumidor, mas também subestima o poder de resistência dessas mídias tradicionais. 

É sobre isso que vamos falar: por que, mesmo no século XXI, a publicidade tradicional funciona tão bem e é essencial para uma estratégia de comunicação de impacto.

O que é Publicidade Tradicional

Primeiro, precisamos entender o contexto em que a publicidade tradicional traz resultados incomparáveis. Diferentemente do ambiente digital, onde a saturação de anúncios pode levar à fadiga entre os consumidores, os canais tradicionais oferecem uma oportunidade para alcançar o público em um ambiente menos congestionado. 

Isso significa menos competição por atenção e, muitas vezes, uma audiência mais engajada. Além disso, cada meio possui características únicas que podem ser extremamente vantajosas dependendo do público-alvo e do objetivo da campanha.

Vejamos o rádio: o motorista ouve seu programa predileto para se distrair do trânsito e nos intervalos comerciais está atento a marca sem dispersão. Bingo. Alvo alcançado.

Ou esse mesmo motorista, no seu caminho do trabalho para casa, vê uma mensagem num outdoor ou relógio e lembra que sua cerveja acabou, precisa passar no supermercado. Pronto, já tá no caminho.

Depois do jantar, liga a TV, acompanha as notícias para saber do que acontece no mundo além da sua própria rotina. O comercial traz um conceito memorável para uma certa marca que deve durar mais do que apenas um impulso de compra. 

Sempre haverá meios que nos acompanham na nossa vida diária. Seja na TV, na rua, no computador ou celular. Na mídia de massa, a mensagem parte do consenso, daquilo que a maioria aceita, como se comporta, como gosta. Existe muito poder nesse rastreamento.

Vantagens da mídia tradicional

Há várias vantagens das mídias tradicionais e incluí-las no plano de mídia impulsiona os resultados:

  • Alcance Ampliado: A televisão e o rádio, por exemplo, continuam a ter um alcance massivo. Ainda é considerada uma fonte confiável de informação e entretenimento, capaz de alcançar diversas demografias em uma escala que poucas plataformas online podem igualar.
  • Credibilidade: Anúncios em jornais e revistas tendem a ser vistos como mais confiáveis ​​pelos consumidores. A tangibilidade de um anúncio impresso, juntamente com a reputação do jornal ou revista, pode aumentar a percepção de legitimidade e qualidade de uma marca.
  • Impacto Visual e Auditivo: OOH, como outdoors e publicidade em transporte público, oferece visibilidade prolongada. Um outdoor bem posicionado pode impactar o mesmo espectador várias vezes ao dia, reforçando a mensagem. Da mesma forma, anúncios de rádio podem criar uma conexão íntima e direta com o ouvinte através do poder do áudio.
  • Emoção: Com comerciais emotivos, diversas marcas famosas utilizam a televisão para transmitir mensagens universais que ressoam globalmente. Suas campanhas são frequentemente centradas em temas de união, alegria ou humor, criando uma forte conexão emocional com os espectadores.
  • Ação: Tanto o OOH quanto o rádio são usados por marcas para direcionar tráfego para lojas, especialmente durante as horas de pico. Com campanhas projetadas para lembrança e, muitas vezes, destacando promoções ou novos produtos.
  • Recall: campanhas criativas são mais lembradas. Marcas que demonstram visualmente sua funcionalidade, por exemplo, ampliam as chances de memorização. A tal da sacada faz diferença, viu?
sucesso nas redes sociais

Afinal, a publicidade tradicional ainda funciona

Investir em publicidade tradicional não significa rejeitar as novas formas de mídia. Pelo contrário, trata-se de reconhecer que a integração de canais tradicionais e digitais pode proporcionar uma estratégia de marketing mais robusta e abrangente. 

A publicidade tradicional oferece uma dimensão de tangibilidade, credibilidade e alcance que complementa as táticas online. Além disso, em uma paisagem onde muitos estão virando quase exclusivamente para o digital, a mídia tradicional oferece uma oportunidade de se destacar e ser memorável.

Portanto, para marcas que buscam maximizar sua visibilidade e impacto, considerar seriamente os canais tradicionais significa não apenas ser prudente, mas potencialmente transformador.

 A chave é entender o seu público e utilizar cada meio pelo seu ponto forte, garantindo assim uma comunicação eficaz que atravessa barreiras digitais e físicas, alcançando consumidores em todos os aspectos de suas vidas.

Continue acompanhando o blog da Zero11 para mais inspirações sobre publicidade e marketing digital.

Vantagens da Comunicação Multiplataforma

Vantagens da Comunicação Multiplataforma

A comunicação multiplataforma envolve o uso de vários canais para alcançar e envolver audiências diversas, incluindo tanto mídias offline quanto online, bem como a integração delas com o cross-media e o transmedia. E a maior vantagem é que a estratégia multiplataforma dá mais resultado.

Veja essa campanha da Farnese para entender melhor.

Um adulto que trabalha, por exemplo, num único dia, é exposto a uma variedade de mídias. A jornada pode iniciar com a visualização de um programa de TV e a leitura do jornal pela manhã. Ele segue sintonizado no rádio do carro, quando também é impactado no trajeto até o trabalho pela mídia out of home (OOH). Ao chegar no escritório, olha a tela do elemídia no elevador. A internet está presente durante o dia inteiro. E a televisão ainda ocupa um lugar de destaque à noite.

Essa jornada diária ocorre de acordo com o perfil do público. O YouTube e os streamings também podem aparecer na jornada, assim como placas de estrada, busdoor ou comunicação no metrô.

Não há um momento claro em que o consumidor decide fazer uma compra, nem uma jornada de consumo de mídia idêntica para todos. Diante dessa realidade, uma abordagem de comunicação multiplataforma possibilita estabelecer uma conexão mais profunda com o consumidor. Aproveitando as peculiaridades de cada meio de comunicação, a frequência da mensagem e o momento do consumidor, é possível modelar a mensagem para enriquecer o discurso da marca.

Comunicação Multiplataforma

Marcando presença na vida do consumidor 

As marcas mais valiosas compreendem a importância de estarem presente junto ao público-alvo em diversos momentos. De acordo com o estudo Inside Advertising, da Kantar IBOPE Media, elas usaram, em média, 6,5 meios de comunicação nas suas campanhas publicitárias. Metade delas divulgaram, ao mesmo tempo, na televisão, rádio, internet, jornal, revista, cinema e mídia externa. Tudo junto.

Essa estratégia garante que as Top10 marcas permaneçam na mente das pessoas constantemente e vá aprofundando sua relação com elas.

Outro ponto a favor da estratégia multiplataforma reside no fato de que nem todos os indivíduos consomem todas as formas de mídia da mesma maneira. Por exemplo, pode haver potenciais clientes mais inclinados a assistir televisão do que a utilizar a internet, e vice-versa. Uma abordagem de comunicação multiplataforma, capaz de abranger uma ampla gama de canais, atrai ambos os grupos de consumidores. 

Vídeos, por exemplo, são o conteúdo muito consumidos pelos brasileiros, segundo o Inside Videos, da Kantar. Mas isso não ocorre apenas na TV Linear, o sistema tradicional com grade de programação. Hoje é possível assistí-lo na TV Conectada (Xbox, PlayStation, Roku, Amazon Fire TV, Apple TV, entre outros) ou na OTT, Over The Top, (entrega de conteúdo de TV e vídeo diretamente na internet), onde o usuário pode assistir acessando diretamente a internet pelo celular, computador, tablet ou mesmo pela televisão. A Netflix, a Amazon Prime, a Disney+, a Hulu e várias mídias de massa também estão nos serviços OTT, assim como a GloboPlay.

Uso simultâneo de multitelas

Brasileiro gosta de tela e mais de uma ao mesmo tempo. Somos um povo multitela. Pesquisa da Ipsos, O Novo Universo Multitelas, mostra que 68% dos brasileiros acessam TV + smartphone. Metade da população on-line também está assistindo TV.  

O conteúdo amplificado pelo consumo de telas simultâneas facilitou que as marcas sejam descobertas. Além disso, ao ver um comercial ou merchandising na TV, o consumidor tem mais facilidade de consultar os canais digitais e dar início a jornada de compra. 

As pessoas se envolvem mais quando são impactadas por comunicação multiplataforma

Se há alguma dúvida de que seja irritante ver uma campanha em várias plataformas, saiba que a resposta é não. A concentração intensa num único lugar, pelo contrário, pode sim gerar fadiga ou, simplesmente, passar batido após uma enorme frequência.

Um estudo da Spectrum Reach comparou o impacto da publicidade em telas de mídia única versus múltiplas. 

Ao testar combinações de televisão linear, televisão conectada e dispositivos móveis, os pesquisadores descobriram que uma abordagem de múltiplas telas aumenta a atenção, a retenção e a intenção de compra dos consumidores.

O awareness aumentou com as combinações de mídia, mas a memorização foi maior quando veio da TV conectada e a TV linear. Além disso, ao assistirem comerciais na tela grande, as pessoas ficaram mais interessadas em ouvir sobre a marca depois e aumentaram sua intenção de compra.

O estudo também descobriu que as métricas de topo de funil, como atenção e conscientização da marca, como esta campanha da Ginger, superaram em dois dígitos com as campanhas de múltiplas telas em comparação com o uso de uma única plataforma. E, claro, que isso tem impacto no fundo de funil, onde está a intenção de compra, uma vez que a base de interessados é bem maior.

campanha em várias plataformas

Outras descobertas adicionais

  • 41% dos entrevistados disseram lembrar melhor da campanha quando viam tanto na televisão linear, quanto na TV Conectada e nos dispositivos móveis.
  • Quando consumidores viam a campanha em três plataformas, 81% disseram que a mensagem foi comunicada claramente e 39% que os anúncios trouxeram novas informações. 
  • A intenção de compra aumentou 13% ao combinar diferentes formas de mídia.
  • Começar com a televisão linear em uma campanha multiplataforma, por exemplo, aumentou a intenção de compra em 25%, enquanto começar com streaming resultou em um aumento de 14% e iniciar pelos dispositivos móveis resultou em 4%.  

Leia também: Ainda tem gente que não sabe aproveitar o marketing digital ao máximo.

Vantagens da comunicação multiplataforma

  1. Alcance ampliado: ao adotar uma estratégia multiplataforma, as empresas podem expandir significativamente o alcance de um público mais diversificado e também em momentos diferentes da jornada do consumidor.
  2. Maior clareza: cada meio tem uma característica e, portanto, as mensagens são transmitidas de forma diferente. Por exemplo, enquanto a TV e o cinema provocam mais emoção e impacto com a mensagem, a mídia impressa agrega credibilidade e o ambiente digital permite explorar o conteúdo com muito mais detalhe. Portanto, com a comunicação multiplataforma, a mensagem é transmitida com maior clareza.
  3. Engajamento superior: com uma campanha integrada nas mídias offline e online, há um aumento do engajamento do público. Por exemplo, uma campanha de publicidade tradicional que combina anúncios impressos com interações online, como códigos QR ou hashtags específicas, pode incentivar a participação ativa do público em várias plataformas.
  4. Consistência de mensagem: a comunicação multiplataforma permite manter uma mensagem frequente por mais tempo. Isso é essencial para garantir que a identidade da marca seja preservada e que a mensagem-chave seja comunicada de maneira eficaz.
  5. Adaptabilidade: Uma abordagem multiplataforma atende muito mais às preferências do público e às tendências emergentes. As empresas podem utilizar uma variedade de meios de comunicação com um mix voltado ao público-alvo, como comerciais de TV, mídias sociais, e-mail marketing e eventos presenciais, para alcançar seu público de maneira eficaz.
  6. Análise de dados aprimorada: ao integrar mídias offline e online, as empresas têm acesso a uma ampla gama de dados e métricas para análise. Isso permite uma compreensão mais completa do comportamento do público e do desempenho das campanhas de comunicação, facilitando a identificação de áreas de melhoria e o ajuste de estratégias futuras.

Em suma, quanto mais abrangente, maior o alcance, a memorização e o engajamento da campanha. No entanto, a estratégia multiplataforma passa pela avaliação do investimento.

Nem sempre a verba permite fazer um mix ideal com métricas mínimas que possibilitem avançar nos objetivos estabelecidos. Muitas vezes, nesses casos, a concentração em meios pode ser a melhor estratégia para a campanha.

Entre em contato com a equipe da Zero11 e saiba como alcançar novos resultados para a sua empresa com uma comunicação multiplataforma.

Como anda a experiência do seu consumidor?

Como anda a experiência do seu consumidor?

Já falamos antes por aqui sobre Brand Persona e a comunicação que sua marca deve ter com ela, também escrevemos uma matéria sobre o funil de vendas e todo o processo que o consumidor passa, desde ouvir falar da sua marca pela primeira vez, até realmente se tornar um cliente. 

Mas existe uma forma de unir tudo isso e facilitar bastante esse processo. Estudar a experiência do usuário, o famoso UX, é importante para desenvolver soluções que fazem a diferença. Já escrevemos um artigo sobre introdução ao UX design, onde você pode entender melhor sobre o assunto.

A conclusão é sempre a mesma: se a experiência for boa e seu público se sentir confortável, você só tem a ganhar. Já se estiver sendo ruim, bem, vamos aproveitar a oportunidade de melhorar, não é mesmo? 

Um bom exemplo é quando focamos muitos esforços para deixar o site, página, newsletter com um design atraente, mas esquecemos de avaliar como o consumidor pensa, lida com a informação, escolhe, faz a compra e usa o produto. Por isso, é tão importante pesquisar e entender o comportamento do seu consumidor.

A experiência do usuário abrange todos os pontos de contato com a marca. Do site à loja, das redes sociais ao evento. 

Temos aqui três dicas para aplicar no marketing digital que fazem muita diferença na experiência do seu público:

Pense como o consumidor

As próprias redes sociais são um exemplo disso. Será que estou postando demais? A frequência da minha newsletter está muito alta? Meus posts estão difíceis de entender? As imagens estão carregadas de informação? Será que esse conteúdo tem engajamento? A linguagem está alinhada com o perfil do público?

Todas essas perguntas (e algumas outras) servem para “calibrar” o seu conteúdo de acordo com o que funciona para quem consome. Buscar o equilíbrio entre a funcionalidade e relevância é um ótimo caminho a seguir.

Crie conteúdos diversos para melhorar a experiência do usuário

Faça com que seu consumidor possa ter acesso a sua marca de diversas formas diferentes: vídeos, fotos, gifs, textos, etc. Crie conteúdos que chamem a atenção do seu cliente, onde quer que ele esteja.

Claro, continue sempre de olho nas métricas, aposte no que está dando certo e tente melhorar o que não está. 

Atenda seu cliente de forma personalizada, na medida do possível.

Quem é que não gosta de ser bem tratado? Faça um acompanhamento com seu cliente, seguindo as etapas do funil. Responda comentários sempre tratando pelo nome. Analise as etapas do funil, se alguém não foi até o final, mande uma mensagem para saber o que houve.

Mesmo quando a pessoa, de fato, chegou ao fundo do funil, já passaram alguns meses? Até um simples e-mail com alguma vantagem ou promoção pode fazer com que seu cliente se sinta especial e tenha vontade de retornar.

Torne sempre o seu “ambiente” (mesmo que virtual) o mais aconchegante o possível para o seu cliente. Quando a experiência é boa, mais provável de que o cliente volte e, quem sabe, não traga mais possíveis clientes com ele?

Gostou dessas dicas? Quer saber mais sobre isso? Então siga a Zero11 e continue se aprofundando, somos especialistas em fazer as mensagens chegarem no alvo de forma criativa e estratégica há quase 30 anos.

Marketing Humanizado: muito além das curtidas.

Marketing Humanizado: muito além das curtidas.

Você abre diariamente as páginas das redes sociais da sua marca, confere mensagens da timeline e no inbox, responde a todas, distribui likes nos comentários para mostrar sua presença, dialoga com sua rede, mostra que eles não passam despercebidos e que você se importa com o que eles pensam.

Bom, para começo de conversa: parabéns, você está no caminho certo, mas acho que sou obrigado a te contar que existe bastante coisa ainda que você pode fazer pra tornar a sua comunicação mais eficiente e próxima do seu público. Dá só uma olhada.

Nós já falamos por aqui sobre Personas, tanto as de seus potenciais consumidores, quanto a Brand Persona, que é a “cara” que sua marca vai adotar nas redes sociais (dê uma olhadinha, se ainda não leu). 

Então aqui vai o próximo passo:

Conheça o seu público

Fica extremamente mais fácil com a definição correta das personas, mas precisa do comprometimento de estar, cada vez mais, adequando o que você pensou à realidade. Com o passar do tempo, existe a possibilidade de que seu público vá mudando, mesmo que aos poucos.

É o caso, por exemplo, da série de livros famosa, embora não seja uma comunicação de marca, é importante que o autor conheça o público para qual está escrevendo. J.K. Rowling começou escrevendo para um público, porém, conforme o tempo foi passando, o personagem e os leitores foram crescendo, então, a linguagem e os acontecimentos se tornaram cada vez mais voltados para um público de faixa etária maior.

Entenda como atender

Conhecendo seu público, agora é hora de estar pronto para responder às interações feitas. Comentários, mensagens, e-mails, tweets, não importa: seja acessível. Procure tratar seu consumidor como um outro ser humano, não somente com mais uma interação.

Isso é marketing humanizado.

É importante ter um Community Manager especializado que vá direcionar as respostas e entender que, no momento em que estamos, a relação com os clientes é bastante diferente do que era lá atrás. Estamos na era do SAC 3.0 e o contato precisa ser bem mais “próximo” do que antigamente.

Evolução do SAC: do 1.0 ao 3.0

A autonomia do próprio consumidor é a responsável pela mudanças nas “eras de serviço de atendimento”.

Entenda:

O SAC 1.0 surgiu para resolver problemas que não eram solucionados nas lojas físicas. 

O SAC 2.0 para monitorar as redes sociais e se destacou pela agilidade e conquista de simpatia.

O SAC 3.0 passou a focar na experiência do cliente antes mesmo de ser ativado pelo consumidor ou anterior ao momento da compra. Todos os processos passaram a ser monitorados para evitar insatisfações e conquistar cada vez mais fãs para as marcas. É a voz da marca nas redes, propondo sugestões, dando dicas, sugerindo conteúdos. 

Cada vez mais, o atendimento ao consumidor pode contar com as novas tecnologias.

O chatbot, por exemplo, garante atendimento simultâneo e ininterrupto. Se for ágil o bastante para resolver as dores dos clientes contribuirá muito com a experiência do usuário.

Só não pode ser uma simples barreira entre o atendimento humano e o cliente. Por isso, tem que ser muito bem planejado e desenvolvido. Leia aqui uma matéria que escrevemos sobre chatbot.

Sabemos que é bastante difícil estar sempre presente na vida dos consumidores, mas existem diversas ações que podem te ajudar bastante.

Uma delas, é claro, é contar com a expertise da Zero11 no mundo digital, até mesmo te dando outras mãozinhas na hora de conversar com seu cliente.

Não deixe pra depois para melhorar ainda mais sua comunicação, entre em contato com a gente, vamos ter o maior prazer em te ajudar.

Autenticidade: a responsabilidade da marca deve ir além das palavras

Autenticidade: a responsabilidade da marca deve ir além das palavras.

Com todo mundo sempre (e cada vez mais) conectado, seja no celular, no computador, na televisão, ou até mesmo em geladeiras (sim, geladeiras), é praticamente uma briga para se destacar em meio a tantas marcas que oferecem produtos ou serviços similares. 

Além de se destacar através de diferenciais do produto, preço adequado e boa comunicação, outro ponto-chave que vem ganhando a admiração dos consumidores é a autenticidade.

A autenticidade é um qualidade da personalidade bastante reconhecida. Afinal, quem é que não quer ser a pessoa lembrada por se manter fiel aos seus valores, aquela que tem convicções e demonstra com ações aquilo que acredita? Nada mais óbvio que isso também se aplique às marcas.

Muitos influenciadores conquistaram seu público por demonstrar autenticidade.

Logo que o “boom” dos influenciadores digitais começou, várias marcas começaram a correr atrás de parcerias com os chamados “influencers”.

Com o passar do tempo, as “regras do jogo” foram tomando forma e, como falamos de digital influencers, o alcance deixou de ser o principal ponto e a identificação do influenciador com a marca passou a ser um dos fatores decisivos. 

Boa parte do sucesso desses influenciadores aconteceu pela percepção de que são “gente de verdade”, o que comprova o valor da autenticidade. Mas alguns foram mudando de caminho para atender ao variado perfil de seguidor.

É aí está uma armadilha: quando o influenciador perde autenticidade em nome do seu sucesso. Ao tentar atender demandas de  públicos tão diferentes entre si – sem que isso faça parte da sua essência – o influenciador passa a ficar vulnerável.

Isso afetou muitas marcas que se aliaram a alguns deles pensando só na quantidade de seguidores (lembrando que apesar do número mantido, muitos fãs deixaram de se engajar de forma positiva após mudanças de posicionamento). 

Para profissionais conscientes, fica cada vez mais claro que o influenciador deve ter identificação real com os ideais da marca. 

Autenticidade é o oposto a seguir as narrativas da moda

Ainda que o apoio a certas causas seja bem-vindo, o discurso sem autenticidade revela oportunismo. Por exemplo, se sua marca carrega uma bandeira de sustentabilidade, é importante mostrar que isso não se resume às palavras, mas se traduz em ações. Também não adianta nada ter discursos bonitos e produtos ruins.

É importante que o consumidor sempre perceba que o posicionamento da sua empresa não é só “da boca pra fora”. Confiança é difícil de conquistar, mas ainda mais difícil de reconquistar.

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